pensamentos esparsos de uma mente desconexa
29 jun 2008
publicado na Tribuna da Imprensa
Diz Maria Bercovitch, querida amiga, em A mulher pós-moderna-erna-erna
Os homens são um problema. Onde estão os caras inteligentes, interessantes e sinceros? Difícil o homem que não sai correndo, que não morre de medo dessa mulher que sabe o que quer. O machismo ainda existe. A cafajestagem, também. Algumas continuam aceitando. Outras choram, sofrem e seguem adiante solteiras.
Minha querida, os homens são os mesmos desde a sua invenção. Tal e qual as moças (virginais ou não) eles são a soma dos símbolos que atribuem a si mesmos e que são emprestados dos outros.
Qual canalha não se derramou em lágrimas pelo aconchego de uma menina que lhe fazia um cafuné a troco apenas da sensação? Qual príncipe encantado não olhou para as curvas calipígeas de uma transeunte incauta?
O que importa, no fim das contas, é o sorriso que a vida te entrega diariamente no nascer do sol. Você o pega com o jornal, ou não.
2 comentários for "dos homens"
Concordo, concordo. O que eu disse foi uma generalização. E, claro, não dá pra generalizar. O que existe são só as pessoas, né?
um beijo :)
Existem, amore, mas estão cada vez mais escassos. Outro dia tinham cento e tantas velhinhas e só 13 velhinhos num baile da terceira idade, acho que aí em Sampa mesmo. Se já é difícil encontrar gentes de boa índole, de boa índole e gostosinho então… e quando diminui o universo da procura, a coisa só fica mais preta…
De qualquer jeito valeu pela a citação “O que importa, no fim das contas, é o sorriso que a vida te entrega diariamente no nascer do sol. Você o pega com o jornal, ou não”. Juropordeus, você fofinho me dá medo.
Bezzos,
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