metrô domingo

February 23rd, 2010 § 0

Eu e patroa tentamos pegar um trem para Ipanema, e depois metro de superfície até o Leblon. Parou a composição e entramos no último vagão. Ao fechar as portas começa o batuque e uma galera a dançar dentro do vagão. Melhor, metade do vagão, porque quem não queria participar da folia à força, se amontoava na metade posterior.

Obviamente, entramos na anterior.

Quando os meninos que estavam apenas fazendo poledancing e dança do sirizão no fundo aventaram a possibilidade de andar pendurados nos apoios de metal e ficar dando cambalhotas, decidimos descer em Botafogo mesmo.

A composição seguinte estava lotada só de “foliões”: geral batucando, bebendo e – eu vi, não me contaram – bebendo e molhando as cadeiras dos carros. Domingo. Pós-carnaval. 4h da tarde. A segurança do metrô? coitados, eram poucos para o exército da diversão sadia e educada. Atravessamos a estação e pegamos um metrô para voltar para casa. O carro estava todo molhado, sujo, dava nojo de sentar nos bancos.

Eu estou ficando velho e chato, fato, mas putaquepariu. Carnaval, ano que vem, só na Suíça.

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Chuvas de fevereiro

September 17th, 2009 § 0

Nunca mais houve um verão como aquele. As chuvas alagaram o inalagável, transformando a Avenida Atlântica num rio caudaloso e poluído. E foram dias e carnaval de chuva torrencial onde gente morria a balde (desculpem o trocadilho) e chorava os desabamentos em plena Zona Sul da Maravilhosa Cidade de São Sebastião.

Era no governo Brizola, amado e odiado por legiões, e serviu de desculpas para campanhas difamatórias e uma ação de solidariedade da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Eu estudava num colégio católico em Ipanema e me lembro vagamente das pessoas se mobilizando para arrecadar alimento e roupas, tudo sob as bênçãos de João de Deus, o Paulo II.

Da minha parte, eu me divertia era em ver as pessoas procurando abrigo nos cantos de calçada secos, como se a chuva carregasse algo mais que os restos de vida civilizada maré afora. “Essa água tem doença”, minha avó dizia, “não vai na rua que tá tudo alagado”. Eu descia para o play – sim, sou moleque de prédio, criado em pleigraundi – para andar de bicicleta, fazer guerra com garrafas e pistolas d’água e jogar Super Trunfo com as outras crianças.

Quando chove forte no verão (ou no inverno, tanto faz) me voltam as boas e felizes memórias de um refresco no calor louco do Rio, de um tempo em que as coisas pareciam ser mais simples e resolvíveis num par ou ímpar, num zero-ou-um. Que o meu anseio maior era ter uma bicicleta Brandaine e saber se o UltraSeven era melhor que o Spectreman.

Apesar das mortes e das varejeiras que vinham do morro atrás do meu prédio. As vidas que iam, as tragédias, vindas da mesma fonte da minha alegria. Da mesma fonte, alegria e tragédia, ventura e desgraça.

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Carnaval no Rio – 1955

February 26th, 2009 § 0

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Réquiem de foliões

February 23rd, 2007 § 3

publicado na Tribuna da Imprensa

“Mas eu não entendo o porquê de você ficar assim tão macambúzio, rapaz. Afinal de contas, é Carnaval!”

Bruno deixou escapar um sorriso amarelo e, dentre os dentes, respondeu que estava de ressaca da noite anterior. O Carnaval para ele era apenas mais um feriado quente no início do ano e que, eventualmente, coincidia com o Ano Novo chinês. Inclusive, era esse o caso.

De certa forma, podia-se dizer que ele estava enchendo a cara desde o ano passado. Achava um saco essa coisa de desfile de escolas de samba e só tinha simpatia pelos blocos que ficam só na “concentração”. Como eram poucos – e bons – o seu circuito carnavalístico era bem limitado.

Anderson já era o oposto. Só parava no boteco para recarregar as baterias e colocar em dia a lista de foliãs abatidas pelos amigos. Já estava se preparando para levantar e partir pro Bip-bip quando viu que Claudinho se aproximava.

Alan era um moderado. Não dispensava uma farra, mas não morria de amores pelas aglomerações que o Carnaval estimulava. Decerto, as fêmeas em fúria uterina e a cerveja farta eram atrativos que o mantinham na atividade, a despeito do calor senegalês que o Rio de Janeiro é submetido no fim do verão.

“Desce uma gelada, Juvenal. Qual é o babado, rapaziada? Bruno, que cara de cu é essa? Ainda com dor de corno?”

Dessa vez ele engoliu o sorriso amarelo para mostrar os dentes brancos bem desenhados. Custaram uma fortuna, dissera uma vez, mas derretem o coração de qualquer menina desavisada do canalha devorador de gente que morava atrás da arcada.

“Dessa vez, não. Chicão nos dará a honra da sua presença? Ou está enrolado com uma qualquer por aí?” “Provavelmente, cara. Aliás, decerto”. “E Claudinho, Alan? Ainda em lua-de-mel com Elisa? E os nerds dos infernos? Quais as novas da galera?” “Sem novas. Sim, Claudinho tá lá marcando o território. Gordo foi pra França, Burro tá trabalhando”. “Se ferrou o mané!”. “Pois é, Bruno. E o Grande tá em Petrópolis. Eu, dado o interesse manifesto de vossas senhorias, estou em guerra ampla, geral e irrestrita”.

Os três riram e brindaram aos amigos ausentes. Aos “vencidos” na batalha dos sexos, aos que partiram do exército dos solteiros e se alistaram na tropa dos casados, enrolados, amarrados e afins. Fizeram um brinde, mais tímido, aos que “trocaram de time” efetivamente, aumentando as chances de cada macho disponível e praticante do heterossexo de, de fato, fazê-lo.

Bruno, findas as libações, cerrou o cenho novamente e se fechou em copas. “Bruno, o que há?” Olhou para a cara de Alan. Olhou para o relógio. Lembrou das bebidas da noite passada e lembrou que a única ressaca que tinha, naquele momento, era a moral. Virara a madrugada entre as pernas de uma menina quinze anos mais nova e, apesar do troféu conquistado, sentia-se impuro. Como se tivesse cruzado uma linha amoral.

“Qual a idade da menina, afinal?” “Vinte e um, Anderson. Vinte e um aninhos.” “Já era mulher?” “Sim, e como.” “Então? Qual o problema?” “Eu nunca mais terei vinte e um. É esse o problema.”

Dito isso, olhou novamente para o relógio e viu que uma linda moça, de cabelos negros, olhos amendoados e verdes – sempre os verdes olhos – se aproximava. Se beijaram. Os colegas saudaram a chegada da beleza que a Quaresma anunciava.

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O quarto cara

November 10th, 2006 § 0

texto publicado em LIVinRooom

publicado na Tribuna da Imprensa

Ela chegou em casa e ligou o micro quase como um ato de desespero físico. Queria algo para se ocupar que não envolvesse álcool, tabaco, música alta para dançar e homens despidos. Ali ela podia, enfim, degustar a exaustão que o fim de uma festa proporciona. Parecia que a fadiga de anos torcia qualquer expressão naquela hora. Não sorria, nem chorava, tampouco se entendia com o que o corpo pedia. Estava à beira de um divórcio consigo mesma. Talvez fosse uma maldita TPM fora de hora ou o resto de um mal estar com a comida do bandejão da empresa. Ou então a maior ressaca moral de sua vida.

Enquanto tirava a roupa se lembrou de diversas situações erótico-engraçadas. Nenhuma dessas envolvia os rapazes que devorara recentemente. Assustou-se quando viu que a maior parte deles era com o Claudinho, amante de priscas eras. Ele, definitivamente sabia entreter uma mulher por bastante tempo. Por dois anos, de fato.

