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	<title>a casa do zander</title>
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	<description>pensamentos esparsos de uma mente desconexa</description>
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		<title>Sobre veias e colhões</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 20:56:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escrever sobre o ato é um artifício que o cronista lança para enganar a si e ao seu patrão (o leitor não conta, a função do escritor é iludir quem lê e fazê-lo achar que o seu causo é o mais interessante, o mais relevante, o mais inteligente ou qualquer outro superlativo que lhe venha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Escrever sobre o ato é um artifício que o cronista lança para enganar a si e ao seu patrão (o leitor não conta, a função do escritor é iludir quem lê e fazê-lo achar que o seu causo é o mais interessante, o mais relevante, o mais inteligente ou qualquer outro superlativo que lhe venha à mente), mas que vira e mexe temos de fazer uso para garantir a matéria no jornal, a coluna na revista ou o afago do leitor do blogue. Então, para comemorar um mês e uma semana sem atualizar esse espaço, segue a minha enganação da vez.</em></p>
<p><em>Afinal de contas, sou uma farsa.</em></p>
<p>&#8212;</p>
<p>Muitas vezes me pergunto o porquê de ainda insistir em escrever. Já disse antes que não é piti de atualizar blogue ou frescurite de <em>writer’s block</em>, mas é que a vida às vezes nos leva para alguns cantos que não esperamos, um retorno não programado à casa, uma tomada ostensiva do teu tempo vago por jogos digitais, listas de discussão que te arroubam a verve, coisas assim.</p>
<p>Uma vez disse que escrevo não porque quero, mas porque é impossível deixar de escrever. Isso foi em outra época – um surto e meio atrás – onde a minha necessidade de me expressar era mais urgente. Uma necessidade de eu me entender comigo mesmo para mim. Saca? Pois bem. Eu não.</p>
<p>Fato é que deixo de escrever hoje facilmente. Passo meses sem ter necessidade. Pelo menos em escrever aqui. Quando penso que tenho dois livros na fila (um iniciado, outro no rascunho), uma peça para finalizar e muita, mas muita coisa para fazer de nove às dezenove, desanimo. Mesmo.</p>
<p>Disse uma vez – não aqui – que ler um livro como “Guerra e Paz” era um ato anacrônico. A vida moderna te rouba tempo demais para que consigamos devorar seiscentas e poucas páginas como se fosse um folhetim. Somos mais diáfanos e efêmeros que nossos bisavós. E somos mais rápidos, lépidos e fagueiros também. “Seiscentas páginas? Só se tiver gráficos e organogramas e mancha de texto com corpo 16 sobre 18”. (Antes que me batam, não acho isso bom. A nossa sociedade precisa reaprender o valor do freio, da marcha-lenta. Mas não vou ser eu que irei ensinar. Deixo para os enfartados aos trinta que aprendam a lição.) Quando me dou conta que ler mil páginas é impossível para mim hoje, penso logo: “Como esse puto (o autor) conseguiu escrever esse calhamaço? E com bico de pena ainda? Ele não trepava?”</p>
<p>Na verdade, não é questão de tempo. Afinal, tempo é apenas uma percepção. Mas é uma questão de culhão. De tesão pela coisa. Sim, o cara não trepava para escrever dez mil páginas. Esse tal de Autor tinha de apontar a pena, conseguir a tinta, descolar o pergaminho e escrever, escrever e escrever para caralho. Pra caralho, inclusive é a metáfora perfeita.</p>
<p>Agora entendo o porque da necessidade anterior de escrever como se não houvesse amanhã. É que escrever, pra mim, era como desnudar uma veia dilatada que ligava a alma aos colhões.</p>
<p>Era o gozo da minha essência imaterial em tinta digital manifestada.</p>
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		<title>A morte e as mortes de Rodrigo Leocádio Teixeira</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 00:39:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pois morreu o Rodrigo Leocádio Teixeira. Morreu uma morte digna de anedota. Morreu na casa de um amigo. Na cama do amigo. E quem estava com Rodrigo Leocádio Teixeira era Ana Maria da Rosa Bittencourt, que não era esposa de Rodrigo Leocádio Teixeira. E o que isso tem a ver com a história? Tudo. Rodrigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois morreu o Rodrigo Leocádio Teixeira. Morreu uma morte digna de anedota. Morreu na casa de um amigo. Na cama do amigo. E quem estava com Rodrigo Leocádio Teixeira era Ana Maria da Rosa Bittencourt, que não era esposa de Rodrigo Leocádio Teixeira. E o que isso tem a ver com a história? Tudo. Rodrigo Leocádio era casado com Anamaria Bittencourt Teixeira, quase uma homônima de Ana Maria. A piada não lhe passou desapercebida quando foram apresentados ano e meio atrás. Desde o primeiro momento, Rodrigo Leocádio, o Teixeira, queria ver Ana Maria nua, entre lençóis. Ana Maria Bittencourt, Rosinha, também quis algo com Rodrigo Teixeira, mas algo que envolvesse roupas brancas, uma igreja e uma forma de se justificar na sociedade teresopolitana que, de progressiva, nada.</p>
<p>Teixeirinha estava em pleno ato quando morreu. “Canalha!”, comentaram as inúmeras amigas do Dr. Teixeira, inclusive suas colegas de trabalho. “Herói da raça!”, exclamaram os companheiros e sócios de Leozinho no escritório de advocacia tributária que mantinha na Praça Mauá. “Filho da puta que não queria pagar motel!”, desesperou-se Anderson da Cunha, futuro marido de Anamaria Bittencourt Teixeira-Cunha e locatário da alcova.</p>
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		<title>condomínio</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2009 23:07:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A casa da minha alma é pequena. Nela, cabem umas poucas lembranças, um cálice vazio e um farrapo de vontades gastas pelo tempo. A alma ocupa um canto iluminado pelos sóis de inverno. Tem janela para um quintal de grama verde, onde ela pode se deitar e brincar de desenhar nuvens. Por vezes, cochilar na rede que prende às paredes. É onde ela se lembra de onde veio e para onde irá.</p>
<p>A casa dos meus sonhos é um campo aberto. Não é casa ou teto, mas horizonte infinito, sol a pino e nuvens escarradas no ciano cinzento. A casa dos meus sonhos tem um vazio ensimesmado, um nada indefinido, uma ausência de ser. Ela se insinua, mas inexiste. Como um desenho abandonado. Ninguém mora lá.</p>
<p>A casa dos meus desejos é um pássaro migratório. Mora em calendários, pousa em meses, cria ninhos em semanas, cisca nos dias, come nos feriados vermelhos. Ele existe no ir e vir, sempre em movimento. É filho das horas e das efemérides. Eu o alimento com os segundos que roubo do relógio.</p>
<p>A casa do meu futuro foi erigida em nuvens sem pé de feijão. Ela é feita de desenhos animados e de cores acachapantes. Os amigos do futuro são caricaturas de gente e eu os conheço vidas a fio. Eu acredito em suas histórias que me são enviadas em cartas de tarô. Desenho a casa em mapas astrais e traço seus contornos em trígonos, quadraturas e sextis.</p>
<p>A casa do meu exílio tem verão todo dia e inverno para o sono. Tem uma cama quilométrica e uma rede com paisagem de concreto e luzes. Uma lua safada me visita quando chego do trabalho e me ilude com promessas de carinhos. O exílio não é local de carinho.</p>
<p>A casa do meu trabalho é vizinha da alma. Sólida como chumbo, negra como o medo, fria como o beijo de quem não te ama mais. Não tem portas. Não tem janelas. Não tem saídas. Ela é carregada como um casco, uma corcova de gente. Meus dias se passam ali dentro. Algumas noites também.</p>
<p>A casa da minha mãe tem a mãe da mãe e a filha do filho. Já teve minhas lembranças, meus prazeres e o meu acalanto. Hoje tem conversas e uma longa espera pelo fim. É uma casa de cura, ainda que essa venha de forma inesperada. É onde podemos dormir à tarde e sabemos que alguém nos guarda à porta. Ninguém fica com fome na casa da minha mãe.</p>
<p>A casa da minha esposa tem o meu nome prometido e a promessa de um futuro. É feita de paredes arranhadas e a derradeira tentativa de felicidade. Sair dali é entregar-me àquilo que não quero mais ser. Toda semana parto com a esperança de retorno. Toda semana volto com a esperança de ficar.</p>
<p>A casa das minhas casas tem chaves gigantes, seis cores de duração e uma sombra eterna.</p>
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		<title>Zumbis&#8230; zumbis&#8230; miolos&#8230; miolos&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 18:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oneplusyou.com/bb/zombie" style="color: #fff; text-decoration: none; display: block; width: 385px; height: 209px; padding-top: 35px; background: url(http://www.oneplusyou.com/q/img/bb_badges/zombie.jpg) no-repeat; font-family: Times New Roman, sans-serif; font-size: 60px; text-align: center;"><span style="display: block;">43%</span></a></p>
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		<title>A real Turma da Mônica Jovem</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 21:11:40 +0000</pubDate>
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<p><object width="480" height="480"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UwUSTFWUHF4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/UwUSTFWUHF4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="480"></embed></object></p>
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		<title>dos vícios</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 21:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confesso, a quem interessar possa, o meu vício no que é novo, fresco e sem história. Gosto de inícios, gosto do frisson que dá um projeto, uma idéia, uma paixão, um livro ao sair da bolsa, uma premiére. Gosto do cheiro da tinta no papel quando abro a revista, da roupa desvelada do pacote de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso, a quem interessar possa, o meu vício no que é novo, fresco e sem história. Gosto de inícios, gosto do frisson que dá um projeto, uma idéia, uma paixão, um livro ao sair da bolsa, uma premiére. Gosto do cheiro da tinta no papel quando abro a revista, da roupa desvelada do pacote de presente, do gosto do primeiro beijo do dia, do toque do lençol antes do início do sono.</p>
<p>Adoro começar e teimo em não aprender que o início é a cada dia, a cada nova conversa. Ainda que com as mesmas pessoas, as mesmas caras, os mesmos ares, os mesmos assuntos.</p>
<p><em>Omnia mutantur, nos et mutamur in illis.</em></p>
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		<title>vida besta &#8211; by galvão</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 00:32:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignnone" style="width: 476px"><a href="http://www.vidabesta.com/tiras.php"><img class=" " title="tidra 1056" src="http://www.vidabesta.com/imagens/tiras/tira1056.gif" alt="vida besta - galvão" width="466" height="151" /></a><p class="wp-caption-text">vida besta - galvão</p></div>
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		<title>Stand by Me</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 09:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[videos]]></category>
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		<description><![CDATA[
When the night has come
And the land is dark
And the moon is the only light we see
No I won&#8217;t be afraid
No I won&#8217;t be afraid
Just as long as you stand, stand by me 
And darling, darling stand by me
Oh, now, now, stand by me
Stand by me, stand by me 
If the sky that we look [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/k6UqdvMRb3k&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/k6UqdvMRb3k&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>When the night has come<br />
And the land is dark<br />
And the moon is the only light we see<br />
No I won&#8217;t be afraid<br />
No I won&#8217;t be afraid<br />
Just as long as you stand, stand by me </p>
<p>And darling, darling stand by me<br />
Oh, now, now, stand by me<br />
Stand by me, stand by me </p>
<p>If the sky that we look upon<br />
Should tumble and fall<br />
And the mountain should crumble to the sea<br />
I won&#8217;t cry, I won&#8217;t cry<br />
No I won&#8217;t shed a tear<br />
Just as long as you stand, stand by me </p>
<p>And darling, darling stand by me<br />
Oh, stand by me<br />
Stand by me, stand by me, stand by me </p>
<p>Whenever you&#8217;re in trouble won&#8217;t you stand by me<br />
Oh, now, now, stand by me<br />
Oh, stand by me, stand by me, stand by me </p>
<p>Darling, darling stand by me<br />
Stand by me<br />
Oh stand by me, stand by me, stand by me </p>
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		<title>Rapidinhas</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 19:38:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[instant messengers]]></category>
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		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[sol nascente]]></category>
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		<description><![CDATA[Me considero um cara desapegado da vida. Não me entendam mal: não é que eu não goste de viver com conforto, de comprar livros, CDs, DVDs, comer bem (ou bem mal) e consumir produtos divertidos, mas me desapego deles na memsa medida que eles deixam de significar algo.
Se aquele gibi (ou livro, ou revista) me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me considero um cara desapegado da vida. Não me entendam mal: não é que eu não goste de viver com conforto, de comprar livros, CDs, DVDs, comer bem (ou bem mal) e consumir produtos divertidos, mas me desapego deles na memsa medida que eles deixam de significar algo.</p>
<p>Se aquele gibi (ou livro, ou revista) me fez encarar o mundo de uma forma diferente, que ele seja passado para frente e -talvez- comova o próximo. Mas isso não me faz me livrar dos gibis do Sandman que guardo há mais de dez anos, ou dos álbuns de luxo do Watchmen. Não por enquanto.</p>
<p>Sou desapegado com a matéria sim e em muitas formas, com as pessoas também.</p>
<p>==</p>
<p>Às vezes eu tenho vontade de fechar todas as portas e passar a chave na fechadura, dar as costas ao que passou e só andar na direção do sol nascente.</p>
<p>Talvez porque eu não consiga ficar imóvel e, contudo, ainda não tenha aprendido a dar os movimentos corretamente, ainda acho que é preferível caminhar sem destino que esperá-lo bater à porta, com o chá à mesa.</p>
<p>==</p>
<p>Tenho pensado em me fechar digitalmente: matar o blogue, matar os flogs, os álbuns de fotos, os tuíteres, listas de discussão, instant messengers e afins. Pela primeira vez penso seriamente em fechar tudo mesmo e cuidar dos meus.</p>
<p>Mas acho que esse é um desapego que ainda não sou capaz de fazer. Não por enquanto.</p>
<p>==</p>
<p>Escrevo menos e menos a cada dia aqui. Não é que tenha desistido de escrever, muito pelo contrário. Participo de um velho hábito digital de discutir em listas de (dã!) discussões. Ali tergiverso sobre política, ciência, filosofia, música, fotografia.</p>
<p>Falo pouco sobre o que sei e muito -muitíssimo- sobre o que sei que não sei. Escrevo tanto que daria para encher uns livros só com a quantidade de asneira petulante destilo nos emails.</p>
<p>Ainda bem que por ali fica, por ali morre. Contexto é tudo.</p>
<p>==</p>
<p>Não me canso de olhar para os céus de São Paulo. Já escrevi sobre isso e não me repetirei.</p>
<p>Não por enquanto.</p>
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		<title>carta do dia: cavaleiro de paus</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 12:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[casa]]></category>
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		<category><![CDATA[personare]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>

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		<description><![CDATA[Aventurar-se é preciso!
O Cavaleiro de Paus como arcano de conselho para este momento de sua vida sugere que é chegado o momento de partir na direção de novas aventuras, Zander. Está na hora de espanar a poeira e deixar o passado para trás! Parta confiante na direção do que você deseja, pois as possibilidades de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Aventurar-se é preciso!</strong></p>
<img title="Cavaleiro de Paus" src="http://personare.com.br/deprecated/gifs/tarot/marselha/grande/arcano62.jpg" alt="conselho: trilhe os caminhos da aventura" width="276" height="380" />
<p>O Cavaleiro de Paus como arcano de conselho para este momento de sua vida sugere que é chegado o momento de partir na direção de novas aventuras, Zander. Está na hora de espanar a poeira e deixar o passado para trás! Parta confiante na direção do que você deseja, pois as possibilidades de sucesso são bastante altas. Saiba, todavia, dar-se senso de limites. Diante das vitórias iniciais, não se engane, não caia na tentação de achar que a situação estará para sempre garantida. Afinal, é quando nos vemos em situação vitoriosa que tendemos a abrir a guarda e a cometer atos imprudentes. Você ficará bastante feliz com uma vitória, mas não permita que a alegria elimine o seu poder de planejar. </p>
<p>O Cavaleiro de Paus informa que este é um momento de mudança: de casa, de emprego, de qualquer coisa que já estava velha e superada em sua existência. Momento de se abrir para o novo, Zander! </p>
<p><strong>Conselho:</strong> <em>Trilhe os caminhos da aventura!</em></p>
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		<title>Que tenhamos um bom dia</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 21:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acordar é sempre uma aventura. Nunca se sabe o que o dia reserva para ti. Em alguns, os augúrios são auspiciosos: acordar meia hora antes do despertador (ou computador, ou celular, ou a obra do vizinho) tocar; descobrir-se atrasado, mas verificar que teu chefe chegou bem depois de ti; ir almoçar com uma pessoa querida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acordar é sempre uma aventura. Nunca se sabe o que o dia reserva para ti. Em alguns, os augúrios são auspiciosos: acordar meia hora antes do despertador (ou computador, ou celular, ou a obra do vizinho) tocar; descobrir-se atrasado, mas verificar que teu chefe chegou bem depois de ti; ir almoçar com uma pessoa querida que veio te dar uma notícia ruim, mas dar tempo para caminhar sob o céu azul e o sol outonal em São Paulo; receber uma ligação com um sotaque impossível e ver que terá de procurar seu passaporte em breve, muito breve; confirmar que o imposto de renda será mais amigo esse ano e há uma chance de ter uma devolução mais gordinha, ainda que injusta.</p>
<p>Em outros, o sorriso do teu colega pode vir torto; aquelas pessoas que te prometiam uma companhia dizem que não poderão papear; os emails vêm lacônicos e com montes de pepinos nos silêncios que eles deixam a entender; a festa que você contava em ir perde a graça.</p>
<p>E você descobre que alguém que te ama muito está triste porque você não dá a devida a atenção.</p>
<p>E não é a primeira vez.</p>
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		<title>Lembranças ao cair da tarde</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 19:49:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma amiga me disse que nunca viu o pai dela dizer-lhe &#8220;eu te amo&#8221;. Nunca ouvi do meu. Tampouco lembro de minha mãe, avó, tios, primas dizer, dizerem.
Eu, sempre. Até futilmente. Até para quem não mereceu.
Eu lembro de ver minha mãe pintando as unhas na sala e chorando um amor frustrado. Lembro de minha avó [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma amiga me disse que nunca viu o pai dela dizer-lhe &#8220;eu te amo&#8221;. Nunca ouvi do meu. Tampouco lembro de minha mãe, avó, tios, primas dizer, dizerem.</p>
<p>Eu, sempre. Até futilmente. Até para quem não mereceu.</p>
<p>Eu lembro de ver minha mãe pintando as unhas na sala e chorando um amor frustrado. Lembro de minha avó desesperada pelo neto que casava novo, assim como fora o filho desamado. Lembro de coisas que me doem no core, mas não consigo me lembrar dos sorrisos, das piadas, das brincadeiras, das pequenas felicidades do dia. Não lembro desses dias, dessas efemérides, mas lembro que éramos todos felizes na nossa miséria classe média diária. O riso existia, tenho certeza inabalável disso.</p>
<p>Não queria outra infância. É o que me fez o que sou.</p>
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		<title>compreensões</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 14:20:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu não consigo entender o porquê das nossas morais serem voltadas às obrigações e não aos prazeres. Não entendo o porquê de nossos ódios serem mais e freqüentes que nossos amores e o sentido de acordar às 6h da manhã se não for para ver o sol nascer ou voltar para casa sentindo a maresia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não consigo entender o porquê das nossas morais serem voltadas às obrigações e não aos prazeres. Não entendo o porquê de nossos ódios serem mais e freqüentes que nossos amores e o sentido de acordar às 6h da manhã se não for para ver o sol nascer ou voltar para casa sentindo a maresia turvar o Sol.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre Watchmen, o filme, e a violência do ser humano</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 01:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje eu li um texto de um amigo que normalmente escreve umas boas piadas que me pegou na virada da esquina. Normalmente ele disserta sobre política, futebol e nerdices afins com uma verve de humor rara. Sarcasmo e ironia de primeiríssima qualidade saem daquelas páginas virtuais e tinta digital.
Mas o puto me manda um texto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje eu li um texto de um <a href="http://oimperador.wordpress.com/">amigo</a> que normalmente escreve umas boas piadas que me pegou na virada da esquina. Normalmente ele disserta sobre política, futebol e nerdices afins com uma verve de humor rara. Sarcasmo e ironia de primeiríssima qualidade saem daquelas páginas virtuais e tinta digital.</p>
<p>Mas o <a href="http://oimperador.wordpress.com/">puto</a> me manda um <a href="http://oimperador.wordpress.com/2009/04/07/de-valeria-para-valeria/">texto desconcertante</a>. Uma narrativa inteligente, brincalhona, excepcional e única. O sinal definitivo que o <a href="http://oimperador.wordpress.com/">cretino</a> tem um talento inegável e se ele quiser – apenas se ele quiser – se tornará um dos maiores cronistas/contistas/escritores desse país.</p>
<p>É foda ver algo tão raro acontecer ali, na tua frente, na mesa do boteco. Sentir o cheiro da história acontecendo. É de uma violência incomensurável, como se fosse um tapa na cara que ecoasse por meses a vir.</p>
<p>Mas isso até agora não tem nada a ver com <a href="http://watchmenmovie.warnerbros.com/">Watchmen</a>, exceto o fato que esse mesmo <a href="http://oimperador.wordpress.com/">calhorda</a> não tinha lido os gibis até bem pouco tempo – e ele se dizia fã de HQs – mas foi ver o filme com afã de fã, de quem cresceu lendo Alan Moore e tendo sonhos lisérgicos a partir do mofo acumulado em páginas de quadrinhos da Editora Abril e um paralelo forçado que tento fazer.</p>
<p>Quando <a href="http://watchmenmovie.warnerbros.com/">Watchmen</a> foi anunciado, eu fiquei com os cabelos do pescoço (e até o rego, confesso) arrepiados de expectativa pela estréia. Era um dos meus ícones quadrinísticos migrando de mídia. Já tinha gostado de V de Vingança, mas o tom lírico-anarquista do gibi havia se perdido. Havia amado a versão do Homem de Ferro e gostado muito do novo Hulk (o último filme, o que se passa no Brasil) e achado que finalmente acertaram o tom nos dois Batmen.</p>
<p>Mas treino é treino e jogo é jogo, né? <strong>Watchmen</strong> e <strong>The Dark Knight Returns</strong> são quadrinhos-marco da arte seqüencial e, mesmo tendo outras obras que inovaram mais, tiveram melhores roteiros, melhores artes, venderam mais e etc., essas duas sintetizam tudo aquilo que os quadrinhos deixaram de ser nos anos 80 e passariam a ser nos anos seguintes (até voltarem a ser o que eram nos anos 70, mas isso é outro assunto, outro texto, outro blogue).</p>
<p>Quando um quadrinho (ou peça, ou romance, ou canção) migra de mídia e vira filme/série de televisão/desenho animado é esperado que haja concessões na história, no visual e no ritmo da coisa. No caso, comprimiu-se material suficiente para uma minissérie da HBO em quase três horas de filme e – na minha modesta opinião – tivemos um resultado espetacular.</p>
<p>Humor na hora certa (na mais ridícula possível), referências quadrinísticas mantidas e respeitadas, personagens reconhecíveis até na sombra e o grau de suspensão de realidade necessária para o tema. Mas isso não torna o filme genial ou brilhante. O Watchmen, the movie é apenas um puta filme de heróis que tentam salvar o mundo. As discussões, as viagens, os conflitos emocionais, as nuances suaves? Que fiquem no papel, onde funcionam bem melhor que na tela.</p>
<p>O paralelo? Ah! É quando uma pessoa sai da caixinha para fazer algo diferente corre seus riscos. Corre o risco de ser genial.</p>
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		<title>Do que são feitas as estrelas?</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 20:38:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sou um possuidor de um coração vagabundo. Desses desclassificados mesmo. Nunca tive medo de me atirar ao chão e pedir carinho, fingir de morto, virar a barriga para cima, olhar com orelhas caídas e olhos grandes para quem queria/fingia me dar afeto. Certa feita, menina me subornou com um beijo se fizesse eu uma cena [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou um possuidor de um coração vagabundo. Desses desclassificados mesmo. Nunca tive medo de me atirar ao chão e pedir carinho, fingir de morto, virar a barriga para cima, olhar com orelhas caídas e olhos grandes para quem queria/fingia me dar afeto. Certa feita, menina me subornou com um beijo se fizesse eu uma cena em plena Praça Saens Peña. Não fiz a cena por vergonha – esse sentimento estúpido e inútil, especialmente a vergonha alheia – e fiquei sem. Acho que ali tracei uma linha no chão e me recusei a cruzar.</p>
<p>Obviamente, com a idade, as vergonhas tendem a deixar de travar a mão. Mas essas trocam de nome e passam a se chamar de “conveniência”. Pois, como se diz no mundo da moda, tudo pode, mas nem tudo convém.</p>
<p>Estava no chope, conversando com amigos e conhecidos (mais desses que daqueles) e, ao voltar para casa, lembrei de pessoas com quem eu queria dividir a noite, seja no papo moleque, na conversa de várzea, no papo-furado arte, ou no aconchego de lençóis da minha cama king size. Tudo armadilha da necessidade de autopsiar a minha própria melancolia. Resultado: muito chope e uma enxaqueca pela manhã.</p>
<p>Passam-se os dias, as inspirações para escrever, as tarefas burocráticas d’A firma, as oportunidades de ficar milionário, os 2,4km que caminho de volta para casa quase que diariamente e eu, preso em uma nostalgia das coisas que deixei de fazer.</p>
<p>Nem São Paulo, com seus céus azuis e seus poentes impossíveis me comovem mais.</p>
<p>Aí, a amiga <a title="Cartas de Hades, por Mariana Blanc" href="http://cartasdehades.blogspot.com" target="_blank">Mariana Blanc</a> posta no seu perfil do Orkut: “Do que são feitas as estrelas? saudade.” Se for verdade, minha estrela brilha forte, cada vez mais forte.</p>
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		<title>DC (Watchmen) vs. Marvel</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 11:47:06 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1n3VSw1XBOo&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/1n3VSw1XBOo&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Coralie Clément &#8211; Je ne sens plus ton amour</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 14:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[chanson française]]></category>
		<category><![CDATA[coralie clément]]></category>
		<category><![CDATA[etienne daho]]></category>

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		<description><![CDATA[Je ne sens plus ton amour
J&#8217;ai mal aux yeux
J&#8217;ai mal aux yeux de l&#8217;amour
Je met ma main au feu
Je ne sens plus ton amour
C&#8217;est ennuyeux
Que ça rende aveugle et sourd
Et si malheureux
Tu m&#8217;as dit d&#8217;une voix glacée
Tu commences à m&#8217;agacer
Je ne sens plus ton amour
Mon amoureux
Suis-je ta roue de secours ?
Attendais tu mieux ?
Je ne [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Je ne sens plus ton amour<br />
J&#8217;ai mal aux yeux<br />
J&#8217;ai mal aux yeux de l&#8217;amour<br />
Je met ma main au feu</p>
<p>Je ne sens plus ton amour<br />
C&#8217;est ennuyeux<br />
Que ça rende aveugle et sourd<br />
Et si malheureux</p>
<p>Tu m&#8217;as dit d&#8217;une voix glacée<br />
Tu commences à m&#8217;agacer</p>
<p>Je ne sens plus ton amour<br />
Mon amoureux<br />
Suis-je ta roue de secours ?<br />
Attendais tu mieux ?</p>
<p>Je ne sens plus ton amour<br />
Si radieux<br />
Et je n&#8217;ai aucun recours<br />
Tu fais comme tu veux</p>
<p>Tu m&#8217;as dit d&#8217;une voix sincère<br />
Ne me laisse pas prendre l&#8217;air</p>
<p>Je ne sens plus ton amour<br />
C&#8217;est facheux<br />
Que tu joues 10 heures par jour<br />
Dans le salon bleu</p>
<p>Je ne sens plus ton amour<br />
J&#8217;ai mal aux yeux<br />
J&#8217;ai mal aux yeux de l&#8217;amour<br />
Je met ma main au feu</p>
<p>Tu m&#8217;as dit d&#8217;une voix glacée<br />
Ne me laisse pas me casser</p>
<p>Je ne sens plus ton amour<br />
Je ne sens plus ton amour<br />
Je ne sens plus ton amour<br />
Je ne sens plus ton amour<br />
Je ne sens plus ton amour<br />
Mon amour</p>
<p><a href='http://casadozander.com/wp-content/uploads/2009/03/05-je-ne-sens-plus-ton-amour.mp3'>ouça aqui!</a></p>
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		<title>Lua</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 11:08:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lua]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[teste do tripé da máquina.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>teste do tripé da máquina.<br />
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/zander_cp/3326644141/"><img alt="Lua" src="http://farm4.static.flickr.com/3538/3326644141_526c6f688c.jpg?v=0" title="Lua" width="450" /></a><p class="wp-caption-text">Lua</p></div></p>
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		<title>da blogosfera</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 13:03:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Definitivamente vou tirar do meu google reader os blogues que postarem descaradamente apenas propaganda.
Na boa, nada contra, mas não.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Definitivamente vou tirar do meu google reader os blogues que postarem descaradamente apenas propaganda.</p>
<p>Na boa, nada contra, mas não.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Carnaval no Rio &#8211; 1955</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 20:26:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Xmmel1WrXXE&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Xmmel1WrXXE&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>quatro questões em moto-contínuo</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 18:33:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cansaço]]></category>
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		<category><![CDATA[os quatro cavaleiros do apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[perda]]></category>

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		<description><![CDATA[sabe qual o pior medo? é o de perder o que se tem.
e a maior frustração? a de ter tido medo de se lançar no abismo.
e o maior cansaço? de ter sucessivas frustrações.
e a maior perda? a de cansar de si mesmo.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>sabe qual o pior medo? é o de perder o que se tem.</p>
<p>e a maior frustração? a de ter tido medo de se lançar no abismo.</p>
<p>e o maior cansaço? de ter sucessivas frustrações.</p>
<p>e a maior perda? a de cansar de si mesmo.</p>
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		<title>Repúdio e solidariedade</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 14:12:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ante a viva lembrança da dura e permanente violência desencadeada pelo regime militar de 1964, os abaixo-assinados manifestam seu mais firme e veemente repudio a arbitraria e inverídica revisão histórica contida no editorial da Folha de S. Paulo do dia 17 de fevereiro de 2009. Ao denominar ditabranda o regime político vigente no Brasil de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Ante a viva lembrança da dura e permanente violência desencadeada pelo regime militar de 1964, os abaixo-assinados manifestam seu mais firme e veemente repudio a arbitraria e inverídica revisão histórica contida no editorial da Folha de S. Paulo do dia 17 de fevereiro de 2009. Ao denominar ditabranda o regime político vigente no Brasil de 1964 a 1985, a direção editorial do jornal insulta e avilta a memória dos muitos brasileiros e brasileiras que lutaram pela redemocratização do pais. Perseguições, prisões iníquas, torturas, assassinatos, suicídios forjados e execuções sumarias foram crimes corriqueiramente praticados pela ditadura militar no período mais longo e sombrio da historia política brasileira. O estelionato semântico manifesto pelo neologismo ditabranda e, a rigor, uma fraudulenta revisão histórica forjada por uma minoria que se beneficiou da suspensão das liberdades e direitos democráticos no pós-1964.</p>
<p>Repudiamos, de forma igualmente firme e contundente, a Nota de redação, publicada pelo jornal em 20 de fevereiro (p. 3) em resposta as cartas enviadas a Painel do Leitor pelos professores Maria Victoria de Mesquita Benevides e Fabio Konder Comparato. Sem razões ou argumentos, a Folha de S. Paulo perpetrou ataques ignominiosos, arbitrários e irresponsáveis a atuação desses dois combativos acadêmicos e intelectuais brasileiros. Assim, vimos manifestar-lhes nosso irrestrito apoio e solidariedade ante as insólitas criticas pessoais e políticas contidas na infamante nota da direção editorial do jornal.</p>
<p>Pela luta pertinaz e consequente em defesa dos direitos humanos, Maria Victoria Benevides e Fabio Konder Comparato merecem o reconhecimento e o respeito de todo o povo brasileiro.</p></blockquote>
<p>assine a petição <a href="http://www.ipetitions.com/petition/solidariedadeabenevidesecomparat/index.html">aqui</a></p>
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		<title>Do meu moleskine falso</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 02:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu tenho uma letra horrorosa, quando escrevo com pressa. Para falar a verdade, tenho uma letra horrorosa quando não uso uma “máquina de escrever” o que, para mim, remonta à tenra idade de oito anos, quando ganhei a minha Olivetti Portátil de natal.

Não era um presente usual, eu sei, mas minha mãe não tinha achado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tenho uma letra horrorosa, quando escrevo com pressa. Para falar a verdade, tenho uma letra horrorosa quando não uso uma “máquina de escrever” o que, para mim, remonta à tenra idade de oito anos, quando ganhei a minha Olivetti Portátil de natal.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1040" title="olivetti-portatil" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2009/02/olivetti-portatil-400x300.jpg" alt="olivetti-portatil" width="400" height="300" /></p>
<p>Não era um presente usual, eu sei, mas minha mãe não tinha achado o “avião que dava mil piruetas” para vender (o que era bem provável, já que ele só existia na minha imaginação) mas tinha se virado em seis para comprar o “robô que dava cambalhotas”, o “carro que bate-e-volta” e a indefectível bicicleta de rodinhas.</p>
<p>Fato é que não posso me queixar de presentes quando criança. Não mesmo. Já quando adolescente, a história era outra e fica para outra história.</p>
<p>Mas eu falava da minha letra horrorosa – tão feia que nem eu mesmo consigo lê-la quando tento rever minhas anotações – e da minha mania de comprar cadernos e blocos e canetas e lápis. Acho que a minha letra é a minha primeira frustração.</p>
<p>Todos em casa tinham uma letra desenhada. Minha tia até hoje tem uma caligrafia personalíssima e inteligível à distância. Minha mãe tem um traço firme e nervoso, mais parecido com caminhos de formiga. Ainda assim, legível até no escuro. Do meu tio mais velho só lembro dos números, das contas. Precisas, calaras. Dos tios mais novos, não lembro nada.</p>
<p>Fiz caligrafia por um tempo, mas desistia como bom preguiçoso do signo do porco. Dava trabalho e eu escrevia melhor e mais rápido na Olivetti. Pena que era muito pesada para levar à escola. Pena que não dava para escrever com ela nas provas e nas redações.</p>
<p>Um pouco mais tarde, ganhei meu primeiro computador – um TK85 – seguido logo, logo, do segundo – um Hotbit/MSX – que veio a ser o centro da minha primeira “estação de trabalho”: computador, monitor (uma TV), impressora matricial de oitenta colunas e um disk drive de 5 ¼ polegadas. Com a chegada da impressora, a caligrafia há muito abandonada foi de vez para as cucuias. Com o micro, as minhas outras frustrações ficavam mais patentes.</p>
<p>O bichinho “tocava” música, se eu o programasse, e eu sabia ler um pouco de notação musical. Então lá ia o pequeno Zander programar no computador as partituras que ele não conseguia – nem tentava muito – tocar no violão. “Afinal de contas, eu queria um baixo!” – era a minha desculpa – “E nem para ganhar presente direito!” – eu completava com a malcriação típica dos quinze anos. Amava música (se é que punk rock pode ser chamado de música) e não tocava patavinas. O mesmo se aplicava para as meninas: amava-as e necas de pitibiriba de descolar  umazinha que fosse.</p>
<p>Obviamente tudo era desculpa para uma falta de empenho meu. Se eu quisesse comprar um contrabaixo, que eu economizasse nos gibis e livros, né? Ou que eu deixasse de comprar tanto vinil, ou que eu vendesse o meu super-hiper-som modular da Philips e fizesse mais umas aulas de violão para eu mostrar que me empenhava em alguma coisa de verdade, que não me viesse fácil. Reclamar da vida sempre fora mais fácil que fazer o meu desejo virar a verdade.</p>
<p>Acho que ouvi uma vez alguém dizer que amadurecer é colecionar frustrações.</p>
<p>Falo disso tudo porque, vira e mexe, me acho uma farsa. Uma farsa no trabalho, com os amigos, com a família, com os amores. Não tenho metade da inteligência que presumo ou apresento, um terço do talento que me atribuem, um décimo da capacidade que vendo, um centésimo da compreensão e da tolerância para os meus entes queridos e um milésimo da capacidade de amar que qualquer ser humano merece.</p>
<p>É como me sinto nas noites insones de calor do Rio de Janeiro. Como uma farsa de mim mesmo, esboço de alguém que eu nunca poderei ser plenamente apenas porque escrever as letras de forma legível dá mais trabalho que inventar o texto do meio dos meus garranchos.</p>
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		<title>A casa da minha infância – Luis Nassif</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 04:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acabei de ler o último livro de contas do Luis Nassif, A casa da minha infância (Ed. Agir, 264 pág.), e a impressão que eu tive foi parecida com a de muitos outros livros de contos e crônicas que eu tenho lido nos últimos anos.
Não sei se, dado o evento dos blogues, os textos produzidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de ler o último livro de contas do <a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/">Luis Nassif</a>, <a href="http://www.ediouro.com.br/acasadaminhainfancia/">A casa da minha infância</a> (Ed. Agir, 264 pág.), e a impressão que eu tive foi parecida com a de muitos outros livros de contos e crônicas que eu tenho lido nos últimos anos.</p>
<p>Não sei se, dado o evento dos blogues, os textos produzidos e lançados na ionosfera – me recuso a chamar esse agrupamento de textos eletrônicos de blogosfera – tendem paulatinamente a serem rasos, fracos, curtos na personalidade e na memória. Não me excluo disso, absolutamente, mas conto nos dedos de um maneta os blogues que me deixam boas impressões ditas literárias.</p>
<p>Até porque literatura não é blogue nem vice-versa. Ou não.</p>
<p>Reconheço a importância da mídia em si. O <em>do it yourself</em> literário é uma revolução que meus netos conseguirão avaliar, assim como o <em>jazz</em> para os da minha geração. No caso do proto-jornalismo, ou o jornalismo autônomo, eu nem entro em discussão. Até porque os blogueiros ditos jornalistas mantém a tradição do texto pobre, raso e insípido que é norma vigente desde que as fotos dos famosos passaram a valer mais que as “letrinhas” que as acompanhavam.</p>
<p>Mas tergiverso do tema. Li o livro do jornalista e blogueiro Luis Nassif mas acho que ele padece – ao mesmo tempo – do mesmo problema que os colegas de publicação digital e do de coletânea de crônicas/contos. No primeiro caso, ele apresenta seguidamente boas idéias que se perdem com a urgência do texto. Dá sinal que o <em>send</em> ou o <em>publish</em> falaram mais alto que o carinho com as palavras, com as sentenças. Há até erros crassos, como um parágrafo inteiro sem um verbo na crônica que trata do Sivuca. E não se tratava de recurso lingüístico, mas de urgência em contar uma história de que – acima de tudo – merecia um pouco mais de  esmero.  No segundo caso, apresenta-se a papa-fina logo no início, para cativar o leitor de pé de livraria e fazê-lo correr para o caixa. Não é coisa incomum, apresentar os textos que bambeiam as pernas nas vinte primeiras páginas e “A casa da minha infância” não faz diferente.</p>
<div id="attachment_1035" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><a href="http://www.ediouro.com.br/acasadaminhainfancia/"><img class="size-medium wp-image-1035" title="A casa da minha infância – Luis Nassif" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2009/02/a-casa-da-minha-infancia-luis-nassif-400x281.jpg" alt="A casa da minha infância – Luis Nassif" width="400" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">A casa da minha infância – Luis Nassif</p></div>
<p>Óbvio que isso é preciosismo da minha parte e é óbvio que o livro não é despido de emoção ou profundidade. Por exemplo, quando li da morte do seu Oscar ou da transcrição da entrevista de Natalício Moreira Lima bate aquela vontade de ler mais e de carregar consigo os personagens da história. De fazer parte daquela família, de querer ter sido testemunha das desventuras do índio. Mas é onde a emoção e jeito gostoso de contar história falam mais alto, é que se esconde a decepção do ponto final.</p>
<p>E isso é mais porque o todo não acompanha os pedaços que falta de talento ou técnica. Uma pena.</p>
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		<title>Insônia e enxaqueca</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 04:28:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E então eu embarco no ônibus da viação Itapemirim com uma leve dor de cabeça. É fome, penso. Como o lanche que vem de brinde e a diaba não passa. Coloco uns filmes para ver no lepitópi -Battlestar Galatica está sensacional!- e a dor de cabeça só piora. É o balançar do ônibus, penso. Desligo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E então eu embarco no ônibus da viação Itapemirim com uma leve dor de cabeça. É fome, penso. Como o lanche que vem de brinde e a diaba não passa. Coloco uns filmes para ver no lepitópi -Battlestar Galatica está sensacional!- e a dor de cabeça só piora. É o balançar do ônibus, penso. Desligo tudo e tento cochilar. Nada. Só começa a espalhar do lugarzinho detrás do olho onde a cefaléia mora, desce pro ombro e se estica como arame até o dedão do pé. É enxaqueca, decreto.</p>
<p>Daí espero a parada de sempre, compro uma caixa de neosaldina -santa salvadora hosana nas alturas- e tomo quatro. Não passa. Quatro horas de batidas na cabeça no vidro entre as cochiladas da viagem para ver se o crânio rachava ou a dor cedia. Nem um nem outro. Chego em sampa e parece que a coisa melhora um pouco. Tô bom, me iludo. Nada feito: era a endorfina da manhã dando o seu alívio. Oito horas decido tomar Novalgina(tm) para ver se a diaba cede. Nada. Mais um grama do remédio santo -salve salve hosana nas alturas- e parece que começa a ceder. Tomo mais dois gramas só para ver se o negócio anda mais rápido. Anda sim e eu chapo na cama como um bebê.</p>
<p>Acordo às 15h com o dia perdido. Ainda bem que avisei à chefe, penso. Agora, às 2h22 fico fazendo desejos de sono de volta.</p>
<p>Saco.</p>
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		<title>Amigos</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 18:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Idas e vindas estão fazendo parte da minha vida como rotina semanal e, se tudo continuar nesse passo de cágado manco, ainda serão rotina triste durante um bom tempo. A parte boa da rotina é que o querer ir se confunde com o querer voltar. Por conta da regularidade, os reencontros ficam mais raros.
Talvez por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Idas e vindas estão fazendo parte da minha vida como rotina semanal e, se tudo continuar nesse passo de cágado manco, ainda serão rotina triste durante um bom tempo. A parte boa da rotina é que o querer ir se confunde com o querer voltar. Por conta da regularidade, os reencontros ficam mais raros.</p>
<p>Talvez por ter certeza que estarei na semana que vem de volta, estarei por ali mesmo, descuido dos outros. Descuido de minha filha, descuido dos amigos, descuido de mim por extensão.</p>
<p>Avisaram-me que desistiram de mim. É justo.</p>
<p>Justíssimo.</p>
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		<title>a verdade sobre Bruno Aleixo</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 10:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<title>do jazz e do blues</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 20:21:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu já disse que me acho muito velho pro rock e muito novo pro jazz, mas há um quê de imprecisão aí.
Quando ouço a palavra &#8220;roque&#8221;, saco logo o meu Centrium Silver e fico esperando a legião de barrigudos-pós-cabeludos-quarentões que ainda acham legal se embriagar de cerveja de péssima qualidade, subir em motos esporrentas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já disse que me acho muito velho pro rock e muito novo pro jazz, mas há um quê de imprecisão aí.</p>
<p>Quando ouço a palavra &#8220;roque&#8221;, saco logo o meu Centrium Silver e fico esperando a legião de barrigudos-pós-cabeludos-quarentões que ainda acham legal se embriagar de cerveja de péssima qualidade, subir em motos esporrentas e que berram &#8220;Jim Morrison não morreu!&#8221;.</p>
<p>Morreu sim, porra.</p>
<p>Há algo de lamentável nessa busca da adolescência perdida. Não falo isso isento de culpa, mea culpa, mas o limite do ridículo fica ali à beira avisando: &#8220;Ó, você tá ridículo com essa camisa do sex pistols. Você não está em 1979. Camisa rasgada com o A de anarquia também não! Tome tento!&#8221; Ia falar de géz e acabo falando de roque, né? Pois é.</p>
<p>Da mesma forma, é tão ridículo alguém mandar do nada &#8220;vamos ouvir Coltrane e fumar umzinho?&#8221; Ou sacar de um cubano no meio do boteco dizendo &#8220;essa porra custou mais que teu salário&#8221; pro garçom.</p>
<p>Pra mim é coisa de quem precisa mijar em torno de si pro ego dormir mais tranquilo.</p>
<p>Tenho birra com jazz desde que me entendo. Gostava, quando era punk-rocker na idade certa, do Miles Davis e da versão que eu tinha de Stella by Starlight e adorava viajar ouvindo a gravação em K7 do LP da coleção Abril de Jazz.</p>
<p>Coisas do milênio passado.</p>
<p>Já do Blues eu nunca me encantei. Gosto, ouço, curto, mas não me encanta. E blues é muito isso, né? é encanto triste, é o escravo dizendo que sofre para caralho e que a mulher que lhe botou um chifre não merece o homem que tem mas se ela quiser voltar ele tá ali de portas abertas. Ou isso seria o country? Não sei. Para mim é tudo coisa de dor de corno e para isso temos o Chico Buarque que canta tudo isso em &#8220;brasileiro&#8221; mesmo.</p>
<p>Fico me lembrando do Jim Morrison boiando, azul, em Paris. Tem coisa mais blues que isso?</p>
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		<title>da felicidade</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 13:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu tenho uma confissão a fazer: nunca estive tão feliz na minha vida. E não é essa felicidade de paixão ou de time que ganha o campeonato.
Até porque, no primeiro quesito, a paixão foi substituída por um amor mais sereno e perene e, no segundo, o meu time foi rebaixado para a segunda divisão.
É que, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tenho uma confissão a fazer: nunca estive tão feliz na minha vida. E não é essa felicidade de paixão ou de time que ganha o campeonato.</p>
<p>Até porque, no primeiro quesito, a paixão foi substituída por um amor mais sereno e perene e, no segundo, o meu time foi rebaixado para a segunda divisão.</p>
<p>É que, graças a uma amiga, eu entendi que olhava a vida com os olhos de quem não espera a morte, de quem acha que a vida vai se estender para sempre. Eu, que sempe combati ideologicamente a eternidade, me comportando como quem crê no eterno.</p>
<p>Resolvi admitir para mim o fim das coisas, que a dor faz parte dos processos de tudo que é bom (e o alívio do que não prestava). Resolvi assimir a postura de quem é passageiro e quem quer deixar pegadas discretas na história.</p>
<p>Hoje, quero apenas as dores vindouras, as tristezas futuras, que o momento é de felicidade.</p>
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		<title>do trabalho</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 00:07:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ganhar dinheiro sem trabalhar]]></category>
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		<description><![CDATA[Olho pro lado e os papos são de como ganhar dinheiro sem trabalhar. Ou como ficar rico com o mínimo de esforço. Ou ainda da sorte que temos de ter para que a fortuna nos abra o sorriso de dentes de ferro e que não sejamos devorados.
Não sei se é devaneio meu, mas nõa entendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olho pro lado e os papos são de como ganhar dinheiro sem trabalhar. Ou como ficar rico com o mínimo de esforço. Ou ainda da sorte que temos de ter para que a fortuna nos abra o sorriso de dentes de ferro e que não sejamos devorados.</p>
<p>Não sei se é devaneio meu, mas nõa entendo o que há de errado com o trabalho. O simples fato de trablahar de sol a sol e garantir o pão por conta do suor, da dor extrair a gordura e a carne e do risco, o doce.</p>
<p>Aliás, entendo sim. Disse há pouco que saberia o que fazer no evento da mega-sena (ou será megassena?) e que tinha tudo planejado. Mentira. Tenho é a vontade inexorável de largar tudo e trbalhar em algo que me dê sentido e prazer. Todos os dias.</p>
<p>Não me reconheço no que faço.</p>
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		<title>do passado</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 20:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[amores]]></category>
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		<description><![CDATA[A coisa mais interessante sobre o passado é que ele sempre volta. Travestido de lembrança, disfarçado de reencontro, infiltrado num sonho ou num hábito repetido, ele sempre retorna de forma avassalador.
Acachapante, até.
Por vezes, queria que o passado lá ficasse, que o presente sempre me trouxesse o futuro. Ou vice-versa. Por vezes, queria me aninhar lá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A coisa mais interessante sobre o passado é que ele sempre volta. Travestido de lembrança, disfarçado de reencontro, infiltrado num sonho ou num hábito repetido, ele sempre retorna de forma avassalador.</p>
<p>Acachapante, até.</p>
<p>Por vezes, queria que o passado lá ficasse, que o presente sempre me trouxesse o futuro. Ou vice-versa. Por vezes, queria me aninhar lá atrás (engraçado como colocamos o passado atrás da gente, como se fosse a vida, uma estrada ou um rio quando o passado apenas foi-se) e mudar uma A ou B feito. Quase sempre agradeço por ser tudo que fui, não ter sido o que não fui, por cada decisão pensada e errada que tomei e cada desejo certo que cedi. Hoje, agradeço ao passado ter-me batido à porta e dito: &#8220;bora aí!&#8221;</p>
<p>Engraçado. Hoje, agradeço ao que fui e ao que derramei.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>dez mais oito</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 16:47:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[dezoito anos]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu tinha um sonho, quando tinha dezoito anos. Nos dezoito anos que eu tinha, sonhava em ter trinta e muitos, filhos poucos e histórias. Várias. Eu tinha dezoito anos quando meus sonhos foram devorados.
Hoje tenho o que sobra dos sonhos, o que resta da esperança de vê-los de pé, sorrindo e tomando vento e sol [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tinha um sonho, quando tinha dezoito anos. Nos dezoito anos que eu tinha, sonhava em ter trinta e muitos, filhos poucos e histórias. Várias. Eu tinha dezoito anos quando meus sonhos foram devorados.</p>
<p>Hoje tenho o que sobra dos sonhos, o que resta da esperança de vê-los de pé, sorrindo e tomando vento e sol e maresia e dizendo que o mundo é deles. Hoje me sobra o que tenho de lembranças de quando eu era maior e melhor e perfeito e tinha as verdades do mundo dentro de mim.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>rotina dos fins de semana</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 11:17:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[rotina]]></category>

