Não acredito em amor singular, amor exclusivo, amor excludente. O meu amor é geral, genérico, abrangente. É popular, democrático, de pele de gente. Não acredito em amores finitos, amores limitantes, amores vertentes, verticais, vetoriais. O meu amor é um conjunto infinito de possibilidades, é a possibilidade.
Dito isto, não acredito em infidelidades, mas na mentira. Não acredito em traições, mas em desistências. Nem em canalhices ou patifarias. Acredito em essências, pois o escorpião, o da fábula ou história sufi, não é cruel: é o que a sua natureza o faz ser. O canalha só é canalha quando se arrepende do seu ato.
Dessas duas preposições tiro uma terceira: eu sou finito, limitado, pequeno e pífio. Sou definitivamente menor que a minha capacidade de amar e acredito que, acima de tudo e todos, toda forma de amor é válida.
Aleluia irmão!
Curti o texto! ^^
(e vou acompanhar de perto para ver se sua meta de 1 texto por dia é cumprida =P)
Olá Zander,
comecei a ler seus textos faz um tempinho. Comento pela afinidade que tenho com o tema.
Adorei sua fala. Aiás, posso citá-lo?
Inté.
Ih, que surpresa boa! Acabei de te ler no Poliamor.
Vou passar mais por aqui pra ler teus escritos.
beijo
Putz! Mto bom o texto!
Disse tudo que eu sempre pensei mas nunca consegui colocar em palavras!
Mto bom mesmo!
Tô começando agora por aqui…na certa frequentarei mais. Te achei através do HTP.
Um ótimo fim de semana!
JuMoon