Colocou as mãos entre as pernas e lembrou-se, delicadamente, dele. A ardência da atividade do feriado estendido fê-la lembrar de quão animados, curiosos e criativos eles eram. Viviam colados e transavam em toda e qualquer oportunidade que a vida lhes dava. E, saibamos que a vida dá muitas oportunidades para sexo de entretenimento quando se tem vinte e poucos anos.

Soube que tinha extrapolado os limites quando fez a conta mental e realizou que tinha se deitado com o terceiro homem diferente em apenas um feriado estendido. Só não era algo digno para entrar no livro dos recordes porque sabia que Amandinha tinha feito dezesseis num carnaval passado.

Entrou no banho e deixou que a água morna lavasse o suor de três dias de farra acumulada. Depois tapou o ralo da banheira e sentou-se sob o chuveiro, esperando que a água chegasse à borda. Derramou um pouco de sabonete líquido na água e fechou os olhos para relaxar em cozimento leve.

Sentiu latejar mais uma vez, mas ignorou. Conferiu mentalmente se tinha usado camisinha em todas as vezes e supôs que sim. É claro que sim! Com certeza! Espero. Será? Iria conferir com os rapazes após acordar do sono de beleza, algumas horas depois.

Acordou ainda ressacada, ao meio-dia. Brigou com o travesseiro e os lençóis que não a deixavam ter o sono entorpecido sem sonhos. Imagens caleidoscópicas lhe fizeram doer a cabeça e a luz do dia pleno em nada ajudava. Xingou os fabricantes de cortinas vagabundas que a convenceram a dispensar o blackout que a defenderia desses infernais momentos. Abençoou os inventores do ar-condicionado quando se levantou para trocar a regulagem do mesmo de “muito frio” para “frigorífico caseiro”.

Caçou quatro aspirinas na gaveta e catou um copo de água na cozinha. Encheu-o de coca-cola e se arrastou como moribunda pela quitinete até voltar ao longínquo quarto gelado. Engoliu os quatro como se fosse uma panacéia universal e tentou dormir mais uma vez.

Quando a enxaqueca já anunciava que tinha comprado as passagens de ida para a terra das lembranças dos males que o álcool faz, o telefone tocou. Elisa acordou de supetão e ficou encarando o celular como se não acreditasse no que estava acontecendo. Tocou duas, três vezes e parou. Não era o Cláudio. Obviamente não. Fazia mais de ano que eles tinham tido o seu último revival. Tocou novamente. Ana. “Mulher. Tu não sabe quem eu acabei de ver aqui na praia!” “Hmmm.” “Claudinho!” Putaquepariudequatro.

“E sabe por quem ele perguntou?” “Hmmm.” “Por você, amiga! Esse homem não te esquece, boba! E aí… noite boa ontem?” “Depois te ligo, Ana. Beijo. Te adoro.”

Desligou rapidamente, jogou o aparelho no pé da cama e ficou encarando o Nokia rosa. Dormiu oito horas seguidas e ligou prum dos bofes para mais uma rodada de esquecimento fácil.

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Fantasias pré-carnavalescas

January 1st, 2006 § 4

Passava por uma fase apática, de conquistas pífias: não se interessava pelo trabalho, achava que tudo era sem importância, sem relevância para si e para A Empresa; as mulheres ou lhe deixavam a esperar ou não causavam espécie, desinteressantes, desimportantes; os porres inócuos, mal lhe davam a dor de cabeça do arrependimento; a casa, largada ao tempo, cresciam fungos às paredes.

Voltou de sua rotina estapafúrdia cansado da vida, esperando encontrar abrigo na frente de um tubo de raios catódicos ou de algo que o levasse para uma condição morna de existência.

Chegou em casa, largou a pasta em cima da cadeira de sempre, ligou a televisão, procurou um devedê na sua coleção de filmes antigos, lascou um “Era uma vez no Oeste” dentro do bicho e foi tirar gelo do congelador. Adicionou água e uísque, sentou-se no sofá, retirando os sapatos com desprezo. Olhou mais uma vez para a infiltração de estimação da cozinha para a sala e se prometeu, mais uma vez, que iria ligar para um arquiteto, um bombeiro, para o exército da salvação, qualquer um que pudesse resolver aquilo. Estava começando a afetar a sua saúde. Aliás, já era efeito do álcool ou tinha um rosto naquela mancha?

Assistiu o filme com indiferença. Desligou a tevê. Largou a garrafa vazia para o lixo, o copo para a pia, as meias para a máquina de lavar e os sapatos para a janela. Voltou para a sala, guardou o disco do filme na sua própria caixa, arrumou-o na sua coleção e foi para a escrivaninha. Pegou o pendrive com o serviço que trouxera do trabalho, ligou o laptop e copiou os arquivos.

Trabalhou dez minutos e conectou-se à internet. Seis horas depois desligou o micro, saciado.

Acordou mais miserável que o dia anterior mas menos que o seguinte. Tomou banho, masturbou-se, enxugou-se e vestiu uma roupa nova que era tão igual quanto as antigas. Saiu de casa pensando na sexta-feira próxima e nas compras da semana. Pensou no cartão de crédito, na conta de luz, de gás, de telefone, aliás, os dois telefones, na conta de tevê a cabo que não assistia e no salário que dava para pagar tudo com folga. Esse último pensamento foi o alento e ânimo necessário para pegar o táxi que o levaria ao trabalho.

Sentou-se à baia executiva, tornou a vida de alguns mais miserável, preencheu mais relatórios, almoçou, fez o meta-trabalho de praxe, retornou à baia, delegou aquilo que não queria resolver ou não achava interessante, esperou pacientemente o horário de saída. Fingiu que tinha mais trabalho a fazer e enrolou mais duas horas para “fazer cena”. Levantou-se às oito e meia e chamando o rádio-táxi no caminho da portaria. Às nove e quinze estava em casa.

Era a vida que planejara anos a fio. Não havia envolvimento, emoção. Mas o engraçado é que um simples sinal pode desmontar uma fantasia.

Quando mais jovem era um rebelde, um irresponsável. Apaixonava-se a torto e direito, era um poeta louco, ator insano mas negou essa parte de si para que pudesse ser um outro alguém. Não se sabe em que momento essa mudança se deu, mas aos poucos a chama passional que ele portava fora apagada. Tinha decidido que viveria um dia por vez, aceitando os favores do tempo da maneira que se apresentavam. Não criaria expectativas ou ilusões.

Só que o destino sempre tem cartas desconhecidas nas mangas.

Tá certo que nada indicava a possibilidade de algo acontecer. Mas a nesga de esperança que teimava em se agarrar ao seu sonho era tão tentadora que ele permitiu que o sol entrasse em áreas que ele tinha jurado que ficariam fechadas. Bastou um sorriso sincero, apesar de inocente, e ele se prostrou novamente aos desmandos dos deuses do acaso.

Estava pagando pela língua no final das contas.

Em seis semanas despediria-se do emprego, do cárcere, da segurança de acordar no dia seguinte. Anunciava-se o Carnaval.

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E eis que chega a mensagem de ano novo

December 18th, 2005 § 1

Amanhã é dezenove de dezembro e, se minhas contas não estão erradas, faltam apenas doze dias para a passagem do ano.

Para muitos, é momento de confraternização, de alegria, festa e farra, de viajar, estar com a família e com os amigos queridos. Para outros é a hora de renovar esperanças, energias, promessas não cumpridas, fazer novas promessas, planejar aquilo que será feito.

Dia trinta e um de dezembro é, de fato, apenas a véspera do dia primeiro de janeiro.

E só isso.

O calendário vira, adiciona-se um número ao ano e continua-se vivendo da mesma maneira que antes. As promessas são esquecidas no dia dez de fevereiro, as energias acabam na porta de saída do carnaval e o trabalho, os estudos, as procuras pessoais continuam prosseguindo da mesma forma.

