June 24, 2007 2

Digressões sobre Galactus

By zander catta preta in videos

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June 20, 2007 2

Pulando corda

By zander catta preta in textos, tribuna

publicado na Tribuna da Imprensa

A moça, quando entrou no quarto, era toda saia rodada e sorriso. Um sorriso moreno e olhar esperto encantaram à primeira vista o incauto que lhe abrira a porta. Ele sabia que estava irremediavelmente encantado por ela. Daquele momento até o fim de semana eles tentariam, a todo custo, tornar-se um. Reviveriam o mito do Andrógino, contado por Platão em O Banquete, de todas as maneiras erradas e divertidas possíveis. Até amanhecerem na segunda-feira e buscarem novamente as saias rodadas e os sorrisos espalhados pelo apartamento.

Ela seguiu o seu caminho conforme havia planejado. Tá certo que os planos estavam ali para serem mudados a qualquer momento, mas ela não contara com tamanha alteração no escopo. Não esperava uma paixão a essa altura do campeonato. Tampouco uma paixão dessas, fora de esquadro do que estava habituada a viver. Era de um ineditismo que lhe tirava o chão sempre que tentava racionalizar. E como era bom ter os pés em outros lugares que não o asfalto previsível. Ela sentia que haveria carência e saudades de doer os ossos mas tinha certeza que algo compensaria a dor do devir. Pior, sabia que era algo por demais forte e importante para ousar se negar.

Ele seguiu o seu caminho contrariado. Queria torcer o destino novamente, da mesma forma que havia feito no passado recente, mas sabia o custo que era lidar com as velhas nornes. Brincar de pular nas cordas das fiandeiras do destino era coisa para quem estava acostumado a viver várias vidas ao mesmo tempo. E não era esse o caso. Ele havia sido uma criança esperta, sabia do futuro traçado e tal, e tinha a manha de mudar o seu destino quando se apresentava cômodo demais. O problema eram as conseqüências imprevisíveis dos seus atos. O bem imediato que fazia ao mexer no seu passado era um presente louco armado na mesma hora. Achou por bem deixar quieto e ver o que daria essa história. Uma coisa estava certa: ela era a mulher da sua vida. Até ali, ao menos.

Cada um foi para um canto do mundo. A ponte que unia as duas vidas era bem fácil de transpor, bastando uma hora e muito dinheiro no bolso ou seis horas e paciência de Jó, mas o rio que os separava era outra história. Ambos sabiam e temiam isso. Ainda assim as lembranças dos toques, os gostos na memória, os cheiros que não tinham sido lavados das mãos, dos rostos, dos peitos e do ventre gritavam uma história que teria de ser escrita a dois.

O fio das tecelãs imortais dera um nó cego nesse encontro.

Ela, ao chegar em casa, abriu sua caixa de lembranças e guardou o que sobrara do fim de semana. Um bombom. Algumas flores. Um pacote de preservativos ainda fechado. Dois frascos de creme. Ele, anotou algumas datas e fez umas contas. Vinte dias, a partir dali, voltaria. E mudaria os cursos de rios se fosse preciso. Iria bater um papo – novamente – com as três bruxas que ficam opinando na vida dos outros. Ou apelaria para instâncias superiores. Ou compraria uma garrafa de cachaça, o que fosse mais fácil e desse jeito no fim das contas.

Fato é que já tinha discurso em mente. Iria chegar à tecelaria dos brâmanes e diria: “Não se nega a uma paixão o direito de persistir. Ainda que seja erro. Ainda que seja um acerto.” Já imaginava toda a corte celeste se curvando e as três megeras tendo de dar mais atenção ao fio novo que surgiria dos dois. Afinal de contas, acabara de conhecer a mãe dos seus outros filhos. A mulher com quem ele iria morrer.

Mas isso, só amanhã.

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June 19, 2007 5

anúncio.

By zander catta preta in textos

Roubaram o meu coração. Não sei onde deixaram.

Coloquei aviso em todos os postes da vizinhança. Dizia assim: “Roubaram um coração. Dono único. É de estimação. Meio louquinho, eu sei, meio vesgo e meio atordoado. De tanto meio me colocava em encrenca a três por dois. Sei que é coração miúdo e bobo, mas é meu e quero de volta. Tá fazendo falta aqui em casa. Pago bem a quem encontrar.”

Não me trouxeram ainda, mas tenho fé que um dia encontrarei.

Acho.

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June 16, 2007 2

Substantivo feminino

By zander catta preta in textos

publicado na Tribuna da Imprensa

Sou um incapaz.

