Eu e patroa tentamos pegar um trem para Ipanema, e depois metro de superfície até o Leblon. Parou a composição e entramos no último vagão. Ao fechar as portas começa o batuque e uma galera a dançar dentro do vagão. Melhor, metade do vagão, porque quem não queria participar da folia à força, se amontoava na metade posterior.
Obviamente, entramos na anterior.
Quando os meninos que estavam apenas fazendo poledancing e dança do sirizão no fundo aventaram a possibilidade de andar pendurados nos apoios de metal e ficar dando cambalhotas, decidimos descer em Botafogo mesmo.
A composição seguinte estava lotada só de “foliões”: geral batucando, bebendo e – eu vi, não me contaram – bebendo e molhando as cadeiras dos carros. Domingo. Pós-carnaval. 4h da tarde. A segurança do metrô? coitados, eram poucos para o exército da diversão sadia e educada. Atravessamos a estação e pegamos um metrô para voltar para casa. O carro estava todo molhado, sujo, dava nojo de sentar nos bancos.
Eu estou ficando velho e chato, fato, mas putaquepariu. Carnaval, ano que vem, só na Suíça.
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