Eu tenho uma confissão a fazer: nunca estive tão feliz na minha vida. E não é essa felicidade de paixão ou de time que ganha o campeonato.
Até porque, no primeiro quesito, a paixão foi substituída por um amor mais sereno e perene e, no segundo, o meu time foi rebaixado para a segunda divisão.
É que, graças a uma amiga, eu entendi que olhava a vida com os olhos de quem não espera a morte, de quem acha que a vida vai se estender para sempre. Eu, que sempe combati ideologicamente a eternidade, me comportando como quem crê no eterno.
Resolvi admitir para mim o fim das coisas, que a dor faz parte dos processos de tudo que é bom (e o alívio do que não prestava). Resolvi assimir a postura de quem é passageiro e quem quer deixar pegadas discretas na história.
Hoje, quero apenas as dores vindouras, as tristezas futuras, que o momento é de felicidade.
Tags: amor, calma, cidade, contemplação, da felicidade, das coisas, segundo, serenidade, sol, trabalho
Parece fácil – nem tanto… Mas é fato que a gente não dura para sempre e “seize the day” nunca me pareceu tão sábio. Você já leu o Rubbáyiat de Omar Khayamm? É por aí…
Lindo texto.
Beijsss!
Só não termine cantando “Cotidiano”que nem o cara da musica do Paulinho da Viola.
Que bacana isso, Zander.
Zander, Vinicius dizia que a tristeza é um intervalo entre duas felicidades. Acho que é por aí. Existem os ciclos e há que respeitá-los! =)
Não sabia que você blogava! beijos!
Vim parar aqui através do site da Ana Sampaio.
Gostei muito deste post.
Beijos
Zander, tem selo pra você lá no blog! Passa lá.
Bjs
É tão mais difícil se aceitar feliz que triste né?
A gente sempre acha que a felicidade não nos cabe, que ela é de outrem, que nosso lugar é no pasto da angústia, rs.
Por isso fico tao feliz por ti.
Menino feliz e ponto.
Me falara que isso se chama maturidade. Vai entender…
é como eu disse: está martelando na minha cabeça…