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		<description><![CDATA[rodoviária carioca pela manhã. táxi. casa. acordo a moça. durmo. acordo. banho. casa da avó. almoço. papo. lanche. shopping. cinema. janto. casa. acordo domingo tarde. banho. almoço na casa da tia. papo. café na casa de amigos. casa. filmes (2). despedida. rodoviária. ônibus. sono. são paulo.
no ínterim, sexo sempre que conveniente.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>rodoviária carioca pela manhã. táxi. casa. acordo a moça. durmo. acordo. banho. casa da avó. almoço. papo. lanche. shopping. cinema. janto. casa. acordo domingo tarde. banho. almoço na casa da tia. papo. café na casa de amigos. casa. filmes (2). despedida. rodoviária. ônibus. sono. são paulo.</p>
<p>no ínterim, sexo sempre que conveniente.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rufus Wainwright &#8211; Tiergarten</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 03:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[Rufus Wainwright; Tiergarten; vídeo de música]]></category>

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		<description><![CDATA[Won&#8217;t you walk me through the Tiergarten?
Won&#8217;t you walk me through it all, darling?
Doesn&#8217;t matter if it is raining
Won&#8217;t you walk me through it all?
Even if the sun, it is blazing
Even if the snow, it is raging
All the elements, we must conquer
To get to the other side of town
I have suffered shipwreck against your dark [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Won&#8217;t you walk me through the Tiergarten?<br />
Won&#8217;t you walk me through it all, darling?<br />
Doesn&#8217;t matter if it is raining<br />
Won&#8217;t you walk me through it all?</p>
<p>Even if the sun, it is blazing<br />
Even if the snow, it is raging<br />
All the elements, we must conquer<br />
To get to the other side of town</p>
<p>I have suffered shipwreck against your dark brown eyes<br />
I have run aground against your broken down smiles<br />
Believe me when I tell you I have no place to go<br />
But to go where the wild flowers grow and the stone gardens bloom.</p>
<p>Won&#8217;t you walk me through the Tiergarten?<br />
Won&#8217;t you walk me through it all, darling?<br />
Doesn&#8217;t matter if it is raining,<br />
We&#8217;ll get to the other side of town.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PVeqFowP6o4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/PVeqFowP6o4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bruno Aleixo à escola</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 17:10:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Aleixo]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Veja mais de Bruno Aleixo aqui.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QfuoFL6Tbto&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/QfuoFL6Tbto&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Veja mais de Bruno Aleixo <a href="http://www.youtube.com/results?search_type=search_playlists&#038;search_query=bruno+aleixo">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>E eis que 2009 se anuncia (ou Sobre a arte de pender sobre o abismo)</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 20:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[ano novo]]></category>
		<category><![CDATA[reveilllon]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um ano termina e a sensação é – de novo – um milk-shake de alívio com sensação de tempo perdido. Nesse ano que passou a vida me trouxe algumas surpresas. A maioria realmente muito boa, o restante ainda está sob análise da distância emocional que só o tempo dá. 
Vocês já conhecem a velha história, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um ano termina e a sensação é – de novo – um milk-shake de alívio com sensação de tempo perdido. Nesse ano que passou a vida me trouxe algumas surpresas. A maioria realmente muito boa, o restante ainda está sob análise da distância emocional que só o tempo dá. </p>
<p>Vocês já conhecem a velha história, né? O amor que deu errado abre as portas para uma felicidade mais ampla, plena e absoluta (para ambas as partes); o emprego que te dispensou gerou uma reinvenção da maneira que você se colocava perante o mundo; os amigos que te humilharam no passado te fizeram escolher e entender melhor a humanidade. </p>
<p>Tudo isso só se dá com o passar do tempo.</p>
<p>Viver do passado é a essência da condição humana, racional. É através desse arremesso para o ontem que conseguimos ter certeza que haverá um amanhã. É paradoxal que só consigamos projetar o futuro através do seu oposto mas é assim que o homem funciona. É assim que gosto de ser.</p>
<p>Num papo de almoço dessa semana, falávamos sobre a vida e a morte e o que acontece nesse ínterim. Independente da fé e religião de cada um, a única coisa que me parece certa é que estamos sempre pendendo sobre um enorme abismo que nos devora dia-a-dia, comendo com fastio a essência criativa, a fagulha primeira, mas que é o responsável por nessa geração. É um Urano devorador de sonhos e gerador de monstros bípedes pensantes. Um senhor das chances que deu as condições para nos trazer até aqui apesar da improbabilidade da simples existência – da criação do universo até a chance de nossos pais se encontrarem, tudo é muito raro, único, uma loteria química altamente improvável – e apesar dessa mega-sena cósmica, estamos aqui desafiando as certezas e as firmezas do mundo.</p>
<p>Andamos numa corda-bamba de probabilidades entre o caos completo e o oblívio, entre a inércia e a explosão térmica. E nesse fio de existência criamos, construímos, vivemos, nomeamos, destruímos, esquecemos, amamos, desamamos, geramos, exterminamos, nascemos e morremos e crescemos como nossos pais e avós. Cada um de uma maneira única. Pessoal.</p>
<p>Somos improváveis, paradoxais, imprevisíveis, certos e inexoráveis.</p>
<p>Pois o que espero de 2009, é que ele seja mais humano que nunca, que seja paradoxal, improvável, imprevisível (apesar de certo e inexorável) e que me coloque cada vez mais balançando sobre o abismo que é a existência.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tarô do dia</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 12:50:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[tarô]]></category>
		<category><![CDATA[a lua]]></category>
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		<category><![CDATA[quietude]]></category>

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		<description><![CDATA[A Lua &#8211; A importância de aquietar-se e fazer silêncio
Neste momento, Zander, em que o arcano XVIII brota como carta conselheira, a recomendação veemente é a de que você procure se aquietar e não realizar movimentos. Existem fases em que a vida praticamente exige que “tiremos o nosso time de campo”, a fim de avaliar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Lua &#8211; A importância de aquietar-se e fazer silêncio</p>
<div id="attachment_987" class="wp-caption aligncenter" style="width: 286px"><a href="http://www.personare.com.br"><img src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/12/arcano18.jpg" alt="Arcano 18 - A Lua" title="Arcano 18 - A Lua" width="276" height="380" class="size-full wp-image-987" /></a><p class="wp-caption-text">Arcano 18 - A Lua</p></div>
<p>Neste momento, Zander, em que o arcano XVIII brota como carta conselheira, a recomendação veemente é a de que você procure se aquietar e não realizar movimentos. Existem fases em que a vida praticamente exige que “tiremos o nosso time de campo”, a fim de avaliar as coisas com maior inteireza e sagacidade. Você não está enxergando as coisas com clareza neste momento e, por isso mesmo, é melhor não agir do que tomar atitudes tolas que depois lhe conduzirão ao arrependimento. </p>
<p>Procure investigar seus sonhos e dar mais atenção à sua voz interior. Evite o contato com conselhos de outras pessoas, tente, ao menos por um tempo, voltar-se para o mais profundo de sua alma. Você poderá evitar muitos problemas futuros, a partir desta atitude. Na dúvida, afinal, o melhor é não agir. </p>
<p>Conselho: Momento de recuar.</p>
<p><em>do <a href="http://www.personare.com.br/">Personare</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>adeus à tribuna&#8230; adeus&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 17:30:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Através do blogue do Alex Castro fiquei sabendo que a Triibuna da Imprensa para de circular hoje.
Só posso lamentar a perda do espaço e a restrição cada vez maior para os profissionais da imprensa na cidade que outrora foi um farol de cultura e civilidade nos trópicos.
E não estou falando de Buenos Aires.
Segue, após o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Através do blogue do <a href="http://www.interney.net/blogs/lll/2008/12/02/tribuna_da_imprensa_para_de_circular_hoj/">Alex Castro</a> fiquei sabendo que a <a href="http://www.tribuna.inf.br/">Triibuna da Imprensa</a> para de circular hoje.</p>
<p>Só posso lamentar a perda do espaço e a restrição cada vez maior para os profissionais da imprensa na cidade que outrora foi um farol de cultura e civilidade nos trópicos.</p>
<p>E não estou falando de Buenos Aires.</p>
<p>Segue, após o link, a última coluna de <a href="http://www.tribuna.inf.br/index.htm">Hélio Fernandes</a>, na sua íntegra.<span id="more-985"></span></p>
<table border="0" cellspacing="5" cellpadding="1" width="450" align="center">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" valign="top">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; color: #000000;"></p>
<h3>A Justiça, que deveria garantir a liberdade de expressão, luta contra, impõe o silêncio</h3>
<p></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; color: #000000;">Com a mente revoltada e o coração sangrando, escrevo serenamente, mas com a certeza de que é um libelo que atinge, vai atingir e quero mesmo que atinja o sistema Judiciário. As palavras que coloquei como título desta comunicação representam a ignomínia judicial, que se considera poderosa e inatingível, mas é apenas covarde e insensível.</p>
<p>Retira-se dessa acusação global apenas a primeira instância. O juiz que em 1979 recebeu a ação desta Tribuna da Imprensa examinou imediatamente a questão e dividiu a ação em duas. Uma chamada de<strong>LÍQUIDA</strong>, que decidiu imediatamente e que, lógico, foi objeto de recursos indevidos, malévolos e protelatórios, que é a que está na mesa do ministro Joaquim Barbosa.</p>
<p>A outra, denominada de <strong>ILÍQUIDA</strong>, juntava e junta prejuízos ainda maiores, como desvalorização do título do jornal, lucros cessantes, páginas em branco durante 10 anos, perseguição aos anunciantes, que intimidados pessoalmente pelo então diretor da Receita deixavam de anunciar.</p>
<p>(Esse diretor da Receita Federal, Orlando Travancas, era feroz na perseguição e na intimidação. Não demorou muito, foi flagrado em crime de extorsão e corrupção, não quiseram prendê-lo, seria desmoralização para o regime. Foi aposentado luxuosamente, com proventos financeiros &#8220;generosos&#8221;).</p>
<p>A ação <strong>ILÍQUIDA</strong> dependia de <strong>PERÍCIA</strong>, que vem desde 1982, e não foi feita por irresponsabilidade e falta de interesse de dois lados. Acreditamos que agora andará em velocidade para recuperar o tempo perdido. Na ação dita <strong>LÍQUIDA</strong>, o competente juiz de primeira instância, cumprindo o seu dever, sem temor ou dificuldade, condenava a União ao pagamento da <strong>INDENIZAÇÃO</strong> devida a esta Tribuna.</p>
<p>De 1982 (primeira e única sentença) até este ano de 2008 (26 anos), a decisão do competente juiz de primeira instância foi naufragando na impunidade, no descuido, na imprudência dos chamados <strong>MAGISTRADOS SUPERIORES</strong>.</p>
<p>Em 26 de março de 1981, a ditadura agonizante mas vingativa explodiu prédios, máquinas e demais dependências desta Tribuna. Podíamos acrescentar isso na própria ação ou começar nova, com mais esse prejuízo colossal. Não quisemos. É fato também facilmente comprovável, não protestamos nem reivindicamos judicialmente em relação a mais esse terrorismo. Financeiro, econômico, irreparável.</p>
<p>O próprio Supremo Tribunal Federal não é <strong>INOCENTE</strong> ou<strong>DESCONHECEDOR</strong> do processo. Pois há quase 3 anos está na mesa de Joaquim Barbosa, &#8220;esperavam um negro subserviente, encontraram um magistrado que veio para fazer justiça&#8221;. Na prática está desmentindo a teoria. Negro ou branco, não importa a cor e sim a <strong>I-N-S-E-N-S-I-B-I-L-I-D-A-D-E</strong> como magistrado.</p>
<p>O ministro Joaquim Barbosa, do STF, com extrema boa vontade, recebeu o recurso inócuo da União, verdadeira litigância de má-fé, que sabia ser apenas <strong>PROTELATÓRIO</strong>. Os autos estão descansando em seu gabinete desde abril de 2006. Postura diferente adotou o douto procurador geral da República, Cláudio Lemos Fonteles, que há mais de 2 anos já fulminara o teratológico recurso como <strong>INADMISSÍVEL</strong>, sem razão de ser, vez que almeja <strong>REDISCUTIR</strong> o que já tinha sido pacificado nas instâncias inferiores, ou seja, o direito líquido e certo desta Tribuna da Imprensa ser indenizada por conta de danos morais e prejuízos materiais de vulto que sofrera, em decorrência de atos truculentos e de censura permanente dos governantes dos anos de chumbo e que quase levaram o jornal à falência.</p>
<p>Inexplicavelmente, repita-se, o bravo (ou bravateiro?) Joaquim Barbosa aceitou o afrontoso apelo da União que nem deveria ser conhecido, por conta quem sabe de um cochilo, displicência ou então não tem a sabedoria jurídica que tanto apregoa.</p>
<p>Nesse quadro, já dissemos e reiteramos que essa primeira indenização será toda destinada ao pagamento de <strong>DÍVIDAS</strong> obrigatórias contraídas por causa da perseguição incessante comprovadamente sofrida.</p>
<p>Em matéria de tempo, uma parte do Judiciário foi mais ditatorial do que a ditadura. Esta perseguiu o jornal das mais variadas formas, por 20 anos. A Justiça quer ver se chega aos 30 anos, por conta de sua repugnante<strong>MOROSIDADE, TÃO RUINOSA</strong> e imoral quanto a ilimitada violência perpetrada pela ditadura.</p>
<p>Se vivo fosse, o jurista Ruy Barbosa por certo processaria os lenientes julgadores do processo indenizatório ajuizado pela Tribuna contra a União há quase 30 anos e sem pagamento algum até hoje, porque para Ruy, que é tão festejado e citado, mas não imitado, <strong>JUSTIÇA ATRASADA NÃO É JUSTIÇA, SENÃO INJUSTIÇA QUALIFICADA E MANIFESTA</strong>. Até breve. Muito breve.</p>
<p><strong>PS</strong> - Esperamos que Joaquim Barbosa elimine rapidamente (pode fazê-lo em minutos) e sempre a <strong>INJUSTIÇA</strong> da <strong>JUSTIÇA</strong>, para que possamos retomar o caminho de quase 60 anos.</p>
<p><strong>PS 2 -</strong> Às 10 horas da manhã de ontem, esta Tribuna, com toda a Primeira comunicando a <strong>INTERRUPÇÃO MOMENTÂNEA DA NOSSA CIRCULAÇÃO</strong>, já estava na mesa dos ministros Joaquim Barbosa, (relator) e Gilmar Mendes (presidente), de outros ministros e várias autoridades. Dependendo deles a <strong>INTERRUPÇÃO MOMENTÂNEA</strong> poderá ser mudada rapidamente para <strong>INTERRUPÇÃO</strong> <strong>SUMARÍSSIMA</strong>.</p>
<p>Foi extraordinária a reação e a solidariedade à nossa edição de ontem, quando comunicávamos, usando toda a Primeira, que MOMENTANEAMENTE ESTA TRIBUNA ESTÁ SUSPENDENDO SUA CIRCULAÇÃO. De todas as partes do Brasil chegavam sugestões para que a TRIBUNA continuasse presente, no papel e na internet.</p>
<h5>Muitos, ou mais do que muitos, telefonavam HORRORIZADOS, (palavra textual) com o que acontece com um jornal que sempre lutou pelo Brasil, pela comunidade, pela defesa dos grandes e INVENCÍVEIS interesses nacionais.</h5>
<p>Citavam campanhas de defesa do patrimônio nacional, as lutas incansáveis e ininterruptas contra a DOAÇÃO das nossas riquezas, as batalhas a favor da aviação do Brasil, desde o ASSASSINATO da Panair (é de assassinato que se trata), mais tarde da Vasp e da Varig, todas sacrificadas, para que caminhoneiros se transformassem em senhores dos ares, acumulando fortunas.</p>
<h5>(O livro &#8220;Pouso Forçado&#8221; transcreve artigos inteiros deste repórter numa campanha de convicção, de razão e de emoção, pela manutenção da grande empresa da aviação nacional. A empresa área que representava tudo o que Santos Dummont sonhara para o transporte aéreo, a verdadeira aproximação dos países e dos povos.</h5>
<p>Desde os tempos combativos do Diário de Notícias, toda a atividade deste repórter foi concretizada na luta pela libertação nacional. Defendi tudo, jamais tive um período que fosse de ligação com algum ou qualquer grupo.</p>
<h5>Com tanta luta, tínhamos que ser sacrificados e imolados no combate ao verdadeiro assalto às nossas riquezas, nosso patrimônio, nosso território, nossa população. Mas não esperávamos, não acreditávamos, não admitíamos, que enquanto resistíamos, fôssemos trucidados pela Justiça, realmente INACREDITÁVEL.</h5>
<p>As últimas campanhas acirraram ainda mais a vontade e a decisão de liquidar esta Tribuna, no limiar dos seus 60 anos. Não tínhamos outra decisão, a não ser a de SUSPENDER MOMENTANEAMENTE a circulação desta Tribuna. Mas a grande maioria se insurge contra essa ausência, faz diversas propostas, lembranças ou sugestões, que estamos examinando.</p>
<h5>A mais sugestiva: enquanto o ministro Joaquim Barbosa não assume suas verdadeiras e apregoadas funções definidas por ele mesmo, textualmente, &#8220;como um negro que esperavam subserviente, mas veio para ser um verdadeiro magistrado&#8221;. A teoria está clara, basta que meia dúzia de palavras, transforme a apregoada TEORIA, numa PRÁTICA reconhecida pelo Brasil inteiro.</h5>
<h5>Estamos esperando, doutor ministro.</h5>
<p>Pelas manifestações que fomos recebendo durante todo o dia, do Brasil inteiro, o homem hoje mais citado se chama Joaquim Barbosa, ministro do Supremo Tribunal Federal. Da decisão dele, IMEDIATA e FINAL, depende a RESSURREIÇÃO de um jornal livre, que vem sofrendo durante toda a sua existência, pela dedicação à LIBERDADE de IMPRENSA, à DEMOCRACIA, ao INTERESSE NACIONAL, à DEFESA DO Nosso sagrado PATRIMÔNIO e TERRITÓRIO.</p>
<h5>Nossas três últimas campanhas que contrariaram muitos.</h5>
<p><strong>1 -</strong> A ignomínia e a indignidade de entregar a USIMINAS ao pobretão Steinbruch, que FALIDO, passou a milionaríssimo. Está respondendo a mais de 10 MIL AÇÕES, por crimes diversos.</p>
<p><strong>2 -</strong> A campanha incessante para a REESTATIZAÇÃO DA VALE.</p>
<p><strong>3 -</strong> A RETOMADA da Amazônia, entregue a 100 mil ONGs, e aos interesses mais escusos. Essa Amazônia, que é parte enorme e substancial da nossa riqueza e independência.</p>
<h5>Entre todas as sugestões, a mais razoável e até executável, é esta: enquanto esta Tribuna espera a hora de voltar como sempre foi durante 60 anos, sairia com apenas 4 páginas, mas o SUBSTANCIAL de sua existência seria a manutenção das colunas.</h5>
<p>Não apenas o artigo e a coluna deste repórter, mas as outras, que compõem o universo da OPINIÃO e da INFORMAÇÃO privilegiada, que sempre se constituíram no CARRO CHEFE do jornalismo IMPRESSO.</p>
<h5>Outra idéia também sustentável, é a manutenção desta Tribuna na internet. Embora a Tribuna tenha um site próprio, recebemos oferecimento de vários jornalistas, que têm sites e que querem &#8220;hospedar&#8221; esta Tribuna.</h5>
<p>Por dever de justiça, que palavra, os primeiros jornalistas a oferecerem seus sites, foram Pedro do Coutto e Carlos Chagas (com cartas belíssimas), Pedro Porfirio e Aristoteles Drumond. Às 3 horas da manhã, Porfirio já publicava a Primeira de ontem, entre os seus cadastrados no JORNAL ELETRÔNICO POR CORRESPONDÊNCIA.</p>
<h5>Logo depois Aristoteles Drumond, que tem vários sites, telefonava para oferecer alguns, e aumentar a circulação desse POSSÍVEL jornal de 4 páginas, que estaria na internet.</h5>
<p>E nas bancas a um preço quase simbólico, quando hoje custa 1,70. Em suma: à hora em que escrevo não há suma, mas a súmula (ou que nome tenha) que esperamos que o ministro Joaq uim Barbosa já tenha cumprido.</p>
<h5>Sozinho, ele pode decidir, como o ex-procurador geral da República, Claudio Fonteles decidiu: NEGO. Anulando a INÉRCIA de uma parte da magistratura.</h5>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>cansado da blogosfera</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 17:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[malvados]]></category>
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		<description><![CDATA[Não sou o único, eu sei, mas estou cansado das visitas que faço aos amigos se tornarem comerciais de quinta categoria.
E parece que não sou só eu, mas o André Dahmer também.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sou o único, eu sei, mas estou cansado das visitas que faço aos amigos se tornarem comerciais de quinta categoria.</p>
<p>E parece que não sou só eu, mas o André Dahmer também.</p>
<p><a href="http://www.malvados.com.br/index1223.html" target="_blank"><img src="http://www.malvados.com.br/logo1223.gif" width="400px" alt="malvados_frase do dia" /><br />
<img src="http://www.malvados.com.br/tirinha1223.gif" width="400px" alt="Dahmer cansado da blogosfera" /></a></p>
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		<title>dei uma casadinha rápida&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 17:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[nota breve]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8230; e prosseguimos com a nossa progamação normal, agora com bambolê de dedo!
caption id=&#8221;attachment_976&#8243; align=&#8221;alignnone&#8221; width=&#8221;300&#8243; caption=&#8221;as menores algemas do mundo&#8221;][/caption]
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; e prosseguimos com a nossa progamação normal, agora com bambolê de dedo!<br />
<div id="attachment_975" class="wp-caption alignnone" style="width: 235px"><a href="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/11/40.jpg"><img src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/11/40-225x300.jpg" alt="o casal em pleno garbo e elegância" title="o casal" width="225" height="300" class="size-medium wp-image-975" /></a><p class="wp-caption-text">o casal em pleno garbo e elegância</p></div>[caption id="attachment_976" align="alignnone" width="300" caption="as menores algemas do mundo"]<a href="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/11/134.jpg"><img src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/11/134-300x225.jpg" alt="as menores algemas do mundo" title="bambolê de dedo" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-976" /></a>[/caption]</p>
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		<title>propaganda &#8211; dobrador de roupas</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Nov 2008 16:17:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[para ver]]></category>
		<category><![CDATA[dobrador de roupas]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda exemplar]]></category>

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		<description><![CDATA[Se toda propaganda fosse assim&#8230;

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se toda propaganda fosse assim&#8230;</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dA9dTv2gtEY&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/dA9dTv2gtEY&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Das fases do pré-coito</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 21:06:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[aprendendo a beijar]]></category>
		<category><![CDATA[beijo em micareta]]></category>
		<category><![CDATA[coito certo]]></category>
		<category><![CDATA[como conquistar uma mulher]]></category>
		<category><![CDATA[sexo anal]]></category>
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		<description><![CDATA[onde o autor discorre sobre as técnicas e estratégias
de garantir o coito certeiro com as damas em geral.
fase 1. boca
Muitos falam que o beijo é a ante-sala do sexo. Nada mais falso. O beijo é muito mais e maior que o sexo em si. Na verdade, há mais intimidade num beijo -ainda que dado numa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>onde o autor discorre sobre as técnicas e estratégias<br />
de garantir o coito certeiro com as damas em geral.</em></p>
<p><strong>fase 1. boca</strong></p>
<p>Muitos falam que o beijo é a ante-sala do sexo. Nada mais falso. O beijo é muito mais e maior que o sexo em si. Na verdade, há mais intimidade num beijo -ainda que dado numa micareta, ainda que não se saiba o nome de quem se beijou- que no sexo anal, por exemplo. O beijo é o caminho da expressão da alma. É a fala de quem deseja, de quem quer comer o outro. </p>
<p>Literalmente.</p>
<p>O cavalheiro que sabe realizar a sala, que prepara o terreno para a ação intencionada, prepara a dama para o devir lascivo. No beijo, se tem o gozo antes do gozo, a vontade expressa e explícita em hálitos trocados. É a lingerie antes da nudez. </p>
<p>E nisso há muito mais significado e desejo que dois corpos suando em ritmo cadenciado.</p>
<p>O cavalheiro que sabe preparar o terreno para o coito ininterrupto que se anuncia, promete no beijar que tirará o fôlego da dama até que ela esqueça que está em algum lugar. Em qualquer lugar, pois a tontura que toma conta da moça -parte pela falta de oxigenação, parte por conta da libido que é despertada- atiça tudo aquilo que porventura estava pronto para escapar, os pêlos de ambos se ouriçam, os ferormônios são liberados e a umidade relativa do ar aumenta. </p>
<p>Ao menos entre o casal.</p>
<p><strong>fase 2. encoxada</strong></p>
<p>Descrição: o cavalheiro põe a mão direita enlaçando a cintura da dama. Posiciona a sua perna direita pra fora da dama e a perna esquerda por dentro, entre as coxas da moça. É uma dança invertida. Uma dança errada. Enquanto isso, a mão esquerda segura a nuca e pega a base do couro cabeludo com firmeza, mas sem machucar. Sem machucar, por enquanto. </p>
<p>Ainda não é hora.</p>
<p>Conseqüência: a dama esquece que há chão e a perna esquerda do cavalheiro -simulacro de membro- vira o seu universo. Torna-se seu centro e sustentáculo primeiro. É o encosto simulado do sexo insinuado que desmonta qualquer máscara de resistência. É o anúncio -prenúncio- daquilo que espera o casal noite afora.</p>
<p><strong>fase 3. o espaço entre os dois.</strong></p>
<p>Apesar de ser um pós-coito, não existe preparação pré-próximo-coito melhor que o desprezo, a distância, o não-te-ligo. Daí o cavalheiro enlouquece a dama em banho-maria. Ela sobe pelas paredes, se enfurece, odeia os homens, o mundo e o sexo e te agarra com ódio quando do retorno e acena para a lembrança do que houve. É a ausência que torna a lembrança indelével. Ninguém se lembra do passado quando ele é presente.</p>
<p>Daí é só beijo, encoxada e a noite dividida novamente</p>
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		<title>O rato</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 17:25:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[contos de quarenta palavras]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele encarava a quina branca entre as paredes sem sequer piscar. Suas pequenas mãos corriam pela textura misturando a aspereza fria e trazendo o cal à boca que não cansava de moer as lembranças do quarto vazio.
Roia as memórias.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Ele encarava a quina branca entre as paredes sem sequer piscar. Suas pequenas mãos corriam pela textura misturando a aspereza fria e trazendo o cal à boca que não cansava de moer as lembranças do quarto vazio.</p>
<p class="MsoNormal">Roia as memórias.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>quiz &#8211; What Age Do You Act?</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 03:50:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[quiz]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>

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		<description><![CDATA[



You Act Like You Are 27 Years Old






You are a twenty-something at heart. You feel like an adult, and you&#8217;re optimistic about life.
You feel excited about what&#8217;s to come&#8230; love, work, and new experiences.
You&#8217;re still figuring out your place in the world and how you want your life to shape up.
The world is full of [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table width=350 align=center border=0 cellspacing=0 cellpadding=2>
<tr>
<td bgcolor="#EEEEEE" align=center>
<font face="Georgia, Times New Roman, Times, serif" style='color:black; font-size: 14pt;'><br />
<strong>You Act Like You Are 27 Years Old</strong><br />
</font></td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#FFFFFF">
<center><img src="http://www.blogthingsimages.com/whatagequiz/20s.gif" height="100" width="100"></center><br />
<font color="#000000"><br />
You are a twenty-something at heart. You feel like an adult, and you&#8217;re optimistic about life.<br />
You feel excited about what&#8217;s to come&#8230; love, work, and new experiences.</p>
<p>You&#8217;re still figuring out your place in the world and how you want your life to shape up.<br />
The world is full of possibilities, and you can&#8217;t wait to explore many of them.<br />
</font></td>
</tr>
</table>
<div align="center"><a href="http://www.blogthings.com/whatagequiz/">What Age Do You Act?</a></div>
]]></content:encoded>
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		<title>Tigresa &#8211; Caetano Veloso e Ney Matogrosso</title>
		<link>http://casadozander.com/letras-de-musica/tigresa-caetano-veloso-e-ney-matogrosso/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 14:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[caetano veloso]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[ney matogrosso]]></category>
		<category><![CDATA[tigresa]]></category>

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		<description><![CDATA[
Uma tigresa de unhas negras e íris cor de mel
Uma mulher, uma beleza que me aconteceu
Esfregando a pele de ouro marrom
Do seu corpo contra o meu
Me falou que o mal é bom e o bem cruel 
Enquanto os pelos dessa deusa tremem ao vento ateu
Ela me conta sem certeza tudo o que viveu
Que gostava de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5tQ0dbP1DI4&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5tQ0dbP1DI4&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Uma tigresa de unhas negras e íris cor de mel<br />
Uma mulher, uma beleza que me aconteceu<br />
Esfregando a pele de ouro marrom<br />
Do seu corpo contra o meu<br />
Me falou que o mal é bom e o bem cruel </p>
<p>Enquanto os pelos dessa deusa tremem ao vento ateu<br />
Ela me conta sem certeza tudo o que viveu<br />
Que gostava de política em mil novecentos e sessenta e seis<br />
E hoje dança no Frenetic Dancin&#8217; Days </p>
<p>Ela me conta que era atriz e trabalhou no Hair<br />
Com alguns homens foi feliz com outros foi mulher<br />
Que tem muito ódio no coração, que tem dado muito amor<br />
E espalhado muito prazer e muita dor </p>
<p>Mas ela ao mesmo tempo diz que tudo vai mudar<br />
Porque ela vai ser o que quis inventando um lugar<br />
Onde a gente e a natureza feliz, vivam sempre em comunhão<br />
E a tigresa possa mais do que o leão </p>
<p>As garras da felina me marcaram o coração<br />
Mas as besteiras de menina que ela disse não<br />
E eu corri pra o violão num lamento<br />
E a manhã nasceu azul<br />
Como é bom poder tocar um instrumento </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Capítulo 1</title>
		<link>http://casadozander.com/textos/captulo-1/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 21:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
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		<category><![CDATA[sonhos]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>

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		<description><![CDATA[Deveria falar sobre os que partiram, os que ainda vão voltar, sobre as coisas que não existem, as que vão se inventar. Mas falar disso é fuga, algo que não busco mais pois há muito só faço fugir das sombras projetadas em meus sonhos. Medos transformados em gente, com nome, endereço e documento.
Não penses que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deveria falar sobre os que partiram, os que ainda vão voltar, sobre as coisas que não existem, as que vão se inventar. Mas falar disso é fuga, algo que não busco mais pois há muito só faço fugir das sombras projetadas em meus sonhos. Medos transformados em gente, com nome, endereço e documento.</p>
<p>Não penses que tenho culpa de algum crime ou de algum erro imperdoável. Meus crimes, se podem ser chamados assim, são de natureza branda, pequenos diante a cruel realidade que me formou. Culpa, carrego sim, com um peso inenarrável. Me sinto tão culpado de estar vivo que a simples perspectiva de acordar me apavora. Não consigo mais olhar meu rosto no espelho e achar um homem refletido nele.</p>
<p>Vou te falar de culpa, uma culpa ancestral, de medos, de chances perdidas, de um ser humano desprezível que não honra a luz que é consumida quando projeta uma sombra. Falo-te (já deves saber) de mim mesmo.</p>
<p>Perdoa-me, desde já, a linguagem pedante, o estilo forçosamente rebuscado, demonstrando falsa cultura e erudição. É difícil perder o hábito assim, de uma hora para a outra, tentando ser honesto e sincero. Após muito torcer, a mão vicia a escrita.</p>
<p>Pois como pode um adulador profissional, um ser que devotou trinta anos de sua vida a agradar o próximo, a elogiar na hora certa, a se fazer notar sem incomodar, mas causando sempre a impressão de que era necessário, até mesmo fundamental, de uma hora para outra se tornar um homem que honra as calças que veste, que defende idéias próprias, ou melhor, se dá o direito de ter idéias suas, pensadas com sua própria cabeça, e não repetidas de seu superiores ou roubadas de seus assessores.</p>
<p>Quantas vezes deixei um comentário morrer no céu da boca, apenas porque duvidava do agrado do mesmo. Quantas covardias cometi ao me calar ante um impropério, uma calúnia ou mesmo uma piada de mau gosto.</p>
<p>Mas deixa estar, a noite cai em cima dos abandonados, pois para quem tem companhia, luz de lâmpada é dia com mais horas, é convite para os úmidos e entumecidos, é vida de gato. Que sejam sete ou nove.</p>
<p>Para os abandonados, só resta o dia que nasce às quatro e meia da manhã, a hora e meia sacudidas num humilhante, quatro horas de sim senhor, quase hora inteira de bóia e lesmice, mais quatro de não fui eu senhor, duas horas de mais sacudir mais banho e cama desarrumada de ontem, quando não é sexta-feira, que é banho e menos sono por causa da reza dos crentes em frente de casa. Sábado é dia de cuidar da casa que não se cuida só. Domingo é dia de lamento da segunda que se aproxima.</p>
<p>Acordo e não me esqueço da noite de ontem. Drogas e álcool foram inúteis. Teu gosto ainda fica na minha boca apesar das outras. Mas uma felicidade boba e vã insiste em continuar a me perseguir. Pois não sou o tolo a quem gozam os bufões? Não sou o idiota a quem os pivetes, os moleques xingam ao passar na rua? Então, este imbecil aqui procura porque, mas não encontra aonde, motivo do sorriso descarado que exibe na cara rota.</p>
<p>É bem-amado? Pois não, vive de chutes e pontapés das biscas que não recusam a outros. É bem pago? Pois não, para as contas mal dá o salário e sempre sobra mês no fim do dinheiro. É culto? Inteligente? Tampouco, tampouco. Erra os pronomes, mal fala o português que diz falar o &#8220;brasileiro&#8221;, não soma ou diminui, sequer supõe que as duas operações são a mesma. Como pode um assim ganhar dinheiro que dê para não morrer faminto?</p>
<p>Pobre coitado que nem coito leva para si, nem gripe ou outra doença o atira na cama para que, mesmo febril, consiga descansar um dia ou dois. Pois férias, feriado, não tem que o patrão não assina a carteira que, afinal de contas, aonde um imbecil de pai e mãe conseguiria um emprego tão bom? Aqui, comigo você pode crescer, diz o patrão, mas crescer como, diz o idiota apedeuta, cresce sendo homem de confiança, mas para isso preciso confiar em ti primeiro, diz o explorador, e ganhas confiança trabalhando muito, de sol a sol, termina calando o primeiro. Pois não vive o imbecil. É morto e vivo que perdeu caminho do cemitério nem se encontrando no paraíso, inferno ou purgatório. É fugido do umbral dos homens e dos animais. Entende os aqueles, quando berram, age como estes, passivo.</p>
<p>Mas de onde o estúpido arrumou o sorriso? Pois não compraria prazer nem em Vila Mimosa aonde o amor é barato e se compra com todos os tipos de papéis. Tampouco arrumou caridade com moça ou mulher, pois é feio de trocar de calçada os marginais. Que raios de sorriso é esse? Seria dos tolos que, sem saber que males existem em volta de si, se regozijam em torno de cerveja, carne e batuque? Seria dos desesperados que encontram em palavra forte de pastor e mímicas de demônios expulsos acham-se mais amados pelo divino que o seu vizinho? Seria de uma fumaça ou erva que abobalha os sentidos e estampa uma fome no ventre? Seria de um outro bobo que, em sua bobice, divertiu o cretino que agora sobe a ladeira de sua favela. Passa pela vala negra, que ajuda a cumprir os escritos sagrados na bíblia das moscas: &#8220;Crescei, multiplicai e repeti tudo de novo&#8221;, com uma indiferença que só cabe aos que nasceram e foram criados perto de valas negras. Entra em casa sua alugada de outro e vê no espelho rachado que fica em cima da pia um sorriso que nunca foi seu. Deste momento em diante, não é mais bicho-homem. É homem.</p>
<p>Só o homem ri.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Arthur Rackham &#8211; ilustrador</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 18:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>

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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.animationarchive.org/2008/09/illustration-arthur-rackhams-grimms.html"><img src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/10/rackgrim05.jpg" alt="" title="rackgrim05" width="400" height="634" class="aligncenter size-full wp-image-951" /></a></p>
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		<title>amigo do peito ou outubro rosa</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 15:05:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[nota breve]]></category>
		<category><![CDATA[campanha de preservação dos peitos]]></category>

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		<description><![CDATA[eu gosto de peitos. muito. aos pares. 