Pouco muda.

Ano passado resolvi fazer apenas uma promessa. Ser uma pessoa melhor em todo e qualquer aspecto da minha vida, apenas uma pessoa melhor. Para cada passo dado, viraria para trás e diria “Putz! Que passo duca!” e obviamente não cumpri isso plenamente: fiz coisas das quais me arrependi e desarrependi logo depois; agi errado com uns e mais errado com outros; cresci muito em pouco tempo para me descobrir infantil, imaturo e imbecil logo em seguida; ganhei muito dinheiro para perder em bobagens que me duraravam apenas um sorriso de minutos.

Mas nunca, nunca mesmo, posso me referir a dois mil e cinco como um ano ruim.

Não ouso dizer que aprendi, pois o ser humano é notório pela capacidade inesgotável de cometer os mesmos erros sempre, mas afirmo que tenho mais histórias para contar em mesas de bar. Histórias patéticas, heróicas, eróticas, exóticas e mais.

E que conheci um pouco mais desse desconhecido que mora aqui dentro de mim.

Então desejo a todos que tudo que será planejado em 2006 seja invertido, deslocado. Que se apresente de novas maneiras, que te surpreenda a ponto de você olhar para cada ação sua e não se reconheça de imediato mas que realize que você se tornou mais humano em cada ação.

Pois o mundo está sedento de humanidade.

Bom 2006 a todos.

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sobre sexo

January 25th, 2004 § 1

A

Acrotomofilia – é a pessoa atraída pela idéia de fazer sexo com multilado ou fantasiar o ato.

Acupressão – arte de estimular os centros de prazer e autocura do corpo por meio de pressão direta sobre áreas específicas .

Acusticofilia – é a pessoa que se excita com sons.

Adereços – objetos especialmente projetodos para os seios e orgãos genitais.

Adolescentilismo parafílico – é a pessoa que encontra prazer sexual vestindo-se como adolescente ou comportando como tal.

Adultério – é a união sexual de pessoas quando pelo menos uma delas é casada com outra.

Afrodisíacos – substância que aumentão ou estimulão o desejo sexual e a resistência. o termo vem de afrodite, a deusa do amor.

Agalmatofilia – refere-se a pessoa s com fetiches de estátuas e manequins.

Agorafilia – são as pessoas que demonstram o dezejo de fazer sexo no quintal, num parque , ou área aberta geralmente geralmente esperimentarão um nível de excitação incomum por estarem fora de casa.

Agrexofilia – refere-se àqueles que são excitados com a perspectiva de que outros possam perceber ou ouvir seu ato sexual. Isto pode ocorrer em hotéis, cenas de sexo em grupo, em lugar aberto, ou durante as visitas de amigos ou parentes.

Alcovitagem – o alcoviteiro é quem arranja prostitutas para uma terceira pessoa ou quem convence alguém a ser se prostituir, providenciando os clientes.

Algofilia – se refere à excitação sexual causada pela sensação de dor.

Almanaques eróticos – revistas e livros que fornecem informações atualizadas sobre atividades internacionais de interesse de pessoas sexualmente ativas.

Alongamento – os alongamentos podem ser permanentes ou temporários. os dois tipos de alongamento são feito para modificar a aparencia dos órgãos genitais ou mamilos e podem causar algum desconforto.

Alogasmia – refere-se àqueles incapazes de atingir o orgasmo sem recorrer a fantasia sobre um parceiro mais desejável do que aquele com que eles estão fazendo sexo.

Amaurofilia – refere-se àqueles que são excitados por um parceiro sexual que não é capaz de vê-los e não se aplica a dois parceiros cegos.

Amuletos – referem-se a cânticos, objetos ou gestos que supostamente têm poderes mágicos.

Anaclitismo – é o ato de atingir excitação sexual adulta por meio de atividades e objetos a que se era exposto quando criança.

Anastemafilia – refere-se a pessoas que se sentem atraídas por outras por causa da diferença de altura.

Androidismo – são usados para descrever robôs ou máquinas programáveis que se assemelham a humanos.

Andromimetofilia – refer-se àqueles que ficam sexualmente excitados por mulheres que imitam homens.

Anisonogâmico – é aquele que sente atração por parceiros muito mais velho ou muito mais novos.

Antropofagia – é o ato de canibalismo.

Autofagia – refere-se à ingestão prócarne.

Apotenofilia – descreve pessoas que ficam excitadas com a idéia de perder um membro ou ter uma parte do corpo removida cirurgicamente.

Aracnefilia – refere-se áqueles que ficam excitados com jogos sexuais envolvendo aranhas.

Arranhão – os arranhões são usados durante o preâmbulo amoroso e o sexo desde tempos remotos.

Artigos de papelaria – esses artigos se direcionam a pessoas de preferência sexual interessadas na expressão erótica.

Asfixia auto-erótica – refere-se ao estrangulamento ou sufocação por auto-indução durante a masturbação.

Assédio sexual – avanços sexuais indesejados.

Ativista – refere-se àquele que coreografam ou se enganjam num jogo sexual direto com o parceiro.

Autogonistofilia – refere-se àqueles que ficam excitados quando estão no palco ou enfrente as câmeras.

Auto-assassinofilia – refere à idealização da própria morte por assassinato.

Automasoquismo – imposição do sofrimento par a reprimir a excitação.

Axilismo – se refer ao uso das axilas no sexo.

B

Balanço – os balanços do sexo são antigas invenções oriental projetada para dar o máximo de prazer sexual.

Bancos de esperma – são locais onde o esperma é depositado para ser usado futuramente na fertilização de mulheres.

Banhos – os banhos foram usados através dos tempos para higiene pessoal, saúde, rituais, religiosos, luxo, socialização, diversão, excitação sexual e encontro com prostitutas.

Beijos – ato de tocar com os lábios em alguém ou algum objeto.

Beliscão – algumas pessoas ficam excitadas ao beliscar o parceiro durante o sexo ou ser beliscada por ele.

Biastofilia – refere-se àqueles que só ficam excitado quando atacam sexualmente uma vítima relutante.

Bissexualismo – o bissexual têm atração pelos dois sexos como parceiros.

Bolinagem – é o ato de excitar uma pessoa sem a intenção de satisfazer o desejo despertado.

Boneca de fornicação – são aquelas produzidas com o objetivo específico de acomodar a penetração genital.

Bordel – são estabelecimentos onde as prostitutas exercem a sua profissão .

Bradicúbia – se refere à técnica em que o homem lentamente introduz e retir a o pênis da vagina ou do ânus do parceiro(a).

Brinquedos de penetração – são instrumentos mecânicos onde o pênis é introduzido para a masturbação.

C

Cabra-cega – ou impedimento manual da visão de um parceiro, obtém vários resultados. A pessoa que perde sua visão temporariamente desenvolve uma grande percepção dos outros sentidos , como o tato.

Caça-gordos – nome que se dá àqueles que se sentem sexualmente atraído por um parceiro obeso.

Cáftens – os cáftens ganham a vida com o lucro obtido na corretagem de prostitutas.

Calabouço – é uma sala especialmente equipada para a atividade sexual.

Candaulismo – refere-se a um grupo de três pessoas em que somente duas fazem sexo enquanto a outra observa, às vezes de dentro do armário.

Característica do líquido seminal – a consistência, sabor e quantidade da secreção vaginal ou do esperma variam de pessoa para pessoa.

Casamentos – é a união entre duas pessoas , geralmente consumida com um voto solene.

Casas de massagem – oferecem vários tipos de massagem.

Castigo da anágua – refere-se á disciplina imposta aos meninos pela qual eram forçados pela mãe, irmã, governanta ou tia a usar “kilt” sem a pochete geralmente pendurada.

Castração – a castração é definida como a remoção dos testículos ou ovários.