Incapaz de nomear os meus sentimentos desconexos. Brinco com as letras tentando achar meio de exprimir o turbilhão de desejos e quereres que movem a minha vontade verbal. E verbo, como sabemos, é a palavra divina, a expressão do que é Inconhecível que se faz alma, espírito e carne. O verbo, assim, é sagrado e eu só queria ser um profano mundano.

Esse deus de verbo não tem me servido.

Não há dicionário que me defina ou me ajude a me entender. Hoje não sou dicionarizável. Não tenho gramática ou léxico suficientes para abrir o meu coração ao mundo e dizer o que sinto. Ou o que deixei de sentir. E é frustrante para alguém que se pretende, à guisa de arte, domar as palavras e fazer delas instrumento de sua alma.

Hoje não tenho Alma, apenas coração.

A criação é forjada na palavra que ainda não foi dita, no sopro que precede o som. E é essa intensidade que eu busquei frustradamente erigir de dentro do meu parco alcance. Porque o meu alcance está na boca e na língua e, nesta, não encontrei espaço para novas letras ou sílabas. A intenção é maior que a minha ação que não tem nome.

E se não tenho como nomeá-la não me serve.

Eu hoje queria apenas uma palavra nova, sem fronteiras ou bordas. Apenas uma palavra que, quando pronunciada pela enésima vez, ainda possuísse a sua força enoquiana, transcendental e esotérica. Uma daquelas palavras que os cabalistas medievais passavam a vida calculando e reinventando nas suas anotações em pergaminhos de vida curtida. Um devir em apenas poucas sílabas. Mas ainda encaro o incapaz na frente da tela branca. Não se define e nem me ajuda a me definir.

Me serviria como consolo ter um manual de mim mesmo com guia de instalação e manutenção controlada regularmente. A cada cinqüenta mil quilômetros ou dois anos. Não é para isso que fazemos esses check ups depois dos trinta? Se assim fosse, encontraria mais facilmente as palavras que busco ou como evitar os sentimentos mais traiçoeiros e dissimulados, aqueles que aparecem quando se menos espera ou planeja.

Mas não é o caso.

Sou incapaz de dizer de maneira apropriada a quem me lê ou leria, a quem me quer ou quereria, o que passa em mim. Sou forçado a usar de jargões e clichês que as pessoas já se enojaram de escutar – maldito Shakespeare que tudo disse quinhentos anos atrás – ou de comprar com os cartões comemorativos de dia dos namorados, aniversário de namoro, novela das oito ou filme água com açúcar.

Não queria fazer desse jeito, tão crasso, comum, mundano e chulo, mas sou compelido a, pois é mais forte que eu, mais forte que a minha vontade de ser inédito, genial ou único. Mais forte, maior e mais eterno que qualquer coisa que eu consiga escrever em quarenta e poucas linhas e que desarma qualquer pretensão pernóstica de ser eu considerado algo próximo a um escritor.

Arre! Quão difícil é dizer um simples “eu te amo” a ti, mulher!

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June 13, 2007 5

Papo de bar

By zander catta preta in textos, tribuna

publicado na Tribuna da Imprensa 

“Não entendo a tua relação com Paula, cara. Você diz que é apaixonado pela garota mas deixa ela correr solta.” “É complicado mesmo. Não sei se vale a pena explicar.” “Também não acho que valha a pena. Mas não quero entender o teu querer nela, mas o porquê de você não colocar essa fila para andar.” “Mas a fila anda, o caixa é rápido e eu ainda a quero.” “Só pode ser fissura.” “É isso. É uma fissura. Fissura aqui dentro, ó. Fissura chamada ciúmes.”

Enquanto Marquinhos apontava para a cabeça, Júlio pedia mais dois chopes. Colarinho curto, por favor. Isso. Dois dedos.

“Por que você pede ‘por favor’ pros garçons? Eles não estão fazendo favor algum a ti. É o trabalho deles.” “Mania de carioca. Lá podemos não fazer uso de ‘muito obrigado’, ‘com licença’ ou ‘por favor’. A não ser com os garçons.” “Juro que não entendo.” “É simples: temos de ficar amigos dos garçons para conseguirmos ser atendidos. Nos bares ‘clássicos’ é assim ao menos.” “Ainda não entendo.” “É porque você não é carioca. Não vai entender a referência de banheiro sujo e atendimento ruim para boteco bom.”

Os chopes chegam, Júlio agradece mais uma vez e elogia o excelente serviço. Muito obrigado, doutor. Estamos aqui para isso mesmo.

