Eu queria ser minha sombra, a sombra dos meus projetos. Ela tem mais qualidades que eu mesmo, é misteriosa, flexível e perene.
Eu preciso ser a sombra dos meus sonhos, a tangência dos meus desencantos. A banalidade do mundo não permite que o meu encanto, o meu glamour sobreviva por muito tempo. Como se eu jogasse uma campanha de Changelling me sinteo como a minha parte feérica estivesse despertando e não consigo mais ver o mundo como era antes.
Só consigo ter olhos para as sombras.