August 26, 2008 1

Desperto

By in textos

As ruas me estranharam como se o meu olhar lhes fosse estranho. Era como se o roçar de ambos não fosse mais uma , mas um acaso, como se eu fosse um alienígena na minha própria casa. An Englishmen in New York cantaria o chato do (objeto de platônico de dezenas de gordas mal-amadas em São Paulo) e nunca estaria tão certo, nesses vinte anos desde que gravou o álbum , quanto agora, no encontro do meu com a memória dessa .

E há o sono, o sono e o sono. Há a vontade de chuva caindo. Há as do cheiro do orvalho, do ar carregado de tempestades e da maresia. da chuva que cai do teu corpo e do rolar na cama sem desespero e sem pressa do horário do ônibus partir. Há o das doze horas dormidas no frio e das poucas horas dormidas na concha e há o sonho de tudo se acertar no fim .


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One Response to “Desperto”

  1. Srta. Rosa says:

    Ah que fofolito! Comigo tá tudo de cabeça pra baixo, torto, desnconjuntado e mesmo assim “… o sonho de tudo se acertar no fim das coisas”, sempre se acerta, bêibe.

    Bjoca,

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