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tinyurl.com/3jnz6k">eu gosto de peitos</a>. muito. aos pares. </p>
<p><a href="http://www.mulherconsciente.com.br/"><img class="size-medium wp-image-729 alignnone" title="seio" src="http://img.photobucket.com/albums/v465/pamelaag/Releitura/outubro_rosa.png" alt="outubro rosa" /></a></p>
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		<title>Pontos de Cosme, Damião e Doun</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 03:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[orações]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[cidade]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Cosme e Damião,
Damião cadê Doun?
Doun foi passear lá no cavalo de Ogum
Cosme e Damião,
Damião cadê Doun?
Doun foi passear lá no cavalo de Ogum
Dois dois sereias do mar
Dois dois mamãe Iemanjá
Dois dois sereias do mar
Dois dois mamãe Iemanjá
Cosme e Damião
O que é que eu vou comer?
Peixe da maré
Com azeite de dendê!
Fui no jardim colher as rosas
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cosme e Damião,<br />
Damião cadê Doun?<br />
Doun foi passear lá no cavalo de Ogum<br />
Cosme e Damião,<br />
Damião cadê Doun?<br />
Doun foi passear lá no cavalo de Ogum<br />
Dois dois sereias do mar<br />
Dois dois mamãe Iemanjá<br />
Dois dois sereias do mar<br />
Dois dois mamãe Iemanjá</p>
<p>Cosme e Damião<br />
O que é que eu vou comer?<br />
Peixe da maré<br />
Com azeite de dendê!</p>
<p>Fui no jardim colher as rosas<br />
A vovózinha deu-me a rosa mais formosa<br />
Fui no jardim colher as rosas<br />
A vovózinha deu-me a rosa mais formosa<br />
Cosme e Damião, ÔOOOh Doun<br />
Crispim , Crispiniano<br />
São os filhos de Ogum<br />
Cosme e Damião, ÔOOOh Doun<br />
Crispim , Crispiniano<br />
São os filhos de Ogum</p>
<p>Bahia é terra de dois<br />
Terra de dois irmãos<br />
Governador da Bahia<br />
É Cosme e São Damião<br />
Bahia é terra de dois<br />
Terra de dois irmãos<br />
Governador da Bahia<br />
É Cosme e São Damião</p>
<p>Bahia é terra de coco<br />
Cidade de dois irmãos<br />
Bahia é terra de coco<br />
Cidade de dois irmãos<br />
Governador da Bahia<br />
São Cosme e São Damião<br />
Governador da Bahia<br />
São Cosme e São Damião</p>
<p>Hoje tem alegria, hoje tem alegria<br />
Hoje tem alegria no dia de hoje<br />
Hoje tem alegria.</p>
<p>Quem vem, quem vem lá de tão longe<br />
São os anjinhos que vêm trabalhar<br />
Quem vem, quem vem lá de tão longe<br />
São os anjinhos que vêm trabalhar<br />
Oi dai-me forças<br />
pelo amor de Deus, meu Pai Oi dai-me forças<br />
Nos trabalhos meus.</p>
<p>Um, dois, três<br />
Quatro, cinco, seis<br />
Eu vou chamar criança<br />
na cabeça de vocês</p>
<p>Se eu pedir você me dá<br />
Se eu pedir você me dá<br />
Um brinquedinho papai<br />
Pra eu brincar<br />
Um brinquedinho papai<br />
Pra eu brincar</p>
<p>Cosme e Damião<br />
a sua casa cheira<br />
Cosme e Damião<br />
a sua casa cheira<br />
Cheira a cravo, cheira a rosa<br />
e a botão de laranjeira<br />
Cheira a cravo, cheira a rosa<br />
e a botão de laranjeira</p>
<p>Crianças quando vem lá de Aruanda<br />
Inhaçã é quem manda<br />
Crianças quando vem lá de Aruanda<br />
Inhaçã é quem manda<br />
Elas vem gritando<br />
auê auê<br />
ao romper da aurora<br />
Elas vem gritando<br />
auê auê<br />
ao romper da aurora<br />
esquindin, esquindin<br />
as crianças brincam assim<br />
esquindin, esquindin<br />
as crianças brincam assim<br />
esquindin, esquindin<br />
as crianças brincam assim<br />
esquindin, esquindin<br />
as crianças brincam assim</p>
<p>Que lindo cavalo branco<br />
que aquele menino vem montando<br />
Descendo naquela serra<br />
dizendo que é filho de soldado<br />
É Damião, é Damião<br />
é Damião no lindo cavalo de Ogum<br />
É Damião, é Damião<br />
é Damião no lindo cavalo de Ogum</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Oração a Santo Expedito</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 20:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[orações]]></category>
		<category><![CDATA[oração ao santo das causas perdidas]]></category>
		<category><![CDATA[oração dos desesperados]]></category>
		<category><![CDATA[santo expedito]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu Santo Expedito das causas justas e urgentes, intercedei por mim junto ao nosso Senhor Jesus Cristo, socorrei-me nesta hora de aflição e desespero. Vós que sois o Santo dos desesperados, Vós que sois o Santo das causas urgentes, protegei-me, ajudai-me, dai-me força, coragem e serenidade. Atendei ao meu pedido.
Meu Santo Expedito! Ajudai-me a superar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu Santo Expedito das causas justas e urgentes, intercedei por mim junto ao nosso Senhor Jesus Cristo, socorrei-me nesta hora de aflição e desespero. Vós que sois o Santo dos desesperados, Vós que sois o Santo das causas urgentes, protegei-me, ajudai-me, dai-me força, coragem e serenidade. Atendei ao meu pedido.</p>
<p>Meu Santo Expedito! Ajudai-me a superar estas horas difíceis, protegei-me de todos que possam me prejudicar, protegei a minha família, atendei ao meu pedido com urgência. Devolvei-me a paz e a tranqüilidade. Meu Santo Expedito! Serei grato pelo resto de minha vida e levarei vosso nome a todos que têm fé.</p>
<p>Muito obrigado.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Carta a uma futura adulta</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 02:16:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
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		<description><![CDATA[Minha menina,
Um dia acordei com um mau-humor mais terrível que o costumeiro. Ele me acompanhou pelas avenidas dessa cidade-monstro, nos lanches e nas conversas com os colegas, no almoço, nos interlúdios de trabalho e nas linhas dos emails enviados. Ele também esteve no meu cangote na hora que voltei para casa, no jantar à frente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha menina,</p>
<p>Um dia acordei com um mau-humor mais terrível que o costumeiro. Ele me acompanhou pelas avenidas dessa cidade-monstro, nos lanches e nas conversas com os colegas, no almoço, nos interlúdios de trabalho e nas linhas dos emails enviados. Ele também esteve no meu cangote na hora que voltei para casa, no jantar à frente do computador e deitou-se comigo como uma sombra que me cobria, aninhava e reconfortava.</p>
<p>No meio da noite, essa sombra cobrou o seu preço e foi-se com todas as outras sombras nas primeiras horas da manhã, deixando um vazio frio e perturbador.</p>
<p>Nessas horas de desespero que bate à porta, lembro-me sempre dos seus abraços e de seu sorriso moleque e me atenho ao fato que esses momentos são cada vez mais raros. Ainda assim, a lembrança que nunca será apagada desses pequenos gestos, para mim são o alento que me mantém a vontade de levantar diariamente apesar das cobertas que insistem em retirar o pouco brilho que ainda mantenho nos olhos.</p>
<p>Meu maior medo é que ao apagar das luzes eu deixe pouco mais que uma impressão digital na tua vida porque eu queria ter deixado para você um mundo com mais verde entre nós, e menos cinza, com mais brincadeira de rua, e menos vídeo-game, mais céu azul e vento fresco e menos mormaço. Mas minha vida tomou curso diferente do que eu tinha planejado e meus amigos, pares, contemporâneos juntaram-se a mim em não fazer nada a respeito disso. E eu queria ter deixado um mundo mais justo e honesto, com maior divisão de riqueza e menor sacrifício diário, mais compreensão e entendimento. Mas tudo isso é sonho, não é mesmo? Então queria deixar esses sonhos para você, embrulhados no papel de pão que te espera quente com leite achocolatado e que você pode comer a hora que quiser. </p>
<p>Ou deixar quieto na mesa.</p>
<p>Então o que eu lhe legaria? Eu poderia tentar te ensinar o que aprendi, mas não sou culto ou inteligente o bastante para te passar algo diferente do que os livros que você lerá e que teus professores lhe ensinarão. Talvez consiga te passar a única coisa que aprendi com as salas de aula: pense diferente e discorde sempre. Confrontar o que lhe é ensinado é a única forma de reforçar o que se aprende ou de aprender algo novo. Ou de ensinar. Fuja de quem te pede para decorar. Abrace quem te deixa pensar. Abrace duas vezes quem briga contigo para que você entenda, aprenda, discuta, pense. Pense. Pense muito. Pense mais.</p>
<p>Mas não acho que isso seja o suficiente. Provavelmente você encontrará um professor ou um amigo que lhe ensinará a mesma coisa e, bem ou mal, repito apenas o que ouvi antes de mim e que se repte desde os gregos filósofos.</p>
<p>Acho que o meu legado, a minha herança, vai ser algo mais sutil mesmo e não tem jeito. Nenhuma frase de efeito, nenhum piquenique onde ganharíamos todos os prêmios ou um roteiro de filme de sessão da tarde. Tudo bem. No fim, não importa o que deixarei para você. O que importa, de fato, é que eu te deixo para ti. Você é a senhora do seu nariz e tenho certeza que escreverá uma história mais bela e relevante que qualquer uma que eu conseguisse escrever, sonhar, ser.</p>
<p>Menina, o meu legado é o amor.</p>
<p>Do teu saudoso pai.</p>
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		<title>Da arte de zurrar, grasnar e gramar</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 22:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[burros]]></category>
		<category><![CDATA[gansos]]></category>
		<category><![CDATA[vida corporativa]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu gostava de me imaginar velho, quando novo. Nunca tive sonhos de uma juventude imorredoura. A velhice me dava um alento de realização que sempre achei muito mais interessante que a energia difusa e desfocada da adolescência. Sou atípico, fato, mas acho que não sou único. Me precede Nelson Rodrigues e tantos outros antes dele. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu gostava de me imaginar velho, quando novo. Nunca tive sonhos de uma juventude imorredoura. A velhice me dava um alento de realização que sempre achei muito mais interessante que a energia difusa e desfocada da adolescência. Sou atípico, fato, mas acho que não sou único. Me precede Nelson Rodrigues e tantos outros antes dele. </p>
<p>O que me encantava – encanta – na visão projetada da velhice é a sensação da realização sem a penúria e o esforço do erigir. Era saber que teria uma história que me precederia antes de eu entrar numa sala. Já imaginava as pessoas cochichando: “Olhe lá! Aquele é o Zander Catta Preta! O autor de vinte livros, fala doze línguas e doutor em filosofia. E um gato, no alto dos seus cento e doze anos!”</p>
<p>Mas me enerva ter de gramar por tanto tempo e por tanto nada e por tantas vezes. Sinto-me um jumento mascando a grama da vida a cada dia, sem entender que deitar e rolar na relva úmida de orvalho dá mais prazer que a barriga cheia de celulose e clorofila que sou obrigado a deglutir diariamente. Se a bosta que sai desse processo tivesse serventia, ainda que esse excremento adubasse algo a mais que mais grama, eu ficaria feliz de ser parte do processo de grama-bosta-grama-bosta-grama. </p>
<p>Nesse caso, eu zurraria ao mundo que a grama é boa. “A grama é boa!” E comeria tufos seguidamente e ofereceria mais quantidades aos outros companheiros dizendo que “a grama é boa!” e que “bela bosta” teríamos produzido ao fim de cada dia. Ao cair da noite, me recolheria ao estábulo onde, ainda cansado de tanto gramar, dormiria um sono exausto, suado e sem sonhos.</p>
<p>Mas – o horror! o horror! – por vezes a própria merda que é o que é consumido e com beiços lambidos. Mas aí já não é minha culpa, apenas a desculpa de medíocre ambulante que teima em ser “diferente” da massa que zurra em uníssono comigo. Me porto como quem grasna descontroladamente no meio do quintal verde, cheíssimo da mesmíssima grama. Ali, eu finjo caçar vermes e abano asas inúteis que não me voam e estico o pescoço para grasnar: “A grama é uma merda! A grama é merda!” e bato no próprio peito como se houvesse orgulho em continuar no processo com a revolta juvenil renovada no peito. Mas até isso cansa e volto a abaixar as minhas orelhas, desemplumando-me.</p>
<p>Dado o percurso até aqui, não me surpreendo que, num futuro bem próximo, eu seja olhado com desdém por alguém que se porta como ganso que aponta na coluna da vida os derrotados, os mal-ajambrados, os losers, como se ele próprio se arrolasse entre os winners. Daí, na mesa do boteco semi na moda, ele falaria ao ver o velho passar na Ladeira da Memória:  “Olhe aí! O Zander quase tropeçou em você. Bêbado, mal-ajambrado e frustrado, até que está bem para os seus setenta e dois anos.” “Ele tem quarenta, rapaz. Quarenta.” “Que vida de merda, né?”</p>
<p>Ainda assim espero desalentado o júbilo que o anonimato me reserva.</p>
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		<title>coisas que fazem sorrir</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 03:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[Eepybird]]></category>
		<category><![CDATA[sorriso fácil]]></category>

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		<description><![CDATA[
EepyBird&#8217;s Sticky Note experiment from Eepybird on Vimeo.
De Gizmondo Brasil
A Eepybird, os mesmos que gravaram uma série de clipes de Diet Coke com Mentos, criou um vídeo igualmente – se não mais – marcante: 280.951 Post-its utilizados de diversas maneiras em um ambiente de trabalho. Vale a pena. [via Geekologie]
Adoro.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="225" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1700732&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="225" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1700732&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<a href="http://vimeo.com/1700732?pg=embed&amp;sec=1700732">EepyBird&#8217;s Sticky Note experiment</a> from <a href="http://vimeo.com/user737605?pg=embed&amp;sec=1700732">Eepybird</a> on <a href="http://vimeo.com?pg=embed&amp;sec=1700732">Vimeo</a>.</p>
<p>De <a href="http://www.gizmodo.com.br/conteudo/incr%C3%ADvel-bal%C3%A9-com-280951-post-its">Gizmondo Brasil</a></p>
<blockquote><p>A Eepybird, os mesmos que gravaram uma série de clipes de <a href="http://www.eepybird.com/videos.html">Diet Coke com Mentos</a>, criou um vídeo igualmente – se não mais – marcante: 280.951 Post-its utilizados de diversas maneiras em um ambiente de trabalho. Vale a pena. [via <a href="http://www.geekologie.com/2008/09/wicked_cool_postit_note_movie.php">Geekologie</a>]</p></blockquote>
<p>Adoro.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sobre a arte de suar e arranhar as paredes</title>
		<link>http://casadozander.com/textos/sobre-a-arte-de-suar-e-arranhar-as-paredes/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 10:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[noites de fúria]]></category>
		<category><![CDATA[sexo selvagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Eles foram amantes há tempos.
Percebia-se pela forma que se tocaram e pelo olhar que traia a brasa – fantasma de uma chama – que insistia em habitar a memória dos dois. Há anos não se viam, mas o toque era o mínimo efeito necessário para desencadear a virada da história.
Mesmo sem perceber, diziam a todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eles foram amantes há tempos.</p>
<p>Percebia-se pela forma que se tocaram e pelo olhar que traia a brasa – fantasma de uma chama – que insistia em habitar a memória dos dois. Há anos não se viam, mas o toque era o mínimo efeito necessário para desencadear a virada da história.</p>
<p>Mesmo sem perceber, diziam a todos que já haviam rolado desnudos por noites a fio e fizeram festa e dança nos quartos que testemunharam a santa loucura que se apossa dos corpos entesados. Que já haviam berrado, xingado e se agredido em êxtase por não entender completamente o que se passava com eles.</p>
<p>Quando o amor é tamanho, a mente se nega aos fatos e cria fantasias para poder suportar os calores e os resfriares da alma. E assim acontece porque, para ambos, é como se tudo o que fosse, deixasse de sê-lo apenas porque podem assim fazê-lo. São onipotentes, esses devassos apaixonados! Agem como se o universo ali dobrasse na singularidade de dois corpos em fúria de cópula incessante. E isso fosse o suficiente para a eternidade.</p>
<p>Os amantes criam fossas abissais para o restante do mundo, já que esse é incapaz de compreender o isolamento que se faz necessário para o frutificar dessa paixão tarada e explícita, que se crie barreiras intransponíveis entre os enlaçados e os demais infelizes que jamais – Nunca! Nunca! Nunca! – atingirão aquele êxtase que só os dois são capazes de parir e manter. O prazer é início, meio e fim dos amantes.</p>
<p>O resto é desculpa.</p>
<p>E há o gozo, que parece ser impossível de ser replicado quando socializado. O gozo é algo solitário, mesmo a dois. E a busca do gozo faz aumentar as barreiras, as profundezas e o isolamento. E a busca do gozo faz com que o universo perca toda a lógica. O que importa é apenas a busca e a busca. Sempre só. Sempre só. Sempre sozinha. Mesmo a dois.</p>
<p>E quando os amantes encontram-se em gozo pleno, descobrem-se isolados de tudo, até mesmo de si. As barreiras passam a falar, a gritar em acordes quebradiços uma angústia sem fim. E só o fim é que promete uma falsa paz. Como a próxima dose de heroína acalma e derruba, o fim corta o canal de dor.</p>
<p>Eles foram amantes há tempos e viveram a loucura do gozo sem fim. Temiam que essa fúria retomasse o curso de suas vidas e lhes colocasse antolhos e os transformasse em bestas que ululam entre lençóis e arranham a mobília, os azulejos, as paredes, os tetos e o óbvio chão. Receavam que tivessem de se distanciar dos amigos, da família e de tudo o mais que lhes dava alento quando os vícios se tornavam impossíveis de serem carregados.</p>
<p>Receavam, acima de tudo, arremessar a vida e a televisão pela janela. Defenestrar a vida como sempre fora ensinada nos romances de sete reais e na novela das oito. Borravam-se de se desconstruir ou de se expor sem pele – perdida no atrito horário dos corpos – e de ficarem assados de tanto querer se atracar.</p>
<p>Contra tudo, tocaram-se. Apesar de tudo, tocaram-se. Por causa de tudo, tocaram-se.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Desperto</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 01:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As ruas me estranharam como se o meu olhar lhes fosse estranho. Era como se o roçar de ambos não fosse mais uma rotina, mas um acaso, como se eu fosse um alienígena na minha própria casa. An Englishmen in New York cantaria o chato do Sting (objeto de amor platônico de dezenas de gordas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As ruas me estranharam como se o meu olhar lhes fosse estranho. Era como se o roçar de ambos não fosse mais uma rotina, mas um acaso, como se eu fosse um alienígena na minha própria casa. <em>An Englishmen in New York</em> cantaria o chato do Sting (objeto de amor platônico de dezenas de gordas mal-amadas em São Paulo) e nunca estaria tão certo, nesses vinte anos desde que gravou o álbum <em>Nothing Like the Sun</em>, quanto agora, no encontro do meu dia com a memória dessa música.</p>
<p>E há o sono, o sono e o sono. Há a vontade de chuva caindo. Há as saudades do cheiro do orvalho, do ar carregado de tempestades e da maresia. Saudades da chuva que cai do teu corpo e do rolar na cama sem desespero e sem pressa do horário do ônibus partir. Há o cansaço das doze horas dormidas no frio e das poucas horas dormidas na concha e há o sonho de tudo se acertar no fim das coisas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>sobre a arte de se usar perfumes</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 21:09:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pois bem.
Você me diz que meu cheiro está na tua cama e eu te digo que o teu corpo me amassa e me deixa impressões que não quero que passem. Você me diz que gosta do meu perfume, que te dá fome e desenho e eu te digo que desejo não se dá, encontra-se e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois bem.</p>
<p>Você me diz que meu cheiro está na tua cama e eu te digo que o teu corpo me amassa e me deixa impressões que não quero que passem. Você me diz que gosta do meu perfume, que te dá fome e desenho e eu te digo que desejo não se dá, encontra-se e que fome você sempre teve, só tinha medo de abrir os olhos e descobrir-se faminta. Você me diz que não tem mais medo que o sentimento te inunde e te alague, e eu te digo:</p>
<p>&#8220;Te alague.&#8221;</p>
<p>saudades</p>
]]></content:encoded>
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		<title>The White Stripes &#8211; Apple Blossom</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 20:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
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		<category><![CDATA[rock'n'roll]]></category>
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		<category><![CDATA[white stripes]]></category>

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		<description><![CDATA[
hey little apple blossom
what seems to be the problem
all the ones you tell your troubles to
they don&#8217;t really care for you
come and tell me what you&#8217;re thinking
cause just when the boat is sinking
a little light is blinking
and i will come and rescue you
lots of girls walk around in tears
but that&#8217;s not for you
you&#8217;ve been looking [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hBfBFjqTBQA&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/hBfBFjqTBQA&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>hey little apple blossom<br />
what seems to be the problem<br />
all the ones you tell your troubles to<br />
they don&#8217;t really care for you</p>
<p>come and tell me what you&#8217;re thinking<br />
cause just when the boat is sinking<br />
a little light is blinking<br />
and i will come and rescue you</p>
<p>lots of girls walk around in tears<br />
but that&#8217;s not for you<br />
you&#8217;ve been looking all around for years<br />
for someone to tell your troubles to</p>
<p>come and sit with me and talk awhile<br />
let me see your pretty little smile<br />
put your troubles in a little pile<br />
and i will sort them out for you<br />
i&#8217;ll fall in love with you<br />
i think i&#8217;ll marry you</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A história da blogosfera brazuca</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 12:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[apresentação blogosfera]]></category>
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		<category><![CDATA[pólvora]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Edney Souza
História da Blogosfera, Blogs Coportativos &#38; PR 2.0
View SlideShare presentation (tags: datasul 2.0 pr corporativos)


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="http://www.interney.net/">Edney Souza</a></p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_550759"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/interney/histria-da-blogosfera-blogs-coportativos-pr-20?src=embed" title="História da Blogosfera, Blogs Coportativos &amp; PR 2.0">História da Blogosfera, Blogs Coportativos &amp; PR 2.0</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=espminterney-1218489555780827-9&#038;stripped_title=histria-da-blogosfera-blogs-coportativos-pr-20" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=espminterney-1218489555780827-9&#038;stripped_title=histria-da-blogosfera-blogs-coportativos-pr-20" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View SlideShare <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/interney/histria-da-blogosfera-blogs-coportativos-pr-20?src=embed" title="View História da Blogosfera, Blogs Coportativos &amp; PR 2.0 on SlideShare">presentation</a> (tags: <a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/datasul">datasul</a> <a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/2-0">2.0</a> <a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/pr">pr</a> <a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/corporativos">corporativos</a>)</div>
</div>
<p><img style="visibility:hidden;width:0px;height:0px;" border=0 width=0 height=0 src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyMTg2MjkwNjQyODEmcHQ9MTIxODYyOTExOTI1MCZwPTEwMTkxJmQ9Jm49Jmc9Mg==.gif" /></p>
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		<title>Louis XIV &#8211; Stalker</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 14:36:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nTvtPqVheCQ&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/nTvtPqVheCQ&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Caco Galhardo &#8211; Delirium Tremens</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 20:46:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/caco07082008.gif"><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img alt="Caco Galhardo - Delirium Tremens" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/caco07082008.gif" title="Caco Galhardo - Delirium Tremens" width="440" /><p class="wp-caption-text">Caco Galhardo - Delirium Tremens</p></div></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>cooper &#8211; o sexto sexo</title>
		<link>http://casadozander.com/videos/cooper-o-sexto-sexo/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 13:06:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cooper]]></category>
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		<description><![CDATA[
dessa moça (moça?) aqui.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bpvOy-PGMpM&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/bpvOy-PGMpM&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>dessa moça (moça?) <a href="http://cooper.blig.ig.com.br/">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mortal Kombat&#8230; mortal? hm</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 20:17:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NDue11kHVQQ&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NDue11kHVQQ&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>eu também perdi o jogo</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 23:56:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[jogo perdido]]></category>
		<category><![CDATA[lia amâncio]]></category>

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		<description><![CDATA[
perca o jogo aqui também.
vídeo por Lia Amâncio
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YtPBBuQNIMY&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/YtPBBuQNIMY&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" wmode="transparent" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>perca o jogo <a href="http://insanus.org/jogo/">aqui</a> também.</p>
<p><em>vídeo por <a href="http://www.gardenal.org/lounge/2008/08/perca_o_jogo.html">Lia Amâncio</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre a arte de se olhar no espelho</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 03:39:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[desamores]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje me lembrei de uma cena do passado. Duas grandes amigas me chamaram na sala dos alunos, no grêmio do meu colégio, e me pediram para sorrir. Surpreendentemente, uma delas tapou o meu rosto à altura do nariz e disse: “eu disse, ele tem um sorriso bonito”.
Ao entrar no elevador e me encarar de frente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje me lembrei de uma cena do passado. Duas grandes amigas me chamaram na sala dos alunos, no grêmio do meu colégio, e me pediram para sorrir. Surpreendentemente, uma delas tapou o meu rosto à altura do nariz e disse: “eu disse, ele tem um sorriso bonito”.</p>
<p>Ao entrar no elevador e me encarar de frente ao espelho, sorri mas não encontrei aquele menino esquálido com o brilho nos lábios. Ao invés disso, o cara de meia-idade com o olhar descrente e com um desamor cartesiano à vida me encarou como se dissesse: “Cara, acabou. Deita e dorme.”</p>
<p>E eu obedeci.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Camille &#8211; Pour que l&#8217;amour me quitte</title>
		<link>http://casadozander.com/letras-de-musica/camille-pour-que-lamour-me-quitte/</link>
		<comments>http://casadozander.com/letras-de-musica/camille-pour-que-lamour-me-quitte/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 18:47:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[Camille]]></category>
		<category><![CDATA[canções de amor]]></category>
		<category><![CDATA[chanson française]]></category>

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		<description><![CDATA[Endormie
cheveux mouillés
bras repliés
retrouvée fenêtre ouverte
l&#8217;air
par la fenêtre
Pour que l&#8217;amour me quitte
En dormant j&#8217;ai rêvé
des milles lianes
Pagayé,
pagayé
Pour que l&#8217;amour me quitte
Réveillée
la lumière pâle
des murs de l&#8217;hôpital
trop aimer c&#8217;est pas normal
un coeur si mal
accroché,
décroché
Pour que l&#8217;amour me quitte
Amour
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Endormie<br />
cheveux mouillés<br />
bras repliés<br />
retrouvée fenêtre ouverte<br />
l&#8217;air<br />
par la fenêtre</p>
<p>Pour que l&#8217;amour me quitte</p>
<p>En dormant j&#8217;ai rêvé<br />
des milles lianes<br />
Pagayé,<br />
pagayé</p>
<p>Pour que l&#8217;amour me quitte</p>
<p>Réveillée<br />
la lumière pâle<br />
des murs de l&#8217;hôpital<br />
trop aimer c&#8217;est pas normal<br />
un coeur si mal<br />
accroché,<br />
décroché</p>
<p>Pour que l&#8217;amour me quitte<br />
Amour</p>
]]></content:encoded>
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		<title>quando crescer&#8230;</title>
		<link>http://casadozander.com/nota-breve/quando-crescer/</link>
		<comments>http://casadozander.com/nota-breve/quando-crescer/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 13:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[nota breve]]></category>
		<category><![CDATA[confissões]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Marçal Aquino]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; quero ser igual ao Marçal Aquino.
E tenho dito!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; quero ser igual ao <a href="http://www.releituras.com/maquino_menu.asp">Marçal Aquino</a>.</p>
<p>E tenho dito!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre a arte do fim – carta ao Chico</title>
		<link>http://casadozander.com/textos/sobre-a-arte-do-fim-arta-ao-chico/</link>
		<comments>http://casadozander.com/textos/sobre-a-arte-do-fim-arta-ao-chico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 02:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[sobre o fim]]></category>

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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Meu caro Chico,
Estou com duas cartas prontas na minha cabeça, mas relutava e reluto em escrevê-las. Escrevo-lhe essa primeira carta porque lhe devo desculpas prementes e desculpar-me é o que farei antes de tudo.
Há um ano você me telefonou e eu reagi de uma forma tosca. É que não sei ouvir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2008/setembro/11/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p>Meu caro Chico,</p>
<p>Estou com duas cartas prontas na minha cabeça, mas relutava e reluto em escrevê-las. Escrevo-lhe essa primeira carta porque lhe devo desculpas prementes e desculpar-me é o que farei antes de tudo.</p>
<p>Há um ano você me telefonou e eu reagi de uma forma tosca. É que não sei ouvir um elogio sincero. Nunca soube ser elogiado. Me desconcerta, me quebra de uma forma que me impede de voltar à minha empáfia e arrogância normais.</p>
<p>Sei que você não me conhece ao vivo – pelo telefone não dá para saber como se olha, como o cara se porta, onde coloca as mãos e tal – ou bem o suficiente para poder reconhecer uma pessoa inteira nesses pedaços de gente que deixo antever nos textos. Por agora, apenas acredite que sou uma criatura pra lá de desinibida e com a língua mais rápida do sudoeste. Obviamente, tudo questão de defesa. Não existe pior tímido que o falastrão.</p>
<p>Pela situação esdrúxula e constrangedora, peço desculpas. Mas deixe-me explicar um pouco mais o que acontece nessa cabeça esquisita.</p>
<p>Você me elogiava com sinceridade e eu não sabia onde meter a cara. Elogio sincero – de quem não tem intimidade com a gente – é coisa muito rara. Acho que só fui elogiado assim por um professor de literatura que invadiu a nossa sala num intervalo apenas para falar de um texto meu que estava exposto num mural da escola. De resto, só aquele papo social dos amigos e tal. E você me elogiava justo quando eu escrevia sobre coisas que são difíceis para eu falar até hoje: basicamente sobre os fins e sobre o meu pai.</p>
<p>Mas deixe estar. Provavelmente, quando desencantar o chope entre nós, eu paro com essa babaquice e tudo volta ao normal.</p>
<p>Só para fechar a coisa toda, aquele texto, “<a href="http://casadozander.com/textos/cronica-do-amor-seco">Crônica do amor seco</a>”, foi escrito num momento de epifania, quando dei por mim que tenho muito pouco a ofertar às pessoas. Basicamente um sorriso rápido, uma tirada rasteira e uma profundidade de pires. Sabe?</p>
<p>E quando escrevi aquilo eu estava me sentindo como quando Dorian Gray encontra o seu retrato envelhecido e distorcido. Era uma ficha que não precisava ter caído, mas veio redonda numa caminhada triste pela Avenida Paulista. Chegando em casa, precisava vomitar tudo. Daí nasceu um dos meus textos mais redondos, que nasceu sem cortes, sem emendas, sem ajustes. Quase que nem o do nascimento da minha filha, “<a href="http://casadozander.com/textos/e-assim-se-passaram-sete-anos">E assim se passaram sete anos</a>”. Quando escrevi <a href="http://casadozander.com/textos/o-pai">sobre o meu pai</a>, foi um desafio que impus a mim mesmo e o processo é outro, a ser tratado em outra carta.</p>
<p>Mas, rodeios à parte, eu queria te falar dos fins.</p>
<p>Cada vez que começo alguma coisa sinto lá plantado o finzinho dele, sabe? É como se eu sentisse o cheiro da noite cair antes mesmo do sol nascer. Aquela maresia que vem anunciando o por do sol. Eu só fico me lembrando como era bom chegar da aula e ficar na janela sentindo o cheiro do mar anunciando as seis da tarde. Maresia, reza do Ave-Maria e bolo quente.</p>
<p>Sempre me senti confortável com o fim das coisas. A dor da finalização – que indica que a história havia sido verdadeira, do fundo do coração – e a sensação de uma história bem contada sempre me acompanharam.</p>
<p>Obviamente estou romantizando a coisa. A maresia nem era tão forte assim. E muitas vezes tive de engolir amargo um pé-na-bunda. E eu nunca gostei de romper com quem gosta de mim. Especialmente se gosta de verdade de mim. Mas não existe só esse fim, obviamente. Sair de um trabalho é sempre uma emoção interessante. Entregar um trabalho, nem tanto. Enterrar um ente querido, menos ainda.</p>
<p>Quando moleque, li um livro da Coleção Primeiros Passos: O Que é Morte. O livro dizia que a morte – ou o velório, como seu símbolo primeiro – foi migrando do interior da casa, da mesa da sala de jantar, para o hospital, para um lugar-comum de morte e fim.</p>
<p>Com os relacionamentos, a coisa é parecida. Se antes ficávamos adubando relacionamentos findos – que já fediam de tão mortos dentro do quarto, partilhando a mesma cama – hoje eles começam e terminam em um beijo sem nome. Não faço juízo de valor, até porque sou de pouca moral para julgar alguém, mas me espanta a facilidade que temos (que tenho! que tenho!) em virar uma página, chorar o texto que fora escrito e continuar em frente.</p>
<p>Talvez porque sejamos mesmo fadados a seguir em frente, apesar do que tenhamos feito.</p>
<p>Abraços do teu fã.</p>
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		<title>Last best wordle (ou: sim, eu roubo títulos)</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 20:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagem feita com a ferramenta web Wordle http://wordle.net/ com o feed do blog A casa do zander.
Roubei o post do Hermenauta (leitura diária e obrigatória) e gostei da brincadeira.
Gostei do título também. Roubei-o sem dó.
ceci n&#8217;est pas un post
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			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_807" class="wp-caption alignnone" style="width: 435px"><a href="http://wordle.net/"><img src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/07/tag_cloud.gif" alt="tag cloud - casa do zander" title="tag cloud" width="425" height="268" class="size-full wp-image-807" /></a><p class="wp-caption-text">tag cloud - casa do zander</p></div><br />
<em>Imagem feita com a ferramenta web Wordle http://wordle.net/ com o feed do blog A casa do zander.</em></p>
<p>Roubei o post do <a href="http://ohermenauta.wordpress.com/2008/07/22/last-best-wordle/">Hermenauta</a> (leitura diária e obrigatória) e gostei da brincadeira.</p>
<p>Gostei do título também. Roubei-o sem dó.</p>
<p><em>ceci n&#8217;est pas un post</em></p>
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		<title>sinal de pare!</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 18:48:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lQVZyENmlgc&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/lQVZyENmlgc&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Sobre a arte de criar para o mundo</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 19:39:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu tive um sonho engraçado.
Normalmente eu não me lembro dos meus sonhos. Pra mim o mundo dos sonhos é um lugar inalcançável. Eu não sei o porquê disso até hoje, mas deve ter algo a ver com o meu sono agitado ou com a pouquíssima quantidade de horas de sono que eu tiro diariamente. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tive um sonho engraçado.</p>
<p>Normalmente eu não me lembro dos meus sonhos. Pra mim o mundo dos sonhos é um lugar inalcançável. Eu não sei o porquê disso até hoje, mas deve ter algo a ver com o meu sono agitado ou com a pouquíssima quantidade de horas de sono que eu tiro diariamente. Não entendo quem consegue dormir bem e ainda sonhar com menos de doze horas de sono.</p>
<p>Pois bem.</p>
<p>Estava eu no Baixo Gávea – coisa altamente improvável hoje em dia – e zanzava entre as cadeiras de um famoso e clássico bar de péssima qualidade. O mesmo que sempre freqüentava quando tinha os meus vinte e poucos anos e pouquíssima noção de qualidade de atendimento e de chope que me era servido. Passava eu com uma companhia a qual o sonho não me identificou  – provavelmente um dos meus inúmeros conhecidos que parecem morar naquela praça – e estava me dirigindo à saída quando encontrei uma criatura bem conhecida.</p>
<p>Minha filha – numa versão adolescente – estava com um grupo de rapazes e tomando um chopinho moleque, aquela cerveja de várzea, a cachacinha-arte que todos nós estamos acostumados a praticar desde o início da idade adulta. E estava ela, com o seus amigos e amigas naquela corte velada que só quem teve dezesseis anos consegue entender.</p>
<p>E, apesar da legião adolescente de flertes, peguetes, paixonites e afins, me aproximei. Não me lembro de certo dos diálogos travados nessa mesa onírica, mas rolou algo como eu denunciar o bar por vender álcool a menores – hipocritamente me “esquecendo” que eu fizera o mesmo no passado, à mesma idade – ou de dar uma lição de moral aos meninos. Moral essa pífia e sem o menor sentido, apenas a titulo de empáfia e um arrotar de pai que se vê aviltado ao se deparar com o prosaico fato de sua filha adentrar à vida adulta. Os diálogos eram tão ruins que não ficaram na minha memória.</p>
<p>O que marcou mesmo, do sonho, foi um papo olho no olho com a baixinha. No sonho ela tinha a mesma face e o mesmo olhar terno que tem hoje, com uma fagulha de peraltice que um dia deverá se tornar em esperteza e malandragem. Ela me olhou e pergunto o que deveria fazer, já que não podia beber na rua, com os amigos e amigas.</p>
<p>Eu comecei a discursar sobre a violência da cidade grande; que o Rio de Janeura já não era mais o mesmo que eu conhecera na minha juventude (ainda bem!); que eu confiava nela, mas que vira e mexe tem menina sendo estuprada por aí; que é melhor beber em casa (o padrasto e a mãe dela bebem a cervejinha e o vinho em casa mesmo); para ela tomar cuidado e ter sempre o número da gente em mãos; ter sempre o número do hospital também; e o da policia e o do advogado que casou com minha prima e resolve sempre esses perrengues do dia-a-dia para a família; e da Liga da Justiça e dos Vingadores. (Era um sonho, gente. Um sonho. Permitam-me o delírio.)</p>
<p>Ela continuou calada, mas parecia-me perguntar: “para quê você me cria, pai?”</p>
<p>E nessa hora, eu acordei.</p>
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		<title>Watchmen &#8211; the movie &#8211; the trailer</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 01:17:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma palavra: SENSACIONAL.
Vejam.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma palavra: SENSACIONAL.</p>
<p>Vejam.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mSrgvJ2JyHs&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/mSrgvJ2JyHs&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>sobre oráculos que dão certo</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 03:16:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[nota breve]]></category>
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		<category><![CDATA[oráculos]]></category>
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		<description><![CDATA[Odeio o Personare.
Sol na casa 6, lua na casa 12
16/07 (ontem) às 3h20 a 18/07 às 14h45	
Lua Cheia, Zander! Os momentos cheios da Lua tendem a ser fases particularmente instáveis, num sentido emocional. Neste momento em particular, em que ela atua sobre sua Casa 12 astrológica (enquanto que o Sol atua na sexta casa), convém [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Odeio o <a href="http://personare.com.br/">Personare</a>.</p>
<blockquote><p>Sol na casa 6, lua na casa 12<br />
16/07 (ontem) às 3h20 a 18/07 às 14h45	</p>
<p>Lua Cheia, Zander! Os momentos cheios da Lua tendem a ser fases particularmente instáveis, num sentido emocional. Neste momento em particular, em que ela atua sobre sua Casa 12 astrológica (enquanto que o Sol atua na sexta casa), <strong>convém tomar um cuidado especial com doenças</strong>. A doença é, muitas vezes, uma mensagem que o inconsciente tenta nos transmitir, portanto convém dar atenção aos sinais que o corpo lhe dá. <strong>Não é absolutamente obrigatório que você adoeça, portanto procure descansar, recolher-se, evitar farras e festas</strong>. Entre 16/07 (ontem) às 3h20 e 18/07 às 14h45, você estará vivendo uma fase fisicamente delicada. Repouse!</p></blockquote>
<p>Merda de gripe!</p>
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		<title>Sobre o projeto de lei sobre cybercrimes</title>
		<link>http://casadozander.com/nota-breve/sobre-o-projeto-de-lei-sobre-cybercrimes/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 02:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[lei de cibercrimes]]></category>
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		<description><![CDATA[Sinceramente, eu não tinha opinião formada até ler o post da Lu Monte sobre o assunto.
Recomendo a leitura de fio a pavio.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sinceramente, eu não tinha opinião formada até ler o post da <a href="http://diadefolga.com">Lu Monte</a> <a href="http://diadefolga.com/projeto-de-cibercrimes-colocando-os-pingos-nos-is/">sobre o assunto</a>.</p>
<p>Recomendo a leitura de fio a pavio.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre a arte de dar as mãos</title>
		<link>http://casadozander.com/textos/sobre-a-arte-de-dar-as-maos/</link>
		<comments>http://casadozander.com/textos/sobre-a-arte-de-dar-as-maos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 17:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[conquistas]]></category>
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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa

Hoje eu li em um blogue de uma amiga (http://simsenhoras.blogspot.com/2008/07/quero-namorar-o-wall-e.html) que ela não vê mais as pessoas simplesmente dando as mãos por aí. Que no arsenal da conquista não se usa mais o singelo gesto de procurar a mão da menina e segurar os dedos entre os dedos num enlace quase [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2008/agosto/28/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em><a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2008/agosto/28/bis.asp?bis=cronicas"><br />
</a></p>
<p>Hoje eu li em um blogue de uma amiga (<a href="http://simsenhoras.blogspot.com/2008/07/quero-namorar-o-wall-e.html">http://simsenhoras.blogspot.com/2008/07/quero-namorar-o-wall-e.html</a>) que ela não vê mais as pessoas simplesmente dando as mãos por aí. Que no arsenal da conquista não se usa mais o singelo gesto de procurar a mão da menina e segurar os dedos entre os dedos num enlace quase que obsceno, mas mais singelo que os olhares que enrubescem. Que não vê mais o gesto em si mesmo gerando o momento mágico.</p>
<p>Eu sou uma criatura de “grude”. Gosto de tocar, abraçar de dar beijos e tal em quem tenho carinho e afeto. Obviamente já passei da fase adolescente onde os futuros adultos arrumam n desculpas para se jogar uns em cima dos outros ou se amontoarem pelos cantos. Algo a ver com os hormônios em ebulição ou uma desculpa esfarrapada para pré-sexo. Dito isto, acho que poderão entender melhor o caso que tenho para contar.</p>
<p>Pois bem.</p>
<p>Um dia, numa das minhas idas profissionais à cidade do dinheiro e à terra da fortuna, eu saí com uma conhecida para podermos materializar o nosso conhecimento mútuo. (Não me entendam mal! A frase anterior é só uma forma pernóstica de dizer que fui conhecer de fato uma pessoa que conhecia pela Internet. É que às vezes conheço mais de fato quem nunca vi de perto. E às vezes conheço menos de perto quem já vi de fato. Fato.) Fomos a uma pizzaria numa praça que só recentemente voltei – e gravei o nome. E obviamente me esqueci novamente, a ponto de não ter sequer referência para citar nessa crônica de quarenta linhas.</p>
<p>A pizzaria era modernosa, com uma decoração bem interessante. Como bom carioca, sempre achei que pizza boa era a que era servida rapidamente. Ali fui introduzido à grande arte de ser fazer Pizzas em Sampa.</p>
<p>Antes mesmo de fazermos o pedido, senti que havia algo no ar. Uma atração definitiva. Da minha parte, claro, por minha amiga. As pizzas não tinham nada a ver com a história. A moça era bonita, charmosa, interessante mesmo. E tinha bom gosto. Afinal de contas, sabia escolher a companhia para o jantar.<br />
Durante o evento inteiro eu não conseguia desgrudar os olhos dos olhos da moça e “dava um jeito” de fazer as mãos delas encontrarem as minhas. Quando ocorria, parecia que eu estava segurando o braço de uma cadeira ou apenas uma maçaneta. Nada. Nem uma fisgada, nem uma alteração na voz da moça. Nadica de nada. Um suspiro ou uma pausa ao menos? Não.</p>
<p>Obviamente achei que não tinha logrado sucesso e tal. Mas são coisas da vida. Se todas as mulheres desejassem todos os homens (e vice-versa), não haveria agenda que desse jeito para tanta fornicação. Ou romance. Fica no teu critério. Fato é que não funcionaria de forma alguma. Há de se ter a rejeição por bem da humanidade.</p>
<p>Mas, como a vida sempre surpreende e desconstrói as primeiras impressões, na saída, a moça me permite um beijo. Obviamente voltei pro Rio sem entender coisa alguma.</p>
<p>Quando mudei em definitivo para Sampalândia, eu entendi que havia um tipo de gente que não se toca, a não ser na intimidade. Que um abraço pode ser sinal de posse e que um pegar em mãos pode ser ostensivo, declaratório e íntimo demais para duas pessoas que apenas se flertam.</p>
<p>Da pior forma, entendi que esse não era o meu tipo de gente.</p>
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		<title>Das várias coisas a se fazer antes dos quarenta anos</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 02:09:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Virei pro camarada do outro lado da mesa e soltei sem respirar: “Me ajuda em três coisas?” Ele trocou olhares rápidos com o garçom, o pint de Guiness meio vazio e a minha cara de bêbado de fim de semana.
“Como assim?” “São três coisas simples.” “Desenvolva.”
Ao meu lado, a menina deu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2008/agosto/21/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p>Virei pro camarada do outro lado da mesa e soltei sem respirar: “Me ajuda em três coisas?” Ele trocou olhares rápidos com o garçom, o <em>pint</em> de Guiness meio vazio e a minha cara de bêbado de fim de semana.</p>
<p>“Como assim?” “São três coisas simples.” “Desenvolva.”</p>
<p>Ao meu lado, a menina deu a perceber que estava curiosa, mas fez como quem não daria bola àquela besteirada ali. Sentiu cheiro de bobagem de botequim. Virou o rosto para a amiga que flertava desesperadoramente com o cara do outro lado da mesa.</p>
<p>Ele insistiu: “Desenvolva.” “Bom, como você sabe, eu tenho projetos curtos e simples a serem resolvidos até lá. Já até escrevi sobre eles e tal.” “Sei sim, o papo de morar só – já é tempo, né? –, o lance da faculdade, juntar dinheiro e…” “…e falar menos. O mais difícil de todos.” “Pois é. E no que eu posso te ajudar, cara? Morar lá em casa, nem pensar.” “Tem mais além dessa lista curta. Mais coisas que se escondem debaixo do tapete dos nossos projetos de vida. Detalhes, coisa pequenas que vão aparecendo aos poucos no processo de envelhecer. Coisas como apreciar um tipo de uva, um prato que é preparado em algum lugar. Essas coisas que realmente valem a pena e que talham o caráter de um homem de forma definitiva.”</p>
<p>Ele virou o restante da cerveja quando o garçom colocou um novo copo nada vazio à sua frente.<br />
“Você está bêbado?” “Ainda não. Só lânguido.” “Meio veado isso, né?” “Sim, mas é a palavra precisa.” “Então você precisa de mim para que eu te ensine meia dúzia de coisas que ajudarão na formação do seu caráter enquanto homem feito?”</p>
<p>Foi a minha vez de beber o meu copo cheio. </p>
<p>“Não, cara. Já faz algumas décadas que eu talho esse meu mau-caráter. O que preciso é de umas dicas para um vicio novo.” “Como assim? Vício novo?” “Sim, vícios. O terceiro componente fundamental da personalidade de uma pessoa.”</p>
<p>Nesse ponto, as meninas passaram a prestar a atenção.</p>
<p>“São três os Componentes Fundamentais da Personalidade de uma Pessoa: nortes, valores e vícios. Os nortes são aqueles objetivos que nós iremos mudando a cada mês, mas que são sempre substituídos. Não é nada complicado como comprar um apartamento, mas algo como ‘como vou arrumar a grana para pagar a mensalidade desse mês?’. Os valores não são medidos por aquilo que você tem como conduta pessoal, mas mais como aquilo que você não faria por um milhão de reais. Obviamente não são para serem brandidos como estandartes, caso contrário, qualquer pessoa de bom senso lerá: ‘Ei! Me compre! Eu quero um milhão de reais! Dez pratas já tá valendo, dotô!’”</p>
<p>Os outros três à mesa já estavam com aquela cara de “senta que lá vem história”. E veio mesmo.</p>
<p>“Os vícios são os seus melhores amigos no desespero. É a última coisa a que você se agarra quando o mundo te tira tudo. A tua coleção de vinis de samba dos anos 1960, o uísque que você aprendeu a beber na chegada dos trinta anos, são seus únicos e derradeiros amigos quando todo o universo te dá as costas. Ele te draga, te consome, suga teus momentos de descanso e teu dinheiro, mas é quem te dá prazer na hora e no momento em que você mais precisa, na hora onde é só isso que resta. E precisamos sempre de vícios novos, para que os antigos não se tornem fortes demais e te arrastem para onde eles querem. É isso.”</p>
<p>Ante o silêncio assombrado da mesa, arrematei: “Cara, preciso comprar um cachimbo bom, um paco de fumo de primeira e um canivete de qualidade. Me ajuda?”</p>
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		<title>I Met The Walrus</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 13:27:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[talking about peace]]></category>
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		<description><![CDATA[
In 1969, a 14-year-old Beatle fanatic named Jerry Levitan, armed with a reel-to-reel tape deck, snuck into John Lennon&#8217;s hotel room in Toronto and convinced John to do an interview about peace. 38 years later, Jerry has produced a film about it. 
Using the original interview recording as the soundtrack, director Josh Raskin has woven [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jmR0V6s3NKk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/jmR0V6s3NKk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<blockquote><p>In 1969, a 14-year-old Beatle fanatic named Jerry Levitan, armed with a reel-to-reel tape deck, snuck into John Lennon&#8217;s hotel room in Toronto and convinced John to do an interview about peace. 38 years later, Jerry has produced a film about it. </p>
<p>Using the original interview recording as the soundtrack, director Josh Raskin has woven a visual narrative which tenderly romances Lennon&#8217;s every word in a cascading flood of multipronged animation. Raskin marries the terrifyingly genius pen work of James Braithwaite with masterful digital illustration by Alex Kurina, resulting in a spell-binding vessel for Lennon&#8217;s boundless wit, and timeless message.</p></blockquote>
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		<title>Fotos, FLIP e Paraty</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 03:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FLIP 2008]]></category>
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2008-07-05 &#8211; Paraty &#8211; 6a FLIP