Catamitas – os catamitas eram jovens usados por homens mais velhos como amantes.

Cateter – os cateteres são usados em jogos sexuais como um símbolo de controle total sobre o parceiro.

Cativeiro – ato de restringir o movimento de uma pessoa. pode ser físico ou simbólico e envolver muitos métodos diferentes.

Celibato – refere-se à abstinência sexual ou ao estado de uma pessoa que se mantém solteira. é estimulado por várias instituições, governos e religiões por diversas razões.

Cenas médicas – ou a iatronudia se refere àqueles que se fingem de doentes para poder se despir-se em frente do médico.

Cera quente – usada em jogos sexuais para almentar a adrenalina e, consequentemente, a excitação.

Chaperons – eram populares no século 19 . Deviam proteger e supervisionar o comportamento de moças.

Charutos – os charutos são usados como instrumentos de excitação.

Chemise cagoule – era uma espécie de camisolão usado por homens católicos durante a idade média.

Chevalier d’eon – foi um dos primeiros e controversos travestis da europa, cujo nome deu origem ao termo eonismo.

Choque elétrico – o choque elétrico é usado como uma forma de excitação ou tortura leve, dependendo da quantidade de voltagem escolhida pelo receptor.

Cicatriz – provavelmente praticada há muito mais tempo do que sugerem os registros. A primeira evidência foi encontrada em múmias egípcias com 4.200 anos.

Cinto de castidade – os cintos de castidade são semelhantes aos suportes atléticos e destinado a impedir a relação sexual.

Claustrofilia – refere-se àquele que fica sexualmente excitado quando confinado em compartimento pequeno.

Cleptofilia – é o ato de se excitar com o furto.

Clismafilia – os egípcios usavam enemas para aliviar a constipação acreditavam que todas as doenças eram causadas pelo acúmulo de resíduo tóxico no organismo.

Clitoridectomia – procedimento cirúrgico usado para a remoção do clitóris. Até o inicio do século realizada nas mulheres norte-americanas para evitar a masturbação habitual.

Código do lenço – usado por alguns grupos sadomasoquistas e gays. as cores denotam as preferência por atividades sexuais. As cores no lado direito do corpo revelam que o parceiro é passivo. assim as pessoas buscam os lenços adequados no lado oposto do corpo do parceiro em perspectiva.

Coito à cheval – ou sexo em cima do cavalo.

Coito à mammilla – ou a penetração entre os seio, é o ato de ejacular entre os seios.

Coito à unda – refere-se ao sexo dentro d’água .

Colchão de prego – deitar sobre um colchão de pregos é uma forma passiva de masoquismo. este colchão era usado nas religiões orientais para criar sensações intensas.

Compensação sensorial – mecanismo natural do corpo pelo qual regulamos a quantidade de estímulo externo a nível manejável.

Confissões – as confissões, na igreja católica, permitem aos fies serem absorvidos de seus “pecados” .

Constrições – usadas para induzir um estado de transe ou simplesmente para produzir sensações diferentes daquelas normalmente experimentada no sexo.

Coprofagia – é o ato de comer fezes para se excitar.

Coprofilia – se refere à excitação sexual produzida por fezes.

Coprografia – é literalmente, o ato de escrever com fezes, mas é usada aqui para descrever alguém que escrevinha vulgaridades nas paredes de banheiros públicos .

Coquetéis – a palavra coquetel é usada no jogo sexual para descrever a ingestão de fluidos corporais como sangue, sêmen, urina e conteúdos de um enema, de um copo ou cálice.

Coreofilia- refere-se àqueles que se excitam com dança.

Couvade – é o costume do homem se unir à mulher numa experiência simbólica do parto durante o nascimento da criança. Em alguns casos, o pai devia ficar na cama ou isolado por algum tempo depois do parto.

Crematistofilia – refere-se àqueles que ficam excitado ao terem de pagar pelo sexo ou serem roubados.

Cuco – é o marido infeliz.

Culto – os devotos devem apresentar atos ritualísticos de adoração diante de seu deus ou deusa.

Culto a ioni – refere-se a genitália. Ioni possuía qualidade mágicas, e uma mulher podia curar doentes ou afastar tempestades e demônios pelo simples ato de expor sua genitália.

Culto satânico – o culto a satanás como é conhecido hoje só passou a existir quando o cristianismo adotou a filosofia da separação entre o bem e o mal.

Cunilíngua – é o ato de lamber a região genital da mulher e é muito comum entre as diversas culturas do mundo.

Cuspe – usado no sexo como uma forma de humilhação ou como fetiche.

D

Dacrifilia – refere-se àqueles que se excitam ao ver o parceiro com lágrimas nos olhos.

Dança do ventre – ou dança da fertilidade, versão moderna de uma dança religiosa representando o sexo e o parto.

Dança dos sinos – forma de altofragelação ritualística onde a dançarina fura o corpo para pendurar ornamentos por meio de cordões.

Deficiências – incluem incapacidades físicas , doenças sexualmentes tramissíveis (dst), que são incuráveis .

Dendrofilia – refere-se àqueles que sentem atração por árvores.

Dependência amorosa – é o impulso irresistível de fantasiar sobre o objeto do amor.

Depilação – ela consiste na remoção do pêlo por corte, barbeação, eletrólise, arrancamento, ou pelo uso de cera ou cremes.

Desejo de matar – pessoa que mata para fazer sexo com o cadáver, tranferência do comportamento agressivo ou sadismo para um estranho.

Desenhos antropomórficos – significa atribuir caractéristicas humanas a outras entidades, particulamentes animais.

Despedida de solteiro – as festas são promovidas por homens, em homenagem ao amigo que vai se casar e variam de acordo com a moral dos participantes.

Dippoldismo – refere-se àqueles que ficam excitados ao espancar ou flagelar crianças.

Disciplina – termos usados no sadomasoquismo para descrever as normas de obediência, podendo também referir-se às formas de punição usadas para exigir seu cumprimento.

Dismorfofilia – refere-se àqueles que se sentem atraídos por parceiros com deformidade físicas.

Disque informações s/ sexo – esse serviço pode ser patrocinado por instituições de caridade, governo ou iniciativa privada, e responde a dúvida sobre sexualidade.

Dogging – termo inglês para um esporte em que se observa casais fazendo sexo em carros estacionados.

Dominatrix, profissional – é uma mulher que paga para representar uma cena sadomasoquista com um cliente.

Domínio /submissão – o papel de domínio ou submissão é usado no jogo sexual para almentar a intensidade de emoções e o vínculo entre os parceiros.

Dorafilia – é a excitação por pele, couro e pêlo.

Dormir vestido – refere à prática de namoro em que o casal dorme junto completamente vestido e algumas vezes separado por um tábua.

Drag queens – as drag queens têm estilos e objetivos variados. existem gays que se vestem de mulher, prostitutos que se fazem passar por mulheres e outros que consideram a mudança de personalidade catártica, desafiante, divertida e interessante.

D.S.T – Doença sexualmente transmissível , isto é qualquer doença que seja transmitida através do ato sexual

Duchas – consistem em jatos de líquido introduzido na vagina ou no reto. São usadas para fins de higiene, controle da natalidade e jogos sexuais.

E

Ecouteurismo – compreende escutar intencionalmente a conversa particular ou proezas sexuais de alguém por portas, paredes, linhas telefônicas e com aparelhos eletrônicos especiais de escuta.

Ejaculação – é o ato da emissão do esperma pelo homem

Ejaculação precose – ela é definida de muitas maneiras. Ela vai da ejaculação ocorrida em desequílibrio com o uso de espermicidas, substâncias alcalinas e duchas desodorizantes.

Emetofilia – se refer àqueles que se excitam com vômito ou com o ato de vomitar.