“Mas conta aí. Quando começou essa tua fissura na menina.” “Não é uma fissura nela. É uma fissura por conta dela. Um ciúme que foge aos padrões, meu.” “Que seja. Conta.” “Então. Eu a conheci nessas idas e vindas da USP. Numa vernissage estávamos falando de Sartre e Heiddeger. Eu, o Carlos – que você conheceu ontem – e o nosso professor de Lógica.” “O coroa tem pinta de curtir uma caninha mesmo.” “Não perde um evento de ácool gratuito, o puto. Mas estávamos lá vomitando filosofia de quinta movida a vinho de sexta quando surge do meio do nada a menina linda. Cabelos negros, um olhar de desesperada, uma tatuagem sensacional no ombro e um cheiro de quem havia dado há pouco. O professor catou a menina num canto e faturou a noite. Nunca mais esqueci dela.”

Júlio virou o que restava do chope e pediu um jiló assado. Com alho, por favor. Ah! Manda uma porção de pastéis de carne e queijo. Valeu! Olhou pro amigo e começou a entender a questão.

“Fala mais.” “Nem tem o que falar. Ela fez contato via Orkut com uma galera do evento e ficamos ‘amiguinhos’. Daí messenger, telefone, cafés e sopas e eu me vi confidente das aventuras sexuais dela.” “Dançou, negão. Mesmo. Essa daí você nunca vai ver pelada na vida.” “Eu sei. Mas não sei o que fazer.”

Marquinhos virou o chope quente e comeu um pastel. Fez careta quando viu que era de queijo e sinal pro garçom quando capturou sua atenção. Me vê mais um. Chope. Olhou pro amigo e respirou fundo antes de falar.

“Meu, o lance não é ela ter alguém. Tô pouco me lixando para isso. Será que é tão difícil de entender? Não quero saber de amor, traição, adultério, essas merdas todas que rodeiam os relacionamentos. O meu lance é o desejo e até onde chega a tolerância de um homem frente a esse desejo. Ela tirou umas fotos peladas com o carinha atual, sabe? E eu estou pouco me lixando se o mundo vai ver ela pelada ou se o cara vai transar com ela centenas de vezes. Ou com centenas de homens. Ou mulheres, tamanduás, anões de jardim. Não me importa. A questão é entre mim e ela: eu quero vê-la gozando e eu sendo o responsável por esse gozo. E eu não consigo viver com ela me negando a chance de fazê-la feliz uma vez ao menos.”

Pediram a conta.

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June 11, 2007 0

Silêncios

By zander catta preta in textos, tribuna

publicado na Tribuna da Imprensa

Novamente era uma mesa de bar. Botecão mesmo, na Augusta. Acho que era o Ibotirama. Já estava bêbado demais para ter certeza dos lugares. À minha frente dois amigos que atravessaram mais de quatrocentos quilômetros para me visitar. Eu estava feliz com aquelas faces tão amigas ali reunidas.

Já tínhamos rodado uma série de lugares de baixo renome atrás de uma Serramalte digna e o sucesso fora marginal, no mínimo. Até o fim de semana terminar, apenas desventuras e programas furados por conta do desconhecimento do terreno de um carioca desterrado em Sampa. Teoricamente eu já deveria ter mapeado todo o submundo da cidade e saber de cor os points de álcool de qualidade. Não o fizera. Como eu iria descobrir mais tarde, a idade tava cobrando uma taxa maior que eu esperava.

Sentamos nas cadeiras de plástico e na mesma hora nos arrependemos de ter abandonado os bancos quentes da Bela Paulista. Tentamos engatar alguns papos sem nexo e parecia que nada rendia. Ou não rendia da mesma maneira que quinze anos atrás. Não era esgotamento do carinho mútuo, pois esse era aparente, mas era mais uma distância que fora construída vida afora.

O que mais se ouvia era o nosso silêncio. Olhei os rostos dos meus amigos como se os encontrasse pela primeira vez. Me surpreendi com as rugas de um e os quilos ganhos de outro. Imaginei que o mesmo acontecia comigo, o tempo não perdoa ninguém. O cansaço da viagem e do dia de trabalho ajudavam a tornar esse silêncio em algo mais imperativo que a vontade de beber e acordar acabado numa sarjeta paulistana.

Na verdade, não havia a vontade de repetir aqueles programas de adolescente desesperado por acabar consigo mesmo ante o mundo adulto que se apresenta para ele. Já temos a certeza de nossos papéis na sociedade e o que temos de desempenhar diariamente para nos afirmarmos como cidadãos produtivos e eficientes. Temos uma história de quarto de século após a fralda cada um. Temos responsabilidades e deveres e somos lembrados deles diariamente. E é isso que nos faz adultos, não é? A ausência de indulgências perante nossas responsabilidades.

Tentamos lembrar de alguns casos do passado ou de pessoas que perdemos o contato. A cerveja – Brahma, nevada, gelada – calava as intenções de continuarmos os assuntos inócuos. Ficamos com o planejamento do sábado e do domingo.

