Continho babaca, cretino e verdadeiro
Confesse, você já está com a calcinha úmida antes mesmo de eu dar a cantada definitiva. Não me enrole, não precisa. Sei que você está louca de vontade que eu te pegue de jeito, dê um beijo de cinema (ou um beijo meia-boca, babado de cerveja, whatever), te dê uns malhos fortes e quase pornográficos ali no canto estratégico do lado do bar, pague a conta (minha, sua) sem tirar os olhos dos seus peitos, te arraste pro meu carro depressa e te apalpe de todas as maneiras possíveis e inimagináveis. Que eu finja ser uma lula ou algum outro animal com muitas patas no processo. E você irá fingir que não quer dar hoje, que é muito cedo, que não tá na hora. Aquela babaquice toda.
Aí a gente irá se catar alucinadamente, teu soutien irá pular fora, vai pagar um peitinho maroto, a calça irá descer até o joelho e uma das inúmeras mãos irá conferir aquela carne mijada que está doida, mas doida para levar pica a noite toda. Se não for dessas que acha pica um troço nojento, irá me chupar até quase gozar e tocará uma punhetinha amiga até eu gozar pela primeira vez no chão do carro. Daí pedirá para eu te deixar em casa.
Na frente do teu prédio, a mesma história. Carro balançando, vidros esfumaçados pelo nosso furor (pelo seu furor, eu estou sob controle, controle pleno da situação) e, de novo, “não! não mete! hoje não!”.
Daí eu pego o seu telefone e toco uma punheta vendo você entrar no prédio. Nunca mais ligo. Mulher que não dá na primeira noite não dá nunca mais para mim.



September 18th, 2009 at 09:56
[...] já que fui censurado aqui com um conto originalmente escrito para essa joça, vou dissertar sobre as minhas opiniões sobre o tema “dar na primeira [...]
September 29th, 2009 at 10:06
[...] assim como qualquer ser que compreende o sentido da vida, sou apreciador da carne mijada. Portanto, não consigo compreender por que CARALHOS usam “Boceta!” como uma expressão [...]
September 29th, 2009 at 14:41
Muito foda o continho :p Apesar de ser a parte feminina da história, se fosse macho ia concordar contigo em gênero, número e grau.
September 30th, 2009 at 10:01
“conferir aquela carne mijada que está doida”
Fazia tempo que não escutava esse termo!