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="width:194px;">
<tr>
<td align="center" style="height:194px;background:url(http://picasaweb.google.com/f/img/transparent_album_background.gif) no-repeat left"><a href="http://picasaweb.google.com/tuca.navarro/20080705Paraty6aFLIP"><img src="http://lh4.ggpht.com/tuca.navarro/SHFGPa4yWlE/AAAAAAAAE0M/7b2gTMo97rE/s160-c/20080705Paraty6aFLIP.jpg" width="160" height="160" style="margin:1px 0 0 4px;"></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align:center;font-family:arial,sans-serif;font-size:11px"><a href="http://picasaweb.google.com/tuca.navarro/20080705Paraty6aFLIP" style="color:#4D4D4D;font-weight:bold;text-decoration:none;">2008-07-05 &#8211; Paraty &#8211; 6a FLIP</a></td>
</tr>
</table>
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		<title>Bloqueios</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 05:18:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Uma anedota costumeira entre escritores e jornalistas é sobre o writer’s block.
Dizem que, quando um cronista está com bloqueio, ele costuma buscar esse mesmo tema para cumprir a sua quota semanal. É um velho clichê falar da incapacidade de escrever. E já cansamos de ver Veríssimos e Jabores dissertando sobre “o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2008/agosto/14/bis.asp?bis=cronicas" target="_blank">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p>Uma anedota costumeira entre escritores e jornalistas é sobre o <em>writer’s block</em>.</p>
<p>Dizem que, quando um cronista está com bloqueio, ele costuma buscar esse mesmo tema para cumprir a sua quota semanal. É um velho clichê falar da incapacidade de escrever. E já cansamos de ver Veríssimos e Jabores dissertando sobre “o bloqueio de escritor” da “falta de inspiração” do “processo criativo interrompido” ou, como eu prefiro: o <em>coitus interruptus</em> para cumprir o seu espaço no jornal daquela semana.</p>
<p>Gosto da imagem do coito interrompido porque encaro a atividade de escrever como uma trepada com uma amiga querida. Ou com um encontro com a mulher da minha vida. É um flerte que começa numa manhã ou no meio de um texto de outrem. Daí levo esse flerte para casa, durmo com ele e deixo-o amadurecer em algum nível de consciência. Dias depois vem a cantada derradeira e, para coroar a ação: o coito, digo, o texto. Obviamente, nem preciso dizer que estou passando por um processo desses aí. Não o coito. Infelizmente.</p>
<p>Há semanas, quem acompanha minha coluna ou meu blogue está careca de saber que nada que preste tem saído dessa cabeça distópica. É sempre um “mais do mesmo” que você, caríssimo e raro leitor, encontra aqui.</p>
<p>Pois bem.</p>
<p>Isto posto, resolvi escrever algo diferente. Ou seja, resolvi escrever o que todos escrevem quando estão com essa válvula criativa enferrujada. Escrevo sobre o ofício de escrever</p>
<p>“O ofício de escrever é um sacerdócio”, diria algum escritor pernóstico que se acha tanto e muito só porque tem a habilidade – e a obrigação – de dominar minimamente a língua que fala e consome diariamente. Ao meu ver, o ofício de escrever é tão e somente o ofício da escrita. Assim como alguns têm habilidades e obrigações a se resolver com planilhas eletrônicas, ou com linhas de programas para a internet, a rede mundial dos computadores, outros têm com as letras e palavras da língua portuguesa.<br />
Por um outro lado, há um quê de abnegação na escrita. É um derramar dos saberes e dos fazeres em forma de coerência e estilo que tentam levar a quem lê uma mensagem que já nasce perdida. Não há como se precaver se aquilo que é dito é de fato entendido por quem está do outro lado. Pior, não há como saber se aquilo que se pretendia dizer sequer foi feito com competência. Até que seja tarde demais.</p>
<p>Por exemplo, eu quis escrever sobre bloqueios e sobre a incapacidade de derramarmos sobre o papel – com tinta cada vez mais metafórica – as idéias e os assuntos que pensamos durante o dia. Na verdade quis dizer que a incapacidade de escrever estava diretamente ligada à incapacidade de reter o que nos vêm pela cabeça, porque criamos as mensagens e os textos a todo momento, nós que nos predispomos a dominar esse ofício de alinhar símbolos inteligíveis a quem possa os decifrar.</p>
<p>Por fim, só sei que quarenta linhas foram preenchidas e nelas pincelei sobre sexo, coito interrompido, capacidade criativa e função da mensagem. Sem nada dizer.</p>
<p>Definitivamente, um bloqueio.</p>
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		<title>Magopaco 2 &#8211; Zanderman</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 05:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[desenhos]]></category>
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		<description><![CDATA[Meus amigos que me bajulam&#8230;
Zanderman

Zander é un sujeito 2.0.
Ele ouve coisas estranhas e outras nem tanto.
Assiste novidades e nostalgias.
Gerou uma bela menina bela.
Trabalha e transita em tecnologia. Alterna constante e traqüilamente entre a sapiência cautelosa do modo de segurança e a vertigem desregulada do overclock.
Mas na primeira oportunidade, ele veste seu surrado capuz bege e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meus amigos que me bajulam&#8230;</p>
<h2><a href="http://www.magopaco.com/zanderman/">Zanderman</a></h2>
<p><img src="http://www.magopaco.com/wp-content/uploads/2008/07/zanderman.gif" alt="Zanderman - herói das tardes de domingo" width="400" /></p>
<blockquote><p><a href="http://casadozander.com/">Zander</a> é un sujeito 2.0.<br />
Ele ouve coisas estranhas e outras nem tanto.<br />
Assiste novidades e nostalgias.<br />
Gerou uma bela <a href="http://www.flickr.com/photos/zander_cp/2541477937/">menina bela</a>.<br />
Trabalha e transita em tecnologia. Alterna constante e traqüilamente entre a sapiência cautelosa do modo de segurança e a vertigem desregulada do <em>overclock</em>.</p>
<p>Mas na primeira oportunidade, ele veste seu surrado capuz bege e assim que encontra um Sandtrooper pela frente levanta a mão em sua direção:</p>
<p>- You don’t need to see his identification.<br />
- We don’t need to see his identification.<br />
- These aren’t the droids you’re looking for.<br />
- These aren’t the droids we’re looking for.<br />
- He can go about his business.<br />
- You can go about your business.<br />
- Move along.<br />
- Move along. Move along.<br />
- Você é uma galinha.<br />
- Có có.</p>
<p>Zander se diverte. Seu lado iluminado tem um certo lado negro.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Magopaco &#8211; ilustrações e filosofia de boteco</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 15:33:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[desenhos]]></category>
		<category><![CDATA[magopaco]]></category>

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		<description><![CDATA[O Patriota

Ele estufa o peito cantando o hino nacional.
Chora na copa do mundo.
Grita na olímpiadas.
Range os dentes até na disputa do oscar de melhor filme estrangeiro.
Diz que esse país é do caralho.
Estaciona em fila dupla.
Joga papel no chão.
Fura fila em banco/supermercado.
Dá dinheiro pro guarda liberar o carro com documento vencido.
Vota no deputado que prometeu uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://www.magopaco.com/patriota/">O Patriota</a></h2>
<p><a href="http://www.magopaco.com/patriota/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://www.magopaco.com/wp-content/uploads/2008/06/patriota.jpg" alt="O Patriota - Ilustração de Magopaco" width="400px"/></a></p>
<blockquote><p>Ele estufa o peito cantando o hino nacional.<br />
Chora na copa do mundo.<br />
Grita na olímpiadas.<br />
Range os dentes até na disputa do oscar de melhor filme estrangeiro.</p>
<p>Diz que esse país é do caralho.</p>
<p>Estaciona em fila dupla.<br />
Joga papel no chão.<br />
Fura fila em banco/supermercado.<br />
Dá dinheiro pro guarda liberar o carro com documento vencido.<br />
Vota no deputado que prometeu uma vaga na secretaria municipal de obras.</p>
<p>Diz que num país atrasado assim não dá mais pra viver.<br />
Tá tirando o passaporte pra ir morar no Canadá.</p>
<p>Obs: Na polícia federal pagou uma taxa de propina pra receber o passaporte mais rápido.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>dos homens</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 19:13:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[canalhas]]></category>
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		<category><![CDATA[sobre as mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[sobre os homens]]></category>
		<category><![CDATA[sol]]></category>

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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Diz Maria Bercovitch, querida amiga, em A mulher pós-moderna-erna-erna
Os homens são um problema. Onde estão os caras inteligentes, interessantes e sinceros? Difícil o homem que não sai correndo, que não morre de medo dessa mulher que sabe o que quer. O machismo ainda existe. A cafajestagem, também. Algumas continuam aceitando. Outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2008/agosto/07/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p>Diz <a href="http://thesisdifficilis.blogspot.com/">Maria Bercovitch</a>, querida amiga, em <a href="http://thesisdifficilis.blogspot.com/2008/06/mulher-ps-moderna-erna-erna.html">A mulher pós-moderna-erna-erna</a></p>
<blockquote><p>Os homens são um problema. Onde estão os <a href="http://casadozander.com/">caras inteligentes, interessantes e sinceros</a>? Difícil o homem que não sai correndo, que não morre de medo dessa mulher que sabe o que quer. O machismo ainda existe. A cafajestagem, também. Algumas continuam aceitando. Outras choram, sofrem e seguem adiante solteiras.</p></blockquote>
<p>Minha querida, os homens são os mesmos desde a sua invenção. Tal e qual as moças (virginais ou não) eles são a soma dos símbolos que atribuem a si mesmos e que são emprestados dos outros.</p>
<p>Qual canalha não se derramou em lágrimas pelo aconchego de uma menina que lhe fazia um cafuné a troco apenas da sensação? Qual príncipe encantado não olhou para as curvas calipígeas de uma transeunte incauta?</p>
<p>O que importa, no fim das contas, é o sorriso que a vida te entrega diariamente no nascer do sol. Você o pega com o jornal, ou não.</p>
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		<title>PostSecret &#8211; agora acertaram</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 19:07:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[be careful]]></category>
		<category><![CDATA[postsecret]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://postsecret.blogspot.com/2008/06/sunday-secrets_28.html"><img src="http://bp2.blogger.com/_a7jkcMVp5Vg/SGboenLc9pI/AAAAAAAAFXY/fiEGjVkQS7I/s400/becarefulyourimportant.jpg"></a></p>
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		<title>avó</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 21:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[avó]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>

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		<description><![CDATA[
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://farm4.static.flickr.com/3084/2579260924_f45ca43deb.jpg?v=0' alt='Júlia Navarro Catta Preta' class='aligncenter' /></p>
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		<title>Minha primeira fita</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 23:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[para ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[rock'n'roll]]></category>

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		<description><![CDATA[Tó!



]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tó!</p>
<div style="width: 430px; text-align:center;"><embed width="426" height="327" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.mixwit.com/flash/widgets/shell.swf" wmode="transparent" flashvars="env=embed&#038;widget=b9eb9cbb37a745cf5f69297854f61d1e&#038;playlist=a39ee306524ceb9c6ec3de36169e992c&#038;vuid=embed"></embed><br />
<a href="http://www.mixwit.com/zander_cp?e"><img border="0" src="http://www.mixwit.com/p.jpg" style="border: none 0px; padding: 0px; margin: 0px;" /></a><a href="http://www.mixwit.com/create?e"><img border="0" src="http://www.mixwit.com/m.jpg" style="border: none 0px; padding: 0px; margin: 0px;" /></a><a href="http://www.mixwit.com/?e"><img alt="Mixwit" border="0" src="http://www.mixwit.com/l.jpg" style="border: none 0px; padding: 0px; margin: 0px;" /></a></div>
<p><img style="visibility:hidden;width:0px;height:0px;" border=0 width=0 height=0 src="http://counters.gigya.com/wildfire/CIMP/bT*xJmx*PTEyMTM5MTc1NTAzOTAmcHQ9MTIxMzkxNzU1NTk2NiZwPTE4NDMzMSZkPSZuPSZnPTE=.jpg" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Internet Argument &#8211; xkcd.com</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 18:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[internet argument]]></category>
		<category><![CDATA[xkcd]]></category>

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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://xkcd.com/438/"><img src='http://imgs.xkcd.com/comics/internet_argument.png' alt='' class='alignnone' /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dance Off with Star Wars &#8211; 2008</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 22:45:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[ridículo]]></category>
		<category><![CDATA[star wars]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UkTQwP2gFxU&#038;hl=en"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/UkTQwP2gFxU&#038;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Sexo, drogas e um livro legal</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 04:11:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Outro dia recebi um email. Um convite, para ser mais preciso, por email. Eu receberia um livro em casa e escreveria sobre ele, falando mal ou bem do bicho. Não sei se eram as fiandeiras do destino querendo que eu lesse (e escrevesse) mais, mas coincidiu que eu estava lançando o meu outro blogue – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia recebi um email. Um convite, para ser mais preciso, por email. Eu receberia um livro em casa e escreveria sobre ele, falando mal ou bem do bicho. Não sei se eram as fiandeiras do destino querendo que eu lesse (e escrevesse) mais, mas coincidiu que eu estava lançando o meu outro blogue –  <a href="http://www.umlivroporsemana.com">um livro por semana</a>, igualmente sem fama ou visitação – e eu topei a empreitada na hora.</p>
<p><a href="http://www.sexodrogaserollingstones.com.br" target="_blank"><img title="capa do livro Sexo, Drogas e Rolling Stones do José Emilio Rondeau e Nelio Rodrigues" src="http://umlivroporsemana.com/wp-content/uploads/2008/06/capa-sexo-drogas-rolling-stones.jpg" alt="capa do livro Sexo, Drogas e Rolling Stones do José Emilio Rondeau e Nelio Rodrigues" /></a></p>
<p>Semanas se passaram, papos no MSN para um lado e outro, uma lista de livros medonhos – e de auto-ajuda – me assombrando, chega uma simpática caixa do correio. Dentro dela veio o livro <a href="http://www.sexodrogaserollingstones.com.br">Sexo, Drogas e Rolling Stones</a> do <a href="http://www.sexodrogaserollingstones.com.br">José Emilio Rondeau</a> e <a href="http://www.sexodrogaserollingstones.com.br">Nelio Rodrigues</a>. Confesso que nunca fui fã da banda apesar de gostar, obviamente, de cinco ou seis sucessos deles.</p>
<p>Todavia, tinha topado a empreitada e decidi ir até o fim. O livro tava ali e me faltava apenas a parte sofrida da história. Ler o livro.</p>
<p>Certo que seria sofrido – muito trabalho, namorada, crise pessoal, blogue offline, etc. e tal – adiei por uma semana a abertura da caixa e o início da coisa em si. Mas… mas…</p>
<p>O livro abriu-se para mim como uma flor de carne. Sedução imediata pelo texto do José Emilio – que eu admirava e acompanhava desde os idos da revista Bizz, nos anos 80 – e do Nelio, pelas fichas reveladoras de todos os (ex-)integrantes dos Stones desde a fundação, pelas fotos, pelas capas, pelo projeto gráfico. Só a vida, na sua ojeriza pelo prazer fácil e fluido, é que me impediu de ler o bicho de uma sentada só.</p>
<p>Acabei de fechar a última página com uma impressão ótima do bicho.</p>
<p>Primeiro pelo foco das vindas dos roqueiros em terra brasilis. Obviamente foi escrita para massagear o nosso ego coletivo de nação umbigüenta e de baixa auto-estima, mas feita com carinho, já que Nelio Rodrigues já escrevera outro livro com esse mesmo tema, e dá uma pausa gostosa entre os capítulos mais hard do livro.</p>
<p>Em segundo lugar, pela vontade de “quero mais” que deixou nesse não-fã da banda. Acho que vou comprar um ou dois discos dessa “revelação” do r&amp;b.  Obviamente o livro me lembra duas desventuras minhas com shows dos stones, mas isso é assunto para outro texto, outro tema.</p>
<p>Bom livro.</p>
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		<title>Primeira comunhão de Catarina</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 03:22:09 +0000</pubDate>
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Foi sábado. E ela linda, linda.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/zander_cp/2541477937/"><img style="border: solid 2px #000000;" src="http://farm4.static.flickr.com/3076/2541477937_6004a52569_m.jpg" alt="" /></a><br />
Foi sábado. E ela linda, linda.</p>
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		<title>Na paulista…</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 03:45:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa

&#8230;costumava ser uma expressão usada na faculdade para o ato de passar a brenfa, marofa, canha, baseado, doizinho, pega, a maconha – enfim – com velocidade que, a priori, não deveria ser própria de quem está consumindo um entorpecente relaxador. Ou seja, o cara pega, puxa, traga, e passa sem ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2008/junho/12/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em><a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2008/junho/12/bis.asp?bis=cronicas"><br />
</a></p>
<p>&#8230;costumava ser uma expressão usada na faculdade para o ato de passar a brenfa, marofa, canha, baseado, doizinho, pega, a maconha – enfim – com velocidade que, a priori, não deveria ser própria de quem está consumindo um entorpecente relaxador. Ou seja, o cara pega, puxa, traga, e passa sem ter tempo de contemplar o ato, de curtir o momento, e só espera que a onda bata logo. Obviamente pegar a bagana, a vela, a maria-joana, o fumo, o cigarro e ficar contemplando o mundo enquanto ficava olhando a parada queimar lentamente para o nada era chamado de “na carioca”.</p>
<p>Hoje fico pensando se não existe algo mais nessa comparação que a falsa calma do carioca e da pressa inequívoca do paulistano.</p>
<p>Antes que me processem por apologia ao narcotráfico, aviso: nunca fui adepto do uso da <em>cannabis sativa</em> – jamais consegui dar mais que dois tapas e não desmaiar em seqüência – mas curtia ficar com o pessoal na vila dos diretórios acadêmicos da PUC-RJ, na chamada esquina da esquadrilha da fumaça, a quina formada pelas casinhas do povo de desenho industrial, de filosofia e geografia e era completada pela casa do CA de Direito que, diga-se de passagem, o único que tentava fazer algo que lembrava remotamente um movimento estudantil naquela época pós-caras pintadas, pós-reabertura política, pós-ideologias, pós-juventude.</p>
<p>Gostava porque a maioria ouvia o bom e velho <em>rock’n’roll</em> – apesar de um <em>reggae</em> ocasional me torturar a paciência – e todos gostavam de quadrinhos e de alguma literatura. Além disso era o <em>pit-stop</em> obrigatório no caminho do boteco. Esse sim, fornecedor do meu elemento de entorpecimento favorito.</p>
<p>Desculpem se tergiverso um bocado, mas é que me lembrei disso hoje ao andar na Avenida Paulista.</p>
<p>Chovia de um jeito que é cada vez mais raro em São Paulo – chuva fina, tempo frio, vento cortante – e eu ia da Consolação ao Paraíso. Da rua Augusta à rua Brigadeiro Luiz Antônio. Na calçada, a fauna de costume: casais gays na altura do Conjunto Nacional – e da Frei Caneca – jovens executivos entre a Freica e o Trianon, alguns rapazes perdidos no parque, estudantes nos botecos até a Joaquim Eugênio de Lima, mais jovens executivos que foram estudantes há pouco nos mesmos botecos com mesas e cadeiras em plena calçada, <em>hippies</em>/mendigos na altura daquela casa branca que estava abandonada e que fora um MacDonalds até um tempo atrás.</p>
<p>No passar da turba, uma cena insólita. Como sou muito míope, as imagens me vêem aos poucos, sendo construídas no meio da minha falta de foco. Primeiro, um engravatado carregando algo pesado. Depois, consegui ver o portador de terno completo e gravata com mais nitidez. Ele carregava um monitor velho de computador, daqueles de tubo, de umas quinze polegadas, com algum esforço, mas andava com energia e determinação. Mais uns cinco metros consegui ver a face. Barba por fazer, cabelos desgrenhados e loiros, olhar injetado de fúria e os braços de terno sem camisa.</p>
<p>Passou por mim como se não existisse chuva ou destino. Na paulista.</p>
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		<title>minha filha tem um blogue!</title>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2008 22:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não sei se me assusto, ou se me orgulho. Acho que ambos.
ADORO!

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se me assusto, ou se me orgulho. Acho que ambos.</p>
<p>ADORO!</p>
<p><a href="http://www.todomundodocsa.blogspot.com/ " target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-743" title="catarina catta preta" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/05/catarina.jpg" alt="catarina catta preta" width="269" height="201" /></a></p>
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		<title>Watchmen &#8211; the movie (mais novidades)</title>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2008 19:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sem delongas, segue o material. E o link!
&#8211;
foto dos minutemen

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sem delongas, segue o material. E o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Watchmen">link</a>!<br />
&#8211;<br />
foto dos minutemen<br />
<a href="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/05/watchmen_minutemen_552x444.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-741" title="watchmen_minutemen_552x444" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/05/watchmen_minutemen_552x444-300x241.jpg" alt="" width="300" height="241" /></a></p>
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		<title>Mônica e cia. &#8211; versão 2.0</title>
		<link>http://casadozander.com/videos/monica-e-cia-versao-20/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 May 2008 13:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/m4Zbs7kcpfo&#038;hl=en"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/m4Zbs7kcpfo&#038;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
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		<title>Pequenas mãos</title>
		<link>http://casadozander.com/textos/pequenas-maos/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2008 03:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Diz-se das pessoas com mãos pequenas que são habilidosas, dado que portam dedos pequenos, sutis e delicados, propícios para trabalhos idem. Que com leveza e presteza conseguem fazer o que portadores de desajeitados formões cárpicos não logram êxito. Que são sutis e meigas. Que são feitas para se segurar coisas macias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribuna.inf.br/anteriores/2008/junho/05/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p>Diz-se das pessoas com mãos pequenas que são habilidosas, dado que portam dedos pequenos, sutis e delicados, propícios para trabalhos idem. Que com leveza e presteza conseguem fazer o que portadores de desajeitados formões cárpicos não logram êxito. Que são sutis e meigas. Que são feitas para se segurar coisas macias e suaves. Ou para amolecer o que é carregado pelas eras e endurecido pelas pressões históricas. Que são sinal de destreza e são boas para a prestidigitação. Que conseguem tocar a alma e os corações por conta disso tudo e muito mais.</p>
<p>As pessoas de mãos mínimas são quase um esboço de gente feita. Enganam o mais cético dos homens-cinza. São crianças com idade de anciãos. Criaturazinhas que saltam dos cantos iluminados de sol dessas tardes de domingos outonais e que vêm recheadas de sorrisos e doces e babas e cócegas e tudo que te faz perder horas de trabalho a fio. Te fazem deixar o almoço esfriando e você esquecer a televisão falando sozinha, isolada. Do jeito que as tardes outonais de domingo deveriam ser.</p>
<p>Sempre.</p>
<p>Diz-se das pessoas com mãos miúdas que são capazes de encantamentos ínfimos, mas poderosos. Elas tiram as coisas dos lugares e as colocam onde deveriam sempre estar. A carta que não deveria ser lida, no lixo. O convite para a festa que seria esquecida, na carteira de dinheiro. O marcador de texto do livro de economia, trocado de volume, marcando a poesia favorita. A poesia que jamais seria relida. Não hoje. Não com essas lágrimas que pontuam a saudade e a vontade de estar do lado de quem você ama de verdade.<br />
Diz-se das pessoas que têm as mãos ínfimas, que têm pés igualmente singelos. Que andam em silêncio e entram nos lugares onde você nunca esperou que alguém voltasse a habitar. Que acendem luzes nas horas que você pedia uma penumbra, que te impedem de chorar de desespero por achar que ninguém mais te escuta nesse mundo de estática e estrondos. Que te faz trocar de faixa do disco que você ouvia porque a música que estava a tocar era a que te lembrava de alguém que não entendeu que o seu amor era (é) incondicional e que te fez pensar se valia a pena se apaixonar novamente e de novo e mais uma vez, num ciclo de paixões e desejos que nunca se satisfaziam, apenas te arrastavam para a próxima e a seguinte. Que te faz olhar para o dia seguinte e pensar que é mais um sol que nasce e não um poente que se anunciará. Que te faz desejar o cansaço do fim do dia, sinal da vontade imorredoura de tornar-se maior que a vida. Tornar-se aquilo que pretendia ser quando eras uma pessoa (quase-pessoa) de mãos pequenas, miúdas, ínfimas, singelas, diminutas.</p>
<p>Queria dizer isso tudo das pessoas que têm as mãos grandes, agigantadas pelos afazeres e labuta diários. Queria dizer isso tudo de mim. Mas só posso falar que tenho um coração diminuto, singelo, ínfimo, miúdo e pequenino. Que só cabe nas mãos de quem tem as mãozinhas pequenininhazinhas. Do tamanho de uma menina de metro e meio de altura.</p>
<p>Diz-se isso tudo das pessoas que têm as mãos pequenas. E muito mais.</p>
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		<title>Italian Spider-man</title>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2008 22:14:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[IMPERDÍVEL!!!
Ele toca bateria&#8230;
Ele combate o mal&#8230;
Ele tem um bigodón&#8230;
Ele é&#8230; The Italian Spider-man!

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>IMPERDÍVEL!!!</p>
<p>Ele toca bateria&#8230;</p>
<p>Ele combate o mal&#8230;</p>
<p>Ele tem um bigodón&#8230;</p>
<p>Ele é&#8230; The Italian Spider-man!<br />
<object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UhHhXukovMU&#038;hl=en"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/UhHhXukovMU&#038;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
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		<title>The Spirit, o filme</title>
		<link>http://casadozander.com/nota-breve/the-spirit-o-filme/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 19:38:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[nota breve]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[the spirit]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um daquele que eu não posso perder.
Trailer:

Cartaz:

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um daquele que eu não posso perder.</p>
<p>Trailer:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/j1F-97xJ33E&amp;hl=en" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://www.youtube.com/v/j1F-97xJ33E&amp;hl=en" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p>Cartaz:<br />
<img class="alignleft size-full wp-image-725" title="poster_the_spirit" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/05/poster_the_spirit.jpg" alt="Poster do filme The Spirit, de Frank Miller" width="432" height="640" /></p>
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		<title>Do you have any unfulfilled dreams?</title>
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		<pubDate>Sat, 03 May 2008 14:24:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[dia]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>

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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://garfieldminusgarfield.tumblr.com"><img class="aligncenter" src="http://media.tumblr.com/fSymsOGXO8ijr2biL0eWuGMD_r1_500.gif" alt="Garfield Without Garfield" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dia do Blog Voluntário</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 04:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[blog voluntário]]></category>

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		<description><![CDATA[tem esse movimento (ou corrente, ou meme, ou whatever) aí. resolvi fazer a minha parte (em minúsculas mesmo).
Como usar a vida real
1. pense numa praça com grama verdinha
2. pense e, crianças fazendo algazarra
3. pense num pipoqueiro e num vendedor de algodão-doce.
4. desligue o micro.
5. (se você ainda não desligou o micro, desligue-o já)
6. corra para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>tem esse movimento (ou corrente, ou meme, ou whatever) <a href="http://www.blogvoluntario.org.br/">aí</a>. resolvi fazer a minha parte (em minúsculas mesmo).</p>
<p><strong>Como usar a vida real</strong><br />
1. pense numa praça com grama verdinha<br />
2. pense e, crianças fazendo algazarra<br />
3. pense num pipoqueiro e num vendedor de algodão-doce.<br />
4. desligue o micro.<br />
5. (se você ainda não desligou o micro, desligue-o já)<br />
6. corra para a praça (após desligar o micro. anda, menino! desliga logo).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>post novo, blogue novo</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 15:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[nota breve]]></category>
		<category><![CDATA[blogue]]></category>
		<category><![CDATA[Um livro por semana]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros,
Não vou fazer piada com a quantidade ínfima de leitores regulares que tenho aqui, pois acho que é demonstração de falsa modéstia com o sucesso de um blogue/coluna/whatever.
Então.
Segue o link pro meu novo blogue, Um livro por semana, onde eu tentarei colocar um texto curto sobre os livros que li. Um por vez.
Visitem, visitem!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros,</p>
<p>Não vou fazer piada com a quantidade ínfima de leitores regulares que tenho aqui, pois acho que é demonstração de falsa modéstia com o sucesso de um blogue/coluna/whatever.</p>
<p>Então.</p>
<p>Segue o link pro meu novo blogue, <a href="http://umlivroporsemana.com/">Um livro por semana</a>, onde eu tentarei colocar um texto curto sobre os livros que li. Um por vez.</p>
<p>Visitem, visitem!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Do livro dos desvirtuosos: o hipócrita</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 00:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[hipócrita]]></category>
		<category><![CDATA[no ônibus]]></category>

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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Hipócrita (do dicionário Houaiss)

que ou aquele que demonstra uma coisa, quando sente ou pensa outra, que dissimula sua verdadeira  personalidade e afeta, quase sempre por motivos interesseiros ou por medo de assumir sua verdadeira natureza, qualidades ou sentimentos que não possui; fingido, falso, simulado
Etimologia: gr. hupokritês,oû &#8216;o que dá uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2008/junho/19/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 8cm; text-align: right;" align="right"><em><strong>Hipócrita </strong>(do dicionário Houaiss)<br />
</em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: right;" align="right"><em>que ou aquele que demonstra uma coisa, quando sente ou pensa outra, que dissimula sua verdadeira  personalidade e afeta, quase sempre por motivos interesseiros ou por medo de assumir sua verdadeira natureza, qualidades ou sentimentos que não possui; fingido, falso, simulado</em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: right;" align="right"><em><strong>Etimologia</strong>: gr. hupokritês,oû &#8216;o que dá uma resposta, esp. intérprete de um sonho, de uma visão; adivinho, profeta; ator, comediante; velhaco, hipócrita&#8217;;f.hist. sXIV hipocrita, sXIV ipocrita, sXV ypocrita</em></p>
<p>Ele tinha uns quarenta anos e muitos anos. Pele queimada de sol. Acima do peso. Cabelos oleosos e curtos. barba aparada. Camisa azul, passada, dentro das calças bege, justa à cintura com o cinto marrom claro, combinando com o sapato. Não usava óculos. Não tinha manchas de gordura ou suor. Não tinha marcas visíveis no rosto ou no braço.</p>
<p>Eu olhava para a menina que sentara ao meu lado. Cabelos curtos, perfume doce, olhos com rímel ou delineador, macacão bege que terminava numa bermuda que expunha as coxas, os joelhos, as canelas e a bota marrom. Bonita moça. Ouvia música no tocador de emipetrês genérico que carregava entre ambas as mãos.</p>
<p>Estancou-se junto ao motorista e deslanchou a sua ladainha. Não comia desde a manhã. Só tinha tomado um copo d’água como almoço e estava levando mais um monte de nada para casa. Tinha filho e família para alimentar. Família, a qual, em nada ajudava a resolver a situação. Estava desempregado, obviamente. Disse que não sabia o que iria fazer no dia seguinte. Disse que não sabia se iria um dia seguinte.</p>
<p>Nesse momento prestei atenção. Dizia algo sobre a morte da mãe, que morrera sozinha, deitada na cama, em silêncio. Dizia que estava desesperado, que não sabia mais o que fazer da vida, que não arrumava emprego, que não arrumava trabalho, que sequer arrumava dinheiro das pessoas que o olhavam em todos os cantos do ônibus. Menos na cara. Ninguém o olhava na cara.</p>
<p>Eu já perdi uma pessoa que amava. Perdi-a antes de conhecê-la. Uma noite e meia sem notícias da promessa de vida que mudara totalmente a minha vida. E eu, arremetido a uma função de alimentador de papel numa bandeja de impressora colorida, beijei os pés do desespero. Olhei de baixo para cima para seu rosto desfigurado e entreguei a minha vida aos outros.</p>
<p>O desesperado não planeja. O desesperado não pensa. O desesperado apenas age. É levado de canto a recanto pela vida que ele não controla. Ou melhor, desistiu de tentar controlar. É uma bóia no meio de uma ressaca histórica. De certa forma, somos uma legião de desesperados, um ônibus cheio de desesperados que são levados para um destino conhecido, mas em roteiro e tempo implanejáveis.</p>
<p>Entreguei dois reais não por pena, mas com a vã esperança de vê-lo se calar. Colocou a nota no bolso sem agradecer. Olhei seus olhos e reconheci a minha face de doze anos atrás. Eu olhava os papéis entrando na impressora e só me desligava do processo quando a diaba teimava em engasgar, em dizer: “Atenção, homem. Você ainda está vivo. E eu também.”</p>
<p>Ele não se calou. Aproximou-se da catraca e continuou sua liturgia ignorada. As pessoas se desviavam nos próprios lugares constrangidas e ele procurava os olhos que corriam no chão, nas janelas, fechados em pálpebras. Não os encontrou. Repetia a história da morte da mãe, do desemprego, do copo d’água que tomara no almoço, no fim incerto que teria no dia seguinte.</p>
<p>A menina do meu lado aumentou o volume do aparelho de som portátil. Fiz o mesmo. Parei de ouvir o discurso. Preferi os The Beatles urrando alguma música que já nem me lembro. Talvez fosse um grupo fazendo um <em>cover</em> ruim de Getting Better. Não importa. O ônibus comia horas em metros.</p>
<p>Ele repetiu: “Não sei o que será de mim amanhã”. Pensei: “Só espero que ele não atrapalhe o tráfego.”</p>
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		<title>Urbanóides: n&#8217;Os Viralata</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 18:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu não consigo imaginar um lugar melhor para esse livrinho meia-boca que na livraria independente Os Viralata. De qualquer forma, segue o link para a página de descarga do livro que está em ótima companhia.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não consigo imaginar um lugar melhor para esse <a href="http://casadozander.com/urbanoides">livrinho</a> meia-boca que na <a href="http://www.osviralata.com.br/">livraria independente</a> <a href="http://www.osviralata.com.br/">Os Viralata.</a> De qualquer forma, segue o <a href="http://www.osviralata.com.br/07ebooks/ebooks.html">link</a> para a página de descarga do livro que está em ótima companhia.</p>
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		<title>Do livro dos desvirtuosos: a moça</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 12:44:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
A moça acordava com o Sol e não se prolongava na cama. Quase nunca, a bem dizer. A cama ficava chamando-a de volta para si, para que a moça não deixasse os lençóis sem viço e vida. Sem a moça, seriam panos sem desejo a serem dobrados, lavados, esticados, secados e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribuna.inf.br/anteriores/2008/maio/15/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p class="MsoNormal">A moça acordava com o Sol e não se prolongava na cama. Quase nunca, a bem dizer. A cama ficava chamando-a de volta para si, para que a moça não deixasse os lençóis sem viço e vida. Sem a moça, seriam panos sem desejo a serem dobrados, lavados, esticados, secados e guardados depois de passados. E não tem festa ou encanto dentro dos guarda-roupas ou dos baús. A moça trazia festa e diversão quando estava entre os panos e os lençóis tinham a moça no seu embolar e a moça se embolava entre os lençóis.</p>
<p class="MsoNormal">Enquanto isso, a madrugada, por sua vez, se lançava preguiçosa enquanto a moça não levantava depois de tanta festa e baile. Se esticava e convidava toda a gente para o samba e a seresta e o baile de domingo que só acaba quando o Sol nasce. E<span> </span>dizia-se que, o Sol é quem acordava quando ela abria os olhos, já que a moça era o alvorecer de muita gente. E a moça dormia para a madrugada se esticar ou assim fingia para que o samba, a seresta e o bailinho se durassem até o dia seguinte.</p>
<p class="MsoNormal">Depois de acordar, a moça se arrumava com vaidade. Calcinha branca de algodão, <em>soutien</em> branco a combinar, vestido rodado solto – podia ser liso, estampado ou não – e uma rasteirinha para andar na rua. Óculos de grau e escova nos cabelos negros como a asa da graúna. Pentear e escovar trinta e seis vezes todos os dias. Escovava os dentes e dizia tchau para o quarto que lançava o olhar de saudades e de querência. Poucos entendem o querer que se vai porta afora sem dar sinal de voltar.</p>
<p class="MsoNormal">Saindo de casa, a moça ia pelas ruas, encantando as vistas de quem não se dava o desfrute de se ocupar mesmo com o sol a pino. E até os homens de ofício flanavam uns momentos de sua ocupação para ver a moça passar. Pra passar essa moça que, de tão moça, remoçava quem com ela sonhava, fazia festa no quarto e não dormia, pois havia muita festa a ser feita nas noites adentro.</p>
<p class="MsoNormal">A moça que caminha, apenas por caminhar, olha distraída a felicidade que causa e nem se dá conta que os sorrisos que faz brotar, nascem no olho do outro e morrem entre suas pernas, que insistem em equilibrar as saias que rodavam, impossíveis na cabeça dessa tanta gente.</p>
<p class="MsoNormal">A moça chega no trabalho e deixa de ser moça: é mulher de negócios, é secretária executiva, é gerente de projetos e de produtos, é <em>lady</em> do <em>marketing</em>, é a <em>dominatrix</em> das contas publicitárias, é a professora doutoranda de alguma ciência importante, é a senhora dos textos dos jornais e revistas e <em>websites </em>e é a dona da banca. Ela manda, os outros obedecem ora por medo, ora por gozo de ouvir sua voz impotente e imperativa.</p>
<p class="MsoNormal">Depois do trabalho, a senhora volta a ser moça. Encontra os amigos e os amantes e os ex-tudo que talvez sejam ex-futuros novamente e escolhe um deles para lhe acompanhar nos bailes ou mesmo chama a todos para se largar no Democráticos e ver até onde vai a festa, o baile e a noite. Afinal, quem sabe quantas horas cabem numa noite?</p>
<p class="MsoNormal">E eis que chega uma hora que a moça quer deitar e levar a festa para onde se deita e os rapazes e as moças se eriçam todos esperando um olhar sapeca da moça da saia rodada e das rasteiras e da calcinha de algodão.</p>
<p class="MsoNormal">E a moça sai só carregando consigo o desejo de todos dentro do bolso só para o seu desfrutar.</p>
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		<title>Entrementes</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 00:27:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sou um homem de paixões frustradas.
E a vida ainda ri de mim, como se dissesse: “vai homem, acorda pois ainda há um dia à sua frente.”
E eu vou.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou um homem de paixões frustradas.<br />
E a vida ainda ri de mim, como se dissesse: “vai homem, acorda pois ainda há um dia à sua frente.”</p>
<p>E eu vou.</p>
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		<title>Pica-Pau &#8211; Acho que vou ver o doutor&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 20:04:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<title>links</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 15:58:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caros,
estou refazendo o blogroll daqui do lado e, como bom ariano, apaguei tudo para começar do (quase) zero.
peço que coloquem nos comentários abaixo os seus blogues para que eu vá atualizando-os novamente.
ou não. 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros,</p>
<p>estou refazendo o blogroll daqui do lado e, como bom ariano, apaguei tudo para começar do (quase) zero.</p>
<p>peço que coloquem nos comentários abaixo os seus blogues para que eu vá atualizando-os novamente.</p>
<p>ou não. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>cinco livros bons e um nem tanto assim</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 01:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Zander Catta Preta]]></category>

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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Inicialmente preciso dizer que odeio correntes. Não pelo aspecto social ou de replicação da interconexão dos pontos de propagação desses memes em si, mas por preguiça pura mesmo.
Quando minha mãe recebia aqueles envelopes com cartas abençoadas por Santa Edvigies, Aquerupita ou Efidálzia, ela prontamente sentava-se à máquina de escrever e copiava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribuna.inf.br/anteriores/2008/maio/22/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p>Inicialmente preciso dizer que odeio correntes. Não pelo aspecto social ou de replicação da interconexão dos pontos de propagação desses memes em si, mas por preguiça pura mesmo.</p>
<p>Quando minha mãe recebia aqueles envelopes com cartas abençoadas por Santa Edvigies, Aquerupita ou Efidálzia, ela prontamente sentava-se à máquina de escrever e copiava copiosamente os textos mal-redigidos que prometiam fortuna eterna ou danação em sete dias, caso não fossem enviadas no menor tempo possível para centenas de pessoas. Hoje, cá com os meus botões, eu daria um emprego ao marqueteiro que bolou esse viral para a ECT.</p>
<p>Rabugices à parte, essa corrente dos livros me cativou na hora que recebi. E o que me animou nem foi tanto a corrente em si, mas saber que quem me enviou é <a href="http://giseli.wordpress.com/">uma consumidora voraz de livros</a>. Ou seja, vindo de quem veio, eu não tinha como recusar. Muito obrigado, <a href="http://giseli.wordpress.com/">Giseli</a>. Vai ter troco!</p>
<p>Bom, vamos aos livros bons:</p>
<p><a href="http://www.rocco.com.br/shopping/ExibirLivro1.asp?Livro_ID=85-325-2056-1"><img class="alignnone size-full wp-image-703" title="extremamente-alto" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/04/extremamente-alto.jpg" alt="Extremamente Alto e Incrivelmente Perto - Jonathan Safran Foer" width="150" height="225" /></a></p>
<p>1.	<a href="http://www.rocco.com.br/shopping/ExibirLivro1.asp?Livro_ID=85-325-2056-1"><strong>Extremamente Alto e Incrivelmente Perto</strong></a>, de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jonathan_Safran_Foer">Jonathan Safran Foer</a>, conta a história de Oskar Schell, inventor, entomologista amador, francófono, escritor de cartas, pacifista, percucionista, romântico, explorador, joalheiro, detetive, vegetariano e colecionador de borboletas e um menino de nove anos. É apenas a melhor coisa que li nos últimos anos.</p>
<p><a href="http://www.fnac.com.br/product.aspx?idProduct=853590736X&amp;partner=buscape_produto&amp;res=1280"><img class="alignnone size-full wp-image-708" title="eu-receberia-as-piores-noticias-dos-seus-lindos-labios_" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/04/eu-receberia-as-piores-noticias-dos-seus-lindos-labios1.jpg" alt="Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios - Marçal Aquino" width="180" height="268" /></a></p>
<p>2.	<a href="http://www.fnac.com.br/product.aspx?idProduct=853590736X&amp;partner=buscape_produto&amp;res=1280"><strong>Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios</strong></a>, de <a href="http://www.releituras.com/maquino_menu.asp">Marçal Aquino</a>, traz-nos uma aventura de sexo, vingança e violência no interior da Amazônia. Não bastasse ser sensacional, apenas pela história em si, é uma coletânea de citações dignas de Bernard Shaw ou de Ambrose Bierce. Vale nem que seja para aumentar o repertório de cantadas.</p>
<p><a href="http://www.europanet.com.br/euro2003/index.php?cat_id=638&amp;pag_id=15706"><img class="alignnone size-full wp-image-709" title="o-berro-impresso-das-manchetes_" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/04/o-berro-impresso-das-manchetes1.jpg" alt="O Berro Impresso das Manchetes - Nelson Rodrigues" width="200" height="279" /></a></p>
<p>3.	<a href="http://www.europanet.com.br/euro2003/index.php?cat_id=638&amp;pag_id=15706"><strong>O Berro Impresso das Manchetes</strong></a>, de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nelson_Rodrigues">Nelson Rodrigues</a>. Me diziam que <a href="http://br.wikipedia.org/wiki/Nelson_Rodrigues">Deus está morto e sua palavra chegou até nós</a>. Eu não acreditava, mas agora sou o seu maior discípulo, apóstolo e profeta. Deus – em pt_BR – chama-se Nelson Rodrigues e o cabra é simplesmente o ponto mais alto que eu consigo imaginar na narrativa em língua portuguesa. Não que ele seja perfeito, mas quem quer um Deus literário perfeito? Já temos Shakespeare e Camões ocupando esse posto letra-a-letra. Mas essa coletânea de crônicas me faz torcer por uma peleja de futebol como nunca dantes. Aliás, nunca havia gostado de futebol até ler a palavra de Deus.</p>
<p><a href="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/04/encyclopedia-of-things-that-never-were.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-706" title="encyclopedia-of-things-that-never-were" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/04/encyclopedia-of-things-that-never-were.jpg" alt="" width="180" height="254" /></a></p>
<p>4.	<strong>Encyclopedia of Things That Never Were</strong>, de Michael Page e Robert R. Ingpen. Não é um livro para se ler de cabo a rabo, mas para se deitar na rede da casa, sentir a brisa do outono trazendo a noite e a chuva fina enquanto se sente o cheiro do bolo de chocolate solado saindo do forno, um leite gelado com café e manteiga derretida em cima de pães de queijo. Depois, arruma-se tudo no centro da sala com a tevê ligada em algum desenho animado o qual você não prestará atenção. E, súbito, você estará em terras distantes, entre pessoas que nunca existiram. É dos livros que mantêm a criança viva dentro de ti. É alimento para a alma.</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fern%C3%A3o_Capelo_Gaivota"><img class="alignnone size-full wp-image-707" title="jonathan-livingston-seagull" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/04/jonathan-livingston-seagull.jpg" alt="Fernão Capelo Gaivota, de Richard Bach" width="200" height="200" /></a></p>
<p>5. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fern%C3%A3o_Capelo_Gaivota"><strong>Fernão Capelo Gaivota</strong>, de Richard Bach</a>. Li quando criança. Reli quando adolescente. Re-reli quando adulto. Não é um exemplo de texto, de mensagem, de qualquer outra coisa mas tenho uma memória afetiva muito boa com esse livro. Li todos os outros do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_bach">Richard Bach</a> até ele embarcar numa viagem mística muito chata. Fica a lembrança boa de lágrimas molhando os olhos no balançar do ônibus para a escola.</p>
<p>Agora vem a parte mais desagradável. O livro ruim. Desagradável porque são tantos, mas tantos, que eu geraria uma legião de ogres ensandecidos que viriam à minha casa com archotes me martirizar. Ou não.</p>
<p><a href="http://casadozander.com/urbanoides"><img class="alignnone" src="http://casadozander.com/urbanoides/urbanoides_capa001pq.gif" alt="" /></a></p>
<p>6. <a href="http://casadozander.com/urbanoides"><strong>Urbanóides</strong></a>, de <a href="http://casadozander.com/">Zander Catta Preta</a> (<a href="http://casadozander.com/urbanoides">http://casadozander.com/urbanoides</a>). É uma obra menor, corrida, mas feita com coração. Baixem. É de graça. Ao menos nenhuma árvore precisa morrer para vocês lerem-no.</p>
<p>Passo a corrente para <a href="http://tabulas.com/~casadagabi/">Gabi</a>, <a href="http://cegossurdoseloucos.com/">Eric</a>, <a href="http://www.oimperador.wordpress.com/">Júlio</a>, <a href="http://wfih.blogspot.com/">Júnior </a>e <a href="http://www.gardenal.org/lounge/">Lia</a> (que provavelmente não a repassarão para ninguém).</p>
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		<title>The Raconteurs &#8211; Consolers Of The Lonely</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 19:06:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[nota breve]]></category>
		<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[the raconteurs]]></category>
		<category><![CDATA[The Raconteurs - Consolers Of The Lonely]]></category>

