September 1, 2009 5

Do amor vadio

By in textos

Não acredito em singular, exclusivo, excludente. O meu é geral, genérico, abrangente. É popular, democrático, de pele de gente. Não acredito em finitos, limitantes, vertentes, verticais, vetoriais. O meu amor é um conjunto infinito de possibilidades, é a possibilidade.

Dito isto, não acredito em infidelidades, mas na mentira. Não acredito em , mas em desistências. Nem em canalhices ou patifarias. Acredito em essências, pois o escorpião, o da fábula ou história sufi, não é cruel: é o que a sua natureza o faz ser. O canalha só é canalha quando se arrepende do seu ato.

Dessas duas preposições tiro uma terceira: eu sou finito, limitado, pequeno e pífio. Sou definitivamente menor que a minha capacidade de e acredito que, acima de tudo e todos, toda forma de amor é válida.


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5 Responses to “Do amor vadio”

  1. Giseli says:

    Curti o texto! ^^
    (e vou acompanhar de perto para ver se sua meta de 1 texto por dia é cumprida =P)

  2. Charô says:

    Olá Zander,

    comecei a ler seus textos faz um tempinho. Comento pela afinidade que tenho com o tema.

    Adorei sua fala. Aiás, posso citá-lo?

    Inté.

  3. Dani says:

    Ih, que surpresa boa! Acabei de te ler no Poliamor.
    Vou passar mais por aqui pra ler teus escritos.

    beijo

  4. JuMoon says:

    Putz! Mto bom o texto!
    Disse tudo que eu sempre pensei mas nunca consegui colocar em palavras!
    Mto bom mesmo!
    Tô começando agora por aqui…na certa frequentarei mais. Te achei através do HTP.

    Um ótimo fim de semana!
    JuMoon

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