Enchimento – introdução de objetos na vagina ou no ânus. Geralmente é feito com alimentos ou bebidas em jogos sexuais consensuais.

Enditofilia – é a preferência por parceiros vestidos.

Ereção – é o ato de o pênis se tornar ereto (duro)

Erótica – termo correntemente usado em referência à literatura ou fotografia que retrata o sexo de uma maneira mais sutil e aceitável socialmente do que a pornografia.

Ertografomania – refer-se ao forte desejo de se escrever cartas de amor ou poemas.

Erotomania – é o termo que define a pessoa que desenvolve uma “convicção avassaladora, atingindo a crença ilusória” de que uma pessoa com quem tem pouco ou nenhum contato está perdidamente apaixonado por ela.

Escopofilia – se refere à excitação sexual através da observação de pessoas ou eventos. Ela inclui voyeurismo.

Escravização branca – refere-se à sedução ou seqüestro de mulheres brancas para trabalhar como prostitutas no estrangeiro.

Escravos – o mais famoso escravo sexual foi o bíblico sansão, capturado pels filisteus e, de acordo com o talmude, usado para inseminar as mulheres com o propósito de gerar uma raça de super humanos.

Espartilhos – o ato de espartilhar se refer à restrição posta à cintura, afirmando-a e dificultando a respiração profunda.

Espectrofilia – se refere-se à excitação sexual causada pelo intercurso com espíritos, fantasmas, anjos e deuses.

Espermatozóides – células reprodutoras masculinas , são lançados junto com o sêmen durante a ejaculação

Esportes sangrentos – atividades sexuais nas quais há ruptura da pele. incluem corte, flebotomia, cicatrização, piercing, queimaduras por tapetes abrasões, depilação, arranhão, vampirismo, flagelação, siurra, marca a ferro, queimadura, etc.

Essayeurs – homem contratados pelos bordéis parisienses, cuja função era acariciar as prostitutas numa atitude de sexo aberto na frente dos clientes tímidos.

Estigmatofilia – é usado para descrever aqueles que se sentem atraídos por tatuagens, adereços, modificações corporais ou cicatrizes no corpo do parceiro ou em sua genitália.

Estimulação sensorial – os métodos de estímulo ao sexo pode ser encontrado entre algumas crianças pequenas quando aprende a se masturbar.

Excitação vicária – se refere àqueles que atuam no lugar de outro, ou nesse caso àqueles que obtém a estimulação vicária pelas ações dos outros.

Estupro – termo usado para denotar o ato de coagir alguém ao sexo (não consensual).

Eugenia – filosofia que preconiza o controle da progênie para fins de pureza genética.

Execuções – os romanos combinavam violência e luxúria no teatro numa escala bem maior. Os jogos envolviam o estupro de crianças por homens e animais, seguindo de mutilação e assassinato.

Exercícios sexuais – são aqueles feito durante o ato sexual e/ou os que tonificam os músculos usados no sexo.

Exibicionismo – é aquele que tem prazer erótico em mostrar a genitália ou outras partes do corpo normalmente consideradas tabu.

F

Facas – o jogo consensual de faca é usado no sexo para criar uma sensação de medo, ansiedade e finalmente confiança.

Fakir Musafar – pseudônimo de um amável e requintado executivo de propaganda de São Francisco, que se aventurou no caminho da investigação e expansão ritualística dos limites do corpo físico, com técnicas usadas por xamãs e outras tribos primitivas do início do século.

Fantasia – as fantasias sexuais são ilusões ou sonhos sobre expriência específicas, e podem ser potencializadas pelo sentimento de culpa ou medo.

Fantasias – aqueles que usam fantasias para maximizar ou minimizar seu poder durante uma cena de sexo: criam a ilusão de variedade sexual, dão uma sensação diferente à própria pessoa, e oferencem os efeitos visuais apropriados à cena teatral de sexo.

Fellatio – refere-se à prática antiga do contato sexual da boca com o pênis.

Feromônios – série de ácidos alifáticos encontrados em primatas, são substâncias secretadas pelo corpo que podem excitar sexualmente um parceiro.

Ferramentas elétricas – usadas em jogos sexuais: brocas, máquinas de tosquiar, tornos, aparador de grama, lixadeiras, ordenhandeira e serras elétricas adaptadas. Os praticantes desse tipo de atividade correm o risco de se mutilar e causar ferimentos sérios ao parceiro.

Ferrão de abelha – é usado para estender a duração do orgasmo, potencializar a sensação do pênis e aumentar sua circunferência.

Fertilização – quando o espermatozóide se funde ao óvulo formando o ovo (inicio da gravidez)

Festivais – a maior parte das festas de hoje derivam de festivais antigos. Estes festivais serviam de alívio temporário a uma vida repressiva, laboriosa ou tediosa.

Fetiches – atração por alguém com físico diferente; organofato: parte do corpo. O fetiche substitui a pessoa como objeto de amor.

Figefilia – refere-se ao prazer sexual originado da fulga.

Filmes da morte – os atores neste tipo de filme matem crianças durante cenas de sexo. São ilegais e somente vendidos no mercado negro; por isso é difícil pbter informações sobre o assunto.

Flagelação – é o ato de sentir prazer com a dor.

Flatulência – refere-se à saída de gases intestinais.

Flebotomia – é a prática da sangria. Era usada para substituir os sacrifícios humanos como oferenda às divindades.

Fobias – uma fobia sexual pode ser causada por culpa social, experiência íntima negativa, falta de prática na manipulação do medo, estresse temporário, ou separação, superproteção, ou rejeição dos pais durante a infância.

Fobofilia – se refere àqueles que ficam excitados com estímulos que provocam medo.

Fotografia – muitas pessoas fotografam seus parceiros ou elas mesmas durante o sexo para olhar as fotos depois.

Frottage – ato de esfregar o corpo contra outros ou contra um objeto para se excitar.

G

Gangues de sexo – refere-se ao sexo em série com mais de dois parceiros.

Gelo – usa do para aumentar a estimulação táctil, confundir ou surpreender o parceiro, retardar o orgasmo, e, como o cateter, uma forma branda de tortura, ou como primeiros socorros para queimaduras.

Genufalação – ato de esfregar o pênis entre os joelhos do parceiro.

Gerontofilia – algumas pessoas sentem atração sexual por parceiros que são significativamente mais velhos.

Ginemimetofilia – se refere àqueles que sentem atração por homens personificado mulheres ou transexuais.

Glande – parte do pênis que corresponde a “cabeça” do pênis

Grampeamento – utilizado em cenas de sadomazoquismo como forma de controle sobre a genitália do parceiro.

Grampos – pequenas peças de metal para serem colocadas em mamilos, genitália, ou qualquer outra parte do corpo.

Grupos de apoio – esses grupos popularizaram-se recentemente. Foram substituídos as famílias ampliadas à medida que os americanos se mudaram em busca de universidade e melhores oportunidades de trabalho.

Gueixas – as gueixas japonesas são mulheres que aprendem a entreter os homens com charme artificial planejado.

H

Haréns – surgiram com a prática da poligamia. O ato de manter as mulheres encerradas era uma forma de protegê-las das escapadas sexuais dos homens da comunidade e da possível reciprocidade feminina.

Harmatofilia – se refere àqueles que se excitam com erros ou a violação de normas.

Harpaxofilia – indica a excitação sexual causada por roubo.

Hebefilia – refere-se à atração por adolescente.

Hedonismo – refere ao estilo de vida baseado fundamentalmente na experimentação do prazer.

Hermafrodita – é a condição de quem tem característica genitais de ambos os sexos devido à produção irregular de hormônios masculinos e femininos durante o desenvolvimento pré-natal.

Heteras – as heteras gregas foram mulheres que ofereciam companhia e diversão durante os séculos 4 e 5 a.c. elas pertenciam à mais alta das três classes de prostitutas gregas.

