São duas, na verdade. Uma: as pessoas procuram padrões, padrões transformam-se em causas, em motivos, conspirações. Transformam-se também em deuses, empresas, metas, objetivos de vida, razões e destino. Procuram padrões para se reconhecer, para demonstrar que sabem o como, onde e porquê da vida inteira. Padrões viram ciência, filosofia, teologia, senso comum, bullshit, argumento, retórica. [...]
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