Que frio é esse que me toca a alma?
É do vazio dos meus dias?
Ou do nada das minhas noites?
Vem do arcabouço das emoções?
ou do espaço entre os lençóis?
Por causa do nada, fico obsessivo pelo pouco.
E cometo erros, impensados.
Desculpe-me morena.
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