Heterosexuais – a heterossexualidade é a atração sexual entre indivíduo de sexo diferente.

Hibristofilia – definida como uma parafilia do tipo saqueador/predatório em que a excitação sexual-erótica, a facilitação e obtenção do orgasmo são suscetíveis e dependentes de se estar com um parceiro que cometeu um ultraje ou crime, como estupro, assassinato, ou assalto a mão armada.

Hifefilia – refere-se àqueles que ficam excitados ao tocar tecidos ou peças de roupas.

Higrofilia – refere-se à excitação sexual obtida pelo contato com qualquer tipo de secreção corporal, incluindo nasolíngua (muco nasal), lágrima, saliva, salirofilia (perspiração), vampirismo (sangue), urofilia (urina), coprofilia (fezes), sêmen, e secreçôes vaginais.

Hipnose – estado semelhante ao sono no qual o indivíduo fica suscetível às sugestôes feitas pelo hipnotizador.

Hodofilia – a hodofilia descreve a excitação sexual que as pessoas sentem quando viajam para lugares novos ou para o estrangeiro.

Homofobia – medo de homosexualidade e de suas claras consequências castradoras.

HPV – Vírus do papiloma humano , é o causador do condiloma acuminado ou verruga venérea uma doença sexualmente transmissível

Humilhação – excitação calsada por fraqueza ou hulmildade.

I

Imobilizações – restringem o movimento e são feitas em áreas como os órgãos genitais, pés, rosto, seios, ou em todo o corpo, na forma de mumificação.

Impotência – é a incapacidade de manter uma ereção o tempo suficiente para penetrar um parceiro, mas o orgasmo pode se obtido com a quantidade certa de estímulo.

Infantilismo – refere-se a pessoas que preferem permanecer crianças e que geralmente têm aversão ao corpo de adulto, pêlo facial e genital, ou roupas de adulto.

Infibulição – é o termo usado para a sutura ou atadura do prepúcio sobre o pênis, a sutura dos pequenos lábios com os grandes lábios, ou a sutura do escroto em volta do pênis.

Infusão escrotal – processo pelo qual se injeta uma solução no saco escrotal, também conhecido como “balão” ou inchação escrotal, apesar de esses termos poderem ser usados para descrever a expanção por ar ou gáz.

Insuflação – ou o ato de encher uma pessoa de ar – já foi feita em quase todos os orifícios humanos.

Interrogatório – as formas de interrogatório foram adaptadas para os jogos sexuais de domínio e submissão.

J

Jactância – refere-se “aqueles que ficam excitados ou obtetêm prazer sexual ao vangloriar-se de suas próprias proezas sexuais.

Jatos – os jatos sexuais refere-se à expulsão de fluidos naturais do corpo do parceiro.

Jogos de fantasia – representação simbolica de fantasia sexuais.

Jogos eróticos – um jogo é definido pelo webster como “qualquer brinquedo ou esporte específico envolvendo competições física ou mental sob um sistema de regras específicas”.

K

Kabazzah – refer-se à técnica oriental em que o homem faz o papel de passivo e a mulher usa somente as contrações do músculos abdominais e vaginais para “ordenhar” o pênis.

Karezza – a karezza – acariciar – foi cunhada pela Dra Alice Bunker Stockham em seu livro Tokology (tocologia), de 1883.

Kokigami – (lenço usado por atores japoneses e empregado como adereço; gami: papel) é a arte de envolver o pênis numa fantasia de papel.

L

Lactafilia – é o termo usado para excitação provocada por seios lactantes.

Leilões – os leilões de escravos eram comuns nos estados unidos até cem anos atrás. Os bordéis de nova orleans promoviam leilões de jovens escravas de pele clara.

Leques – usados por muitas senhoritas na europa dos séculos 17 e 18. Este objeto tornou-se indispensável na arte de fletar.

Lésbicas – o nome lésbica se originou na trágica história grega de uma mulher chamada sappho que viveu em cerca de 600 a.c. . Ela supervisionava uma escola de meninas na ilha de Lesbos. Refere-se a (homosexualismo) gays masculinos ou femininos.

Ligação peniana – ato de amarrar o pênis.

Lubrificantes – tanto os homens como as mulheres secretam um lubrificante natural para facilitar o intercurso. O masculino é expelido na pré-ejaculação e o feminino liberado pela parede vaginal durante o processo de excitação.

Luta livre de mulheres – luta entre mulheres sem nenhum tipo de regra. Elas se arranham, mordem, se goivam, puxam-se o cabelo, e rasgam as roupas.

Luta romana – ela causa excitação tanto para os que praticam como para os que espectadores.

Luz – tanto a fertilidade feminina como a masculina são influenciadas pelo ritmo circadiano (ciclo espontâneo metabólicos, glandulares e de sono). A luz natural é parte essencial de nossas vidas sexuais, mas pode ser desconfortável para os olhos.

M

Magick – combina rituais de bruxaria, visualização, controle respiratório, e tantra para uma expereiência sexual suprema.

Maieusiofilia – é a atração sexual sentida por mulheres grávidas.

Marcação a fogo – este processo consiste em imprimir a fogo um símbolo na pele da pessoa e foi usado por governos, religiões e várias tribos.

Marquês de Sade – nobre francês, autor de romances pornográficos.

Masoquismo – os homens obtiam pazer sexual através da punição e dor física.

Massagem – existem vários tipos de massagem , as básicas, usadas para adiquirir intimidade com o parceiro, sem expectitativas do sexo .

Masturbação – é a provocação do orgasmo por estimulação manual.

Masturbação a dois – envolve geralmente dois homens. O prepúcio de um parceiro é empurrado e o do outro é esticado para cobrir a ponta do seu pênis.

Matrimônio – contrato verbal ou escrito que implica alguma forma de compromisso emociaonal ou financeiro entre duas ou mais pessoas.

Maturação – ou envelhecimento – tem muitos efeitos sobre a sexualidade humana. É tão normal como qualquer outro processo de envelhecimento e é vivenciado de formas diferentes por cada pessoa.

Mecanismo de toque – são mecanismo que criam uma barreira entre as pessoas, e ao mesmo tempo, possibilitam o contato sexual pela introdução das maõs em orifícios estrategicamente posicionado.

Ménage à trois – é a cena do sexo grupal envolvendo três pessoas, duas das quais são casadas.

Miscigenação – significa o sexo ou casamento entre duas pessoas de raças diferentes.

Misofilia – atração sentida ao se cheirar, mastigar, ou roçar suportes atléticos, (cinto elástico com proteção para a região genital do homem), calcinha, absorventes, sutiãs, ou outros objetos sujos .

Misógino – o termo é usado para descrever o homem que sente ódio ou aversão às mulheres.

Modificação peniana – significa qualquer alteração física permanente no pênis.

Mordida – e mordição são usadas por alguns para excitar sexualmente o parceiro.

Mortalidade – não existe provavelmente maior ansiedade do que ver ou encarar a morte. A visão de corpos multilados ou mortos estimula algumas pessoas.

Motéis – estes estabelimentos permitem o suingue, apesar de a maioria não apoiá-lo abertamente.

Mucofagia – a ingestão de mucosa nasal é feita como parte da nasolíngua. outros praticam por causa da alta degradação implícita.

Museus eróticos – existem vários museus que exibem coleções de artefatos ou parafernália sexual.

Mutilação – é o ato de ferir alguem; geralmente por punhalada, golpe, ou corte.

N

Namoro – ato de devorar atenção ao parceiro com o propósito de receber amor e/ou casamento em troca.

Narcisismo – os narcisos obtêm prazer sexual de seu próprio corpo ou intelecto.

Narratofilia – refere-se àqueles que ficam excitados ao contar histórias ou piadas sexuais ou ler poemas de amor ou romances de natureza sexual para um parceiro.

