Tenho quarenta anos, carioca, desterrado em São Paulo. Conto as histórias que vivi como se fosse de outrem. E as histórias dos outros como se fossem minhas. Revelo o patético, o humano, o carnal das relações mais inocentes.
Eu era alguém até ontem. Desde o nascimento fui diveresas pessoas, personagens, criaturas. Fato é que não quero ser coisa alguma. Estou sendo. Sou transitório, imperene, diáfano e efêmero.
Quem eu sou? Um mistério em um livro aberto. Uma farsa, um travesti pós-moderno. Cobro em euros e dizem que eu beijo bem. Carla Bruni que o diga...
Mas não sou feito de razões. Estas eu deixo para pagar as minhas contas. O que tenho para o mundo é minha veia aberta, o meu core sangrado e exposto.
iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiih, quando não rola… homem no pé é que a gente pisa mesmo viu? sem pena.
Ó a Rachel dedando todo mundo aí. =P
MAs pior que ela tá mais do que certa. Pisar não…mas fazer uma frescurinha, sem dó… =P
tô cegueta…não consigo enxergar as letrinhas…shit!
Zander,
Seus textos irreverentes e criativos, mudam meu humor e modo de enxergar alguns fatos, bjs