Tenho quarenta anos, carioca, desterrado em São Paulo. Conto as histórias que vivi como se fosse de outrem. E as histórias dos outros como se fossem minhas. Revelo o patético, o humano, o carnal das relações mais inocentes.
Eu era alguém até ontem. Desde o nascimento fui diveresas pessoas, personagens, criaturas. Fato é que não quero ser coisa alguma. Estou sendo. Sou transitório, imperene, diáfano e efêmero.
Quem eu sou? Um mistério em um livro aberto. Uma farsa, um travesti pós-moderno. Cobro em euros e dizem que eu beijo bem. Carla Bruni que o diga...
Mas não sou feito de razões. Estas eu deixo para pagar as minhas contas. O que tenho para o mundo é minha veia aberta, o meu core sangrado e exposto.
Nossa, Zander, tem que rir pra não chorar!!
E a trilha sonora então, muito dramática!!
Quase chorei por meus ídolos de infância!
Beijocas
Caraca, coitada da Magali. Na minha opinião foi a mais esculachada rs.