Necrofilia – é definida como a atração sexual por cadáveres, sendo considerada uma parafilia rara.

Negociação – ou discussão e acordo sobre as atividades a serem praticadas durante o sexo – pode amenizar os equívocos que amiúde ocorrem entre parceiros.

Niddah – prática religiosa judaica estabelecendo que casais casados mantenham separação física por 10 a 14 dias por mês. As admoestações no “code of jewish” ( tabu menstrual: planejamento familiar natural).

Ninfofilia – designa o amor de uma jovem adolescente por um adulto.

Ninfomania – é o termo usado para as mulheres dotadas de um apetite sexual insaciável.

Ninfotomia – procedimento cirúrgico que consiste na incisão dos lábios.

Normofilia – é a condição de se estar em conformidade sexual com os padrões ditados pelos costumes, religião e autoridade legal.

Nudez – a palavra deriva do latim “nudus”, significado despido ou sem roupa.

O

Oclofilia – se refer àqueles que ficam sexualmente excitados em meio à multidão.

Oculofilia – refere-se àqueles que ficam sexualmente excitados com os olhos de um parceiro.

Oculolíngua – refere-se ao ato de lamber o globo ocular do parceiro como forma de excitar-se.

Odontofilia – refere-se à excitação sexual por dentes.

Oficinas – existem muitas oficinas disponíveis de sexo, intimidade, e relacionamento. esalen fields, no big sur, ensina as pessoas a aceitar a si mesma e aos outros assim como o fazem as oficinas do instituto de conscientização humana de stan dale, na região de são francisco.

Ofidicismo – refere-se àqueles que usam répteis.

Olfação – refere-se à sensibilidade de algumas pessoas em sentir odores.

Orgasmo – não existe nenhuma definição de orgasmo amplamente aceita. O dicionário (webster) define-o como “… excitação emocional intensa e paroxísmica; o clímax da satisfação sexual que ocorre ao fim do coito, geralmente acompanhado, nos homens, da ejaculação”.

Orgias – termo absoleto para sexo grupal . Tal palavra geralmente se refer ao sexo licencioso praticado durante os festivais religiosos, procedidos por abundantes comida e bebida: as dionisíacas, o baal, o carnaval e o festival de primeiro de maio.

Ornamentos pubianos – são expressão artística de nossa sexualidade e geralmente aparecem na forma de pintura do pêlo, barbeação, depilação, pintura corporal, paetês. ou adesivos.

Óvulo – célula reprodutora feminina , um óvulo é lançado em direção as trompas a cada ciclo menstrual ( no período fértil por volta do 14 dia ) visando a fecundação

P

Parafilia – refer-se a atração por pessoas defeituosas, (aberração sexual,anomalia sexual).

Parceiro de aluguel – pessoa que trabalha com os psicólogos para ajudar os pacientes a superar problemas sexuais, e que normalmente paga em torno de mil dólares para fazer um treinamento de 12 semanas em que lhe são ministradas noções de anatomia resposta sexual humana, comunicação, e outros assuntos pertiinentes.

Passivo – aqueles que desempenham o papel submisso no jogo sexual são conhecidos como passivos.

Pecatifilia – é a excitação derivada do pecado. Pode se traduzir num sentimento de culpa.

Pediofilia – refere-se à atração que alguns sentem por bonecas.

Pedofilia – é atração por crianças.

Pênis – é o órgão erétil masculino

Personificação peniana – refere-se a homens que fazem exibição públicas vestidos de mulher.

Piercings – se refere à perfuração temporária da pele.

Pigofilia – refere-se às pessoas que se excitam com carícias, beijos e lambidas na região das nádegas.

Plástica do pêlo pubiano – consiste na remoção permanente do pêlo que contorna um desenho escolhido pela pessoa. As formas mais comuns são corações e triângulos, e são mais marcante em pêlos pubianos espessos.

Plástica dos seios – a modificação da forma dos seios é usada pelas mulheres há milhares de anos.

Poções do amor – diferem dos afrodisíacos pelo ritual mágico exigido para a sua preparação. Eram populares em sociedades onde não havia esposos monógamos.

Poder pessoal – normalmente atua como catálise para os parceiros durante o ato sexual.

Podofilia – refere-se à excitação que certas pessoas sentem diante do pé.

Politerofilia – refere-se àqueles que fazem sexo com uma série de parceiros antes de conseguir atingir o orgasmo.

Polução – a polução sexual é o ato de sujar, profanar, destruir, violar, um objeto de fetiche, o parceiro sexual, ou a si mesmo (automisofilia).

Ponta cabeça – os casais podem gostar de fazer sexo com a mulher de cabeça para baixo (com a cabeça e mãos formando um tripé no chão).

Pornografia – era o trabalho sobre prostitutas e mais tarde passou a incluir qualquer texto especificamente destinado a despertar o desejo sexual.

Posições sexual – as pessoas estão começando a experimentar uma variedade de posições sexuais sem a vergonha e a culpa imposta pela igreja católica, seguidora da doutrina dos estóicos de 100 a.c., pela qual os casais só podiam fazer sexo numa posição supina, com o homem por cima.

Prepúcio – pele que recobre a glande nas pessoas que não foram submetidas a circuncisão

Prisha – é a palavra hebraica para descrever a separação dos sexos.

Privação sensorial – difere da compensação sensorial ao tentar anular os cinco sentidos. Pode incluir atividades como as câmaras de privação sensorial, tanques samádi, ou suspensão.

Prostituição – é a palavra latina para designar a mulher que pratica o ato sexual por dinheiro.

Psicrocismo – refere-se àqueles que ficam excitados com a sensação de frio ou observando alguém com essa sensação.

Punhada – é a introdução da mão na vagina ou no ânus.

Q

Quadoushka – os ensinamentos sexuais do quadoushka são parte da tradição dos índios americanos cherokee. Essa atividades se assemelha ao tantra sexual oriental por enfatizar as técnicas de respiração, o equilíbrio de enegia, e os orgasmos de corpo inteiro.

Queening – designa a prática européia de uma mulher dominadora usar a cabeça do homem como trono.

R

Rabdofilia – descreve aqueles que ficam excitados ao serem chibateados, ou fragelados.

Regulação de oxigênio – usada para intensificar ou protelar a excitação sexual.

Restaurantes eróticos – existem vários tipos desses estabelecimentos. Alguns, como o restaurante suíços hjarter dam, permitem que mulheres dominadoras prendam seus escravos à mesa ou ao pé da cadeira.

Revistas – usadas em cenas sadomasoquistas, na simulação de capturas policiais, revoltas em prisões revistas na alfândega, prisioneiros de guerra, ou abduções alienígenas.

Ritos de fertilidade – a fertilidade, ou a disposição para a fecundação, sempre foi importante. As religiões antigas eram baseadas na necessidade de se possuir sementes férteis, animais, e progênie.

Rituais de sexo – rituais são procedimentos ou cerimônias consagradas pelo uso ou normas e realizadas em ocasiões determinadas.

Rodas de sexo – refere-se à pedofilia e envolve várias crianças e um ou mais adultos.

S

Sacher-Masoch, Leopold Von – romancista da aristocracia austríaca que escreveu histórias sexuais em que os homens eram dominados, humilhados, e disciplinados por belas mulheres.

Sacofricose – prática usada por alguns homens de fazer um buraco no fundo do bolso da frente da calça para facilitar a masturbação.

Sacrifícios – é o ato de tornar um objeto sagrado, ofertando-o à divindade.

Salirirofilia – se refere às pessoas que ficam excitadas com o sabor de fluidos corporais salgados como a perspiração.

Sangria – colocação de um instrumento de sucção na pele, como o propósito de trazer o sangue mais próximo da superfície.

Santo Agostinho – era um norte-africano de tagaste (argélia). junto com são jerome e são gregório (o grande), formulou as primeiras doutrinas da igreja católica.