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		<description><![CDATA[
Baixei descaradamente o disco novo dos The Raconteurs, o Consolers Of The Lonely e, assim como o primeiro, recomendo enfaticamente a audição.
Audição via download, obviamente, já que a Warner não se digna a lançar aqui ao mesmo tempo que nos EUA ou sequer disponibiliza os arquivos em lojas de música digital.

segue o álbum:
01 Consoler of [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/04/consolers_of_the_lonely.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-699" title="consolers_of_the_lonely" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/04/consolers_of_the_lonely.jpg" alt="consolers of the lonely" width="240" height="240" /></a></p>
<p>Baixei descaradamente o disco novo dos The Raconteurs, o <a href="http://tinyurl.com/34epqn">Consolers Of The Lonely</a> e, assim como o primeiro, recomendo enfaticamente a audição.</p>
<p>Audição via <em>download</em>, obviamente, já que a Warner não se digna a lançar aqui ao mesmo tempo que nos EUA ou sequer disponibiliza os arquivos em <a href="http://musig.ig.com.br/">lojas de música digital</a>.</p>
<p><span id="more-698"></span></p>
<p><strong>segue o álbum:</strong></p>
<p>01 <a href="http://casadozander.com/mp3/The%20Raconteurs/Consolers%20Of%20The%20Lonely/01%20Consoler%20of%20the%20Lonely.mp3">Consoler of the Lonely</a><br />
02 <a href="http://casadozander.com/mp3/The%20Raconteurs/Consolers%20Of%20The%20Lonely/02%20Salute%20Your%20Solution.mp3">Salute Your Solution</a><br />
03 <a href="http://casadozander.com/mp3/The%20Raconteurs/Consolers%20Of%20The%20Lonely/03%20You%20Don't%20Understand%20Me.mp3">You Don&#8217;t Understand Me</a><br />
04 <a href="http://casadozander.com/mp3/The%20Raconteurs/Consolers%20Of%20The%20Lonely/04%20Old%20Enough.mp3">Old Enough</a><br />
05 <a href="http://casadozander.com/mp3/The%20Raconteurs/Consolers%20Of%20The%20Lonely/05%20The%20Switch%20and%20the%20Spur.mp3">The Switch and the Spur</a><br />
06 <a href="http://casadozander.com/mp3/The%20Raconteurs/Consolers%20Of%20The%20Lonely/06%20Hold%20Up.mp3">Hold Up</a><br />
07 <a href="http://casadozander.com/mp3/The%20Raconteurs/Consolers%20Of%20The%20Lonely/07%20Top%20Yourself.mp3">Top Yourself</a><br />
08 <a href="http://casadozander.com/mp3/The%20Raconteurs/Consolers%20Of%20The%20Lonely/08%20Many%20Shades%20of%20Black.mp3">Many Shades of Black</a><br />
09 <a href="http://casadozander.com/mp3/The%20Raconteurs/Consolers%20Of%20The%20Lonely/09%20Five%20on%20the%20Five.mp3">Five on the Five</a><br />
10 <a href="http://casadozander.com/mp3/The%20Raconteurs/Consolers%20Of%20The%20Lonely/10%20Attention.mp3">Attention</a><br />
11 <a href="http://casadozander.com/mp3/The%20Raconteurs/Consolers%20Of%20The%20Lonely/11%20Pull%20This%20Blanket%20Off.mp3">Pull This Blanket Off</a><br />
12 <a href="http://casadozander.com/mp3/The%20Raconteurs/Consolers%20Of%20The%20Lonely/12%20Rich%20Kid%20Blues.mp3">Rich Kid Blues</a><br />
13 <a href="http://casadozander.com/mp3/The%20Raconteurs/Consolers%20Of%20The%20Lonely/13%20These%20Stones%20Will%20Shout.mp3">These Stones Will Shout</a><br />
14 <a href="http://casadozander.com/mp3/The%20Raconteurs/Consolers%20Of%20The%20Lonely/14%20Carolina%20Drama.mp3">Carolina Drama</a></p>
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		<title>Galvão: genial mais uma vez</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 21:13:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[galvão]]></category>
		<category><![CDATA[vida besta]]></category>

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		<description><![CDATA[
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vidabesta.com/imagens/tiras/tira848.gif"><img src="http://www.vidabesta.com/imagens/tiras/tira848.gif" alt="Vida Besta - tira #848" width="500px" /></a></p>
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		<title>Do livro dos desvirtuosos: o canalha</title>
		<link>http://casadozander.com/textos/do-livro-dos-desvirtuosos-o-canalha/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 02:32:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[apaixonar-se]]></category>
		<category><![CDATA[cafajestes]]></category>
		<category><![CDATA[canalhas]]></category>
		<category><![CDATA[história de amor]]></category>

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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Lei primeira: Nunca se envolva com o objeto do seu interesse. O distanciamento emocional é fundamental para a sobrevivência do canalha.
Sempre achou que o tempo ideal de uma relação era de três meses. Nem mais nem menos. Desta forma poderia ter uma história inteira – flerte, foda e fim – e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribuna.inf.br/anteriores/2008/maio/08/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p><em>Lei primeira: Nunca se envolva com o objeto do seu interesse. O distanciamento emocional é fundamental para a sobrevivência do canalha.</em></p>
<p>Sempre achou que o tempo ideal de uma relação era de três meses. Nem mais nem menos. Desta forma poderia ter uma história inteira – flerte, foda e fim – e virar a página rapidamente sem ter nenhuma seqüela para ambas as partes. Obviamente nunca consultava o outro “time” para ver se este discordava dessa metodologia em que era submetida sem o seu consentimento prévio. Como bom canalha, assumia na cara dura o seu comportamento misógino a guisa de “sinceridade”. Só que nem toda sinceridade é honesta e nem toda honestidade é sincera. Pena que poucos sabem disso.</p>
<p>Eis que o dito fez-se apaixonar por diversas meninas da Tijuca a Bangu, visto que era bem-apessoado, bem-nascido e tinha uma conversa interessante, apesar de se deixar levar pelo som da própria voz. De fato, adorava ouvir-se discorrer por centenas de assuntos que não tinha interesse ou conhecimento, apenas para ver o resultado desse encantamento umbilical se transpor nas meninas incautas e imaturas. Acima de tudo, amava esse poder de fazer descer as calcinhas das meninas.</p>
<p>Era um tipo de narciso bem estranho.</p>
<p><em>Lei segunda: Nunca, em hipótese alguma, se apaixone pelo objeto do teu interesse. A ausência de paixão é o que garante a sobrevida do canalha.<o :p></o></em></p>
<p>“Três meses.” Ele dizia. “Três meses e tchau. É assim que funciona comigo e pode funcionar com todos vocês. Em semanas vai chover mulher na cama de cada um. A ponto de ter de colocar uma catraca para os amigos contabilizarem no final da semana.” Os amigos olhavam embevecidos e invejosos. Não acreditavam em metade das aventuras que o canalha à mesa contava, o que, estranha e ilogicamente, fazia a lenda aumentar. “Nem tudo pode ser inventado, gente. Já vi o cara carregando duas para casa.” “Eu lembro do dia que ele catou a loirinha da praia que ninguém com menos de dois metros pegava” “E a menina-blogueira-fox-trot? Eu tava lá, minha gente! Era só gemido e chão batendo no quarto do lado!” “E a escritora da Barra da Tijuca? Essa eu também vi.” “E não se esqueçam do anão! Um anão, gente! Um anão!”</p>
<p>Porém, mais que as histórias das conquistas, ele se deleitava em discorrer sobre as derrotas, sobre as deusas monumentais que nunca sucumbiram aos seus – poucos – encantos , sobre os términos. Podia-se dizer que era um apaixonado em fins de relacionamentos. E se orgulhava de cada biltrice que praticara em dezenas de anos de prática ininterrupta de canalhice crônica.</p>
<p><em>Lei terceira: Todo canalha irá, inevitavelmente, se apaixonar pelo objeto do seu interesse. Deste ponto em diante, o canalha está morto.<o :p></o></em></p>
<p>Calhou de cruzar o caminho do nosso personagem preferido, moça prendada que cheirava a jasmim. Ela, da tez macia, do olhar brejeiro, do rebolar cadente, do olhar triste, sucumbiu como mais uma. Apenas mais um número de telefone na sua agenda de celular. Ao levantar-se derradeiramente da cama, deixou ali o velho promíscuo e rabugento e não reconheceu o estranho brilho nos olhos de cafajeste. Ele, ao fitar-se no espelho enquanto calçava as meias, sentiu o peso da vida e a doçura irem porta afora.</p>
<p>Foi-se o último canalha verdadeiro.</p>
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		<item>
		<title>a melhor professora de tecnologia</title>
		<link>http://casadozander.com/videos/a-melhor-professora-de-tecnologia/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 20:42:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[professora de tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[
eu ainda estou embasbacado com a desevoltura da menina&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qw4l1ljViTU&#038;hl=en"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/qw4l1ljViTU&#038;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>eu ainda estou embasbacado com a desevoltura da menina&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>meme: dinossauros</title>
		<link>http://casadozander.com/corrente/meme-dinossauros/</link>
		<comments>http://casadozander.com/corrente/meme-dinossauros/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 22:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[corrente]]></category>
		<category><![CDATA[carnívoro]]></category>
		<category><![CDATA[casa da gabi]]></category>
		<category><![CDATA[dinossauro]]></category>
		<category><![CDATA[meme]]></category>

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		<description><![CDATA[Gabi me passou um meme.
Obrigado.
copio um aleatório aqui da wikipedia.
&#8211;

Dimetrodonte
O dimetrodonte (Dimetrodon sp.) foi um sinapsídio que viveu no período permiano por volta de 290 milhões de anos atrás. Embora popularmente identificado como um dinossauro, esse animal era um pelicossauro carnívoro e provavelmente caçava outros pelicossauros.
O dimetrodonte era um animal de sangue frio e tinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casadagabi.tabulas.com/2008/03/11/">Gabi</a> me passou um <a href="http://casadagabi.tabulas.com/2008/03/11/">meme</a>.</p>
<p>Obrigado.</p>
<p>copio <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dimetrodonte">um</a> aleatório aqui da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dimetrodonte">wikipedia</a>.<br />
&#8211;<br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dimetrodonte"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a4/Dimetrodonte.jpg/220px-Dimetrodonte.jpg" alt="Dimetrodonte" /></a><a><br />
<strong>Dimetrodonte</strong><br />
O </a><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dimetrodonte">dimetrodonte</a> (Dimetrodon sp.) foi um sinapsídio que viveu no período permiano por volta de 290 milhões de anos atrás. Embora popularmente identificado como um dinossauro, esse animal era um pelicossauro carnívoro e provavelmente caçava outros pelicossauros.</p>
<p>O <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dimetrodonte">dimetrodonte</a> era um animal de sangue frio e tinha uma postura escarrapachada, ao contrário dos mamíferos.</p>
<p>O gênero <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dimetrodonte">Dimetrodon</a> possui as seguintes espécies:<br />
* Dimetrodon milleri<br />
* Dimetrodon natalis<br />
* Dimetrodon limbatus<br />
* Dimetrodon booneorum<br />
* Dimetrodon gigashomogenes<br />
* Dimetrodon grandis<br />
* Dimetrodon loomisi<br />
* Dimetrodon angelensis<br />
* Dimetrodon teutonis<br />
&#8211;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Carta do dia: Ás de Copas</title>
		<link>http://casadozander.com/taro/personare-de-hoje-10-03-2008/</link>
		<comments>http://casadozander.com/taro/personare-de-hoje-10-03-2008/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 17:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[tarô]]></category>
		<category><![CDATA[Ás de Copas]]></category>
		<category><![CDATA[personare]]></category>

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		<description><![CDATA[Por que não abrir o coração?
O Tarot, Zander, emite para você o conselho do Ás de Copas. Este arcano pede que, neste momento, você abra mais o seu centro do coração, deixando que a boa vontade e a afetuosidade brotem de sua alma sem expectativas ou condições. Permita que uma qualidade amorosa – que bate [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por que não abrir o coração?</h2>
<p>O Tarot, Zander, emite para você o conselho do <strong>Ás de Copas</strong>. Este arcano pede que, neste momento, você abra mais o seu centro do coração, deixando que a boa vontade e a afetuosidade brotem de sua alma sem expectativas ou condições. Permita que uma qualidade amorosa – que bate forte, pedindo pra sair – seja derramada para todos os cantos, inclusive para aquelas pessoas de quem você menos gosta. Muitas boas surpresas ocorrerão à medida que você compreender que, ao amar sem esperar resultados, os resultados são melhores do que os originalmente esperados. Abra-se ao novo, Zander! Não apenas a pessoas novas, mas também a novos olhares, novas perspectivas, de modo que o encantamento se derrame e você se perceba com a alma limpa, renovada, respirando e irradiando amor, tornando-se uma presença atrativa e desejada. É hora de amar, Zander! Não se importe se as pessoas não lhe correspondem. Você aprenderá, neste momento, que o amor faz bem principalmente a quem o emite. E termina sendo algo beneficamente contagioso: magnetiza e afeta, transformando o mundo em torno de si, tornando-o um lugar melhor.</p>
<p><img src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/03/arcano23.jpg" alt="Arcano 23 - Ás de Copas" /></p>
<p><strong>Conselho</strong>: Momento de abrir o coração, de renovar.<br />
&#8211;<br />
Detesto o <a href="http://personare.com.br/ctl.php?mdl=Tarot&amp;cmd=TelaExibeConselhoTarot">Personare</a>. Mesmo. Juro.</p>
<p>droga!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Watchmen &#8211; the movie</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 15:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[watchmen]]></category>
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		<description><![CDATA[
Eu sei que vou me arrepender, mas me emociono ao saber que &#8211; 20 anos depois &#8211; meus heróis de papel virarão de carne e osso.
Sem mais: links e fotos.






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			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Watchmen" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Watchmen"><img src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/03/watchmen20ad_giant.jpg" alt="Watchmen" /></a></p>
<p>Eu sei que vou me arrepender, mas me emociono ao saber que &#8211; 20 anos depois &#8211; meus heróis de papel virarão de carne e osso.</p>
<p>Sem mais: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Watchmen">links</a> e fotos.</p>
<p><a href="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/05/comediante.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-734" title="Watchmen, the movie - Comedian" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/05/comediante-150x150.jpg" alt="Foto do Comediante no filme Watchmen" width="150" height="150" /></a><br />
<a href="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/05/niteowl.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-735" title="Watchmen, the movie - Niteowl" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/05/niteowl-150x150.jpg" alt="Foto de Niteowl, do filme Watchmen" width="150" height="150" /></a><br />
<a href="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/05/ozymandias.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-736" title="Watchmen, the movie - Ozymandias" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/05/ozymandias-150x150.jpg" alt="Foto de Ozymandias, do filme Watchmen" width="150" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/05/rorschach.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-737" title="Watchmen, the movie - Rorschach" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/05/rorschach-150x150.jpg" alt="Foto de Rorschach, do filme Watchmen" width="150" height="150" /></a><br />
<a href="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/05/silkspectre.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-738" title="Watchmen, the movie - Silkspectre" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/05/silkspectre-150x150.jpg" alt="Foto da Silkspectre, do filme Watchmen" width="150" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/05/watchmen_poster_200px.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-739" title="watchmen_poster_200px" src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/05/watchmen_poster_200px-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
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		<title>R.I.P. Gary Gygax</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 03:28:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.giantitp.com/comics/oots0536.html"><img src="http://www.giantitp.com/comics/images/rZ5a6UyMKCDAwzZyA2l.gif" width="450px" /></a></p>
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		<title>Jornalismo</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 11:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Não sou jornalista de verdade, nem jornalista de mentira, mas já sonhei um dia ter uma crônica na revista Veja.
Hoje só queria ver colunistas escrevendo bem e matérias bem apuradas. Só isso.
É pedir muito?
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://luis.nassif.googlepages.com/home" title="dossieveja.jpg"><img src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/02/dossieveja.jpg" alt="Dossiê Veja - Luis Nassif" /></a></p>
<p>Não sou jornalista de verdade, nem jornalista de mentira, mas já sonhei um dia ter uma crônica na <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/home">revista Veja</a>.</p>
<p>Hoje só queria ver colunistas escrevendo bem e matérias bem apuradas. Só isso.</p>
<p>É pedir muito?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O país dos guarda-chuvas e outras praças</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 22:35:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
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		<category><![CDATA[meias]]></category>

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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
O país dos guarda-chuvas
É fato sabido que os guarda-chuvas são criaturas temperamentais e matreiras mas, a despeito disso, conseguiram uma simbiose histórica com os seres humanos. Há milhares de anos os guarda-chuvas – assim como os cães, ratos e baratas – adaptaram-se às primeiras comunidades nômades de homo desapiedada e adaptaram-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2008/abril/03/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<h3>O país dos guarda-chuvas</h3>
<p>É fato sabido que os guarda-chuvas são criaturas temperamentais e matreiras mas, a despeito disso, conseguiram uma simbiose histórica com os seres humanos. Há milhares de anos os guarda-chuvas – assim como os cães, ratos e baratas – adaptaram-se às primeiras comunidades nômades de <em>homo desapiedada</em> e adaptaram-se perfeitamente.</p>
<p>A disseminação dos guarda-chuvas nas comunidades humanas está bem documentada por registros históricos, mas uma dúvida sempre pairou entre os biólogos que se dedicavam a estudá-los: “onde eles se reproduzem?”</p>
<p>Esse mistério foi recentemente resolvido por uma equipe multi-disciplinar de arqueólogos, biólogos e dançarinos de frevo que foram até o sul da China revelar, após dezenas de milhares de anos, uma área semi-virgem onde os guarda-chuvas se reproduzem após migrar por centenas de milhares de quilômetros do mundo todo.</p>
<p>Os moradores da província de Zhen-Cha – principal porto de captura, treino e exportação de guarda-chuvas selvagens do mundo – já conheciam os fluxos migratórios dessas criaturazinhas ariscas e ajudaram muito no mapeamento até a grande descoberta final.</p>
<p>Ainda restam alguns mistérios que envolvem esses animais exóticos como o processo de catalepsia controlada quando na presença de seus domadores e a fobia instintiva de ventos fortes que acomete a todas as espécies conhecidas de guarda-chuvas, sombrinhas e guarda-sóis.</p>
<h3>O cemitério das canetas esferográficas</h3>
<p>Ao sul do País dos Guarda-Chuvas, os pesquisadores fizeram outra incrível descoberta: o lendário Cemitério das Canetas Esferográficas.</p>
<p>Poucos seres humanos presenciaram a morte de uma caneta esferográfica em mãos, ou ainda, acompanharam o seu ciclo de nascimento, desenvolvimento e morte completamente, a ponto de não se saber a extensão de vida media desses animais sapientíssimos. Sabe-se, contudo, que eles revelaram-se à humanidade em meados do século XX, na França, e foram rapidamente integrados à sociedade e logo tomaram o lugar de um primo evolutivo seu: a caneta-tinteiro.</p>
<p>Os pesquisadores estranharam a forte presença de fósseis de bicos-de-pena e algumas tumbas violadas de canetas-tinteiro ao se aproximarem do País dos Guarda-Chuvas mas nada se comparou à surpresa de encontrar centenas de milhões de sepulcros de canetas esferográficas.</p>
<p>Algumas poucas canetas nativas da região foram entrevistadas mas nada conclusivo chegou-se até agora. Por outro lado elas foram bem receptivas ao descrever o Condado das Meias.</p>
<h3>O condado das meias</h3>
<p>Esse outro palco de lendas foi revelado nessa mesma expedição, quase que por acaso, e a sua história revelada inteiramente pelos nativos residentes do Cemitério das Canetas Esferográficas. As meias – escravizadas há centenas de anos pela humanidade – tramam uma rebelião atávica desde o início de sua história conhecida.</p>
<p>Recentemente – cerca de quarenta anos atrás – elas criaram o plano ideal de fuga da tirania humana imposta a esses dóceis seres. As meias abandonam a sua metade inerte, como uma lagartixa abandona a sua cauda, e buscam locais obscuros nas habitações humanas – fundos de gavetas, máquinas de lavar e cestos de roupas – e fogem ao primeiro sinal de distração dos seus algozes. Das casas dos humanos até o Condado das Meias, há uma vasta rede mundial de canetas esferográficas que dá suporte e amparo às meias para que migrem até o seu destino final.</p>
<p>Emissários de diversos países estão se mobilizando para recapturar as meias perdidas.</p>
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		<title>Champions Online</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 19:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[champions online]]></category>
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		<category><![CDATA[super-heroes]]></category>

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		<description><![CDATA[Adeus vida social.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adeus <a href="http://champions-online.com/devblog/2_20_08">vida social</a>.</p>
<p><embed src='http://videomedia.ign.com/ev/ev.swf' flashvars='object_ID=844880&#038;downloadURL=http://xbox360movies.ign.com/xbox360/video/article/854/854253/champions_022208_01_flvlowwide.flv&#038;allownetworking="all"' type='application/x-shockwave-flash' width='433' height='360' ></embed></p>
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		<title>A History of Evil</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 15:12:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[a history of evil]]></category>

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		<description><![CDATA[
peguei daqui
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/T6c-umQ_hlc&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/T6c-umQ_hlc&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>peguei <a href="http://briteiros.blogspot.com/">daqui</a></p>
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		<title>Worst Music Video EVER!!!</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 21:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[o pior vídeo do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[vídeoclipe]]></category>

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		<description><![CDATA[
Imperdível
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YPnGPIMUnus&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/YPnGPIMUnus&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>Imperdível</p>
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		<title>Saber crescer</title>
		<link>http://casadozander.com/textos/saber-crescer/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 14:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[memórias]]></category>
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		<category><![CDATA[sol]]></category>

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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Nunca mais olhei a pequena com os mesmos olhos. Eles não cabiam mais em mim e a imagem da criança de cabelos encaracolados tampouco cabia nela.  A menina, já pré-adolescente, tinha o seu próprio mundo, cercado de nomes que eu não entendia, músicas que eu curtia, maneiras que eu estranhava. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2008/abril/10/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p>Nunca mais olhei a pequena com os mesmos olhos. Eles não cabiam mais em mim e a imagem da criança de cabelos encaracolados tampouco cabia nela.  A menina, já pré-adolescente, tinha o seu próprio mundo, cercado de nomes que eu não entendia, músicas que eu curtia, maneiras que eu estranhava. E eu, acima de tudo, um estranhamento típico de quem envelhece e não se dá conta disso.</p>
<p>Sentamos na cadeira do <em>shopping center</em> – essa praça moderna – e tomamos um sorvete vadio, um picolé de várzea, um ato cada vez menos urbano e mais confinado. Eu observava a indiferença da pequena ao mundo que a cercava e tinha certeza: havia ali um cínico se desabrochando.</p>
<p>Sabemos todos que o cínico não se faz, é descoberto. Algo entre os dez e os dezoito anos desperta junto com os hormônios e transforma o mais feliz e iludido dos infantes num inexorável e inamovível adulto. Afirmo categoricamente que todo adulto é um cínico.</p>
<p>Mas não é a modorrenta maturidade que me assombrava ali, naquele momento, mas o desabrochar do cinismo e – por que não dizer – do deboche adolescente que jorrava pela boca e pelos olhos daquela criaturazinha que mal ultrapassava os meus ombros no alto dos seus dez anos recém-completados. Eu reparei que ela não se encantava mais com as coisas. E entendi que o cinismo era exatamente isso: a morte do encantamento.</p>
<p>Não confundamos alhos com bugalhos agora. O encantamento pode – e deve – ser um processo bem racional e consciente. Como não se admirar do fato de tudo e todos termos a mesma origem no mesmo evento singular de quinze, dezesseis bilhões de anos atrás. Ou de termos a certeza racional que somos senhores de nós mesmos, com a responsabilidade moral, ética e concreta que isso traz às nossas vidas, sem termos de depositar essas cargas em algo divino.</p>
<p>Mas nada é tão belo quanto o encantamento infantil. Porque ali, as coisas tomam um sentido próprio, o do descobrir os sentido nas coisas ensimesmadas. Nelson Rodrigues escreveu que “aos três anos o sujeito começa a inventar o mundo” e nessa invenção há um deslumbre que não se renova nunca mais na vida. Ok. Talvez quando alguém escute uma determinada musica de uma banda que lhe fará comprar uma guitarra ou uma pintura que lhe convide a sentar horas e horas a fio à sua frente.</p>
<p>Já eu precisei mudar de cidade e encarar um pôr do sol na Lagoa Rodrigo de Freitas para me relembrar encantado com o mundo.</p>
<p>Eu acredito piamente que o homem quando descobre-se cínico, perde a capacidade desse deslumbre primário. Um sorvete passa a ser apenas um sorvete; uma praça, a mesma praça e nada mais que isso. Nós, os adultos, já vimos tanto do mesmo que perdemos a noção da coisa e – tragédia! tragédia! – mantemos a lembrança do deslumbre. Pois o que é essa nossa busca pelo novo, senão um desesperado apelo à memória do universo encantado que nos fora apresentado quando tínhamos menos de um metro?</p>
<p>Ali, na praça do <em>shopping center</em>, os sorvetes derreteram goela abaixo, pegamos as compras e partimos rumo ao dia seguinte.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Depeche Mode &#8211; Let me show you the world in my eyes</title>
		<link>http://casadozander.com/letras-de-musica/depeche-mode-let-me-show-you-the-world-in-my-eyes/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 21:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[Depeche Mode]]></category>
		<category><![CDATA[Let me show you the world in my eyes]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[Let me take you on a trip
Around the world and back
And you won&#8217;t have to move
You just sit still
Now let your mind do the walking
And let my body do the talking
Let me show you the world in my eyes
I&#8217;ll take you to the highest mountain
To the depths of the deepest sea
And we won&#8217;t need a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Let me take you on a trip<br />
Around the world and back<br />
And you won&#8217;t have to move<br />
You just sit still</p>
<p>Now let your mind do the walking<br />
And let my body do the talking<br />
Let me show you the world in my eyes</p>
<p>I&#8217;ll take you to the highest mountain<br />
To the depths of the deepest sea<br />
And we won&#8217;t need a map, believe me</p>
<p>Now let my body do the moving<br />
And let my hands do the soothing<br />
Let me show you the world in my eyes</p>
<p>That&#8217;s all there is<br />
Nothing more than you can feel now<br />
That&#8217;s all there is</p>
<p>Let me put you on a ship<br />
On a long, long trip<br />
Your lips close to my lips<br />
All the islands in the ocean<br />
All the heavens in the motion<br />
Let me show you the world in my eyes</p>
<p>That&#8217;s all there is<br />
Nothing more than you can touch now<br />
That&#8217;s all there is</p>
<p>Let me show you the world in my eyes</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XoztjIgY9Jo&#038;hl=pt-br"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/XoztjIgY9Jo&#038;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Grupo Rumo &#8211; Ninguém chora por você</title>
		<link>http://casadozander.com/letras-de-musica/grupo-rumo-ninguem-chora-por-voce/</link>
		<comments>http://casadozander.com/letras-de-musica/grupo-rumo-ninguem-chora-por-voce/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 13:31:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[grupo rumo]]></category>
		<category><![CDATA[letra de música]]></category>
		<category><![CDATA[ninguém chora por você]]></category>

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		<description><![CDATA[Ninguém Chora Por Você
 (Luiz Tatit)
Filho, se cuida,
Você quer chorar
Você não percebe
Mas eu sinto que você quer chorar
E sinto que você não percebe
E são tão tristes!
O modo de você ser
As coisas que você vem
Dizer pra gente, filho!
Você ri, você canta
Você é um grande guerreiro
Não fraqueja, não demonstra nada
Mas chora!
É o mínimo que você tem que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ninguém Chora Por Você</strong><br />
<em> (Luiz Tatit)</em></p>
<p>Filho, se cuida,<br />
Você quer chorar<br />
Você não percebe<br />
Mas eu sinto que você quer chorar<br />
E sinto que você não percebe<br />
E são tão tristes!<br />
O modo de você ser<br />
As coisas que você vem<br />
Dizer pra gente, filho!</p>
<p>Você ri, você canta<br />
Você é um grande guerreiro<br />
Não fraqueja, não demonstra nada<br />
Mas chora!<br />
É o mínimo que você tem que fazer<br />
Chora antes que chorem por você</p>
<p>Filho, repara,<br />
Você está chorando<br />
Você não percebe mas eu vejo<br />
Que você está chorando<br />
E vejo que você não percebe<br />
E são tão simples<br />
Os olhos que você faz<br />
A boca que você treme<br />
Quando conversa, filho</p>
<p>É tão triste, é tão simples<br />
E tão bem simulado<br />
No entanto eu percebo tudo<br />
Ignoro!<br />
Ignoro de propósito, sim<br />
E não espere que eu chore por você</p>
<p><em><strong>Voz e Violão</strong>: Luiz Tatit<br />
<strong>Voz</strong>: Ná Ozzetti<br />
<strong> Flauta Doce Tenor</strong>: Hélio Ziskind<br />
<strong> Flauta Doce Baixo</strong>: Ciça Tuccori</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sol na casa 1, lua na casa 10</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 11:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[astrologia]]></category>

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		<description><![CDATA[29/01 (hoje) às 1h a 31/01 às 19h
Eis que, entre os dias 29/01 (hoje) às 1h e 31/01 às 19h, a Lua entra em seu quarto-minguante. O conflito aqui envolve carreira versus anseios pessoais. É bem provável que você, Zander, venha a perceber de uma maneira bastante clara todas as coisas que lhe incomodam em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>29/01 (hoje) às 1h a 31/01 às 19h</p>
<p>Eis que, entre os dias 29/01 (hoje) às 1h e 31/01 às 19h, a Lua entra em seu quarto-minguante. O conflito aqui envolve <strong>carreira versus anseios pessoais</strong>. É bem provável que você, Zander, venha a perceber de uma maneira bastante clara todas as coisas que lhe incomodam em seu trabalho ou estudos. A idéia do momento envolve a percepção da defasagem entre o ideal e o real. Há também um choque entre quem você é de verdade e aquilo que a sociedade exige que você seja.</p>
<p>Como a fase envolve um conflito, é bem provável que você sinta suas energias vitais em baixa, portanto não é recomendado que você abuse nestes dias, se alimente direito e durma bem, caso contrário pode sentir fraqueza e alterações fortes de humor.</p>
<p>do site <a href="http://www.personare.com.br/">personare</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>El Cuarteto De Nos &#8211; Ya No Se Que Hacer Conmigo</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 01:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[El Cuarteto De Nos - Ya No Se Que Hacer Conmigo]]></category>
		<category><![CDATA[espanhol]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ya tuve que ir obligado a misa, ya toque en el piano &#8220;Para Elisa&#8221;
ya aprendí a falsear mi sonrisa, ya caminé por la cornisa.
Ya cambié de lugar mi cama, ya hice comedia ya hice drama
fui concreto y me fui por las ramas, ya me hice el bueno y tuve mala fama.
Ya fui ético, y fui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/y9LlnLTH87U&amp;rel=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://www.youtube.com/v/y9LlnLTH87U&amp;rel=1" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p>Ya tuve que ir obligado a misa, ya toque en el piano &#8220;Para Elisa&#8221;<br />
ya aprendí a falsear mi sonrisa, ya caminé por la cornisa.<br />
Ya cambié de lugar mi cama, ya hice comedia ya hice drama<br />
fui concreto y me fui por las ramas, ya me hice el bueno y tuve mala fama.<br />
Ya fui ético, y fui errático, ya fui escéptico y fui fanático<br />
ya fui abúlico, fui metódico, ya fui impúdico y fui caótico.<br />
Ya leí Arthur Conan Doyle, ya me pasé de nafta a gas oil.<br />
Ya leí a Bretón y a Moliere, ya dormí en colchon y en somier.<br />
Ya me cambié el pelo de color, ya estuve en contra y estuve a favor<br />
lo que me daba placer ahora me da dolor, ya estuve al otro lado del mostrador.<br />
Y oigo una voz que dice sin razón<br />
&#8220;Vos siempre cambiando, ya no cambiás más&#8221;<br />
y yo estoy cada vez más igual<br />
Ya no se que hacer conmigo.<br />
Ya me ahogué en un vaso de agua , ya planté café en NIcaragua<br />
ya me fui a probar suerte a USA, ya jugué a la ruleta rusa.<br />
Ya creí en los marcianos, ya fui ovo lacto vegetariano.<br />
Sano, fui quieto y fui gitano, ya estuve tranqui y estuve hasta las manos.<br />
Hice el curso de mitoligía pero de mi los dioses se reían.<br />
orfebrería lo salvé raspando y ritmología aqui la estoy aplicando.<br />
Ya probé, ya fumé, ya tomé, ya dejé, ya firmé, ya viajé, ya pegé.<br />
Ya sufrí, ya eludí, ya huí, ya asumí, ya me fuí, ya volví, ya fingí, ya mentí.<br />
Y entre tantas falsedades muchas de mis mentiras ya son verdades<br />
hice fácil adversidades, y me compliqué en las nimiedades.<br />
Y oigo una voz que dice con razón<br />
&#8220;Vos siempre cambiando, ya no cambiás más&#8221;<br />
y yo estoy cada vez más igual<br />
Ya no se que hacer conmigo.<br />
Ya me hice un lifting me puse un piercing, fui a ver al Dream Team y no hubo feeling<br />
me tatué al Che en una nalga, arriba de mami para que no se salga.<br />
Ya me reí y me importó un bledo de cosas y gente que ahora me dan miedo.<br />
Ayuné por causas al pedo, ya me empaché con pollo al spiedo.<br />
Ya fui psicólogo, fui al teólogo, fui al astrólogo, fui al enólogo<br />
ya fui alcoholico y fui lambeta, ya fui anonimo y ya hice dieta.<br />
Ya lancé piedras y escupitajos, al lugar donde ahora trabajo<br />
y mi legajo cuenta a destajo, que me porté bien y que armé relajo.<br />
Y oigo una voz que dice sin razón<br />
&#8220;Vos siempre cambiando, ya no cambiás más&#8221;<br />
y yo estoy cada vez más igual<br />
Ya no se que hacer conmigo.<br />
Y oigo una voz que dice con razón<br />
&#8220;Vos siempre cambiando, ya no cambiás más&#8221;<br />
y yo estoy cada vez más igual<br />
Ya no se que hacer conmigo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jeff Buckley &#8211; Hallelujah</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 20:20:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[Hallelujah]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Buckley]]></category>
		<category><![CDATA[music]]></category>
		<category><![CDATA[music video]]></category>

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		<description><![CDATA[
Jeff Buckley &#8211; Hallelujahby magik-man2
Well I heard there was a secret chord
That David played, and it pleased the Lord
But you don&#8217;t really care for music, do ya?
Well it goes like this
The fourth, the fifth
The minor fall and the major lift
The baffled king composing Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Well Your faith was strong but you needed proof
You saw her bathing [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><object width="420" height="339"><param name="movie" value="http://www.dailymotion.com/swf/x1z069" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed src="http://www.dailymotion.com/swf/x1z069" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="339" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always"></embed></object></p>
<p><b><a href="http://www.dailymotion.com/swf/x1z069">Jeff Buckley &#8211; Hallelujah</a></b><br /><i>by <a href="http://www.dailymotion.com/magik-man2">magik-man2</a></i></div>
<p><em>Well I heard there was a secret chord<br />
That David played, and it pleased the Lord<br />
But you don&#8217;t really care for music, do ya?<br />
Well it goes like this<br />
The fourth, the fifth<br />
The minor fall and the major lift<br />
The baffled king composing Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah</em></p>
<p><em>Well Your faith was strong but you needed proof<br />
You saw her bathing on the roof<br />
Her beauty and the moonlight overthrew you<br />
she tied you to her kitchen chair<br />
And she broke your throne and she cut your hair<br />
And from your lips she drew the Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah</em></p>
<p><em>Well baby I&#8217;ve been here before<br />
I know this room and I&#8217;ve walked this floor<br />
I used to live alone before I knew ya<br />
I&#8217;ve seen your flag on the marble arch<br />
Love is not a victory march<br />
It&#8217;s a cold and it&#8217;s a broken Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah</em></p>
<p><em>Well there was a time when you let me know<br />
What&#8217;s really going on below<br />
But now you never show that to me do you?<br />
And remember when I moved in you?<br />
And the holy dove was moving too<br />
And every breath we drew was Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah</em></p>
<p><em>Well maybe there&#8217;s a God above<br />
But all I&#8217;ve ever learned from love<br />
Was how to shoot somebody who&#8217;d OUT DREW YA<br />
And it&#8217;s not a cry that you hear at night<br />
It&#8217;s not somebody who&#8217;s seen the light<br />
It&#8217;s a cold and it&#8217;s a broken Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah</em></p>
<p><em>Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah</em></p>
<p><em>Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah<br />
Hallelujah &lt;&lt;(held for a long time)<br />
Hallelujah</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>galvão em vida besta (de novo)</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 14:13:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[amor terminado]]></category>
		<category><![CDATA[galvão]]></category>
		<category><![CDATA[tiras]]></category>

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		<description><![CDATA[
Galvão é genial, mesmo&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidabesta.com/tiras.php"><img src='http://casadozander.com/wp-content/uploads/2008/01/tira762.gif' alt='galvão em vida besta (de novo)' /></a></p>
<p>Galvão é genial, mesmo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Farsantes</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 02:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[farsantes]]></category>
		<category><![CDATA[papo de botequim]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna da imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Num boteco de quinta.
“Olá, o senhor é o Zander Catta Preta?”
“Sim, eu mesmo.”
“O senhor é o que se diz um farsante?”
“Exatamente, farsa é o que eu faço, farsante é o que sou.”
“O senhor poderia me explicar um pouco melhor?”
“Depende. É de interesse profissional ou pessoal?”
“Um pouco de cada. É que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2008/fevereiro/28/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p>Num boteco de quinta.</p>
<p>“Olá, o senhor é o Zander Catta Preta?”</p>
<p>“Sim, eu mesmo.”</p>
<p>“O senhor é o que se diz um farsante?”</p>
<p>“Exatamente, farsa é o que eu faço, farsante é o que sou.”</p>
<p>“O senhor poderia me explicar um pouco melhor?”</p>
<p>“Depende. É de interesse profissional ou pessoal?”</p>
<p>“Um pouco de cada. É que não sei bem o que fazer da vida e pensei em entrar nessa área. O senhor tem muita competição?”</p>
<p>“Na verdade, não. O problema são os falsos farsantes. Os que farseam o dia inteiro e se travestem de outras coisas. Eles tomam todo o mercado das farsas e são, hoje, um empecilho para aumentar a lucrabilidade e rentabilidade da farsa produzida honestamente.</p>
<p>“Entendo. E são muitos esses falsos farsantes.”</p>
<p>“São legiões deles. Pior! Se vendem por qualquer ninharia.”</p>
<p>“O senhor não?”</p>
<p>“Só aceito euros. E adiantado.”</p>
<p>“Nossa! O senhor deve ser um farsante conhecido!”</p>
<p>“Farsante conhecido sim, conhecidamente farsante, não. É essa a dica que te dou. Não deixem os outros saberem que é uma farsa, mas faça que os outros te conheçam.”</p>
<p>“Mas como funciona isso? Assim&#8230; tem escola para farsante? Tem faculdade disso?”</p>
<p>“Ter, tem. Mas eles colocam outros nomes nas faculdades. É como o Rotary e o Lions. Todo mundo sabe que eles são sociedades secretas que têm planos de conquista globais, mas se disfarçam de senhores cristãos de meia-idade que engordam nos eventos do clube.”</p>
<p>“Entendo&#8230; entendo&#8230; mas o senhor pode falar um pouco mais desse negócio de farsa? Tem que passar nota? Tem contrato?”</p>
<p>“Olha. É bom sempre deixar tudo por escrito, né? Tem muito pilantra que dá o cano depois da farsa pronta.”</p>
<p>“Mas o pilantra&#8230;”</p>
<p>“Esse você tem que aprender a evitar. Nunca confunda o canalha com o pilantra nem com o biltre. Esse tipo de vilania está fora do nosso escopo, da nossa arte de farsear.”</p>
<p>“E há diferença entre um e outro?”</p>
<p>“Não é clara, límpida e translúcida a diferença?”</p>
<p>“Não consigo ver, não é claro.”</p>
<p>“Se não é claro, é farsa. E se obviamente é uma farsa, na verdade é uma vilania dessas aí. Uma farsa nunca é clara ou óbvia. Mesmo quando é claro e óbvio que se trata de um farsante.”</p>
<p>“Mas eu ainda não entendo.”</p>
<p>“É bem por aí. A farsa não é para ser entendida. Quando há compreensão, ela se morre.”</p>
<p>“Mas isso não é o ilusionismo? A mágica de palco?”</p>
<p>“Isso, menino. O farsante é o mágico das palavras.”</p>
<p>Beberam o chope e pagaram a conta.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os céus azuis de São Paulo</title>
		<link>http://casadozander.com/textos/os-ceus-azuis-de-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 01:59:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[letras]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna da imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>

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		<description><![CDATA[publicado da Tribuna da Imprensa
Costumo acordar relativamente cedo às segundas-feiras.
É algo já bem enraizado na minha personalidade que não consigo apagar, mesmo com o hábito de nerdar até tarde com joguinhos de computador ou em mensageiros instantâneos que me mantém em contato com os amigos e, principalmente, as amigas daqui e do Rio. Não sei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado da <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2008/fevereiro/14/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p>Costumo acordar relativamente cedo às segundas-feiras.</p>
<p>É algo já bem enraizado na minha personalidade que não consigo apagar, mesmo com o hábito de nerdar até tarde com joguinhos de computador ou em mensageiros instantâneos que me mantém em contato com os amigos e, principalmente, as amigas daqui e do Rio. Não sei quando esse mau hábito nasceu, mas acho que tem algo a ver com o meu desinteresse pelo Fantástico e o fato de eu ter de acordar às 5h da matina para ir ao colégio ainda no milênio passado.</p>
<p>Além desse hábito desagradável, tenho a estranha mania masoquista de insistir em sentir saudades das pessoas que passaram na minha vida. Pior. Tenho saudades de quem sequer se lembrará de mim na próxima ida ao cinema ou tomar um chope num quiosque no calçadão de Copacabana. Mas não os culpo. Como bom ariano, o meu gostar é egoísta: eu não espero que elas gostem – ou se lembrem – de mim, faço-o por minha conta e pronto! Nunca tive essa coisa de esperar retribuição de carinho, querer ou amar. Eu careço, quero e amo incondicionalmente.<span>  </span>Nunca aprendi a agir diferente e não vai ser agora, na virada do cabo da boa esperança, que eu vou mudar o meu jeitão esquisitão de ser.</p>
<p>Estou com outra mania detestável. Essa, mais chique e tecnológica, me isola do mundo e dos ruídos do trânsito paulistano que me estressavam antes mesmo do expediente começar. Explico: no fim do ano troquei o meu lapetope Apple e comprei um iPod. Daí, posso agora escrever com muito mais tecnologia e processadores múltiplos as mesmas letras que escrevia antes no meu antigo iBook e a minha vida tem trilha sonora. Uma vasta, enorme e peripatética trilha sonora.</p>
<p>Outra coisa que estou criando nessa terra esquisita é um gostar do calor. Não estou dizendo que gosto de ver uns trinta e cinco graus nos termômetros espalhados pela cidade, mas, diabos, é verão afinal de contas! Como assim acordar segunda-feira, às 6h30min da manhã, com uma temperatura de treze graus? É insalubre isso!</p>
<p>Esse preâmbulo todo foi para dizer que eu estava escutando Chico no meu iPod, no táxi, indo para o trabalho, numa manhã fria de segunda-feira e resolvi tirar os olhos do meu livro do Mário Prata – Cem Melhores Crônicas – para olhar o céu e, putaquepariu, que céu! Que céu!</p>
<p>Como uma desgraça só nunca vem sozinha, o Chico me sussurra “Pedaço de Mim” ao pé do ouvido. Batata! Começo a soluçar como uma menina de seis anos que se perdeu dos pais e descobre que ser independente não é tão legal assim. É assustador, na verdade.</p>
<p>Me lembrei das pessoas que ficaram para trás na vida e eu não disse adeus. Daquelas que eu queria que estivessem do meu lado naquele momento, sentindo a brisa fria e luminosa da Faria Lima, que estivessem do meu lado – mesmo a mais de quatrocentos quilômetros de distancia – e com os mesmos projetos divididos, na minha filha que mais me ensina e que mal acompanhei os centímetros que viraram metro e sessenta e que provavelmente não verei chegar ao seu metro e oitenta.</p>
<p>Chorei porque eu não podia – juro! Por tudo que é mais sagrado! – descer do carro naquele instante, às 6h55min da manhã, tirar os sapatos, sentar na grama com orvalho, encostar-me numa árvore ou numa pedra e apenas curtir o céu azul de São Paulo. Chorei porque morreu dentro de mim alguém que faria isso sem pensar duas vezes na reunião que eu teria às 9h e curtiria aquele momento como se não houvesse amanhã.</p>
<p>Pra que, meu Deus, inventaram manhãs assim?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>trânsito astrológico: Momento de recolhimento afetivo</title>
		<link>http://casadozander.com/citacoes/transito-astrologico-momento-de-recolhimento-afetivo/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 11:41:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[amor recolhido]]></category>
		<category><![CDATA[astrologia]]></category>
		<category><![CDATA[personare]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito astrológico]]></category>

