Os ossos da cidade, nascem das veias de asfalto,
Concreto, aço e vidro.
Formam as pernas, os braços, os galhos e as presas.

Os fios são os nervos que a coisa-cidade espalha
Para falar, para coordenar, esquentar e enxergar.
Cagar, mijar, banhar.
Tudo passa pelos ralos, canos e tubos.
Fios, postes e antenas.

A cidade é viva.