Tenho quarenta anos, carioca, desterrado em São Paulo. Conto as histórias que vivi como se fosse de outrem. E as histórias dos outros como se fossem minhas. Revelo o patético, o humano, o carnal das relações mais inocentes.
Eu era alguém até ontem. Desde o nascimento fui diveresas pessoas, personagens, criaturas. Fato é que não quero ser coisa alguma. Estou sendo. Sou transitório, imperene, diáfano e efêmero.
Quem eu sou? Um mistério em um livro aberto. Uma farsa, um travesti pós-moderno. Cobro em euros e dizem que eu beijo bem. Carla Bruni que o diga...
Mas não sou feito de razões. Estas eu deixo para pagar as minhas contas. O que tenho para o mundo é minha veia aberta, o meu core sangrado e exposto.
estou com uma preguiça monstra, a mãe de todas as preguiças, para desenvolver esse tema hoje. amanhã eu o concluo…
sua preguiça, mãe de todas as preguiças, como toda mãe, deve ser respeitada…