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		<description><![CDATA[22/01 (hoje) às 20h a 16/02 às 4h
Vênus na casa 12
Entre os dias 22/01 (hoje) às 20h e 16/02 às 4h, o planeta Vênus estará fechando um ciclo, ao passar pela décima-segunda casa do seu mapa de nascimento, Zander. Esta é uma fase de introspecção afetiva, de reflexão de como têm sido os seus relacionamentos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>22/01 (hoje) às 20h a 16/02 às 4h<br />
Vênus na casa 12</strong></em></p>
<p>Entre os dias 22/01 (hoje) às 20h e 16/02 às 4h, o planeta Vênus estará fechando um ciclo, ao passar pela décima-segunda casa do seu mapa de nascimento, Zander. Esta é uma fase de introspecção afetiva, de reflexão de como têm sido os seus relacionamentos. O período envolve a idéia de acalmar a sede de amor, dando um tempo em relação às buscas externas, voltando-se mais para dentro da própria alma. Para quem já está envolvido num relacionamento, esta fase pode significar um momento de discórdias e conflitos&#8230; Como evitá-los? É relativamente simples, Zander: basta observar &#8211; e respeitar &#8211; que todas as pessoas precisam de um espaço próprio por algum tempo, e que mesmo a melhor das relações necessita de um tempo.</p>
<p>Para quem está solteiro, o momento envolve a consciência de que ao invés de buscar o amor fora de si, é chegada a hora de verter este amor para a própria alma: cuidar de si, dar mais atenção às próprias questões, fazer alguma forma de terapia. Em suma, cuidar das próprias feridas, pois sempre existe uma!</p>
<p>Em alguns casos, verifica-se uma tendência altruísta mais forte neste momento, e é bem provável que você venha a sentir uma maior necessidade de ajudar pessoas ou grupos que precisam de auxílio. É um bom momento para pensar em ser voluntário &#8211; ainda que temporariamente &#8211; em alguma coisa, Zander. Este é o momento da percepção de que existe uma parte de nós que não verte amor para apenas uma pessoa, mas que sente a necessidade profunda de favorecer até mesmo os desconhecidos: aquilo que se chama de &#8220;amor incondicional&#8221;.</p>
<p><em>do <a href="http://personare.com.br/">Personare</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>interlúdios</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 14:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[como?]]></category>
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		<description><![CDATA[Olivia (sem acento) pergunta &#8220;por que você me lê?&#8221;.
Eu nem sei se sou lido, mas mais visitado.
Então&#8230; repito a pergunta: por que você me lê?
Por favor, comente!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.verbeat.org/blogs/forsit/">Olivia</a> (sem acento) pergunta &#8220;<a href="http://www.verbeat.org/blogs/forsit/2008/01/interludio-2.html">por que você me lê</a>?&#8221;.</p>
<p>Eu nem sei se sou lido, mas mais visitado.</p>
<p>Então&#8230; repito a pergunta: por que você me lê?</p>
<p>Por favor, comente!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Noir Désir &#8211; Le vent nous portera</title>
		<link>http://casadozander.com/letras-de-musica/noir-desir-le-vent-nous-portera/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 20:05:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[Le vent nous portera]]></category>
		<category><![CDATA[letras]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[musique]]></category>
		<category><![CDATA[Noir Desir]]></category>
		<category><![CDATA[paroles]]></category>

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		<description><![CDATA[
Je n&#8217;ai pas peur de la route
Faudrait voir, faut qu&#8217;on y goûte
Des méandres au creux des reins
Et tout ira bien
Le vent l&#8217;emportera
Ton message à la grande ourse
Et la trajectoire de la course
A l&#8217;instantané de velours
Même s&#8217;il ne sert à rien
Le vent l&#8217;emportera
Tout disparaîtra
Le vent nous portera
La caresse et la mitraille
Cette plaie qui nous tiraille
Le palais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hIkXK6rxt4c"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/hIkXK6rxt4c" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Je n&#8217;ai pas peur de la route<br />
Faudrait voir, faut qu&#8217;on y goûte<br />
Des méandres au creux des reins<br />
Et tout ira bien</p>
<p>Le vent l&#8217;emportera</p>
<p>Ton message à la grande ourse<br />
Et la trajectoire de la course<br />
A l&#8217;instantané de velours<br />
Même s&#8217;il ne sert à rien</p>
<p>Le vent l&#8217;emportera<br />
Tout disparaîtra<br />
Le vent nous portera</p>
<p>La caresse et la mitraille<br />
Cette plaie qui nous tiraille<br />
Le palais des autres jours<br />
D&#8217;hier et demain</p>
<p>Le vent les portera</p>
<p>Génétique en bandoulière<br />
Des chromosomes dans l&#8217;atmosphère<br />
Des taxis pour les galaxies<br />
Et mon tapis volant lui</p>
<p>Le vent l&#8217;emportera<br />
Tout disparaîtra<br />
Le vent nous portera</p>
<p>Ce parfum de nos années mortes<br />
Ceux qui peuvent frapper à ta porte<br />
Infinité de destin<br />
On en pose un, qu&#8217;est-ce qu&#8217;on en retient?</p>
<p>Le vent l&#8217;emportera</p>
<p>Pendant que la marée monte<br />
Et que chacun refait ses comptes<br />
J&#8217;emmène au creux de mon ombre<br />
Des poussières de toi</p>
<p>Le vent les portera<br />
Tout disparaîtra<br />
Le vent nous portera</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Nina Simone &#8211; Ain&#8217;t Got No</title>
		<link>http://casadozander.com/letras-de-musica/nina-simone-aint-got-no/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 17:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[music]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Nina Simone]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://casadozander.com/meus-textos/nina-simone-aint-got-no</guid>
		<description><![CDATA[
Ain&#8217;t got no home, ain&#8217;t got no shoes
Ain&#8217;t got no money, ain&#8217;t got no class
Ain&#8217;t got no skirts, ain&#8217;t got no sweater
Ain&#8217;t got no perfume, ain&#8217;t got no beer
Ain&#8217;t got no manAin&#8217;t got no mother, ain&#8217;t got no culture
Ain&#8217;t got no friends, ain&#8217;t got no schooling
Ain&#8217;t got no love, ain&#8217;t got no name
Ain&#8217;t got no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GUcXI2BIUOQ&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/GUcXI2BIUOQ&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>Ain&#8217;t got no home, ain&#8217;t got no shoes<br />
Ain&#8217;t got no money, ain&#8217;t got no class<br />
Ain&#8217;t got no skirts, ain&#8217;t got no sweater<br />
Ain&#8217;t got no perfume, ain&#8217;t got no beer<br />
Ain&#8217;t got no manAin&#8217;t got no mother, ain&#8217;t got no culture<br />
Ain&#8217;t got no friends, ain&#8217;t got no schooling<br />
Ain&#8217;t got no love, ain&#8217;t got no name<br />
Ain&#8217;t got no ticket, ain&#8217;t got no token<br />
Ain&#8217;t got no GodWhat about God?<br />
Why am I alive anyway?<br />
Yeah, what about God?<br />
Nobody can take away</p>
<p>I got my hair, I got my head<br />
I got my brains, I got my ears<br />
I got my eyes, I got my nose<br />
I got my mouth, I got my smile<br />
I got my tongue, I got my chin<br />
I got my neck, I got my boobs</p>
<p>I got my heart, I got my soul<br />
I got my back, I got my sex<br />
I got my arms, I got my hands<br />
I got my fingers, Got my legs<br />
I got my feet, I got my toes<br />
I got my liver, Got my blood</p>
<p>I&#8217;ve got life , I&#8217;ve got my freedom<br />
I&#8217;ve got the life</p>
<p>And I&#8217;m gonna keep it<br />
I&#8217;ve got the life<br />
And nobody&#8217;s gonna take it away<br />
I&#8217;ve got the life</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Gang 90 &amp; Absurdetes &#8211; Dadá Globe Orixás (spaced Out In Paradise)</title>
		<link>http://casadozander.com/letras-de-musica/gang-90-absurdetes-dada-globe-orixas-spaced-out-in-paradise/</link>
		<comments>http://casadozander.com/letras-de-musica/gang-90-absurdetes-dada-globe-orixas-spaced-out-in-paradise/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 13:18:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[Gang 90]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[Spaced out in paradise
Honk tonk teclados verticais
Dada globe orixás
Hully gully guitarras palmeirais
Candomblé transcedental
Beatnick rastafari kanibal
Zoom navalha corta um globo
Lâmina luz olhar
Desenhando um poema
Corpo nu deusa lunar
Escarlates vendavais
Swing sopros flautas vertebrais
Vídeo zen cometa nô
Hulla hulla telecoteco tao
Carros cores calor noturno
Camisas abertas tatuagem suada
Eu quero tudo o que há no mundo
Pernas quentes morenas suadas
ouça aqui
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Spaced out in paradise<br />
Honk tonk teclados verticais<br />
Dada globe orixás<br />
Hully gully guitarras palmeirais<br />
Candomblé transcedental<br />
Beatnick rastafari kanibal</p>
<p>Zoom navalha corta um globo<br />
Lâmina luz olhar<br />
Desenhando um poema<br />
Corpo nu deusa lunar</p>
<p>Escarlates vendavais<br />
Swing sopros flautas vertebrais<br />
Vídeo zen cometa nô<br />
Hulla hulla telecoteco tao<br />
Carros cores calor noturno<br />
Camisas abertas tatuagem suada<br />
Eu quero tudo o que há no mundo<br />
Pernas quentes morenas suadas</p>
<p><em>ouça <a href="http://casadozander.com/mp3/Gang%2090/Essa%20Tal%20De%20Gang%2090%20&amp;%20Absurdettes/06%20Dada%20Globe%20Orix%e1s%20(Spaced%20Out%20In.mp3">aqui</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>gratidão</title>
		<link>http://casadozander.com/textos/gratidao/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Jan 2008 13:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[Enloucrescendo]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de Homem]]></category>
		<category><![CDATA[pensar enlouquece]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio iBest]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Dama Não Comenta]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu não costumo usar o blogue para falar da minha vida pessoal &#8211; não explicitamente, ao menos &#8211; e para bajular o próximo, mas fico comovido de verdade quando algumas ações espontâneas e alguns elogios sinceros aparecem do nada.
Além da força que amigos (Giovanna, votei em tu, muié!) estão dando para a campanha do iBest, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não costumo usar o blogue para falar da minha vida pessoal &#8211; não explicitamente, ao menos &#8211; e para bajular o próximo, mas fico comovido de verdade quando algumas ações espontâneas e alguns <a href="http://www.interney.net/blogs/eclipse/2008/01/11/sete_motivos_para_adorar_o_verao/">elogios sinceros</a> aparecem do nada.</p>
<p>Além da força que amigos (<a href="http://www.interney.net/blogs/dama">Giovanna</a>, votei em tu, muié!) estão dando para a campanha do <a href="http://200.226.252.12/ibest/busca.action?query=casa+do+zander&amp;x=0&amp;y=0">iBest</a>, vi que estou em segundo lugar na votação, acima de blogues ilustres como o <a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/">Pensar Enlouquece</a>, o <a href="http://www.interney.net/blogs/enloucrescendo/">Enloucrescendo</a> e o <a href="http://papodehomem.com.br/">Papo de Homem</a> entre tantos outros blogueiros assíduos e perenes nessa volátil esfera de informação.</p>
<p>Agradeço cada voto, cada segundo perdido ao fazer o cadastro no site e cada demonstração de carinho e amizade que vocês mandam.</p>
<p>Nunca é demais dizer: obrigado a todos.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Morningwood &#8211; Nth Degree</title>
		<link>http://casadozander.com/letras-de-musica/morningwood-nth-degree/</link>
		<comments>http://casadozander.com/letras-de-musica/morningwood-nth-degree/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jan 2008 20:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[lyrics]]></category>
		<category><![CDATA[morningwood]]></category>
		<category><![CDATA[nth degree]]></category>
		<category><![CDATA[pop]]></category>
		<category><![CDATA[punk]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[videoclip]]></category>

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		<description><![CDATA[
M-o m-o-r m-o-r-n-i-n-g
M-o m-o-r m-o-r-n-i-n-g
M-o m-o-r m-o-r-n-i-n-g
M-o m-o-r m-o-r-n-i-n-g-w-o-o-d
If you rock&#8217;n'roll
Disco
Heavy Metal Angel
Come on everybody
To the nth degree
The four of us
The royal we
He bangs the drum
She&#8217;s vip
He&#8217;s never done
Got OCD
Our love is
To the nth degree
Oh-oh Here we go
Turn up the radio
Come on everybody
To the nth degree
If you rock&#8217;n'roll
Disco
Heavy Metal Angel
Come on everybody
To the nth degree
And [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_vhMhm9euT8&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_vhMhm9euT8&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>M-o m-o-r m-o-r-n-i-n-g<br />
M-o m-o-r m-o-r-n-i-n-g<br />
M-o m-o-r m-o-r-n-i-n-g<br />
M-o m-o-r m-o-r-n-i-n-g-w-o-o-d</p>
<p>If you rock&#8217;n'roll<br />
Disco<br />
Heavy Metal Angel<br />
Come on everybody<br />
To the nth degree</p>
<p>The four of us<br />
The royal we<br />
He bangs the drum<br />
She&#8217;s vip<br />
He&#8217;s never done<br />
Got OCD<br />
Our love is<br />
To the nth degree</p>
<p>Oh-oh Here we go<br />
Turn up the radio<br />
Come on everybody<br />
To the nth degree</p>
<p>If you rock&#8217;n'roll<br />
Disco<br />
Heavy Metal Angel<br />
Come on everybody<br />
To the nth degree</p>
<p>And I&#8217;ve got my family<br />
And one big bed is all we need<br />
With morningwood</p>
<p>Oh-oh Here we go<br />
Turn up the radio<br />
Come on everybody<br />
To the nth degree</p>
<p>If you rock&#8217;n'roll<br />
Disco<br />
Heavy Metal Angel<br />
Come on everybody<br />
To the nth degree</p>
<p>M-o m-o-r m-o-r-n-i-n-g-w-o-o-d<br />
Allright<br />
M-o m-o-r m-o-r-n-i-n-g-w-o-o-d<br />
A little louder<br />
M-o m-o-r m-o-r-n-i-n-g-w-o-o-d<br />
And harder!<br />
M-o m-o-r m-o-r-n-i-n-g-w-o-o-d<br />
Let&#8217;s go!</p>
<p>Oh-oh here we go<br />
Turn up the radio<br />
Come on everybody<br />
To the nth degree</p>
<p>If you rock&#8217;n'roll<br />
Disco<br />
Heavy Metal Angel<br />
Come on everybody<br />
To the nth degree</p>
<p>Oh-oh here we go<br />
Turn up the radio<br />
Come on everybody<br />
To the nth degree</p>
<p>If you rock&#8217;n'roll<br />
Disco<br />
Heavy Metal Angel<br />
Come on everybody<br />
To the nth degree</p>
<p>M-o m-o-r m-o-r-n-i-n-g-w-o-o-d<br />
To the nth degree!</p>
<p>M-o m-o-r m-o-r-n-i-n-g-w-o-o-d<br />
To the nth degree!</p>
<p>M-o m-o-r m-o-r-n-i-n-g-w-o-o-d<br />
Come on everybody</p>
<p>M-o m-o-r m-o-r-n-i-n-g-w-o-o-d<br />
To the nth degree!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>iBest &#8211; Fui indicado</title>
		<link>http://casadozander.com/textos/ibest-fui-indicado/</link>
		<comments>http://casadozander.com/textos/ibest-fui-indicado/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 13:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[melhores blogs]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio iBest]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://casadozander.com/meus-textos/ibest-fui-indicado</guid>
		<description><![CDATA[Amigos leitores, visitantes e detratores,
Fui indicado para o prêmio iBest e peço a todos que votem nesse humilde blogueiro.
Afinal, o pagamento do blogueiro pobre é o reconhecimento de seus leitores.
Grato pela atenção!!! :D

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos leitores, visitantes e detratores,</p>
<p>Fui indicado para o prêmio iBest e peço a todos que <a href="http://200.226.252.12/ibest/busca.action?query=casa+do+zander&amp;x=0&amp;y=0">votem</a> nesse humilde blogueiro.</p>
<p>Afinal, o pagamento do blogueiro pobre é o <a href="http://200.226.252.12/ibest/busca.action?query=casa+do+zander&amp;x=0&amp;y=0">reconhecimento</a> de seus leitores.</p>
<p>Grato pela atenção!!! :D</p>
<p><a href="http://200.226.252.12/ibest/busca.action?query=casa+do+zander&#038;x=0&#038;y=0"><img src="http://200.226.252.12/img/conteudo/selo_pequeno.jpg"/></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://casadozander.com/textos/ibest-fui-indicado/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Sobre a ditadura da paisagem</title>
		<link>http://casadozander.com/tribuna/sobre-a-ditadura-da-paisagem/</link>
		<comments>http://casadozander.com/tribuna/sobre-a-ditadura-da-paisagem/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 23:50:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[Afrodite]]></category>
		<category><![CDATA[Apolo]]></category>
		<category><![CDATA[carioca]]></category>
		<category><![CDATA[paisagens belíssimas]]></category>
		<category><![CDATA[sol]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://casadozander.com/cronicas/sobre-a-ditadura-da-paisagem</guid>
		<description><![CDATA[O carioca, além das mazelas normais dos nativos de qualquer metrópole moderna e das agruras dos brasileiros em geral, vive uma sina cruel e ímpar às demais cidades do mundo: é condenado a viver com um cenário tão maravilhoso que o torna insensível às diversas nuances da beleza.
É como se nos alimentássemos dos mais maravilhosos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">O carioca, além das mazelas normais dos nativos de qualquer metrópole moderna e das agruras dos brasileiros em geral, vive uma sina cruel e ímpar às demais cidades do mundo: é condenado a viver com um cenário tão maravilhoso que o torna insensível às diversas nuances da beleza.</p>
<p class="MsoNormal">É como se nos alimentássemos dos mais maravilhosos pratos de restaurantes da mais alta gastronomia e não conseguíssemos mais encarar o prazer de um misto quente no pão francês.</p>
<p class="MsoNormal">Ou algo assim.</p>
<p class="MsoNormal">É uma sina porque cada cidadão fica insensível ao mediano, ao mundano, ao medíocre e subitamente este se torna intolerável. Como aceitar que o máximo que teremos é uma vida mediana, uma posição mediana, um desempenho mediano? Outras cidades também impelem seus habitantes a uma frustração prévia, mas o Rio de Janeiro tem uma característica à parte.</p>
<p class="MsoNormal">Mais que sucesso, o carioca quer ser belo, belíssimo.</p>
<p class="MsoNormal">Como conseqüência, temos as legiões de barrigas de tanques e braços hipertrofiados saídos das academias que deveriam primar pela saúde e integridade física de seus associados e suas peles galvanizadas em bronze, dada a contínua exposição da cútis nas praias.</p>
<p class="MsoNormal">Mas até aí, os únicos que correm o risco de se ferrar nessa busca da perfeição física é o próprio estagiário de Apolo ou Afrodite<em>.</em> Porém a coisa é pior e mais sutil que isso.</p>
<p class="MsoNormal">Ante essa busca da beleza, as opções ficam limitadas. Excluindo-se o mediano, não é mais possível ter uma pele alva, ainda que saudável, e ser belo ou uma barriga expoente, ainda que feliz, e ser saudável. E torna-se heresia maior ostentar ambas em pleno verão.</p>
<p class="MsoNormal">O leitor pode até achar que isso é ranhetice do cronista <em>nerd</em> e branquelo. Mas entenda que não me magoa mais, do alto da minha meia-vida, que os meus concidadãos ainda tenham esse desejo de serem Apolos ou Afrodites e não entenderem atavicamente quem não compartilha dos mesmos princípios. Já me acostumei.</p>
<p class="MsoNormal">Para falar a verdade, acho até bem louvável que cada indivíduo desenvolva uma vaidade no prazer de se olhar no espelho e refletir a sua força de vontade expressa em formas que decidira conscientemente. Como um atleta que sabe que precisa de pouquíssima gordura no corpo para agüentar uma maratona ou nenhum pelo para nadar mais rapidamente.</p>
<p class="MsoNormal">Porém, a questão aí é a da consciência.</p>
<p class="MsoNormal">Novamente não culpo os demiurgos que se apresentam pontualmente às academias para as sessões de modelagem corporal. Eles são vítimas do seu meio.</p>
<p class="MsoNormal">Uma cidade que apresenta ao seu morador um horizonte na natureza do espelho d’água da Lagoa Rodrigo de Freitas, da enseada de Botafogo, do pôr-do-sol do Posto Nove, massacra o seu cidadão a ponto de entender que a única possibilidade de se tornar digno da – ou suportável à – beleza acachapante diária a que é submetido é se tornando espelho dela mesma.</p>
<p class="MsoNormal">Ou seja, o Rio transforma o seu cidadão à sua imagem e semelhança.</p>
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		<title>Bearforce 1 &#8211; Christmas is here</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 17:25:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<title>Que 2008 tenha exatos 366 dias</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Dec 2007 14:23:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pois é de seu direito, como ano bissexto, de tê-los – cada um com um nascer e pôr do sol – e que cada em cada dia seja respeitado o direito cósmico de se ter vinte e quatro horas e que cada hora tenha apenas sessenta minutos. 
Já faz tempo que insistimos em ter mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Pois é de seu direito, como ano bissexto, de tê-los – cada um com um nascer e pôr do sol – e que cada em cada dia seja respeitado o direito cósmico de se ter vinte e quatro horas e que cada hora tenha apenas sessenta minutos. <o></o></p>
<p class="MsoNormal">Já faz tempo que insistimos em ter mais horas que o dia nos dá, mais dias que as semanas comportam, mais semanas que os meses e mais meses que o ano. E cada hora dessas que insistimos em multiplicar diariamente tem de ser cada vez maior e mais extensa, transbordando os sessenta minutos que tradicionalmente lhe cabem. Sem falar nos “minutinhos” que insistem em se transformar em centenas de segundos a fio.<o></o></p>
<p class="MsoNormal">Então esse é o meu desejo para 2008: que saibamos respeitar os limites do tempo e saibamos viver cada minuto, cada segundo da melhor forma possível e não inventemos mais atividades para cada hora que nos tire o sossego e o bater compassado do coração.<o></o></p>
<p class="MsoNormal">Porque cada minuto que se vai, não volta.<o></o></p>
<p class="MsoNormal">Bom 2008 para todos nós com todos os trinta e um milhões e seiscentos e vinte e dois mil e quatrocentos segundos que nos cabem nessa revolução solar.<o></o></p>
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		<title>a casa de sal</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 22:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Ando pela cidade debulhando sonhos. No flanar entre os prédios, acordo cada um deles como pesadelos em sobressalto e provo a tessitura ofegante das paredes invisíveis ao meu redor. A realidade é estranha aos meus sentidos e, apesar disso, cerca-me, tolhe-me e norteia, apesar do meu não-querer. Não reconheço ali, nessas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><em>publicado na <a href="http://www.tribuna.inf.br/anteriores/2008/janeiro/03/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p class="MsoNormal">Ando pela cidade debulhando sonhos. No flanar entre os prédios, acordo cada um deles como pesadelos em sobressalto e provo a tessitura ofegante das paredes invisíveis ao meu redor. A realidade é estranha aos meus sentidos e, apesar disso, cerca-me, tolhe-me e norteia, apesar do meu não-querer. Não reconheço ali, nessas muralhas erigidas pelo alheio, o amor, carinho, amizade, conforto, alento ou realização dos despertos. Não entendo os seus desejos de sucesso, grana e poder.</p>
<p class="MsoNormal">Meus sonhos são bem mais simples.</p>
<p class="MsoNormal">Eu insisto em acreditar em carros voadores e em três horas de trabalho diários que dignificariam o homem do futuro. Queria eu ser esse homem do futuro, ser do mesmo jeito que me foi prometido um dia. Ter uma casa que voasse e férias em Vênus. Robôs que limpariam os quartos e me passariam as roupas e toda essa parafernália infantil. Eu sonhava com essa vida de preguiça e deslumbre com o próprio homem.</p>
<p class="MsoNormal">Decido, num espasmo de consciência, fazer uma casa só minha. No meio da cidade, entre os espaços do asfalto e do concreto que racha com o calor tropical. A minha cidade que abriga, nutre e castra. A minha cidade que tem o horizonte tapado pelos sonhos empilhados de vidas fragmentadas. A minha cidade que faz suar e chorar.</p>
<p class="MsoNormal">A minha casa será feita de sal. Do sal que verte das lágrimas dos frustrados, dos desiludidos, dos conscientes, dos desamados. Do sal que é extraído do suor dos competentes, dos esforçados dos jovens que ainda alentem as esperanças da vida e do porvir. Do soro dos que pensam, dos que sonham, dos que ainda gozam a vida que resta entre o ir e vir e o descanso injusto.</p>
<p class="MsoNormal">De cada quinhão desse sal, forjo tijolos. E cada tijolo tem um nome de amor perdido, de um sonho desfeito ou de projeto malogrado. Cada tijolo é uma alma remoldada e que grita pela vida que poderia ter tido, mas abandonada pela torrente inexorável da vida. Cada tijolo é um grito. E a cidade que guarda a minha cidade de sal berra em uníssono com ela.</p>
<p class="MsoNormal">Cada tijolo monta a parede da minha casa de sal. Cada parede, um clã que encontra ali a materialização de seu desespero atávico. Cada esquina, cada canto de sala, um lamento do que nunca será, por conta da vontade alheia. Por conta da falta de força de caráter. Por conta da falta de tesão consigo próprio.</p>
<p class="MsoNormal">Cada demão de tinta nas salas, nos portais, nas janelas e nos vitrais será de sal.</p>
<p class="MsoNormal">Sal tirado das placentas dos natimortos, sal tirado do vômito dos iludidos, sal extraído dos corpos dos que ficam pelo caminho. E nós passamos – não negue! – sem nos abalar por esses perdedores que só servem para reforçar a nossa pífia e medíocre jornada pessoal.</p>
<p class="MsoNormal">O que seria da minha casa sem os que caem pelo caminho?</p>
<p class="MsoNormal">Pois desses, tiro o couro – que vira cortina, coberta, tapete e estofo &#8211; e tiro os ossos<span>  </span>- que viram alicerce, umbral, rodapé e porta – e tiro os órgãos – que viram móveis, eletrodomésticos e enfeites de luxo que me decoram a parede de sal e bile.</p>
<p class="MsoNormal">O que seria de minha cidade se cada tijolo de sal não cobrasse o seu quinhão em suor, lágrima ou desamor?</p>
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		<title>Os Trapalhões &#8211; A filha do seu Faceta (1981)</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Dec 2007 19:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<title>cores à venda</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 01:23:01 +0000</pubDate>
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		<title>Karas</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 21:16:39 +0000</pubDate>
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		<title>Manhã</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 19:30:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Nasce o sol.
Sento-me, com esforço, à beira da cama desarrumada, desfeita e ainda úmida da atividade noturna intensa. Das oito horas de sono que a constituição me garante, parece que usufruí menos de cinco minutos. Confiro o relógio. Há doze jazia no leito. A cama, rente ao solo, não permite que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><em>publicado na <a href="http://www.tribuna.inf.br/anteriores/2007/dezembro/13/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p class="MsoNormal">Nasce o sol.</p>
<p class="MsoNormal">Sento-me, com esforço, à beira da cama desarrumada, desfeita e ainda úmida da atividade noturna intensa. Das oito horas de sono que a constituição me garante, parece que usufruí menos de cinco minutos. Confiro o relógio. Há doze jazia no leito. A cama, rente ao solo, não permite que as pernas pousem confortavelmente no chão. Volto a deitar-me só. Eu e meus outros eus.</p>
<p class="MsoNormal">Dobro-me por sobre o meu ventre. Ajoelho no colchão como se pagasse as promessas das vidas alheias. Como se me submetesse a um rei invisível, uma entidade superior e impossível de ser ignorada. Ajoelho-me, tremo, suo como se tivesse corrido a mãe de todas as maratonas. Curvo-me mais, como se fosse possível atravessar as barreiras de carne, pano, madeira, tijolo e cimento que se projetam à minha frente.<span>  </span>Que barreiras?</p>
<p class="MsoNormal">Não há nada sobre meus ombros mas sinto o peso do mundo a vergar-me. A pressão de centenas de vidas, uma dor ancestral, um sofrimento atávico, faz com que eu me humilhe e peça, entre lágrimas que descem sem censura, que tudo acabe logo. Que se encerre esse sofrimento, essa laceração da alma. Que haja um fim, por fim.</p>
<p class="MsoNormal">Mal entendo meus próprios pensamentos. Tudo que me vem é o meu eu que, de multipartido, se reúne para socorrer minha sanidade. É como se todo o meu corpo falasse ao mesmo tempo. Todas as partes de mim que, diariamente são mudas, agora berram, suplicam a atenção do mundo. Meu corpo fala e a mensagem que carrega não é bonita</p>
<p class="MsoNormal">O coração ressoa tão alto que se confunde com o meu resfolegar.<span>  </span>Sinto-o no pescoço, nos pulsos, na dobra de minhas pernas que começam a se enrijecer e a ficar dormentes. Sinto-o no ventre: no estômago que pinga o ácido venenoso que faria Loki arrepender-se dos pecados contra os Aesires; no fígado que se recusa a regenerar-se e me lembra dos excessos da vida libertina que eu tentei – inutilmente – impingir a mim mesmo por essas décadas a fio; no baço que simplesmente dói a troco de nada; nos rins que me lembram de suas pedras e das refeições hiper-temperadas que comi por todos esses anos; na bexiga que se contrai e faz arder a urina que excreto; nos intestinos que se revoltam e disparam gases e me lembram do que tenho de mais puro e límpido dentro de mim. Sinto-o na gordura do meu corpo, na pele, nos músculos retesados, na fronte do meu rosto, no tremor das minhas mãos. Ele bate como se quisesse pedir demissão do cargo. A caixa peitoral não o contem mais e explode a cada minuto, explodindo em sangue, ossos e pulmões. Confiro, desesperado, se o diabo continua lá. Infelizmente, sim.</p>
<p class="MsoNormal">Súbito, a agonia se vai e consigo arrastar-me até a sala. Espero hora e meia<span>  </span>e durmo no sofá que me recebe como mãe carinhosa, acolhendo e confortando. Ao acordar, o sol já se pôra novamente e o telefone me convida para a vida que multiplica a minha. Estou inteiro, operacional, e já penso nas máscaras que terei de usar àquela noite. Nos sorrisos que desfilarão na minha boca, nas expressões que aprendi a modelar na minha cara para atrair os meus dessemelhantes. Haverá álcool, sexo e música e eu serei mais um ator dessa vida de entretenimento. Antes de voltar para casa, serei centenas de pessoas, compartilharei momentos das minhas vidas e das de outros. Contudo, só reconhecerei no espelho aquele que suava, esperando o último suspiro ressacado.</p>
<p class="MsoNormal">A dor é a única coisa que traz o homem para a sua unidade.</p>
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		<title>six drummers</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Dec 2007 22:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<title>Dos Homens</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Nov 2007 19:14:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Todo homem trai.
Se não está traindo de fato, trai em vontade, desejo e projeção. Não conheço homem que nunca cobiçou mulher alheia ou a mais gostosa do mundo da semana da revista do mês. E nem é culpa deles. Há teses sobre a poligamia natural dos grandes primatas, sobre o custo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/dezembro/06/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p class="MsoNormal">Todo homem trai.</p>
<p class="MsoNormal">Se não está traindo de fato, trai em vontade, desejo e projeção. Não conheço homem que nunca cobiçou mulher alheia ou a mais gostosa do mundo da semana da revista do mês. E nem é culpa deles. Há teses sobre a poligamia natural dos grandes primatas, sobre o custo de geração de gametas para o homem e a mulher, da compensação logística de distribuição de genes e tal, mas o que importa mesmo é que somos compelidos à traição.</p>
<p class="MsoNormal">E falo não apenas da traição do homem versus mulher, marido versus esposa, mas da traição de conceitos, de crenças, de princípios e idéias. (Digressiono um pouco aqui. É engraçado saber que, em inglês, a traição de um casal é chamada de <em>cheating –</em> trapaça – enquanto o termo traição – <em>treason </em>– é usada para crimes de estado. Nós, ibéricos, é que consideramos a quebra do contrato nupcial, um crime de estado.)</p>
<p class="MsoNormal">Lembro agora de Giordano Bruno – ex-padre, queimado na fogueira da inquisição – que foi fiel aos seus princípios hereges até o fim: a terra girava em torno do Sol, o nosso sistema era um dentre milhares, os padres deveriam se casar, sexo não era pecado, mas algo divino, etc. Poucos hoje sabem quem foi esse italiano libertino. Mas de outro, todos se lembram. Galileu Galilei ainda é lembrado por suas observações astronômicas porque soube trair seus ideais na hora certa. Traiu para poder publicar seus estudos com a anuência do papa e deixar um legado que seria lembrado até hoje.</p>
<p class="MsoNormal">De certo a figura do mártir que não abre mão de sua fé ou de seus princípios é impressionante e comovente, mas aposto qualquer valor que a tolerância e a “flexibilidade teológica” foram mais importantes para converter a Irlanda Celta e os nativos no Brasil que o ferro e fogo lançados nos gregos, palestinos e itálicos cristianizados nos primeiros séculos da era cristã.</p>
<p class="MsoNormal">Novamente saí do assunto, mas retorno agora. O homem trai porque tem de estar mudando o tempo todo. Não é de sua natureza ser uma rocha, um objeto inamovível à toa. O homem é flexível moral e eticamente e é assim que tem de ser, pois, cada outro homem que ele encontra na vida é um universo alienígena que tem de ser traduzido, entendido e decodificado para que ambos possam se relacionar. Por vezes tem de assumir que as verdades do outro não são as suas e ou ele trai o seu pré-conceito de mundo ou passa a rotular o próximo. Ou ambas as coisas.</p>
<p class="MsoNormal">Homem trai porque precisa sobreviver e os intolerantes tendem a ser exterminados por sua própria cria.</p>
<p class="MsoNormal">Outra coisa que me vem em mente é a falácia que do “jovem tolerante” ou “jovem flexível”. Exceto na parte física – saudades dos meus joelhos e costas – nunca vi um jovem flexível, tolerante ou compreensivo. Muito pelo contrário, normalmente são os primeiros a criarem rótulos, a se tribalizarem ou se engajarem feericamente em alguma causa ou objetivo – nem que seja comer todas as mulheres do bairro, ganhar milhões de reais antes dos trinta anos ou beber toda a cerveja existente na Lapa, quiçá, do mundo – por mais absurdo e utópico que seja.</p>
<p class="MsoNormal">Especialmente os adolescentes.</p>
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		<title>qual a sua idade real?</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Nov 2007 17:59:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[quiz]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>
		<category><![CDATA[teste de personalidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;
Você tem  49  anos!!


Link: The Teste da Sua Verdadeira Idade Test criado por DaniFoulle no Namoro Virtual Gratuito OkCupid, site do Teste de Personalidade


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="testResultInfo">&nbsp;</p>
<h2>Você tem  49  anos!!</h2>
<table cellpadding="20">
<tr>
<td><!--t-->Link: <a href="http://pt.okcupid.com/tests/5034695163696500780/Teste-da-Sua-Verdadeira-Idade">The Teste da Sua Verdadeira Idade Test</a> criado por <a href="http://pt.okcupid.com/profile?u=DaniFoulle">DaniFoulle</a> no <a href="http://pt.okcupid.com/">Namoro Virtual Gratuito OkCupid</a>, site do <a href="http://pt.okcupid.com/online.dating.persona.test">Teste de Personalidade<!--/t--></a></td>
</tr>
</table>
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		<title>teste de personalidade</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Nov 2007 21:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[quiz]]></category>
		<category><![CDATA[comedor]]></category>
		<category><![CDATA[devorador]]></category>
		<category><![CDATA[mestre de sexo]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[teste de personalidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O Carnívoro
Espontâneo Egocêntrico Sexual Experiente (EESE)

Jamais se case! Você é O Carnívoro. Caçador, sexual, subhumano.
Os Carnívoros (você) são os seres mais subvertidos e depravados do universo. E o número vem crescendo anualmente, principalmente devido a falhas de memória e mal-uso de anticoncepcionais. Você não tá nem aí. Existe apenas uma coisa que te interessa. Apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://pt.okcupid.com/oktest3?describe=O+Carn%c3%advoro+%28EESE%29&amp;score=11">O Carnívoro</a></h2>
<h3>Espontâneo Egocêntrico Sexual Experiente (EESE)</h3>
<p><a href="http://pt.okcupid.com/oktest3?describe=O+Carn%c3%advoro+%28EESE%29&amp;score=11"><img src="http://panther.is0.okcupid.com/graphics/persons/RBSMm.gif" alt="O Carnívoro" style="float: left" /></a></p>
<p>Jamais se case! Você é <strong>O Carnívoro</strong>. Caçador, sexual, subhumano.</p>
<p>Os Carnívoros (você) são os seres mais subvertidos e depravados do universo. E o número vem crescendo anualmente, principalmente devido a falhas de memória e mal-uso de anticoncepcionais. Você não tá nem aí. Existe apenas uma coisa que te interessa. Apenas um desejo, <em>uma necessidade básica!</em>.</p>
<p>Metade homem, metade besta mitológica, você age por instinto e seu carisma animalesco natural facilita o seu caminho. É improvável que você se guie por qualquer outra coisa além da sua egoística necessidade de orgasmos. Seu físico e sua personalidade naturalmente evoluíram para facilitar a sua caça. Passou um rabo na tua frente, já era. E é melhor ela te agradecer depois.</p>
<p>Só pra constar, você pode, alegremente, comer pessoas de todos os perfis que determinamos, no entanto, sua porcentagem de chance diminui bastante com as pessoas mais gentis e amáveis que habitam o mundo, simplesmente porque elas todas evitam desesperadamente pessoas como você. Boa sorte pra elas&#8230;</p>
<p><em>&#8220;Um dia, os aldeões vieram trazendo tochas para a casa. Nas cinzas em brasa, cachorros vira-latas procuravam por carne assada.&#8221;</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Chico Buarque &#8211; Sem Você</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 19:42:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[chico buarque de hollanda]]></category>
		<category><![CDATA[tom jobim]]></category>
		<category><![CDATA[vinícius de moraes]]></category>

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		<description><![CDATA[Composição: Tom Jobim / Vinícius de Moraes
Sem você
Sem amor
É tudo sofrimento
Pois você
É o amor
Que eu sempre procurei em vão
Você é o que resiste
Ao desespero
E à solidão
Nada existe
E o tempo é triste
Sem você
Meu amor
Meu amor
Nunca te ausentes de mim
Para que eu viva em paz
Para que eu não sofra mais
Tanta mágoa assim
No mundo sem você
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Composição: Tom Jobim / Vinícius de Moraes</em></p>
<p>Sem você<br />
Sem amor<br />
É tudo sofrimento<br />
Pois você<br />
É o amor<br />
Que eu sempre procurei em vão<br />
Você é o que resiste<br />
Ao desespero<br />
E à solidão<br />
Nada existe<br />
E o tempo é triste<br />
Sem você<br />
Meu amor<br />
Meu amor<br />
Nunca te ausentes de mim<br />
Para que eu viva em paz<br />
Para que eu não sofra mais<br />
Tanta mágoa assim<br />
No mundo sem você</p>
]]></content:encoded>
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		<title>a moça dos pés salientes</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Nov 2007 17:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[poemas]]></category>
		<category><![CDATA[oração]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>

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		<description><![CDATA[Ela pisa no meu coração e eu rastejo.
Ela pisa no meu coração e eu babo.
Ela pisa em mim.
E eu só penso: “a calcinha é de renda”.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Ela pisa no meu coração e eu rastejo.</p>
<p class="MsoNormal">Ela pisa no meu coração e eu babo.</p>
<p class="MsoNormal">Ela pisa em mim.</p>
<p class="MsoNormal">E eu só penso: “a calcinha é de renda”.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>tempo úmido e sol quente</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Nov 2007 17:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[conto erótico]]></category>
		<category><![CDATA[tesão]]></category>

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		<description><![CDATA[Distraído, olhava para o prato e não via que ela me cortejava. Cortejava não, que é brega. Me azarava, me secava, me comia com os olhos. Tentava chamar minha atenção com um vai-e-vem de pernas incessante, expunha o decote que mal escondia os peitos fartos.
Esfomeado, pedi a comida e o suco. Ela se contorcia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Distraído, olhava para o prato e não via que ela me cortejava. Cortejava não, que é brega. Me azarava, me secava, me comia com os olhos. Tentava chamar minha atenção com um vai-e-vem de pernas incessante, expunha o decote que mal escondia os peitos fartos.</p>
<p class="MsoNormal">Esfomeado, pedi a comida e o suco. Ela se contorcia de tesão, falava alto sobre a falta que lhe fazia um pau. Que os caralhos amigos estavam viajando ou enrolados. Que não tinha mais homem nessa cidade, que precisava mandar vir do estrangeiro. Que eles é que sabiam lhe comer de verdade.</p>
<p class="MsoNormal">Resignado, pedi a sobremesa e a conta. Ela se emputeceu. Veio até à minha mesa e se declarou. Deixou a vergonha e a compostura para as amigas que, divertidas e animadas, pediam mais uma Serramalte para se juntar às tantas outras já esvaziadas. Abriu a calça, passou a mão nos pelos e na boceta e esfregou o seu cheiro na minha cara. Vem me comer, porra! Olha o jeito que estou.</p>
<p class="MsoNormal">Excitado, paguei a conta.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>as nuvens</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Nov 2007 14:52:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[poemas]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>

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		<description><![CDATA[
elas não trazem só a chuva.
shadow casters.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2007/11/dscf7249.JPG" alt="nuvens" width="450px"/><br />
elas não trazem só a chuva.</p>
<p>shadow casters.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>as viagens</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Nov 2007 14:48:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[poemas]]></category>
		<category><![CDATA[as viagens]]></category>
		<category><![CDATA[memórias]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
idas e vindas não fazem uma viagem.
memórias sim.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://casadozander.com/wp-content/uploads/2007/11/dscf7250.JPG" alt="dscf7250.JPG" width="450" /></p>
<p>idas e vindas não fazem uma viagem.</p>
<p>memórias sim.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>pequenos desejos: vitrola com USB</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 12:02:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[ripando um disco de vinil]]></category>
		<category><![CDATA[toca-discos]]></category>
		<category><![CDATA[vinyl player]]></category>

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		<description><![CDATA[vi aqui

EASILY CONVERT YOUR RECORDS AND OTHER MEDIA TO MP3
The ION TTUSB05 is the perfect turntable for archiving and digitizing your vinyl music collection. USB connectivity simplifies conversion directly into your computer and with the included software for recording your music, you can now listen to your favorite music on CDs or portable media players. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>vi <a href="http://www.digitaldrops.com.br/drops/2007/11/tocadiscos_usb_da_ion_audio_co.html">aqui</a></p>
<p><a href="http://www.ion-audio.com/"><img src="http://www.ion-audio.com/stuff/contentmgr/files/0/acd5c8c84562fa3b656d880cc00cc1a9/large/ionttusb05_angle_lg.jpg" width="400" /></a></p>
<blockquote><p><strong>EASILY CONVERT YOUR RECORDS AND OTHER MEDIA TO MP3</strong></p>
<p>The <a href="http://www.ion-audio.com/" title="turntable vinyl player with USB">ION TTUSB05</a> is the perfect turntable for archiving and digitizing your vinyl music collection. USB connectivity simplifies conversion directly into your computer and with the included software for recording your music, you can now listen to your favorite music on CDs or portable media players. The ION TTUSB05 even features a standard, RCA line output for connecting to your home stereo or home theater system with no hassles.</p>
<p>EZ Vinyl Converter by MixMeister is included free with the ION TTUSB05 and provides the easiest way to convert your records to your computer&#8217;s digital music library. Simply plug in your ION TTUSB05 turntable, specify track information and in a few mouse clicks you&#8217;re done! EZ Vinyl Converter automatically imports your songs directly into your iTunes library.</p>
<p>Once digitally converted, you can sort your music, make custom playlists, and easily take songs with you on an iPod or play them directly from your computer. Finally your record collection can be available wherever you are.</p>
<p>In addition, the ION TTUSB05 comes with free Audacity software for editing your recorded tracks. Audacity helps remove clicks, pops and other noises from your recordings to restore the full quality of your vinyl. It even enables you to convert 78 RPM records.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Potência e decisão</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 00:41:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[comédias românticas]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[infotainment]]></category>
		<category><![CDATA[Leões e cordeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Lions for lambs]]></category>
		<category><![CDATA[mudar o mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Redford]]></category>