São Valentin – o dia de São Valentin é celebrado a 14 de fevereiro e em homenagem a dois mártires chamados Valentim: um de Roma, e outro de Terni.

Sati – prática hindu de queimar a viúva com os restos mortais do seu marido.

Satiríase – os sátiros foram notórios personagens da mitologia grega, metade bode metade homem, que serviam ao deus baco (dioniso) e eram conhecidos por sua luxúria e hedonismo.

Sêmen – também chamado de esperma , corresponde as secreções da próstata e vesículas seminais que servem de veiculo aos espermatozóides.

Serenatas – foram populares na europa nos séculos 17 e 18. Os jovens tocavam seus violinos e cantavam nas ruas sob a janela da amada.

Sexo anal – a próstata, semelhantemente ao ponto g feminino, pode ter uma resposta orgástica à pressão ou à manipulação.

Sexo furitivo – refer-se ao outrora popular entretenimento de pôr a mão sob uma fotografia com abertura nas áreas das pernas, seios, ou genitália: a pessoa tem a ilusão de ver genitália ou nádegas reais.

Sexo grupal – refere-se ao sexo entre mais de duas pessoas.

Sexo ilegal – o governo já determinou quais dias os casados poderiam ter sexo, as posições (papai-e-mamãe) que deviam ter usar, o tipo de sexo (penovaginal,beijo, e carícias), e proibiu o uso de contraceptivos.

Sexo seguro – cada tipo de prática sexual requer precauções próprias. Nós começamos a conhecer as necessidades especiais de nosso parceiro com uma conversa franca sobre sua saúde geral.

Sexologia – existem muitos médicos e psicólogos que se celebrizaram por sua compreensão da ciência do sexo e pelas contribuições dadas a ela.

Sexshops – existem várias dessas lojas nos estados unidos, a maioria pertence a mulheres. Por dentro, elas se parecem com lojas de lingerie que oferecem brinquedos eróticos, luvas de pele, vídeos eróticos livros, e loções para o corpo.

Shows eróticos – esses shows variam de acordo com a lei de cada país, a habilidade dos participantes, a criatividade dos produtores, e a quantidade de dinheiro que os donos estejam dispostos a gastar em efeitos especiais.

Siderodromofilia – descreve aqueles que ficam excitados em trens.

Sidrome de Couvade – os homens raramente praticam rituais de couvade nos dias de hoje. Todavia, muitos apresentam sintomas psicossomáticos durante o período de gravidez e parto da mulher.

Sinforofilia – refer-se àqueles que vivenciam excitação sexual ao incendiar apartamentos, hospitais e orfanatos.

Sitofilia – descreve aqueles que usam comidas com o propósito sexual.

Sobrecarga sensorial – ocorre quando existe mais informações num determinado ambiente do que a pessoa é capaz de assimilar.

Sonofilia – refere-se àqueles que ficam sexualmente excitados ao acariciar ou fazer sexo com um parceiro adormecido.

Strip-pôquer – existem muitas versões de strip-pôquer, o jogo de cartas baseados nas regras do pôquer normal.

Striptease – os strippers são pessoas que tiram sua roupa voluntariamente em frente da platéia.

Subpersonalidade – semelhante aos distúrbios de personalidade múltiplos, exerto pelo fato de a mudança de personalidade ser somente temporária e de não se perder discernimento.

Suplementos anais/genitais – os dildos são pênis artificiais ou tampões usados na boca, vagina ou ânus para ajudar à masturbação.

Suspensão – ato de suspender algém no ar por um suporte aéreo que permita algum movimento.

Sutura – usado no jogo sadomasoquista como uma forma de pseudocastração, cativeiro, ou infibulação da genitália.

T

Tafofilia – refere-se àqueles que ficam excitados ao serem sepultados vivos.

Talpotentiginia – descreve a excitação sexual sentida com o calor e temperaturas altas.

Tantra – doutrina hindu védica que se destina a amplicar a união e a ligação sexual.

Tatuagem – processo de puncionar a pele com agulhas e injetar substâncias corantes indeléveis para pintura permanente.

Telefonemas obscenos – excitação obtida ao falar sobre sexo ao telefone.

Telegonia – era a crença de que o primeiro homem a fecundar uma mulher seria automaticamente o genitor de qualquer criança gerada posteriormente.

Testículos – órgão sexual masculino situado na bolsa escrotal, que produzem espermatozóides.

Timofilia – refere-se àqueles que ficam sexualmente atraídos por riqueza ou status.

Toalete – a toalete de um parceiro é mais comumente encontrada entre os primatas, mas os homens também, além da toalete normal que se faz antes do namoro, usam-na no preâmbulo amoroso.

Toque – tocar em alguém cria sensações especiais devido à pressão sobre a pele. (a excitação sexual do estímulo tático pode significar dor para algumas pessoas.

Torniquetes – usados para estancar o fluxo de sangue de uma artéria.

Tortura – é o ato de infligir dor com objetos de extrair informações de alguém não-cooperativo.

Tourada – remanescente dos rituais antigos de fertilidade e dos jogos romanos.

Transexuais – pessoa cujo comportamento se iguala ao do sexo oposto; transposição de gênero: mudança de comportamento entre sexo.

Travestis – homens que desempenham papeis de mulheres.

Treinamento de toalete – atividades praticadas por submissos que desejam se iniciar na coprofagia ou urofilia.

Tricofilia – se refere ao fetiche por pêlo.

Troca – termo usado na comunidade sadomasoquista para designar pessoas que alterernam o papel de passivo/submisso e ativista/dominante.

Troca de casais – costumes antigos de muitas culturas. Os esquimós deixavam suas esposas com um vizinho quando saíam em viagens de caça e durante esse tempo elas deveriam desempenhar o papel de esposa.

Troilismo – descreve o sexo entre três pessoas.

Trompas de falópio – canal que liga os ovários ao útero , pela qual “viaja” o óvulo

Trovadores – viveram durante o séculos 11 e 13, tempo no qual muitos foram mortos pela igreja por heresia. esses homens ensinavam o controle da natalidade, que o sexo podia ser apreciado, e que o amor deveria ser considerado ao se selecionar um parceiro para o casamento.

Túnel do amor – os parques de diversão, até os anos 60, geralmente promoviam um passeio de barco de três a quatro minutos de duração que atravessava um túnel escuro.

U

Unção – se refer àqueles que têm seu corpo coberto ou esfregado com um óleo e então usam o parceiro ou objetos para deslizar sobre ele.

Urofilia – descreve aqueles que obtem prazer sexual de atos envolvendo urina.

Urticação – ato de fragelar a pele com urtigas para esrimulá-la. Isto era feito nos membros dos paralíticos.

Uso de pesos – nos jogos sexuais, os pesos podem ser pendurados nos mamilos, na genitália, ou no piercing.

Útero – parte do aparelho reprodutor feminino onde , se houver a fertilização do óvulo, o feto se desenvolverá

V

Vampirismo – é o ato de beber sangue de alguém.

Vertigem – refere-se à tortura ou à desorientação.

Virgens – se refere àqueles que nunca tiveram relação sexuais por penetração.

Visualização – habilidade de ver um evento, objeto, ou pessoas na sua mente, usada em quase todos os tipos de sexo.

Vitorianismo – termo usado para descrever a repressão sexual e a afetação que se cristalizou na última metade do século 19.

Voyeurismo – ato de observar os outros com o propósito de se excitar sexualmente.

X

Xenofilia – se refere àqueles que ficam sexualmente excitados com estranhos.

Z

Zelofilia – se refere à aqueles que se excitam com o ciúme. a excitação pode ser desencadeada pelo ciúme de um dos parceiros.

Zoofilia – envolve o sexo entre humanos e animais e geralmente toma muito mais formas do que o sexo praticado pelos homens.

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