Ainda que eu tentasse amealhar alguma lembrança boa dos três na mesa de bar varando aquela madrugada, era indelével a sensação de derrota perante as minhas mais caras lembranças da vida. Queria que tivesse sido um fim de semana de abraços, gargalhadas, lugares legais a se ver em Sampa e um revival do que era a maior amizade de todo o mundo.

Mas éramos apenas três bêbados a silenciar ante as nossas histórias do passado e anunciando um fim de semana que acabara já na madrugada de sexta-feira.

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June 8, 2007 1

With Apologies to The Who

By zander catta preta in citações, fotos

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June 1, 2007 3

Oração de São Francisco de Assis

By zander catta preta in citações, orações

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa , que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvida, que eu leve a fé,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,
Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó Mestre, fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido,
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se nasce para a vida eterna…

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May 31, 2007 5

morena

By zander catta preta in poemas, textos, tribuna

publicado na Tribuna da Imprensa

Eu não tenho muito a te ensinar – só sei que você me faz sorrir.  E isso você também sabe
não sei o caminho para a felicidade – só sei que você tem de estar ali do lado na caminhada
não sei o caminho para a loucura – só sei que você me tira do sério com cada sorriso seu
não sei como fazer, só sei te amar

E o meu amor são vários:
é a menina que enfeita a foto do meu mensageiro instantâneo digital
é a minha filha maravilhosa que me recebe feliz, incondicionalmente
é a cidade que é como minha filha, me ama, me expulsa, me rejeita, me recebe com os braços abertos

o meu amor é plural
é da humanidade
e das meninas morenas de olhos verdes que me encantam na paulista
e das morenas brejeiras sambistas sangue bom que me seduzem na lapa
é dos livros encadernados com carinho nas livrarias e na prateleira de casa
e é das músicas que embalam as noites insones

o meu amor é carnal
é sinestésico, sensorial
é de cada gozo, de cada tremor de prazer
é som, cheiro, toque

o meu amor é infinito
e faltam sete dias para encontrá-lo

me ama?

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May 28, 2007 15

corrente. de novo. 7 coisas.

By zander catta preta in corrente

Rachel me passou essa “gracinha”. Lindo… pelo menos me vingo passando pra frente.

07 coisas que tenho que fazer antes de morrer:

  1. ver Catarina se formar
  2. terminar uma faculdade (qualquer uma)
  3. alugar o meu apê e morar só (por um ano, ao menos)
  4. ir à França
  5. aprender francês
  6. reaprender a sorrir sem medo de ser criticado
  7. achar meu centro e me sentir dono de mim novamente

07 coisas que mais gosto:

  1. abraçar
  2. beijar
  3. namorar
  4. ver o sol se pôr
  5. ver o sol nascer
  6. tomar chope bom
  7. ver um sorriso sincero

07 prazeres fúteis:

  1. colecionar quadrinhos e música digitais
  2. olhar placas de carro e tentar adivinhar como será o meu dia através dos números delas
  3. cheiro de gente de bem
  4. ver as nuvens acinzentarem um céu azul
  5. contar os segundos entre o relâmpago e o trovão
  6. fazer cócegas
  7. ter o computador mais possante que o meu dinheiro consegue comprar

07 coisas que mais digo:

  1. Né?
  2. Então…
  3. E aí?
  4. Caralho!
  5. Puta merda.
  6. Puta que pariu, caralho.
  7. Merda.

07 coisas que faço bem:

  1. beijar (dizem)
  2. escrever (dizem)
  3. falar (dizem)
  4. entender o outro
  5. contar causos
  6. aborrecer o próximo
  7. correntes

07 coisas que não faço:

  1. dirigir
  2. roubar
  3. tomar banho frio
  4. economizar
  5. terminar o que começo
  6. me entregar por completo
  7. assumir minhas incompetências

07 coisas que me encantam:

  1. crianças educadas
  2. olhos verdes (ou azuis, ou violeta)
  3. beijo apaixonado
  4. casal andando de mãos dadas
  5. carinho espontâneo
  6. olhares perdidos
  7. gente que fala sozinha

07 coisas que odeio

  1. desprezo
  2. incompreensão
  3. intolerância
  4. que controlem a minha vida
  5. desconfiança (justificada ou não)
  6. acordar cedo
  7. não ter dinheiro

Teoricamente eu deveria passar esse carma essa corrente para sete amigos. Então vou escolher amigos da blogagi:

Vamos lá: Théo, Lilhá, Lívia, Júnior, Monicake, Júlio, Gabi. Divirtam-se

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