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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa 
Fui ao cinema. Tudo bem, não há novidade ou nada excepcional nisso. Costumo ir ao cinema umas três, quatro vezes ao mês. Assisto a filmes infantis com a filhota, a filmes de violência descerebrada com os amigos, e comédias românticas com as demais companhias.
De fato estou indo menos ao cinema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 12pt 0cm 0pt" class="MsoNormal"><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/novembro/22/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa </a></em></p>
<p style="margin: 12pt 0cm 0pt" class="MsoNormal">Fui ao cinema. Tudo bem, não há novidade ou nada excepcional nisso. Costumo ir ao cinema umas três, quatro vezes ao mês. Assisto a filmes infantis com a filhota, a filmes de violência descerebrada com os amigos, e comédias românticas com as demais companhias.</p>
<p style="margin: 12pt 0cm 0pt" class="MsoNormal">De fato estou indo menos ao cinema que fui dos 15 aos 18 anos. Em parte o preço dos ingressos não estimula a minha ida – me recuso a falsificar a carteirinha de estudante e compactuar com mais uma infração generalizada – e o advento do DVD me mantinham longe das salas escuras e da tela gigante.</p>
<p style="margin: 12pt 0cm 0pt" class="MsoNormal">Desde que vim para Sampa, eu retomei o hábito de “cinemar” ao menos umas duas vezes ao mês. O fato de eu morar a poucas quadras da maior concentração de salas de cinema do país ajuda um bocado e tenho diversos amigos cinéfilos. Desses que acham um absurdo eu não ir a todas as sessões do festival de cinema de SP ou à mostra de curtas do cinema francês no SESC.</p>
<p style="margin: 12pt 0cm 0pt" class="MsoNormal">Fato é que, mesmo com hábito que ressuscita, ontem assisti a um filme quase que por acaso. Tinha saído de casa sem pretensão maior de ver um filme leve, comer pipoca e ficar de carinhos no cinema. Um programa quase adolescente, confesso, que me agrada muito quando a companhia é divertida, bonita, carinhosa e inteligente. No caso, sim, sim, sim e muito sim.</p>
<p style="margin: 12pt 0cm 0pt" class="MsoNormal">Acabamos indo ver Leões e Cordeiros mais por conta do horário que pela escolha do filme em si. No filme, o personagem de Robert Redford é um professor que tenta retirar um aluno do marasmo que ele se encontrava, da vida fácil e rasa que a nossa sociedade do espetáculo tanto oferece, seduzindo, quando nos draga, suga e drena para se manter eternamente rasa. Uma nata fina, tenra e desejada por todos. Não era o mote principal do filme, ele passa por questões mais amplas como o equilíbrio entre audiência e notícia – questões importantes do <em>infotainment</em> moderno – e pelo equilíbrio de forças geopolíticas atual.</p>
<p style="margin: 12pt 0cm 0pt" class="MsoNormal">Mas o que me moveu de fato foi uma cena rápida. O professor vira-se pro aluno que é brilhante, mas está desestimulado com o que tem pela frente e ele solta a seguinte pérola: O que você é, essa potencialidade tua, essa tua capacidade de realizar agora, nunca mais acontecerá. Você será uma pessoa diferente daqui para a frente e verá que desperdiçou a sua própria capacidade de realizar, de mudar as coisas. Não foi bem com essas palavras, mas foi nesse tom. O menino retruca que de que adianta tentar? Se fizer direito, mudaremos pouco. Se errar, não mudará. Se não tentar, nem um nem outro darão errado.</p>
<p style="margin: 12pt 0cm 0pt" class="MsoNormal">Nunca fui senhor de meu destino. Minha vida é como uma biruta que vai de acordo com o vagar do vento e, até ontem, isso nunca havia me incomodado. Não pretendo usar esse espaço como depósito de confissões e frustrações, pois elas já ocupam boa parte do tempo dos meus amigos que ainda teimam em me escutar lamuriando e reclamando, mas ontem, definitivamente fiquei abalado.</p>
<p style="margin: 12pt 0cm 0pt" class="MsoNormal">Não sei mais como encarar a minha filha sem pensar: “o que fiz para tentar melhorar o meu mundo, justamente quando o mundo esperava que eu mudasse?” Que tipo de exemplo ou conselho eu darei para ela? Será que ela sequer vai ter esse tipo de dúvida alguma vez na vida?</p>
<p style="margin: 12pt 0cm 0pt" class="MsoNormal">Por favor, quem se pegou pensando nisso ou se moveu para mudar as coisas, levante a mão. Já que a minha ficará abaixada.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>E você bem que me poderia contar uma história romântica&#8230;</title>
		<link>http://casadozander.com/textos/e-voce-bem-que-me-poderia-contar-uma-historia-romantica/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 12:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[crônica de amor]]></category>
		<category><![CDATA[fim de amor]]></category>
		<category><![CDATA[grande amor]]></category>
		<category><![CDATA[história romântica]]></category>

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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Toda história de amor termina.
Não tem jeito. Por mais que tentemos prolongá-la para além de seu curso, como se amarrássemos balões de gás que a impulsionassem mais alto e além de sua própria capacidade de vôo, ele fatalmente perderá o seu viço, a sua força e o seu encanto e se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/novembro/15/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p>Toda história de amor termina.</p>
<p>Não tem jeito. Por mais que tentemos prolongá-la para além de seu curso, como se amarrássemos balões de gás que a impulsionassem mais alto e além de sua própria capacidade de vôo, ele fatalmente perderá o seu viço, a sua força e o seu encanto e se tornará uma rotina cinza e modorrenta. Ou, com sorte, se transformará numa história diferente onde os projetos dos dois se somarão e os votos antigos, já obsoletos, serão queimados diariamente, sendo substituídos por filhos, emprego, a compra da casa, num &#8220;não sei o que fazer, eu só me reconheço como parte desse relacionamento&#8221; ou qualquer outra hipocrisia que se resolva inventar para manter o que já estava morto.</p>
<p>Obviamente que cada história de amor tem um tempo diferente de vida. Eu costumo dizer que o tempo médio de todo o ciclo de relacionamento (flerte ou paquera, declaração, beijo, cópula, apresentação social, divisão de teto, planos a dois, estranhamento do outro, estresse, separação, ódio e desprezo – não necessariamente nessa ordem) é de dois anos com diversos fatores que aumentam ou diminuem esse prazo. Planos em comum aumentam de seis a doze meses; gostos em comum: quatro; senso critico apurado de um dos membros do casal: menos dezoito meses; um dos membros do casal é um carioca desterrado em São Paulo e se chama Zander: menos vinte e três meses e três semanas.</p>
<p>O que permanece é a lembrança, esse fantasma que faz a humanidade ser o que é. O ser humano vive no fio da navalha entre ser uma criatura de passado e morar num universo onde nem o passado nem o futuro existem de fato. Se, por um lado a lembrança dos fatos passados é o que nos permite erigir prédios e desafiar a natureza com as invenções do banheiro e do ar condicionado – os dois símbolos mais-que-perfeitos da civilização – essa mesma capacidade de lembrar nos atira ao esgoto emocional, à nostalgia improdutiva e à auto-comiseração. Nunca conheci um amnésico que tivesse pena de si mesmo. Também nunca conheci um amnésico, verdade, mas conheci muita gente com memória ruim e esses tendiam a ser mais felizes com a vida que vinha.</p>
<p>Desviei-me um pouco do tema.</p>
<p>O que importa é a lembrança e, principalmente, o que fazemos com ela. Sabe-se que nem tudo pode ser apreendido pelo homem. Muitos detalhes ficam para trás. E a arte do querer bem a quem se ama ou amou é a de reter os detalhes que, recontados centenas e centenas de vezes, ganham um <em>glamour</em>, um encanto que nunca tiveram. A arte de terminar uma história de amor é guardar para si os momentos mundanos e transformá-los em gloriosos. Assim, podemos ter renovada a esperança do romance para os que virão e nos tornarmos repletos de querer bem a quem nos quis bem um dia.</p>
<p>O grande amor é sempre o próximo.</p>
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		<title>Rio &#8211; City of Splendour 1936</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 11:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[1936]]></category>
		<category><![CDATA[rio antigo]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/R23nuppQSRM&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/R23nuppQSRM&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
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		<title>As estrelas</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 00:48:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tribuna]]></category>
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		<category><![CDATA[textos de crianças]]></category>
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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa

Costumo ir ao Rio uma vez ao mês, ao menos. Uso a “desculpa” que tenho de visitar a minha filha, mas a verdade é que não tenho obrigações nenhumas. Vou porque ali é que mora a minha história, a minha memória e passar tempo com a baixinha – que já se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-style: italic">publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/novembro/01/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></span><a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/novembro/01/bis.asp?bis=cronicas"><br />
</a></p>
<p class="MsoNormal">Costumo ir ao Rio uma vez ao mês, ao menos. Uso a “desculpa” que tenho de visitar a minha filha, mas a verdade é que não tenho obrigações nenhumas. Vou porque ali é que mora a minha história, a minha memória e passar tempo com a baixinha – que já se torna uma adolescente – é um prazer, nunca uma obrigação.</p>
<p class="MsoNormal">Passeávamos à praia, com o sol se pondo e ela, mirando a estrela d’Alva, me perguntou sobre as estrelas cadentes.</p>
<p class="MsoNormal">Tentando ser poético – como isso ajudasse em alguma coisa a minha imagem com ela – disse que as estrelas cadentes são o choro do céu. Pessoalmente, nunca entendi essa coisa de desejo a ser realizado quando se vê uma delas riscando o negrume da noite, acho mais válido fazer à primeira estrela – “<em>first star I see, I make a wish tonight</em>” – a uma que cai.</p>
<p class="MsoNormal">Em resposta, ela as comparou a vaga-lumes, só que sem o brilho constante e repetitivo – acho que essa menina vai ser mais uma bióloga – mas não engoliu direito a história de choro e céu. Não sei por que insisto em poetizar com essa criaturazinha cínica e materialista.</p>
<p class="MsoNormal">“São apenas estrelas que caem” – menti para ela por preguiça de explicar as efemérides dos asteróides e detrito estrelares que se incandescem ao entrar na atmosfera – “são estrelas que ficam tristes do lugar que estão e resolvem se mudar de lugar, como o pai.” Insisti no erro.</p>
<p class="MsoNormal">“Mas as estrelas têm amigos, pai. E gente que olha por elas. Como podem ficar tristes ali?”</p>
<p class="MsoNormal">Daí eu desatei a explicar os motivos e razões das pessoas ficarem tristes, a angústia original que move o ser humano, o inconformismo com o presente, a falta de perspectiva, o desejo de mudança, mas a menina – cínica, cínica e objetiva – tinha um bom ponto de argumentação.</p>
<p class="MsoNormal">Ela virou os olhos com aquela expressão de você-não-entende-nada-papai a qual costuma usar quando eu cometo essas besteiras de tentar ser mais inteligente que ela. Um dia eu aprendo.</p>
<p class="MsoNormal">“Papai. O que uma estrela cair é a queda. O resto é o só o choro.”</p>
<p class="MsoNormal">Deixei a baixinha em casa e me encaminhei para a rodoviária, onde o ônibus da meia-noite me esperava. Embarquei e ao acordar, já em São Paulo, me veio a imagem de uma estrela cadente no alvorecer. Fiz um desejo inconscientemente e parti para a minha rotina diária.</p>
<p class="MsoNormal">No decorrer da semana, a história da estrela não saiu da minha cabeça, mas, como sempre, a vida não dá muito tempo pra gente pensar nela mesma. Ela oferece tanta opção, tanta cobrança, tanta vida que somos impelidos a achar que essa cacofonia de eventos que se sucedem em movimentos frenéticos é a vida em si.</p>
<p class="MsoNormal">Papeava numa mesa de bar com uma amiga, e falávamos de suas angústias. Das diversas histórias que ela havia passado, dos relacionamentos desfeitos, das pessoas que nunca se encaixam devidamente no que sonhamos ou no que nos tornamos. Dos empregos e trabalhos que, embora venham em profusão para ela, nunca a satisfazem.</p>
<p class="MsoNormal">Soltei a pérola. “Lindona, o que interessa é só a queda, o movimento. O resto é o choro.” Não sabia bem o porquê da frase de efeito, mas o fato é que surtiu. Ela deu uma risada sonora e eu anotei mentalmente que tinha de dar um presente à baixinha. Não apenas por conta do dia das crianças, mas por ela ser o pequeno gênio emocional que é.</p>
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		<title>Chico Buarque &#8211; Olê, Olá</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 13:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[chico buarque]]></category>
		<category><![CDATA[cidade]]></category>
		<category><![CDATA[hora]]></category>
		<category><![CDATA[Lua]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>
		<category><![CDATA[samba]]></category>
		<category><![CDATA[sol]]></category>

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		<description><![CDATA[Chico Buarque &#8211; Olê, Olá
Chico Buarque
Não chore ainda não
Que eu tenho um violão
E nós vamos cantar
Felicidade aqui
Pode passar e ouvir
E se ela for de samba
Há de querer ficar
Seu padre, toca o sino
Que é pra todo mundo saber
Que a noite é criança
Que o samba é menino
Que a dor é tão velha
Que pode morrer
Olê olê olê olá
Tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chico Buarque &#8211; Olê, Olá<br />
Chico Buarque</p>
<p>Não chore ainda não<br />
Que eu tenho um violão<br />
E nós vamos cantar<br />
Felicidade aqui<br />
Pode passar e ouvir<br />
E se ela for de samba<br />
Há de querer ficar</p>
<p>Seu padre, toca o sino<br />
Que é pra todo mundo saber<br />
Que a noite é criança<br />
Que o samba é menino<br />
Que a dor é tão velha<br />
Que pode morrer<br />
Olê olê olê olá<br />
Tem samba de sobra<br />
Quem sabe sambar<br />
Que entre na roda<br />
Que mostre o gingado<br />
Mas muito cuidado<br />
Não vale chorar</p>
<p>Não chore ainda não<br />
Que eu tenho uma razão<br />
Pra você não chorar<br />
Amiga me perdoa<br />
Se eu insisto à toa<br />
Mas a vida é boa<br />
Para quem cantar</p>
<p>Meu pinho, toca forte<br />
Que é pra todo mundo acordar<br />
Não fale da vida<br />
Nem fale da morte<br />
Tem dó da menina<br />
Não deixa chorar<br />
Olê olê olê olá<br />
Tem samba de sobra<br />
Quem sabe sambar<br />
Que entre na roda<br />
Que mostre o gingado<br />
Mas muito cuidado<br />
Não vale chorar</p>
<p>Não chore ainda não<br />
Que eu tenho a impressão<br />
Que o samba vem aí<br />
E um samba tão imenso<br />
Que eu às vezes penso<br />
Que o próprio tempo<br />
Vai parar pra ouvir</p>
<p>Luar, espere um pouco<br />
Que é pro meu samba poder chegar<br />
Eu sei que o violão<br />
Está fraco, está rouco<br />
Mas a minha voz<br />
Não cansou de chamar<br />
Olê olê olê olá<br />
Tem samba de sobra<br />
Ninguém quer sambar<br />
Não há mais quem cante<br />
Nem há mais lugar<br />
O sol chegou antes<br />
Do samba chegar<br />
Quem passa nem liga<br />
Já vai trabalhar<br />
E você, minha amiga<br />
Já pode chorar</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dois beijos</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 03:39:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[beijos]]></category>
		<category><![CDATA[Billy Paul]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Dylan]]></category>
		<category><![CDATA[crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[despedidas]]></category>
		<category><![CDATA[mega-sena]]></category>
		<category><![CDATA[My Funny Valentine]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna da impresna]]></category>
		<category><![CDATA[Umberto Eco]]></category>
		<category><![CDATA[urbanóides]]></category>

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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa 
E foi isso: dois beijos e tchau. Aí ele olhou para ela e pediu o telefone. Ela deu. Ele chegou a pretexto de se despedir novamente sob alguma desculpa esfarrapada deu mais dois beijos. Ali no ladinho, derrapando na curva. Ela retribuiu os beijos com um olhar maroto. Ele saiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/outubro/25/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em><a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/outubro/25/bis.asp?bis=cronicas"> </a></p>
<p class="MsoNormal">E foi isso: dois beijos e tchau. Aí ele olhou para ela e pediu o telefone. Ela deu. Ele chegou a pretexto de se despedir novamente sob alguma desculpa esfarrapada deu mais dois beijos. Ali no ladinho, derrapando na curva. Ela retribuiu os beijos com um olhar maroto. Ele saiu achando que tinha de ficar. Tomou caminho de casa com a sensação que algo ficara natimorto.</p>
<p class="MsoNormal">Abriu o livro que o fazia chorar de saudades de casa e das histórias e terminou-o. Reparou que o cheiro dela ficara na camisa. O cheiro de rosas? Cheiro doce e azedo. Cheiro que ficaria bem se misturado ao suor dele e ao atrito do látex e lubrificantes íntimos. Cheiro que combinaria com lençóis limpos em lavanderias industriais e odorizadores de quartos de hotéis de três estrelas.</p>
<p class="MsoNormal">Chegou em casa, tirou a roupa e tomou um banho. Tonto, por conta da cerveja forte, lavou-se por mais tempo que precisava. Lembrou-se das histórias que sabia da moça e sabia que era insensato insistir naquele curso de ação. Não era sensato, absolutamente. A história já estava escrita e reescrita e ele já errara suficientemente para saber o que fazer. Demorou-se mais que o necessário no banho. A água quente relaxava as costas tensas das semanas ruins que antecederam o evento. Sonhou um pouco com uma fortuna que nunca viria pela mega-sena. Sonhou mais um bocado com sexo com metade das mulheres bonitas que viu no dia.</p>
<p class="MsoNormal">Enxugou-se e vestiu o moletom centenário que usava como pijama. Fazia tempo que não tinha companhia feminina regular, daí o acúmulo de roupas que mereciam o oblívio no seu guarda-roupas.</p>
<p class="MsoNormal">Mandou uma mensagem de texto pro celular dela. “Quero te ver. Beijo.”</p>
<p class="MsoNormal">Colocou um Bob Dylan para ouvir e deitou-se na cama. O cheiro não sumia. Pode ser a camisa, a calça, as meias, a cueca. Levou-as todas para a máquina de lavar roupas e colocou-as em molho. Voltou para o quarto. Não entendia o que o velho Bob cantava, mas estava confortável e agradável. Pegou um livro do Eco e folheou umas dez páginas. Dormiu.</p>
<p class="MsoNormal">Acordou com Mr. Tamborine Man e viu que cochilara por dez segundos, ou minutos. Sonhou muito no meio do processo. Descobriu uma animação incomum para uma quinta-feira à noite e tomou outro banho. Bebeu água. Colocou Chet Baker para tocar no lugar. My Funny Valentine. Sentiu vontade de tomar um vinho e comer um pão com queijo. O vinho veio fácil, como água. O pão deu mais trabalho. Desistiu e abriu um pacote de batatas fritas de marca americana. Começou a tocar Billy Paul e ele trocou a música. Lembrava de uma moça que ele queria. E que tinha um perfume igual.</p>
<p class="MsoNormal">Sabia que não iria dormir. Olhou pro celular esperando uma resposta. “Duvido. Deve estar mais bêbada que eu.”</p>
<p class="MsoNormal">Era verdade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Regina Spektor &#8211; Fidelity</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 12:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[music]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>

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		<description><![CDATA[(Shake it up)
I never loved nobody fully
Always one foot on the ground
And by protecting my heart truly
I got lost in the sounds
I hear in my mind
All these voices
I hear in my mind all these words
I hear in my mind all this music
And it breaks my heart
And it breaks my heart
And it breaks my heart
It breaks [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Shake it up)</p>
<p>I never loved nobody fully<br />
Always one foot on the ground<br />
And by protecting my heart truly<br />
I got lost in the sounds<br />
I hear in my mind<br />
All these voices<br />
I hear in my mind all these words<br />
I hear in my mind all this music</p>
<p>And it breaks my heart<br />
And it breaks my heart<br />
And it breaks my heart<br />
It breaks my heart</p>
<p>And suppose I never ever met you<br />
Suppose we never fell in love<br />
Suppose I never ever let you kiss me so sweet and so<br />
soft<br />
Suppose I never ever saw you<br />
Suppose we never ever called<br />
Suppose I kept on singing love songs just to break my<br />
own fall<br />
Just to break my fall<br />
Just to break my fall<br />
Break my fall<br />
Break my fall</p>
<p>All my friends say that of course its gonna get better</p>
<p>Gonna get better<br />
Better better better better<br />
Better better better</p>
<p>I never love nobody fully<br />
Always one foot on the ground<br />
And by protecting by heart truly<br />
I got lost<br />
In the sounds<br />
I hear in my mind<br />
All these voices<br />
I hear in my mind all these words<br />
I hear in my mind<br />
All this music<br />
And it breaks my heart<br />
It breaks my heart<br />
Breaks my<br />
Heart<br />
Breaks my heart</p>
<p>I hear in my mind<br />
All these voices<br />
I hear in my mind all these words<br />
I hear in my mind<br />
All this music<br />
And it breaks my heart<br />
It breaks my heart<br />
Breaks my<br />
Heart<br />
Breaks my heart<br />
and it breaks my heart<br />
it breaks my heart<br />
and it breaks my heart<br />
and it breaks my heart</p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/SGTDRztaCCw"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/SGTDRztaCCw" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Hojerizah &#8211; Roma</title>
		<link>http://casadozander.com/letras-de-musica/hojerizah-roma/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 03:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[BRock]]></category>
		<category><![CDATA[Hojerizah]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[Rock anos 80]]></category>
		<category><![CDATA[Toni Platão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.z-cp.com/citacoes/letras-de-musica/hojerizah-roma/</guid>
		<description><![CDATA[Composição: Flávio Murrah

agora eu sei
o ponto em que cheguei
certas pessoas me assustam
não pelas rugas
que se espalham no rosto
mas os anos se passaram
os anos se passaram
e elas nada entenderam
e continuam pintando
os seus cabelos
o tempo é outro
e as esperanças ficaram
dentro do quarto
ou na lâmina de uma gilete
tão breves
tão distantes
os beijos do mundo
eternos hesitantes
fingidos pelo mundo agora eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Composição: Flávio Murrah<br />
</em><br />
agora eu sei<br />
o ponto em que cheguei<br />
certas pessoas me assustam<br />
não pelas rugas<br />
que se espalham no rosto<br />
mas os anos se passaram<br />
os anos se passaram<br />
e elas nada entenderam<br />
e continuam pintando<br />
os seus cabelos<br />
o tempo é outro<br />
e as esperanças ficaram<br />
dentro do quarto<br />
ou na lâmina de uma gilete</p>
<p>tão breves<br />
tão distantes<br />
os beijos do mundo<br />
eternos hesitantes</p>
<p>fingidos pelo mundo agora eu sei o ponto<br />
em que cheguei<br />
certas pessoas me acusam<br />
só pelo uso que faço do corpo<br />
mas os olhos se fecharam<br />
os mesmos olhos<br />
que choram os mortos<br />
use melhor as suas lágrimas<br />
com esse mundo que te rodeia<br />
ou com a dor do teu ofício<br />
ou a dor do sacrifício</p>
<p>tão breves<br />
tão distantes<br />
os beijos do mundo<br />
eternos hesitantes<br />
fingidos pelo mundo</p>
<p><a href="http://trabalho.z-cp.com/music/_nacionais/Hojerizah/Hojerizah/05%20Roma.mp3"><em>ouça aqui</em></a></p>
]]></content:encoded>
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<enclosure url="http://trabalho.z-cp.com/music/_nacionais/Hojerizah/Hojerizah/05%20Roma.mp3" length="4262802" type="audio/mpeg" />
		</item>
		<item>
		<title>Caco Galhardo &#8211; 04/10/2007</title>
		<link>http://casadozander.com/citacoes/caco-galhardo-04102007/</link>
		<comments>http://casadozander.com/citacoes/caco-galhardo-04102007/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 19:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[caco galhardo]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.z-cp.com/citacoes/caco-galhardo-04102007/</guid>
		<description><![CDATA[Folha De S.Paulo &#8211; Quadrinhos

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.google.com/reader/view/feed/http%3A%2F%2Fleandrosiqueira.com%2Fquadrinhos%2Frss%2F" class="entry-source-title" target="_blank">Folha De S.Paulo &#8211; Quadrinhos<br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/caco04102007.gif" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://casadozander.com/citacoes/caco-galhardo-04102007/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>laerte</title>
		<link>http://casadozander.com/fotos/laerte/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2007 14:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[fotos]]></category>
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		<description><![CDATA[
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://laerte.com.br/"><img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/pira03102007.gif" /></a></p>
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		<title>quintas</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2007 02:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[poemas]]></category>
		<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[oração]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>

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		<description><![CDATA[eu teria bicho se tivesse quintal
e teria quintal se tivesse casa
e teria casa se tivesse pouso
e teria pouso se coração morasse
e teria coração se moça bonita me amasse
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>eu teria bicho se tivesse quintal<br />
e teria quintal se tivesse casa<br />
e teria casa se tivesse pouso<br />
e teria pouso se coração morasse<br />
e teria coração se moça bonita me amasse</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Chico Buarque &#8211; Essa Passou</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 15:54:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[carlos lyra]]></category>
		<category><![CDATA[chico buarque de hollanda]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Lyra &#8211; Chico Buarque
Foi ela que me convidou
Fui eu que não soube chegar
Foi ela que me maltratou
Fui eu que não soube chorar
Andei sete léguas de amor
Chorei sete litros de mar
Mas ela não se saciou
Mas ela não soube esperar
Foi ela que me condenou
Sou eu que vou lhe perdoar
Foi ela que tanto pecou
Sou eu que vou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Carlos Lyra &#8211; Chico Buarque</em></p>
<p>Foi ela que me convidou<br />
Fui eu que não soube chegar<br />
Foi ela que me maltratou<br />
Fui eu que não soube chorar<br />
Andei sete léguas de amor<br />
Chorei sete litros de mar<br />
Mas ela não se saciou<br />
Mas ela não soube esperar<br />
Foi ela que me condenou<br />
Sou eu que vou lhe perdoar<br />
Foi ela que tanto pecou<br />
Sou eu que vou me confessar<br />
Foi ela que se ajoelhou<br />
Sou eu que vou ter que rezar<br />
Foi ela que me arruinou<br />
Sou eu que vou ter que pagar<br />
Foi ela que me incendiou<br />
É fogo na roupa contar<br />
É mais uma história de amor<br />
Que outro me tome o lugar<br />
Não está mais aqui quem chorou<br />
Um outro que venha chorar<br />
É mais uma história vulgar<br />
Mas se ela bater faz entrar<br />
É mais uma história de amor<br />
Mas se ela chamar diz que eu vou<br />
Correr sete léguas de amor<br />
Beber sete litros de mar<br />
Pra ela dizer que acabou<br />
Pra ela dizer que acabou<br />
Pra ela dizer que não está<br />
Pra ela dizer que não está</p>
<p><em>ouça <a href="http://trabalho.z-cp.com/music/_nacionais/Chico%20Buarque/18%20Essa%20Passou.mp3" title="Chico Buarque de Hollanda - Essa Passou">aqui</a></em><a href="http://trabalho.z-cp.com/music/_nacionais/Chico%20Buarque/18%20Essa%20Passou.mp3" title="Chico Buarque de Hollanda - Essa Passou"> </a></p>
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		<title>Tarefa do livro</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 18:57:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[corrente]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[blogue]]></category>
		<category><![CDATA[blogues]]></category>
		<category><![CDATA[meme]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Dama Não Comenta]]></category>

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		<description><![CDATA[Li no blogue Boa Noite Cinderella a seguinte tarefa (ou meme, ou corrente, ou praga):
1.- Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2.- Abra-o na página 161;
3.- Procurar a 5ª frase, completa;
4.- Postar essa frase em seu blog;
5.- Não escolher a melhor frase nem o melhor livro;
6.- Repassar para outros 5 blogs.
&#62; Livro: O Silêncio da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Li no blogue <strong><a href="http://boanoitecinderella.blogspot.com/">Boa Noite Cinderella</a> </strong>a seguinte tarefa (ou meme, ou corrente, ou praga):</p>
<p>1.- Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);<br />
2.- Abra-o na página 161;<br />
3.- Procurar a 5ª frase, completa;<br />
4.- Postar essa frase em seu blog;<br />
5.- Não escolher a melhor frase nem o melhor livro;<br />
6.- Repassar para outros 5 blogs.</p>
<p>&gt; Livro: <strong><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1071614&amp;ST=SR">O Silêncio da Chuva</a></strong>, do <strong><a href="http://www.submarino.com.br/books_more.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ArtistId=24345&amp;Type=1">Luiz Alfredo Garcia-Roza</a></strong></p>
<p>&gt; Quinta frase completa: <em>&#8220;A boca seca pelo vinho fez com que me levantasse à procura de água.&#8221;</em></p>
<p>&gt; Cinco blogues:</p>
<ol>
<li><a href="http://decimonono.blogspot.com/">O décimo-nono de muitos</a> &#8211; Júlio César</li>
<li><a href="http://desalto.blogspot.com/">De salto alto</a> &#8211; B.</li>
<li><a href="http://www.baxt.net/blog/">Baxt</a> &#8211; Bárbara Axt</li>
<li><a href="http://rasinho.blogspot.com/">Poça d&#8217;água</a> &#8211; Bruna Paixão</li>
<li><a href="http://www.interney.net/blogs/dama/">Uma dama não comenta</a> &#8211; Giovana Cantarelli, Lillaise e Mestre Delih</li>
</ol>
<p>É isso.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Emo rangers</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 18:04:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>

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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Q3XhWGJwkVc"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Q3XhWGJwkVc" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
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		<title>A casa</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Sep 2007 10:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[dia]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>
		<category><![CDATA[sol]]></category>
		<category><![CDATA[sonhos]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna da imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>

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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Eu sonhei com uma casa. Uma casa pequena, que tivesse trepadeiras de folhas verdes cobrindo toda a parede de frente. As raízes das trepadeiras carcomeriam os tijolos em que elas se apoiavam e entre seus ramos deixariam as moscas, lagartixas, aranhas, caracóis e outros animais de jardim morar. Elas também guardariam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/outubro/18/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p>Eu sonhei com uma casa. Uma casa pequena, que tivesse trepadeiras de folhas verdes cobrindo toda a parede de frente. As raízes das trepadeiras carcomeriam os tijolos em que elas se apoiavam e entre seus ramos deixariam as moscas, lagartixas, aranhas, caracóis e outros animais de jardim morar. Elas também guardariam um pouco de seu frescor para liberar nos dias mais quentes de verão e amenizar o sofrimento do velho ranzinza que sentaria à sua frente com jornais que não foram lidos pela manhã e seriam a moldura e pando de fundo ideal para a cadeira de vime que teria a fôrma das ancas imensas e dos braços pesados do mau humor centenário. A cadeira e o reconheceria diariamente emitindo gemidos de aceite quando ele derramaria o seu cansaço milenar sobre o branco descascado de seu trançado.</p>
<p>Eu também sonhei com um labrador que eu viria crescer desde filhote. Ele corria nos quintais das casas da vila em que a casa com trepadeiras na entrada morava. Por vezes ele incomodaria o velho cansado com o seu ganir e quando a porta da casa com trepadeiras na entrada se abria, o abraço e o afago e a festinha acalentavam o cão que lambia as rugas solitárias do velho. Um prato de água e outro de ração estariam sempre no quintal que existia depois da última porta da cozinha. Mas a cozinha não teria trepadeiras. Nem o quintal. O cão sumiria entre as portas da casa e o velho retornaria à varanda da entrada da casa com trepadeiras.</p>
<p>Na vila não existiriam outras casas com trepadeiras, mas a rua entre as casas seria povoada por amendoeiras de copas largas, à semelhança daquelas que eu convivi quando morava em uma vila, em uma casa sem trepadeiras na entrada. As amendoeiras têm folhas largas, boas para se fazer marimbas e as crianças subiriam nos telhados para jogar as marimbas nos fios das pipas que se digladiariam no céu ensolarado de verão. As mães dessas crianças se desesperariam quando as vissem tão alto, tão entretidas, tão longe de si mesmas, tão perto dos sonhos. E as trariam para o chão sob ameaças de puxões de orelha, sovas e restrições alimentares. E não adiantaria muito, pois enquanto houvesse verão, amendoeiras e pipas, as crianças subiriam nos telhados e guerreariam com suas marimbas.</p>
<p>As disputas de bolas de gude e corridas de tampinhas de garrafa seriam os esportes nacionais da vila em que sonhei a casa com trepadeiras na entrada. Depois da troca de figurinhas, das peladas vadias, dos jogos de pião, das corridas de pegar, das cirandas e cantigas de roda, de ver o sol se por num telhado sem pipa ou marimba. E nos campeonatos teria sempre aquele que iria organizar tudo, o que desistiria no meio, propondo uma nova brincadeira, o que acharia chato tudo aquilo e a menina que iria propor andar de bicicleta e o menino que iria descer a ladeira da rua da vila no seu carrinho de rolimã.</p>
<p>Haveria também os vizinhos que deixariam as mazelas da vida adulta ao sentar nas suas varandas e respirariam o ar úmido e pesado do verão. Entre eles, o velho na cadeira de vime que ficaria na varanda da casa com trepadeiras na entrada, se lembraria da infância no subúrbio e que se lembraria que um dia sonhou com uma casa que tivesse as lembranças que amealhou nos milhares de anos de sua vida.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>galvão&#8230; de novo</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Sep 2007 01:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[galvão]]></category>
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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidabesta.com/imagens/tiras/tira700.gif"><img src="http://vidabesta.com/imagens/tiras/tira700.gif" width="400" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tchau, pai</title>
		<link>http://casadozander.com/citacoes/tchau-pai/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 17:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não é muito diferente do que sinto aqui.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é muito diferente do que sinto aqui.</p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9CQno9hKJQM"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/9CQno9hKJQM" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
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		<title>blog day + 5 blogs</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Sep 2007 01:04:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[corrente]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[lia amâncio]]></category>
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		<category><![CDATA[Uma Dama Não Comenta]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi ontem.
Achei legal.
Tô postando.
A imagem:

Os blogs:

Não&#8230; Não para! &#8211; de uma galera aí
Malagueta &#8211; Erica Gonsales
Provisório Eterno &#8211; Maíra Rocha
Uma Dama Não Comenta &#8211; uma outra galera
Lounge &#8211; Lia Amâncio

É isso.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi ontem.</p>
<p>Achei legal.</p>
<p>Tô postando.</p>
<p>A imagem:<br />
<a href="http://www.blogday.org/"><img src="http://www.blogday.org/images/badge_pink.gif" title="blogday" alt="blogday" height="130" width="310" /></a></p>
<p>Os blogs:</p>
<ol>
<li><a href="http://naonaopara.com.br/">Não&#8230; Não para!</a> &#8211; de uma galera aí</li>
<li><a href="http://maismalagueta.blogspot.com/">Malagueta</a> &#8211; Erica Gonsales</li>
<li><a href="http://www.provisorioeterno.blogspot.com/">Provisório Eterno</a> &#8211; Maíra Rocha</li>
<li><a href="http://www.interney.net/blogs/dama/">Uma Dama Não Comenta</a> &#8211; uma outra galera</li>
<li><a href="http://www.gardenal.org/lounge/">Lounge</a> &#8211; Lia Amâncio</li>
</ol>
<p>É isso.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Velório</title>
		<link>http://casadozander.com/textos/velorio/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 21:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[publicado em Livinrooon
publicado na Tribuna da Imprensa
Eu tenho uns sonhos recorrentes. Não me recorrem-nos à noite, quando se espera sonhar, mas durante o dia, nos momentos que a vida nos hipnotiza e conseguimos nos tornar presas ideais para os leões, hienas e demais predadores da savana original de onde todos vieram. Acho que é algum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" lang="pt-BR"><em>publicado em <a href="http://http://www.livinrooom.com/papo.html">Livinrooon</a></em></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/setembro/27/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p class="western" lang="pt-BR">Eu tenho uns sonhos recorrentes. Não me recorrem-nos à noite, quando se espera sonhar, mas durante o dia, nos momentos que a vida nos hipnotiza e conseguimos nos tornar presas ideais para os leões, hienas e demais predadores da savana original de onde todos vieram. Acho que é algum tipo de programação genética como a dos cervos que congelam ante a luz forte. Muito me impressiona que nenhum predador na América do Norte tenha desenvolvido uma estratégia de caça que se aproveitasse disso.</p>
<p class="western" lang="pt-BR">Digressiono. Falava eu de sonhos diurnos recorrentes e não das estratégias evolutivas dos alimentos dos grandes felinos.</p>
<p class="western" lang="pt-BR">Dos sonhos, tem aquele que me recorre lá pelo dia vinte de cada mês, antes do pagamento e das contas e depois que o boleto da Mega Sena vence, sempre pela manhã. Eu acordo e, no percurso entre a briga com o relógio despertador e a última volta da chave para trancar a porta da cozinha, a história me é contada inteirinha.</p>
<p class="western" lang="pt-BR">Eu, ou um eu projetado idealisticamente, me vejo conferindo os números da loteria e verifico que foram cinco os certos. Quina! O dinheiro certo para quitar as minhas dívidas, comprar um <em>laptop </em>novo e fazer alguma esbórnia. Quando chego na agência da Caixa Econômica, me informam que acertei a Sena e eu tenho de me virar com dezenas de milhões que subitamente afluem para a minha conta corrente. Obviamente eu salvo a vida dos familiares e dos amigos falidos quando o elevador chega ao térreo e passo a me ocupar do dia-a-dia.</p>
<p class="western" lang="pt-BR">Tem aquele de quando estou num evento chato e não imagino a hora de acabar, ou quando estou no coletivo a caminho do trabalho e tento não emborcar no sono que o sacolejo estimula, e entra a menina morena de pele branco e olhos azuis (ou verdes, ou mel) e a boca vermelha e a saia rodada. Ela me olha, eu a encaro, ela senta-se do meu lado, eu finjo desinteresse, ela puxa uma assunto – que é a parte variável do sonho – eu dou trela e me revelo exímio conhecedor do assunto que provavelmente ignoro na vida real, ela fala que gostou de mim, eu idem, ela me dá o telefone, email, MSN e outras formas de contato moderno e vivemos felizes para sempre.</p>
<p class="western" lang="pt-BR">Normalmente esse sonho acaba no segundo seguinte que inicia. Ela senta em outra mesa ou eu vejo o meu reflexo no espelho e me lembro que o mundo não é nem um filme pornô e nem uma fita água-com-açúcar italiana.</p>
<p class="western" lang="pt-BR">O último não tem hora certa e é o único que me assombrava – e assombra – de fato.</p>
<p class="western" lang="pt-BR">Entro num determinado local. Uma boate, um bar, uma casa de amigos, por vezes um supermercado e uma única vez um banco. Lá, encontro um rosto conhecido. Normalmente uma ex-namorada, rolo, caso, amante. Nisto vem outro amigo e outra pessoa conhecida e subitamente o local está infestado de fantasmas das minhas memórias. Todos querendo a minha atenção, amor, sexo. Aí eu me dou conta que, apesar de popular, não sou Orfeu entre as bacantes e a fome que esses fantasmas sentem são apenas reflexo do meu próprio vazio interior.</p>
<p class="western" lang="pt-BR">Disse que esse não tem data? Minto. Tem sim. Ocorre sempre que descubro que sou um poço de desejo de afeto e atenção e que o mundo não tem a menor obrigação de devolver a paixão que entrego a ele.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Orações</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 03:23:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Diz-se que o corpo do homem é um templo. Mineiramente, nunca discordei nem concordei, muito pelo contrário. O que me irrita nesse lugar-comum inocente é a quantidade de baboseiras que se acrescenta, como se fosse glacê de segunda num bolo de festa de massa sincera, competente e bem razoável. Pior, minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoBodyText"><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/outubro/04/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p class="MsoBodyText">Diz-se que o corpo do homem é um templo. Mineiramente, nunca discordei nem concordei, muito pelo contrário. O que me irrita nesse lugar-comum inocente é a quantidade de baboseiras que se acrescenta, como se fosse glacê de segunda num bolo de festa de massa sincera, competente e bem razoável. Pior, minha senhora e meu senhor, pior! Usam isso para deixá-lo imaculado, virginal e intocável.</p>
<p class="MsoBodyText">Ora vejam só! O que seria de um templo se a comunidade não o penetrasse para realizar os seus cultos? O que seria do Pantheon se os romanos antigos não celebrassem sua civilização em seu centro, sob a maior abóbada do mundo antigo? O que seria das cidades pequeninas se não cuidassem de suas capelas, de suas pequenas igrejas? Ouro Preto, Sabará, Diamantina são famosas pelas pequenas igrejas tão magnificamente decoradas, pintadas e adornadas.</p>
<p class="MsoBodyText">Daí, cometo mais um desses textos bobos sobre o corpo e as igrejas: afirmo que creio piamente no corpo como templo e creio que toda forma de cultuá-lo é válida, divina e vou além! Creio piamente na Igreja Hedonista, nessa que diz que toda forma de prazer é válida e deve ser o objetivo fim da humanidade. E mais! Ouso afirmar que a maior oração é ser consciente, crítico e racional!</p>
<p class="MsoBodyText">Aparentemente pode ter uma contradição de termos aí, mas explico: apenas mantendo-se são e racional, podemos nos deixar guiar pelos nossos instintos numa relação que não difere muito da de um cego e o seu cão. Então essa oração, essa racionalidade santa, esta consciência transcendental carnal pode se tornar a mais bela de todos os tempos.</p>
<p class="MsoBodyText">Falo isso para provocar, obviamente. Não me interesso pelas igrejas e fés – exceto pelos elementos metafóricos e arquetípicos que brotam de ambas – mas seria interessante ver pastores da carne, freis do ócio, abades do deleite a pregarem as delícias que é estar vivo, consciente e são.</p>
<p class="MsoBodyText">Continuando o exercício, precisaríamos de novas disciplinas para cultuar esse novo deus-homem, que prometeria o alívio após as infinitas jornadas de trabalho, que nos ofertaria o descanso merecido nos fins de semana, ou as férias justas e remuneradas a cada ano – como eu preciso de um deus assim! – ou dos salários justos a cada mês, dos juros justos e dos amores que fizermos por merecer. Quão interessante seria essa igreja da carne.</p>
<p class="MsoBodyText">Diz-se que o corpo de um homem é um templo a ser louvado. Já o meu corpo, tenho certeza, não é um templo, tampouco um local, mas um rosário de carne que é desfiado a cada minuto. As contas desse rosário são as histórias que carrego, as lembranças que me assombram e os rostos que entreguei ao oblívio. O peso deles é a minha cruz diária que tento amenizar com os pequenos contos que escrevo, com os sonhos que macero nas manhãs remelentas ou nas madrugadas insones. Gosto de imaginar que cada conta desse rosário de carne – ou melhor: de sua terça parte – é feita de partes de mim. Esse terço é feito de veias, artérias, sangue e coração que hoje estão frios e gelados.</p>
<p class="MsoBodyText">Meu corpo é um rosário. E eu não rezo suas contas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>The Smiths &#8211; I know it&#8217;s over</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2007 18:16:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[letras de música]]></category>
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		<category><![CDATA[s]]></category>

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		<description><![CDATA[
Oh Mother, I can feel the soil falling over my head
And as I climb into an empty bed
Oh well. Enough said.
I know it&#8217;s over &#8211; still I cling
I don&#8217;t know where else I can go
Oh &#8230;
Oh Mother, I can feel the soil falling over my head
See, the sea wants to take me
The knife wants to [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Yz5JtWNwJ-k"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Yz5JtWNwJ-k" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p>Oh Mother, I can feel the soil falling over my head<br />
And as I climb into an empty bed<br />
Oh well. Enough said.<br />
I know it&#8217;s over &#8211; still I cling<br />
I don&#8217;t know where else I can go<br />
Oh &#8230;<br />
Oh Mother, I can feel the soil falling over my head<br />
See, the sea wants to take me<br />
The knife wants to slit me<br />
Do you think you can help me ?<br />
Sad veiled bride, please be happy<br />
Handsome groom, give her room<br />
Loud, loutish lover, treat her kindly<br />
(Though she needs you<br />
More than she loves you)<br />
And I know it&#8217;s over &#8211; still I cling<br />
I don&#8217;t know where else I can go<br />
Over and over and over and over<br />
Over and over, la &#8230;<br />
I know it&#8217;s over<br />
And it never really began<br />
But in my heart it was so real<br />
And you even spoke to me, and said :<br />
&#8220;If you&#8217;re so funny<br />
Then why are you on your own tonight ?<br />
And if you&#8217;re so clever<br />
Then why are you on your own tonight ?<br />
If you&#8217;re so very entertaining<br />
Then why are you on your own tonight ?<br />
If you&#8217;re so very good-looking<br />
Why do you sleep alone tonight ?<br />
I know &#8230;<br />
&#8216;Cause tonight is just like any other night<br />
That&#8217;s why you&#8217;re on your own tonight<br />
With your triumphs and your charms<br />
While they&#8217;re in each other&#8217;s arms&#8230;&#8221;<br />
It&#8217;s so easy to laugh<br />
It&#8217;s so easy to hate<br />
It takes strength to be gentle and kind<br />
Over, over, over, over<br />
It&#8217;s so easy to laugh<br />
It&#8217;s so easy to hate<br />
It takes guts to be gentle and kind<br />
Over, over<br />
Love is Natural and Real<br />
But not for you, my love<br />
Not tonight, my love<br />
Love is Natural and Real<br />
But not for such as you and I, my love<br />
Oh Mother, I can feel the soil falling over my head<br />
Oh Mother, I can feel the soil falling over my head<br />
Oh Mother, I can feel the soil falling over my head<br />
Oh Mother, I can feel the soil falling over my &#8230;<br />
Oh Mother, I can feel the soil falling over my head<br />
Oh Mother, I can even feel the soil falling over my head<br />
Oh Mother, I can feel the soil falling over my head<br />
Oh Mother, I can feel the soil falling over my &#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>What Video Game Character Are You?</title>
		<link>http://casadozander.com/quiz/what-video-game-character-are-you/</link>
		<comments>http://casadozander.com/quiz/what-video-game-character-are-you/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 02:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[quiz]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>

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		<description><![CDATA[I am a Light Cycle.
I drive fast, I turn fast, I do everything fast. I even breakfast. I tend to confuse people with my sudden changes of heart. Sometimes I even confuse myself, which tends to cause problems. What Video Game Character Are You?
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a HREF="http://quiz.ravenblack.net/videogame.pl"><img BORDER=0 ALIGN="LEFT" WIDTH=150 HEIGHT=80 SRC="http://quiz.ravenblack.net/videogame/16.png" ALT="What Video Game Character Are You? I am a Light Cycle." /></a>I am <b>a Light Cycle</b>.</p>
<p>I drive fast, I turn fast, I do everything fast. I even breakfast. I tend to confuse people with my sudden changes of heart. Sometimes I even confuse myself, which tends to cause problems. <a HREF="http://quiz.ravenblack.net/videogame.pl">What Video Game Character Are You?</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Jesus Christ Superstar Soundtrack &#8211; Everything&#8217;s All Right</title>
		<link>http://casadozander.com/citacoes/jesus-christ-superstar-soundtrack-everythings-alright-lyrics/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Aug 2007 17:15:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.z-cp.com/citacoes/jesus-christ-superstar-soundtrack-everythings-alright-lyrics/</guid>
		<description><![CDATA[
Try not to get worried
Try not to turn on to
Problems that upset you
oh Don&#8217;t you know
Everything&#8217;s alright
Yes everything&#8217;s fine
And we want you to sleep well tonight
Let the world turn without you tonight
If we try
We&#8217;ll get by
So forget all about us tonightEverything&#8217;s all right
Yes everything&#8217;s all right yesSleep and I shall soothe you
Calm you and anoint [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/j5QYmG2qoyY"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/j5QYmG2qoyY" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p>Try not to get worried<br />
Try not to turn on to<br />
Problems that upset you<br />
oh Don&#8217;t you know<br />
Everything&#8217;s alright<br />
Yes everything&#8217;s fine<br />
And we want you to sleep well tonight<br />
Let the world turn without you tonight<br />
If we try<br />
We&#8217;ll get by<br />
So forget all about us tonightEverything&#8217;s all right<br />
Yes everything&#8217;s all right yesSleep and I shall soothe you<br />
Calm you and anoint you<br />
Myrrh for your hot forehead<br />
oh Then you&#8217;ll feel<br />
Everything&#8217;s all right<br />
Yes everything&#8217;s fine<br />
And it&#8217;s cool and the ointment&#8217;s sweet<br />
For the fire in your head and feet<br />
Close your eyes<br />
Close your eyes<br />
And relax<br />
Think of nothing tonight</p>
<p>Everything&#8217;s all right<br />
Yes everything&#8217;s all right yes</p>
<p><em>Woman your fine ointment<br />
Brand new and expensive<br />
Should have been saved for the poor<br />
Why has it been wasted?<br />
We could have raised maybe<br />
Three hundred silver pieces or more<br />
People who are hungry<br />
People who are starving<br />
Matter more<br />
Than your feet and hair</em></p>
<p>Try not to get worried<br />
Try not to turn on to<br />
Problems that upset you<br />
oh Don&#8217;t you know<br />
And we want you to sleep well tonight<br />
Let the world turn without you tonight<br />
If we try<br />
We&#8217;ll get by<br />
So forget all about us tonight</p>
<p>Everything&#8217;s all right<br />
Yes everything&#8217;s all right yes</p>
<p><em>Surely you&#8217;re not saying<br />
We have the resources<br />
To save the poor from their lot?<br />
There will be poor always<br />
Pathetically struggling<br />
Look at the good things you&#8217;ve got!<br />
Think while you still have me<br />
Move while you still see me<br />
You&#8217;ll be lost<br />
You&#8217;ll be so sorry<br />
When I&#8217;m gone</em></p>
<p>Sleep and I shall soothe you<br />
Calm you and anoint you<br />
Myrrh for your hot forehead<br />
oh then you&#8217;ll feel<br />
Everything&#8217;s alright<br />
Yes everything&#8217;s fine<br />
And it&#8217;s cool and the ointment&#8217;s sweet<br />
For the fire in your head and feet<br />
Close your eyes<br />
Close your eyes<br />
And relax<br />
Think of nothing tonight</p>
<p>Close your eyes<br />
Alose your eyes<br />
And relax<br />
Think of nothing</p>
<p>Everything&#8217;s all right<br />
Yes everything&#8217;s all right yes</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>What Color Is Your Brain?</title>
		<link>http://casadozander.com/quiz/what-color-is-your-brain/</link>
		<comments>http://casadozander.com/quiz/what-color-is-your-brain/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Aug 2007 20:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[quiz]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.z-cp.com/citacoes/quiz/what-color-is-your-brain/</guid>
		<description><![CDATA[



Your Brain is Purple






Of all the brain types, yours is the most idealistic. 
You tend to think wild, amazing thoughts. Your dreams and fantasies are intense.
Your thoughts are creative, inventive, and without boundaries.
You tend to spend a lot of time thinking of fictional people and places &#8211; or a very different life for yourself.



What Color [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table width=350 align=center border=0 cellspacing=0 cellpadding=2>
<tr>
<td bgcolor="#CCCCCC" align=center>
<font face="Georgia, Times New Roman, Times, serif" style='color:black; font-size: 14pt;'><br />
<strong>Your Brain is Purple</strong><br />
</font></td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#DDDDDD">
<center><img src="http://images.blogthings.com/whatcolorisyourbrainquiz/purple.jpg" height="100" width="100"/></center><br />
<font color="#000000"><br />
Of all the brain types, yours is the most idealistic. <br />
You tend to think wild, amazing thoughts. Your dreams and fantasies are intense.<br />
Your thoughts are creative, inventive, and without boundaries.</p>
<p>You tend to spend a lot of time thinking of fictional people and places &#8211; or a very different life for yourself.<br />
</font></td>
</tr>
</table>
<div align="center"><a href="http://www.blogthings.com/whatcolorisyourbrainquiz/">What Color Is Your Brain?</a></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Jeff Buckley &amp; Elizabeth Fraser &#8211; All Flowers In Time</title>
		<link>http://casadozander.com/citacoes/jeff-buckley-all-flowers-in-time/</link>
		<comments>http://casadozander.com/citacoes/jeff-buckley-all-flowers-in-time/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Aug 2007 04:48:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[All Flowers in Time]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Fraser]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Buckley]]></category>
		<category><![CDATA[jeff buckley mp3]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[music]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.z-cp.com/citacoes/jeff-buckley-all-flowers-in-time/</guid>
		<description><![CDATA[My eyes are
A baptism
Oh I am filth
And sing her
To my face
Oh phantom elusive thing oh,
All flowers in time bend towards the sun
I know you say that there&#8217;s no-one for you
But here is one,
All flowers in time bend towards the sun
I know you say that there&#8217;s no-one for you
But here is one, here is one&#8230; here [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>My eyes are<br />
A baptism<br />
Oh I am filth<br />
And sing her<br />
To my face<br />
Oh phantom elusive thing oh,</p>
<p>All flowers in time bend towards the sun<br />
I know you say that there&#8217;s no-one for you<br />
But here is one,<br />
All flowers in time bend towards the sun<br />
I know you say that there&#8217;s no-one for you<br />
But here is one, here is one&#8230; here is one</p>
<p>Aah, ooh&#8230;<br />
One that can never be known<br />
Either all drunk with the world at her feet<br />
Or sober with no place to go</p>
<p>All flowers in time bend towards the sun<br />
I know you say that there&#8217;s no-one for you<br />
But here is one,<br />
All flowers in time bend towards the sun<br />
I know you say that there&#8217;s no-one for you<br />
But here is one, here is one&#8230; here is one</p>
<p>Aah, ooh&#8230;<br />
We could go<br />
We can travel round<br />
Fading farther from me<br />
With your face in my window call</p>
<p>When will you weep for me<br />
Sweet willow</p>
<p>It&#8217;s ok to be angry<br />
But not to hurt me<br />
Your happiness, yes, yes, yes<br />
Darling, darling,<br />
Oooh&#8230;</p>
<p>All flowers in time bend towards the sun<br />
I know you say that there&#8217;s no-one for you<br />
But here is one,<br />
All flowers in time bend towards the sun<br />
I know you say that there&#8217;s no-one for you<br />
But here is one, here is one&#8230; here is one</p>
<p>&#8211;</p>
<p>ouça <a href="http://casadozander.com/mp3/Jeff%20Buckley/Unreleased/03%20All%20Flowers%20In%20Time.mp3">aqui </a></p>
]]></content:encoded>
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<enclosure url="http://casadozander.com/mp3/Jeff%20Buckley/Unreleased/03%20All%20Flowers%20In%20Time.mp3" length="5028443" type="audio/mpeg" />
		</item>
		<item>
		<title>Ó pai</title>
		<link>http://casadozander.com/textos/o-pai/</link>
		<comments>http://casadozander.com/textos/o-pai/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Aug 2007 12:54:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[avó]]></category>
		<category><![CDATA[cidade]]></category>
		<category><![CDATA[conquistas]]></category>
		<category><![CDATA[dia]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>
		<category><![CDATA[sonhos]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna da imprensa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.z-cp.com/meus-textos/o-pai/</guid>
		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa 
Te agradeço, ó pai, por sua história, repleta do que há de pior num ser humano. Nem tanto pela falta de caráter que lhe é famosa, ou pelo descompromisso que demonstraste em teus mais de sessenta anos ou ainda pelo egoísmo ilustrado pelas diversas cenas de tua vida, mas, sobretudo, pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/setembro/06/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em><a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/setembro/06/bis.asp?bis=cronicas"> </a></p>
<p class="MsoNormal">Te agradeço, ó pai, por sua história, repleta do que há de pior num ser humano. Nem tanto pela falta de caráter que lhe é famosa, ou pelo descompromisso que demonstraste em teus mais de sessenta anos ou ainda pelo egoísmo ilustrado pelas diversas cenas de tua vida, mas, sobretudo, pela incapacidade que tiveste em amar sinceramente quem atravessou teu caminho. Tuas mulheres foram tuas conquistas, e não parceiras, e teus inúmeros filhos foram troféus de cópula e fertilidade, não continuação de tua história. Teu desprezo pela emoção alheia, pelo sofrer do outro, pelo sorriso cúmplice são apenas moldura para esse desamor que sempre te norteou.</p>
<p class="MsoNormal">Por isso e muito mais, tu me és exemplo de tudo que é errado e te agradeço por isso.</p>
<p class="MsoNormal">Pai, sou grato por me dares a pequena ausência diária, o abandono constante e o oblívio à baia. Nesse espaço que me destes, ainda que inadvertidamente, pude criar pais ideais, famílias perfeitas, e exemplos de humanidade que, com a tua presença, me seriam impossíveis. Sou grato por me dar a chance de sonhar com alguém perfeito e obrigado por nunca destruíres esses meus sonhos com as suas falhas e erros que são tão documentados e por poder adotar os heróis do papel como meus de fato, já que não havia carne para competir com eles.</p>
<p class="MsoNormal">Obrigado, acima de tudo, por me ensinares desde os primeiros momentos que o mundo não vela por mim, que não existe alguém forte que vai dar uma surra no menino que me ameaça na escola. Aprendi que se eu quisesse bater em alguém, teria de usar os meus próprios punhos, cuspir o meu próprio sangue e destilar o meu próprio ódio. Ou assumir a minha fraqueza e covardia e fugir do embate físico desde garoto. Obrigado por me ensinares que posso sempre fugir, me esquivar, me esconder.</p>
<p class="MsoNormal">Mesmo quando não é preciso.</p>
<p class="MsoNormal">Sou agradecido por me mostrares que a mãe também pode ser pai e que família é mais que sangue ou nome no cartório. Que avôs e avós, tios e tias, primos e primas são tão importantes quanto tu, principalmente quando te dão colo, surras, presentes e castigos. Todo carinho e atenção, ainda que mendigados, são importantes para quem tem uma ausência como referência. Desta forma, aprendi que todo amor é válido, raro, sagrado e tem de ser respeitado. Que cada gota de paixão é um ato divino e tem de ser respeitada. Que o respeito, por si mesmo, é algo que tem de ser conquistado a cada dia, a cada ato, a cada palavra. E que posto, ascendência ou hierarquia não significam nada quando não são expressões do ser, manifestações da alma.</p>
<p class="MsoNormal">Te agradeço, sobretudo, pelo vazio que é a nossa relação, pois nesse vácuo que me criei e moldei o homem que hoje eu sou.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>what your name means</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2007 18:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
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		<category><![CDATA[music]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>
		<category><![CDATA[Zander Catta Preta]]></category>

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		<description><![CDATA[http://www.paulsadowski.com/Numbers.asp
You entered: Zander Catta Preta
There are 16 letters in your name.
Those 16 letters total to 65
There are  6 vowels and 10 consonants in your name.
What your first name means:
English &#124; Male &#124; Abbreviation of Alexander.
Your number is: 11
The characteristics of #11 are: High spiritual plane, intuitive, illumination, idealist, a dreamer.
The expression or destiny for [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.paulsadowski.com/Numbers.asp">http://www.paulsadowski.com/Numbers.asp</a></p>
<p><strong>You entered:</strong> <strong><em>Zander Catta Preta</em></strong></p>
<p>There are 16 letters in your name.<br />
Those 16 letters total to 65<br />
There are  6 vowels and 10 consonants in your name.</p>
<p><strong>What your first name means:</strong><br />
English | Male | Abbreviation of Alexander.</p>
<p><strong>Your number is:</strong> 11</p>
<p><strong>The characteristics of #11 are: </strong>High spiritual plane, intuitive, illumination, idealist, a dreamer.</p>
<p><strong>The expression or destiny for #11:</strong><br />
Your Expression number is 11. The number 11 is the first of the master numbers. It is associated with idealistic concepts and rather spiritual issues. Accordingly, it is a number with potentials that are somewhat more difficult to live up to. You have the capacity to be inspirational, and the ability to lead merely by your own example. An inborn inner strength and awareness can make you an excellent teacher, social worker, philosopher, or advisor. No matter what area of work you pursue, you are very aware and sensitive to the highest sense of your environment. Your intuition is very strong; in fact, many psychic people and those involved in occult studies have the number 11 expression. You possess a good mind with keen analytical ability. Because of this you can probably succeed in most lines of work, however, you will do better and be happier outside of the business world. Oddly enough, even here you generally succeed, owing to your often original and unusual approach. Nonetheless, you are more content working with your ideals, rather than dollars and cents.</p>
<p>The positive aspect of the number 11 expression is an always idealistic attitude. Your thinking is long term, and you are able to grasp the far-reaching effects of actions and plans. You are disappointed by the shortsighted views of many of your contemporaries. You are deeply concerned and supportive of art, music, or of beauty in any form.</p>
<p>The negative attitudes associated with the number 11 expression include a continuous sense of nervous tension; you may be too sensitive and temperamental. You tend to dream a lot and may be more of a dreamer than a doer. Fantasy and reality sometimes become intermingled and you are sometimes very impractical. You tend to want to spread the illumination of your knowledge to others irrespective of their desire or need.</p>
<p><strong>Your Soul Urge number is:</strong> 5</p>
<p><strong>A Soul Urge number of 5 means: </strong><br />
The 5 soul urge or motivation would like to follow a life of freedom, excitement, adventure and unexpected happening. The idea of travel and freedom to roam intrigues you. You are very much the adventurer at heart. Not particularly concerned about your future or about getting ahead, you can seem superficial and unmotivated.</p>
<p>In a positive sense, the energies of the number 5 make you very adaptable and versatile. You have a natural resourcefulness and enthusiasm that may mark you as a progressive with a good mind and active imagination. You seem to have a natural inclination to be a pace-setter. You are attracted to the unusual and the fast paced.</p>
<p>You may be overly restless and impatient at times. You may dislike the routine work that you are engaged in, and tend to jump from activity to activity, without ever finishing anything. You may have difficulty with responsibility. You don&#8217;t want to be tied down to a relationship, and it may be hard to commit to one person.</p>
<p><strong>Your Inner Dream number is:</strong> 6</p>
<p><strong>An Inner Dream number of 6 means: </strong><br />
You dream of guiding and fostering the perfect family in the perfect home. You crave the devotion from offspring and a loving spouse. You picture yourself in the center of a successful domestic unit.</p>
<p><span id="more-609"></span></p>
<p><strong> You entered:</strong> <strong><em>Alessander Bruno Navarro Catta Preta</em></strong></p>
<p>There are 32 letters in your name.<br />
Those 32 letters total to 128<br />
There are  13 vowels and 19 consonants in your name.</p>
<p><strong>Your number is:</strong> 11</p>
<p><strong>The characteristics of #11 are: </strong>High spiritual plane, intuitive, illumination, idealist, a dreamer.</p>
<p><strong>Your Soul Urge number is:</strong> 1<strong>A Soul Urge number of 1 means: </strong><br />
Your Soul Urge is the number 1. With a Soul Urge number of 1, you want to lead and direct, to work independent of supervision, by yourself or with subordinates. You take pride in your abilities and want to be recognized for them. You may seek opportunities to display your strength and usefulness, wanting to create and originate. In your desire to manage the big picture and the main issues, you may often leave the details to others.</p>
<p>The positive 1 Soul Urge is Ambitious and determined, a leader seeking opportunities. There is a great deal of honesty and loyalty in this character. If you possess positive 1 Soul Urge qualities, you are very attainment oriented and driven to success. You are a loyal friend and strictly fair in your business dealings.</p>
<p>The negative side of the 1 Soul Urge must be avoided. A negative 1 is apt to dominate situations and people; the home, the spouse, the family and the business. Emotions aren&#8217;t strong in this nature. If you possess an excess of 1 energy, you may, at times, be boastful and egotistic. You must avoid being too critical and impatient of trifles. The great need of the 1 Soul Urge is the development of friendliness, and a sincere interest in people.</p>
<p><strong>Your Inner Dream number is:</strong> 1</p>
<p><strong>An Inner Dream number of 1 means: </strong><br />
You dream of being a leader and one who is in charge. You want to be known for your courage, daring, and original ideas. You seek unconquered heights. People may get a first impression that you are very aggressive and sure of yourself.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Carta de hoje &#8211; O SOL</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Aug 2007 13:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[tarô]]></category>
		<category><![CDATA[hora]]></category>
		<category><![CDATA[personare]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>
		<category><![CDATA[sol]]></category>

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		<description><![CDATA[
é tempo de brilhar!
O Sol é o arcano que tudo ilumina e, na posição de conselho para você neste momento, sugere que é chegada a hora de você jogar claramente e agir com o máximo de confiança possível. A luz afugenta a escuridão e tudo é visto da forma mais transparente, honesta e franca possível. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://personare.com.br/WebSite/PaginasPHP/ctl.php?mdl=Tarot&amp;cmd=TelaExibeConselhoTarot" title="O Sol"><img src="http://www.z-cp.com/wp-content/uploads/2007/08/arcano19.jpg" alt="O Sol" /></a></p>
<p><strong>é tempo de brilhar!</strong></p>
<p>O Sol é o arcano que tudo ilumina e, na posição de conselho para você neste momento, sugere que é chegada a hora de você jogar claramente e agir com o máximo de confiança possível. A luz afugenta a escuridão e tudo é visto da forma mais transparente, honesta e franca possível. Obviamente, muito do que aparece nem sempre é de todo agradável, mas ao menos você estará lidando com tudo de uma forma justa e, a partir de uma <strong>visão clara</strong>, Zander, o que por si só já é uma prerrogativa de sucesso. A postura mais adequada ao momento é a direta e franca. Tenha confiança no seu taco pois, a partir desta confiança, tudo fluirá a contento!</p>
<p><strong>Conselho:</strong> <em>Momento de agir com confiança! Siga em frente</p>
<p>Carta de Tarô &amp; textos por <a href="http://personare.com.br/WebSite/PaginasPHP/ctl.php?mdl=Tarot&amp;cmd=TelaExibeConselhoTarot">Personare</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Essa generosa mesquinharia diária</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Aug 2007 13:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[letras]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[segundo]]></category>

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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa 
Sei que Deus e o Diabo moram ali nos pequenos detalhes. Também sei que cada moeda economizada, cada grão do papo, cada segundo contam. Mas me impressiona a forma que se perde a visão do todo quando o detalhe, cada ínfimo detalhe, é criticado.
Quer um exemplo? Os amigos estão com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/setembro/20/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em><a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/setembro/06/bis.asp?bis=cronicas"> </a></p>
<p class="MsoNormal">Sei que Deus e o Diabo moram ali nos pequenos detalhes. Também sei que cada moeda economizada, cada grão do papo, cada segundo contam. Mas me impressiona a forma que se perde a visão do todo quando o detalhe, cada ínfimo detalhe, é criticado.</p>
<p class="MsoNormal">Quer um exemplo? Os amigos estão com uma modinha interessante de tirar diversas fotos em macro ou com cortes esquisitos de paisagens urbanas e colocar nos seus álbuns digitais. Não acho feio, absolutamente, ou errado ou esquisito, mas não consigo deixar de pensar no resto que foi sonegado da imagem recortada. Um <em>close </em>numa flor, expondo os estames, me nega a visão do jardim ou da selva onde ele está plantada. Outro nos fios de um poste de luz esconde a poluição das centenas de volts que voam por nossas cabeças. Um terceiro registra um olhar triste e bonito, mas esconde as mãos ou o jeito que os pés da criatura estavam cruzados. E isso fala tanto da pessoa, cenário ou planta quanto o detalhe.</p>
<p class="MsoNormal">Eu adoraria que essa moda de foto-detalhe fosse o último suspiro do cartesianismo na nossa cultura. Mas não é, infelizmente.</p>
<p class="MsoNormal">No trabalho, as pequenas variações microcósmicas das vendas dos diversos produtos de entretenimento que vendemos são mapeadas e escrutinadas em seus detalhes mais íntimos. E ainda assim ficamos cegos com o comportamento de diversos produtos. Falta a visão do todo. Por sorte a equipe inteira tem isso em mente e consegue imaginar o gigante pelo dedo.</p>
<p class="MsoNormal">Normalmente isso seria encarado apenas como parte da nossa rotina diária. Pra ser completamente sincero, isso é a totalidade da nossa rotina. Mas o desespero no detalhe, a fúria pelo descontrole do mínimo, me assusta sobremaneira.</p>
<p class="MsoNormal">Eu fico pensando nas avós que ainda fazem crochê ou tricô. Eu fui criado numa casa onde as pessoas passavam parte do tempo embriagando a mente com raios catódicos e ocupando as mãos com agulha e linha. Eu até invejava as mulheres da minha casa que tinham aquela capacidade de se desdobrar em diversas atividades. Ainda tenho, aliás. Mas o caso é que cada nó, cada detalhe, era feito com a consciência do todo. Se fosse virar uma pantufa, as linhas estariam à mão, as agulhas certas também. E quando o erro mínimo era presente, elas olhavam para a obra, soltavam um sonoro palavrão e recomeçavam o trabalho sem mais estresse.</p>
<p class="MsoNormal">Não pretendo fazer um comparativo de <em>marketing </em>entre o tricô e os mercados digitais – o que seria até uma boa idéia para um livro desses feitos para empresários, com letras grandes e muitos, muitos gráficos que vão do nada ao lugar algum – mas na obsessão pelo detalhe, pelo mínimo.</p>
<p class="MsoNormal">Eu tive um professor de desenho que tinha um comportamento singular. Quando um aluno vinha estressado com algum pepino de algum projeto, ele dava o norte do que ele deveria fazer: trabalhar mais nas texturas, treinar mais as aguadas, exercitar o traço com o lápis ou caneta ou hidrocor. Quando o incauto e imaturo aluno tentava arrancar um algo mais dele, vinha o inevitável: “Caguei pro detalhe! Vai e faz!” No caso, era um “estímulo” para o moleque se virar e ralar um pouco mais, mas a intenção me marcou profundamente.</p>
<p class="MsoNormal">Dei essa volta prolixa para tentar ilustrar um ponto bem mais simples. O quanto de detalhe atrapalha a nossa felicidade que, por si, é efêmera. Que nó, ou “corte de percepção” estamos dando para nós mesmos para evitarmos uma realização?</p>
<p class="MsoNormal">Com essas dúvidas, eu me recolho e tento sonhar uma resposta.</p>
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		<title>Al Yankovic &#8211; Don&#8217;t Download This Song</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Aug 2007 20:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[letras de música]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[dia]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[music]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>
		<category><![CDATA[sol]]></category>

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		<description><![CDATA[Al Yankovic &#8211; Don&#8217;t Download This Song
Once in a while maybe you will feel the urge
To break international copyright law
By downloading MP3s from file-sharing sites
Like Morpheus or Grokster or Limewire or KaZaA
But deep in your heart you know the guilt would drive you mad
And the shame would leave a permanent scar
&#8216;Cause you start out stealing [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Al Yankovic &#8211; Don&#8217;t Download This Song</strong></p>
<p>Once in a while maybe you will feel the urge<br />
To break international copyright law<br />
By downloading MP3s from file-sharing sites<br />
Like Morpheus or Grokster or Limewire or KaZaA</p>
<p>But deep in your heart you know the guilt would drive you mad<br />
And the shame would leave a permanent scar<br />
&#8216;Cause you start out stealing songs and then you&#8217;re robbing liquor stores<br />
And sellin&#8217; crack and runnin&#8217; over school kids with your car</p>
<p>So don&#8217;t download this song<br />
The record store&#8217;s where you belong<br />
Go and buy the CD like you know that you should<br />
Oh, don&#8217;t download this song</p>
<p>Oh, you don&#8217;t wanna mess with the R-I-double-A<br />
They&#8217;ll sue you if you burn that CD-R<br />
It doesn&#8217;t matter if you&#8217;re a grandma or a seven year old girl<br />
They&#8217;ll treat you like the evil hard-bitten criminal scum you are</p>
<p>So don&#8217;t download this song<br />
Don&#8217;t go pirating music all day long<br />
Go and buy the CD like you know that you should<br />
Oh, don&#8217;t download this song</p>
<p>Don&#8217;t take away money from artists just like me<br />
How else can I afford another solid gold Hum-Vee<br />
And diamond-studded swimming pools<br />
These things don&#8217;t grow on trees<br />
So all I ask is, &#8220;Everybody, please&#8230;&#8221;</p>
<p>Don&#8217;t donwload this song (Don&#8217;t do it, no, no)<br />
Even Lars Ulrich knows it&#8217;s wrong (You can just ask him)<br />
Go and buy the CD like you know that you should (You really should)<br />
Oh, don&#8217;t download this song</p>
<p>Don&#8217;t donwload this song (Oh please, don&#8217;t you do it)<br />
Or you might wind up in jail like Tommy Chong (Remember Tommy)<br />
Go and buy the CD (Right now) like you know that you should (Go out and buy it)<br />
Oh, don&#8217;t download this song</p>
<p>Don&#8217;t download this song (No, no, no, no, no, no)<br />
You&#8217;ll burn in hell before too long (and you&#8217;ll deserve it)<br />
Go and buy the CD (Just buy it) like you know that you should (You cheap bastard)<br />
Oh, don&#8217;t download this song</p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Yz-grdpKVqg"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Yz-grdpKVqg" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um café, um bolo, um beijo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Aug 2007 13:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[amigos]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[cidade]]></category>
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		<category><![CDATA[s]]></category>
		<category><![CDATA[saudade]]></category>
		<category><![CDATA[saudades]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
		<category><![CDATA[tesão]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna da imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa

Nunca entendi o sentido dos reencontros.
Não que sejam ruins, entenda-me, mas essa vontade de tentar reviver um sentimento passado é estranha para mim. E não que eu não sinta isso vez por outra, muito pelo contrário. Essa é quase uma constante na minha vida.
Sou um saudosista declarado e assumido, ora bolas!
Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2008/abril/17/">Tribuna da Imprensa</a></em><a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2008/abril/17/"><br />
</a></p>
<p class="MsoNormal">Nunca entendi o sentido dos reencontros.</p>
<p class="MsoNormal">Não que sejam ruins, entenda-me, mas essa vontade de tentar reviver um sentimento passado é estranha para mim. E não que eu não sinta isso vez por outra, muito pelo contrário. Essa é quase uma constante na minha vida.</p>
<p class="MsoNormal">Sou um saudosista declarado e assumido, ora bolas!</p>
<p class="MsoNormal">Mas é como uma febre que não abandona um corpo doente. Ou como um cisco que teima em lacrimejar o olho descuidado. É assim que me pego querendo reanimar uma história que já estava morta. E, veja bem, morta não por minha opção ou de qualquer outra das partes envolvidas. Mas porque tinha de ser desse jeito. Nem todos os casos dão certo ou todos os relacionamentos perduram.</p>
<p class="MsoNormal">Aliás, relacionamentos estão sempre fadados a acabar. Tolo é quem teima em manter vivo o defunto declarado e anunciado como morto.</p>
<p class="MsoNormal">Por vezes é bom rever as pessoas que, em algum momento de suas vidas, se distanciaram e traçaram os seus próprios caminhos. É uma questão de tentar reaver de onde viemos, de onde pertencemos e traçar paralelos equivocados sobre nossas próprias vidas.</p>
<p class="MsoNormal">Às vezes o reencontro tem um sabor de café, bolo e papo bom e faz começar uma história nova com os mesmos personagens em outras histórias, com papéis diferentes. Um casal de ex-amantes torna-se amigos e sinceramente preocupados um com o outro, numa forma diferente de amar. Nesse caso o reencontro é apenas pretexto para uma história nova. É a vida se manifestando no momento do culto ao passado.</p>
<p class="MsoNormal">Porque a vida é isso: é a celebração do porvir, do devir universal. A vida é potência que se manifesta sem traçado aparente.</p>
<p class="MsoNormal">Mas o humano é o oposto disso. Nós somos reflexo do passado, retrovisores de nossas próprias histórias e gostamos de remoer, ruminar e macerar o que aconteceu há anos passados. Poucos de nós conseguem olhar para o horizonte e enxergar que ali é o seu lugar. Temos a tendência, novamente, equivocada de achar que o passado era melhor, que aos quinze, aos vinte ou aos vinte e cinco é que éramos felizes. Pobres de nós! Nos negamos a felicidade aos trinta, trinta e cinco e aos quarenta.</p>
<p class="MsoNormal">Mas tergiverso. O caso é que os reencontros são esquisitos. Ex-amantes não sabem onde colocar as mãos ou o tesão, ex-colegas não sabem que confidências são mais pertinentes ou que intimidades o novo código à mesa pede que sejam deixadas para depois da sobremesa. Pessoas que reconhecíamos como os braços e olhos e ouvidos estendidos de nós mesmos agora titubeiam em contar um projeto novo ou em anunciar o filho que está a chegar.</p>
<p class="MsoNormal">O que entristece nesses reencontros é que as pessoas mudam. Elas envelhecem no mesmo passo que você. Os cabelos brancos podem ser escondidos, mas as rugas da alma são indeléveis. Não há tintura para esconder a carga de passado que cada um carrega. Aquela imagem congelada do passado há muito já não corresponde à realidade e só tu é que não se apercebeu disso.</p>
<p class="MsoNormal">E eu me pego pedindo para que alguém tenha saudades de mim.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reencontro</title>
		<link>http://casadozander.com/textos/reencontro-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 14:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tribuna]]></category>
		<category><![CDATA[amores]]></category>
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		<category><![CDATA[tribuna da imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
Não entendeu quando o telefone foi desligado, lá do outro lado da linha. Ficou um gosto ruim na boca, de algo incompleto. Uma goiabada vencida, sem o catupiry. Não teve opção senão aceitar os fatos e fechar a história. Olhou brevemente para as fotos do criado mudo, repousou o aparelho na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/outubro/11/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p class="MsoNormal">Não entendeu quando o telefone foi desligado, lá do outro lado da linha. Ficou um gosto ruim na boca, de algo incompleto. Uma goiabada vencida, sem o catupiry. Não teve opção senão aceitar os fatos e fechar a história. Olhou brevemente para as fotos do criado mudo, repousou o aparelho na baia de recarga e escolheu uma foto aleatória. Não era ela na cena do retrato, mas lembrou-se de quando passearam no parque, juntos, pela primeira vez. Havia um encanto, um <em>élan</em> que não era comum. Eram raros um para o outro e sabiam disso desde o primeiro momento.</p>
<p class="MsoNormal">Não era o primeiro fora que tomara nem seria o último. Nem por isso o sabor da rejeição estava mais doce. Era fel que lhe vinha à boca quando chegou em casa cansado da viração sem sentido nos bares e boates de Botafogo. Entrara na roda-viva de quem sofria as dores etéreas dos desamores da vida.</p>
<p class="MsoNormal">Novamente.</p>
<p class="MsoNormal">O álcool que vomitava em ondas contínuas era o que havia anestesiado o seu choro. E agora, ao vê-lo misturado com a bile negra, ambos expulsos com muito esforço, lembrou-se tristemente que essa seria a última vez que suaria por aquela mulher. Havia dado de si, o esforço do prazer mútuo, tal e qual um guerreiro que enfrentava as legiões por seus generais até o gozo derradeiro da sua amada. Tinha para si o mote que o prazer da parceira era o <em>goal</em> final, o sentido de sua dedicação. No entanto, suava para expurgar a dor e a frustração de um amor defenestrado. Só lamentava que tanto esforço não gerasse um sorriso no fim. Pois não há como sorrir quando o seu corpo expurga tanta dor. Afinal, aquilo não era um parto: era um aborto de um amor.</p>
<p class="MsoNormal">Passaram-se as semanas e a vida ditou novamente sua monocórdia melodia. As pessoas não tinham mais cores para ele. Eram chatas, medíocres e sem brilho. Mal sabia que ele estava apenas refletindo-se nos outros. Daí veio a chance. A menina estava disponível e queria revê-lo. Contrariando toda a racionalidade e as leis do amor próprio, foi encontrá-la. Nunca poderia dar certo.</p>
<p class="MsoNormal">Obviamente, não deu.</p>
<p class="MsoNormal">Chegou uma hora antes do combinado, escolheu a mesa ideal e escondeu a caixa de bombons. Conversou rapidamente com o garçom e já tinha em mente o que iria pedir para comer e beber. Não iria fazer feio. Checou insistentemente no celular chamadas perdidas e mensagens de texto. Faltando quinze minutos para a hora exata, ligou.</p>
<p class="MsoNormal">“Estou chegando.” Ela disse.</p>
<p class="MsoNormal">Sonhara meses com aquela voz em diversos tons. Principalmente dizendo uma frase em especial que ele repetira várias vezes, sempre com adendos desnecessários para disfarçar o fato que estava entregue completamente ao sentimento. Era de sua natureza apaixonar-se pela paixão. Não tinha jeito mesmo. Dez minutos de atraso e ela chega. Linda. De vestido vermelho e sandália baixa, de acordo com o figurino em voga na capital do império. Num segundo, ela destrói tudo.</p>
<p class="MsoNormal">“É estranho isso. Não te cumprimentar com um beijo na boca.” Ela sorri como se tivesse contado uma piada. Ele sorri como se o seu mundo interior tivesse desabado.</p>
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		<title>Bergman foi jogar xadrez</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 16:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O que dizer quando o ídolo do seu ídolo morre?
Triste.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.z-cp.com/wp-content/uploads/2007/07/bergman.jpg" title="Ingmar Bergman"><img src="http://www.z-cp.com/wp-content/uploads/2007/07/bergman.jpg" alt="Ingmar Bergman" width="400px" /></a></p>
<p>O que dizer quando o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ingmar_Bergman">ídolo</a> do seu <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Woody_Allen">ídolo</a> morre?</p>
<p>Triste.</p>
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		<title>é tarde</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jul 2007 00:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[e eu tenho histórias para escrever
livros para ler
canções para ouvir
mas a vontade é de ficar miúdo no canto
esperando um reencontro
que não deveria tardar
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>e eu tenho histórias para escrever<br />
livros para ler<br />
canções para ouvir</p>
<p>mas a vontade é de ficar miúdo no canto<br />
esperando um reencontro<br />
que não deveria tardar</p>
]]></content:encoded>
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		<title>à holandesa</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jul 2007 02:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Porque não basta ser pai&#8230; tem de pagar mico vestido de holandesa!
(valeu o sorriso da filhota)
- Holambra, junho de 2007.





Folias e desventuras em São Paulo


Update!!! Criaram uma comunidade para essas fotos: Eu tenho medo do ZANDER de holandesa.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://picasaweb.google.com/zander.cattapreta/FoliasEDesventurasEmSOPaulo/photo#5090969668347555938"><img src="http://lh3.google.com/zander.cattapreta/RqbB8LQk8GI/AAAAAAAAFoE/HxiqI2w27rU/s144/S5030163.JPG" /></a></p>
<p>Porque não basta ser pai&#8230; tem de pagar mico vestido de holandesa!<br />
(valeu o sorriso da filhota)</p>
<p>- Holambra, junho de 2007.</p>
<table style="width: 194px">
<tr>
<td style="background: transparent url('http://picasaweb.google.com/f/img/transparent_album_background.gif') no-repeat scroll left center; height: 194px; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" align="center"><a href="http://picasaweb.google.com/zander.cattapreta/FoliasEDesventurasEmSOPaulo"><img src="http://lh6.google.com/zander.cattapreta/Rqa4sLQk68E/AAAAAAAAFxE/iJqF_1tEpPI/s160-c/FoliasEDesventurasEmSOPaulo.jpg" style="margin: 1px 0pt 0pt 4px" height="160" width="160" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center; font-family: arial,sans-serif; font-size: 11px"><a href="http://picasaweb.google.com/zander.cattapreta/FoliasEDesventurasEmSOPaulo" style="color: #4d4d4d; font-weight: bold; text-decoration: none">Folias e desventura<wbr></wbr>s em São Paulo</a></td>
</tr>
</table>
<p><strong>Update</strong>!!! Criaram uma comunidade para essas fotos: <a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=36518156">Eu tenho medo do ZANDER de holandesa</a>.</p>
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		<title>Você</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2007 20:41:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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Você é desafio de minha vontade de querer ficar quieto, encaramujado, resignado, acomodado, morto ainda que desertor das emoções, das vontades, dos quereres e dos prazeres, desafio que me faz levantar da cama e ver que o sol brilha, o mar chama e seduz. É o que me fez pensar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2008/fevereiro/21/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p>Você é desafio de minha vontade de querer ficar quieto, encaramujado, resignado, acomodado, morto ainda que desertor das emoções, das vontades, dos quereres e dos prazeres, desafio que me faz levantar da cama e ver que o sol brilha, o mar chama e seduz. É o que me fez pensar em ver o sol de novo. Ver o sol a pino, no ocaso do dia, no raiar da manhã.</p>
<p>Você é o olhar que brilha sapeca quando a canção que não cala chama o nosso nome para pista de dança e quando floreia os passos, transforma as pernas em girassóis que me enrubescem e me fazem lembrar que ainda corre sangue em algumas partes enferrujadas. É sangue o que está ali, não ferrugem. É sangue.</p>
<p>Você é o que me abre a veia do verbo, me faz sangrar em letras o que eu sinto e senti, derramar em tinta vermelha o que foi prometido por algo que está acima e além. É quem me faz sentir as dores do lamento e sorrir apesar do corte na alma. Pois elas são marcas de nossa travessura curta, o joelho ralado dessa paixão radiante. É o meu sorriso chorado quando vejo as fotos de nossos beijos, as imagens da mente de nosso calor. Para ti, por ti e apesar de tu.</p>
<p>Você é o que me inspira escrever algo algo em resposta. Apesar de saber que não escreves para mim. Não mais. Nunca mais.</p>
<p>Você é a coragem que eu tenho de lutar pelo que amo. E mais não digo sobre isso.</p>
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		<title>piadinha de HTMLer: Red</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2007 20:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Red &#8211; Originally uploaded by Jeremy Johnson.
He he he
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/jeremyjohnson/847449633/" title="photo sharing"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1265/847449633_e41cc525cf_m.jpg" style="border: 2px solid #000000" width="450" /></a><br />
<em><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px"><a href="http://www.flickr.com/photos/jeremyjohnson/847449633/">Red &#8211; </a>Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/jeremyjohnson/">Jeremy Johnson</a>.</span></em></p>
<p>He he he</p>
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		<title>A fada</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jul 2007 02:46:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa
“Me conta alguma coisa feliz? Queria rir um pouco.” 
Ela dizia, com os olhos piscando. Não abria a boca ou falava palavra. Dizia tudo com o piscar de olhos e dar de ombros. E eu me debulhava em histórias bobas, inventadas para ela. Ficava feliz quando roubava um sorriso de lado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/novembro/08/">Tribuna da Imprensa</a></em></p>
<p><em>“Me conta alguma coisa feliz? Queria rir um pouco.” </em></p>
<p>Ela dizia, com os olhos piscando. Não abria a boca ou falava palavra. Dizia tudo com o piscar de olhos e dar de ombros. E eu me debulhava em histórias bobas, inventadas para ela. Ficava feliz quando roubava um sorriso de lado, daquele do tipo que não achou a menor graça na história em si, mas no esforço. Sei ser engraçado, quando preciso, mas isso necessariamente envolve a humilhação pública de alguém ou um desmonte da reputação alheia.</p>
<p>O meu humor é amargo, ácido e cáustico, não é do tipo que faz sorrir, mas do que molha as calças de urina ou que faz babar o bobo de tanta pornografia dita. É assim que eu faço rir o tolo, o presidente e o mercador. E o que ela pedia, eu dava. Ela queria felicidade, eu dava, ainda que me custasse o suor do corpo. Ela pedia um sorriso, e eu comprava, ainda que pagasse por ele o preço da minha infâmia. Ela pedia uma alma, e entreguei várias. Por fim, pediu um coração. Mas não era o meu.</p>
<p><em>“Ouve minhas histórias? Queria tanto ser lembrada.” </em></p>
<p>Ela me pedia, debruçando-se sobre meu ombro enquanto eu trabalhava nas teclas para registrar cada respirar que ela não dava. As palavras ecoavam nos meus ouvidos, atropelando as idéias que se formavam, e os dedos já as guardavam todas no papel elétrico. Branco como deveria ser todo papel. Em tinta preta, como deveria ser toda tinta. Manchado de lágrimas, como deve ser toda lembrança boa, mesmo as que não são suas.</p>
<p>E ela povoava as minhas memórias com histórias que não me pertenciam, segurava minha mão para escrever mais e melhor e aguava os meus olhos para que eu visse o que ela tinha visto. Por fim, espremeu a minha alma até fazer sumo de emoção e assinou com um nome inventado.</p>
<p><em>“Cuida de mim? Vela o meu sono e o meu cansaço?” </em></p>
<p>Lânguida, deitava-se de costas para não esmagar as asas e o anjo da guarda que, como espírito da natureza, não possuía. Espreguiçava-se sobre a cama, derrubando as almofadas de cetim no chão sujo e empoeirado. Se remexia como quem esperava o amante íncubo durante o sono quente e úmido. Dançava uma coreografia estranha, que despertava em mim algo que imaginava morto e enterrado. O estranho é que ela parecia acordada, mas dormia como se tivesse em si o peso de centenas de anos. Às vezes virava-se de repente e me encarava desejando que eu estivesse pronto para ela.</p>
<p>Eu nunca estive pronto para uma coisa assim, de forma que eu cobria-a com o cobertor e lhe cantava umas cantigas de amores perdidos, de pessoas desencontradas e vidas separadas pelas fiandeiras do destino. Por vezes fazia um carinho descuidado, passando a mão no cabelo desgrenhado, negro, que se espalhava do canto esquerdo da cama até cair fora do colchão, no lado direito. Às vezes pegava um par de meias para calçar os pés que gelavam na madrugada ou trazia um copo de leite morno com mel quando estava mais inquieta que o normal. Fazia massagens nas costas com emplastro nas noites frias de tosse rouca e admirava o seu rosto quando sorria no repouso quando chegava.</p>
<p><em>“Me dá um beijo? Diz que é o meu homem?”</em></p>
<p>Ela me pediu, uma vez. Hesitei, pois a tinha apenas como uma fada que vinha me visitar à noite. Principalmente nas noites em que eu me sentia só e desgarrado do mundo. Quando ela notou que a dúvida me calava a boca, secava a língua e amarrava a garganta, desenhou um sorriso amarelo no meio do peito, abriu a janela e voou para se perder no firmamento.</p>
<p>E eu me pendurei na janela, desacreditado do amor.</p>
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		<title>Chico Buarque &#8211; Pois é</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2007 19:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pois é
Fica o dito e o redito por não dito
E é difícil dizer que foi bonito
É inútil cantar o que perdi
Taí
Nosso mais-que-perfeito está desfeito
E o que me parecia tão direito
Caiu desse jeito sem perdão
Então
Disfarçar minha dor eu não consigo
Dizer: somos sempre bons amigos
É muita mentira para mim
Enfim
Hoje na solidão ainda custo
A entender como o amor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é<br />
Fica o dito e o redito por não dito<br />
E é difícil dizer que foi bonito<br />
É inútil cantar o que perdi</p>
<p>Taí<br />
Nosso mais-que-perfeito está desfeito<br />
E o que me parecia tão direito<br />
Caiu desse jeito sem perdão</p>
<p>Então<br />
Disfarçar minha dor eu não consigo<br />
Dizer: somos sempre bons amigos<br />
É muita mentira para mim</p>
<p>Enfim<br />
Hoje na solidão ainda custo<br />
A entender como o amor foi tão injusto<br />
Pra quem só lhe foi dedicação</p>
<p>Pois é, e então&#8230;</p>
<p>&#8212;<br />
ouça <a href="http://trabalho.z-cp.com/music/_nacionais/Chico%20Buarque/Chico%20Buarque%20De%20Holanda%20Vol%204/09%20Pois%20%C9.mp3">aqui</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O suor nosso de cada dia, nos dai hoje</title>
		<link>http://casadozander.com/textos/o-suor-nosso-de-cada-dia-nos-dai-hoje/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jul 2007 00:36:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zander catta preta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[publicado na Tribuna da Imprensa 
Sentado na sala, esqueço o que está passando na telinha no momento seguinte em que as informações chegam à minha retina.  Ali eu exercito a minha capacidade de memória de peixinho dourado de aquário. É delicioso me imbecilizar diante do mundo que passa sem fazer qualquer sentido. Os romances [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><em>publicado na <a href="http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores/2007/agosto/09/bis.asp?bis=cronicas">Tribuna da Imprensa</a> </em></p>
<p class="MsoNormal">Sentado na sala, esqueço o que está passando na telinha no momento seguinte em que as informações chegam à minha retina.<span>  </span>Ali eu exercito a minha capacidade de memória de peixinho dourado de aquário. É delicioso me imbecilizar diante do mundo que passa sem fazer qualquer sentido. Os romances de mentira, as necessidades inventadas, as informações que não afetarão em nada a minha capacidade de produzir, interagir ou de entender o mundo. Tudo isso passa, passa, passa, passa, passa, passa, passa. E eu fico sentado ouvindo as pessoas me dizendo: “isso vai passar, cara, vai passar”.</p>
<p class="MsoNormal">Mas não passa.</p>
<p class="MsoNormal">É essa a questão. As coisas não passam sempre como na tevê. Por vezes o que resta de uma situação é a exaustão. É como quando num gozo. O evento em si é rápido, mas a sensação e o estupor levam um tempo até o esquecimento. Mesmo o suor demora em secar quando a paixão é muito intensa. Fica na pele como lembrança do desejo feito em ato. É sombra do esforço que terminou. E não passa como um comercial de trinta segundos. Ele tem o seu tempo exato para que os músculos relaxem e ret